Diga Como Eu Tenho Gosto
— Mark, preciso conversar com você sobre uma coisa — falei enquanto meu marido se arrumava para o trabalho.
— Agora? — ele respondeu. — Só tenho alguns minutos.
— Sim, não vai levar mais que dois minutos. Preciso desabafar.
— Certo, isso não parece bom. O que está acontecendo?
— É difícil para mim dizer isso. Sei que vai te magoar, e sinto muito por não ter contado antes, mas... — fiz uma pausa.
— Mas o quê? — ele perguntou.
— Eu só queria te dizer que... já faz um tempo... eu tenho fingido meus orgasmos — falei rápido, tentando soltar tudo de uma vez, mas aliviada por finalmente ter dito.
— O quê? — ele exclamou. — Por que você faria isso?
— Não sei. Acho que não queria que você se sentisse mal — respondi. — Sei que foi estúpido. — Houve um longo silêncio em que nenhum de nós disse nada.
— Há quanto tempo? — ele perguntou.
— Não tenho certeza. Cerca de um ano...
— Um ano? — ele disse, elevando a voz.
— Eu não sei! — falei, me irritando com o tom dele. Na verdade, já fazia pelo menos dois, mas não queria admitir. — Talvez mais, não fiquei contando.
— Então o que é? Eu gozo rápido demais, você finge, e a gente só vai dormir?
— Bem... normalmente sim... mas nem sempre.
— Você está sendo honesta agora ou ainda está fingindo? — ele perguntou, bravo.
— Isso não é justo — retruquei. — Foi difícil para mim trazer esse assunto à tona.
— Então "nem sempre"... O que quer dizer com "nem sempre"?
— Bem — falei, olhando para ele. Mal conseguia continuar.
— Bem o quê? — ele insistiu, irritado.
— É difícil para mim falar sobre isso!
— Pois é, também é difícil para mim.
— Eu sei — respondi. — Sinto muito. — Precisava juntar coragem de novo. Já tinha chegado até aqui.
— Tá... às vezes... às vezes... eu espero você dormir... e aí vou ao banheiro e me faço gozar — falei, olhando-o nos olhos. Finalmente, estava tudo dito, e senti um alívio imenso.
Ele só ficou me encarando pelo que pareceu uma eternidade. — Preciso ir trabalhar — disse. — Podemos conversar sobre isso quando eu chegar em casa. — Pegou as chaves e saiu.
Horas se passaram e não tive notícias dele. Sabia que em parte a culpa era minha por não ensinar do que eu gostava. Também sabia que o tinha magoado, mas, depois de tanto tempo frustrada, o assunto precisava ser resolvido. Fiquei aliviada quando ele finalmente mandou uma mensagem:
"Sinto muito."
"Eu também sinto. Não devia ter tocado no assunto bem na hora que você ia sair", respondi.
"Tudo bem. Eu meio que já desconfiava. Mas agora pelo menos podemos resolver."
"Obrigada. Eu te amo", escrevi.
"Também te amo. A gente descobre quando eu chegar. Vai ser divertido fazer você gozar gostoso de novo." Isso me arrancou um sorriso.
"Também acho", respondi.
Naquela noite, mal conversamos até a hora de ir para a cama. Fui para o quarto de camisola de seda e calcinha fio-dental. Mais cedo, tinha depilado a buceta, deixando só um triângulo bem aparado. Mark normalmente dorme de cueca boxer e aquele dia não foi diferente. Depois de um ou dois minutos, ele se virou para mim e perguntou: — Então, como vamos resolver isso?
Esperei um minuto antes de responder: — Ainda não sei.
— Você precisa ser 100% honesta comigo se quisermos consertar isso.
— Tá... eu sei.
— Quando foi a última vez que você teve um orgasmo?
Achei que ele se referia a com ele, então respondi: — Seis meses atrás.
— Por que você simplesmente não me falou?
— Não sei. Acho que não queria magoar seus sentimentos.
— Então você nunca goza quando eu te chupo?
Mark adora me chupar antes da gente transar e, embora raramente me fizesse gozar, eu amava a facilidade com que conseguia seduzi-lo. Com o passar dos anos, aprendi que só mostrar a mata já bastava para fazê-lo pensar em mim o dia todo. Um leve afastar das pernas, com ou sem calcinha, e um pouquinho de contato visual eram suficientes para ter a língua dele dentro de mim.
Mais recentemente, percebi que ele preferia me chupar depois de um longo dia de trabalho, depois que eu ia à academia ou trabalhava no quintal. No começo, fiquei insegura, às vezes resistia, mas acabei abraçando a ideia e passei a ansiar por isso. Abrir as pernas para ele, pôr o pé no pau dele e sentir o quanto ficava duro ao me provar me dava um barato incrível. Nos dias em que a calcinha saía e eu conseguia sentir o cheiro da minha própria buceta antes mesmo de ele começar a me chupar, eram praticamente as únicas vezes que eu conseguia gozar.
— Às vezes, antigamente era mais frequente — respondi, tentando não constrangê-lo.
— E você só fingia para eu parar? — ele perguntou, magoado.
— Não é assim — falei. — Eu adoro que você goste de fazer isso.
— Mas não te faz gozar?
— Não tanto mais — admiti. — Quer dizer, me faz muito bem vir para a cama e saber que você me deseja. Eu realmente gosto da sensação, mas não chega a me levar ao clímax.
— E quando estou dentro de você?
Balancei a cabeça que não. Tivera uma vez no último ano, mas nem valia a pena mencionar.
— Então é mais frequente quando te chupo ou quando transamos?
— Quando você me chupa.
— De qual você ao menos gosta mais?
— Amo os dois. Mas acho que, com o tempo, passei a gostar mais de quando você está dentro de mim.
— Mesmo sem gozar? — ele perguntou.
Não soube o que responder. Era verdade que eu gostava mais, mas também era verdade que muito raramente gozava com penetração. Suspeitava que fosse uma combinação de motivos. O fato de ele me chupar antes fazia com que gozasse rápido demais. Além disso, eu nunca diria isso a ele, mas o pau dele já não me esticava e preenchia como antes. Fazia muito tempo que eu não gozava só por sentir que estava sendo fodida com força.
— E no banheiro? — ele perguntou, mudando de assunto.
— Como assim?
— De manhã você disse que se faz gozar no banheiro. Como?
— Uso a mão no clitóris.
— No que você pensa?
— Não sei. Cada vez é uma coisa diferente, acho. — Ele estava fazendo muito mais perguntas do que eu esperava.
— Você pelo menos pensa em estar comigo?
— Claro que penso em você!
— Então no que você pensa?
Olhei para ele e fiz uma careta: — Não quero falar.
— Fala logo — ele insistiu. — Você prometeu que seria honesta.
— Penso em você me chupando.
— Não entendo, então por que você não goza quando eu realmente te chupo?
— Porque é diferente... você... você me chupa antes.
— Como assim?
— Bom, é uma história meio longa.
— Quero ouvir.
— Eu estava pesquisando umas coisas sobre orgasmo feminino e achei um fórum onde outras mulheres postavam o que as ajudava. Uma postou que, se ela não goza... ela faz o marido chupá-la de novo.
— Depois de transarem?
— É.
— Sério? É nisso que você pensa?
— Sim — confessei. — Para ser honesta, é nisso que penso o tempo todo.
— Ele usava camisinha?
— Quem? — perguntei.
— O marido da mulher.
— Ah. Não sei, não dizia.
— Tá... quando você pensa nisso, eu usava? — ele quis saber.
Olhei-o nos olhos e respondi: — Não. — Ele sustentou meu olhar por alguns segundos, suspirou e se deitou de costas.
Depois de uns minutos de silêncio, falei: — Esquece. — Apaguei a luz do meu criado-mudo e me deitei de lado, de costas para ele. Tinha grandes esperanças de resolvermos isso, mas elas estavam minguando. Após mais uns 5 minutos, ele se aconchegou em mim, encostando o pau duro na minha bunda. Fiquei chocada.
— Isso é um sim? — perguntei, sorrindo e me sentindo fortalecida.
— Talvez — respondeu. — Por que você quer isso? Por causa daquele post?
— Mais ou menos — falei. — Você não vai ficar bravo se eu contar?
— Não sei o que você vai me dizer — ele falou —, mas acho que não.
— Na verdade, eu tinha esquecido do post daquela mulher até que, uma vez, depois que você dormiu, eu estava no banheiro e passei os dedos entre meus lábios, e estava encharcada com o seu gozo — contei, virando-me para encará-lo. — Já percebi faz tempo que você não resiste a me chupar quando estou suja ou suada. — Ele desviou o olhar, mas não negou. — Não fique envergonhado. Eu adoro isso. — Meti a mão dentro da cueca dele e agarrei o pau duro. — Praticamente não tomo mais banho antes de dormir porque gosto que você me prove antes de se deitar. Sei que você gosta porque fica tão duro... como está agora.
Dei a ele uma chance de responder, mas ele não aproveitou. Dava para ver que estava surpreso por eu falar assim com ele, e, honestamente, eu mesma estava chocada. — Você sabia que eu sabia? — perguntei.
— Não.
— Então é verdade? — insisti. — Você gosta de provar minha buceta suja?
— Sim — ele admitiu, com o pau latejando na minha mão.
— Percebi porque você sempre tenta me chupar bem na hora em que vou tomar banho. Deve passar o dia todo pensando nisso... e aí precisa aproveitar a chance de me provar antes que seja tarde. Isso também é verdade?
Ele assentiu sem dizer nada.
— Imaginei. Nunca falei em voz alta, mas agora, quando você está me chupando, fico pensando em como está me limpando no fim do dia, em vez de eu ter que tomar banho. Gosto que você use a língua para me limpar — continuei. — Gosto que você vá dormir com o meu cheiro no rosto. Você também pensa nisso... em limpar minha buceta?
— O tempo todo — ele murmurou.
— Eu sei que pensa. — fiz uma pausa. — Por isso imaginei você me limpando depois de gozar dentro de mim. Passei os dedos entre meus lábios... e meus dedos ficaram encharcados... Olhei para eles e pensei naquela mulher que fez o marido chupá-la depois que ele não conseguiu fazê-la gozar. Acho que eu só estava com raiva ou frustrada e imaginei obrigar você a fazer o mesmo.
— Você está me pedindo para fazer isso?
— Sim — respondi, continuando a deslizar os dedos para cima e para baixo no pau dele. — Tudo bem?
— Quero fazer isso por você — ele disse.
— Sério? — perguntei, animada com a perspectiva.
— Sim.
— Quando? Hoje à noite? — falei, provavelmente demonstrando entusiasmo demais.
— Como você quer que eu faça?
— Como assim?
— Em que posição você estava?
— Ah. Bom, aquilo era diferente. Eu só estava fantasiando na época.
— Então, o que você imaginou?
— Bem, eu estava frustrada... e pensei em simplesmente sair de cima de você na mesma hora e sentar na sua boca... sem pedir.
— Você já pediu, então agora não pode fazer sem pedir — ele falou —, mas quero que faça desse jeito.
Na minha cabeça, quando eu fantasiava, imaginava o gozo dele escorrendo de mim sobre o peito dele enquanto eu subia depressa para sua boca. Embora achasse aquilo excitante, não era real. — Tem certeza? Pode ser meio bagunçado assim.
— Eu sei. É difícil explicar, e não sei por quê... mas... você ficar frustrada com isso, e não pedir, é o que eu também quero. Quero que você faça. Gosto que você pense dessa forma.
— De que forma? — perguntei, sentindo minha calcinha ficar molhada.
— Que estou lambendo você para limpar, especialmente agora que sei que você faz de propósito.
— Você gosta?
— Sim.
Levantei a camisola e me posicionei para que ele pudesse ver minha calcinha apertada contra a buceta. — Você quer fazer agora? — perguntei.
— Quero.
Peguei o fundo da calcinha e empurrei para o lado. Senti o ar bater na minha buceta molhada e sabia que meus lábios também tinham se aberto conforme eu afastava as pernas para ele. Ele sorriu ao ver minha bucetinha depilada e pôs as mãos na parte interna das minhas coxas, abrindo-me ainda mais. Ao se aproximar, enfiou o nariz nos meus pelos pubianos e inspirou fundo. Quando expirou, senti sua respiração na pele sensível. — Você está com um cheiro incrível — ele disse. No exato momento em que ia me lamber pela primeira vez, eu me afastei.
— Você precisa prometer — falei.
— Prometer o quê?
— Se eu deixar você me provar antes... então tem que me lamber depois também. De agora em diante, essas são as regras.
— Eu prometo. — Sorri e movi os quadris até sua boca. Adorei vê-lo fechar os olhos e dar as primeiras lambidas na minha buceta, saboreando o gosto da minha carne macia, sabendo o quanto ele desejava meu sexo sem lavar. Ele quase sempre gemia nessas primeiras lambidas, e dessa vez não foi diferente. Recostei a cabeça e o deixei trabalhar.
— Me fala do meu gosto — pedi, movendo suavemente os quadris para cima e contra sua boca, enquanto sua língua achatada me abria toda. Ele apenas continuou a me lamber. — Me fala — repeti.
Ele fez uma pausa e disse: — Você tem gosto da minha esposa gostosa e sexy. — E enfiou a língua de volta dentro de mim.
— Que mais?
— Doce... e salgada. Você fez exercício hoje — sussurrou. E eu tinha feito. Adorava que ele pudesse sentir meu gosto e saber. Só de pensar nele me chupando depois de gozar dentro de mim estava me deixando mais perto do orgasmo, e quase gozei enquanto ele trabalhava meu clitóris. Mas eu ainda não queria e tive que me afastar.
Mantendo a camisola, empurrei-o de costas, puxei a cueca boxer para fora e coloquei o pau dele na boca só por um segundo para deixá-lo molhado. Depois me levantei sobre ele, erguendo a frente da camisola para que pudesse olhar minha buceta, com o rosto molhado do meu mel. Dez minutos atrás eu jamais teria dito aquilo, mas algo tinha mudado: — Você vai chupar isto depois de gozar dentro de mim — falei, enquanto sentava nele.
Posicionei-o entre meus lábios externos e rocei o clitóris para cima e para baixo em seu pau. Depois de toda aquela conversa, e de ele ter provado minha buceta, sabia que ele não ia durar muito, então o coloquei dentro de mim. Cavalguei bem devagar no começo, tentando repetir a sensação de quando ele entra pela primeira vez, mas logo ele agarrou meus quadris e impôs um ritmo mais rápido, subindo os quadris para encontrar os meus. Meus seios balançavam na camisola, os mamilos duros roçando no tecido. Ele estava uma delícia, mas eu não conseguia parar de pensar que logo sua boca estaria na minha bucetinha molhada e fodida, e de repente chegou a hora, e ele estava jorrando dentro de mim. Gemi quando ele gozou, tendo que reprimir meu próprio orgasmo outra vez enquanto sentia seu calor se espalhar por dentro. Diminui o ritmo, mas continuei a cavalgá-lo devagar enquanto ele amolecia. Parei para recuperar o fôlego; puxei a camisola por cima da cabeça, libertando os seios. Com ele ainda dentro de mim, olhei para baixo, e percebi que, já tendo gozado, ele estava com dúvidas.
Contraí os músculos e pus a mão entre as pernas, apertando os lábios enquanto saía lentamente de cima dele. Embora não estivesse muito molhada por fora, senti um pouco de líquido entre a buceta e o cu. Curiosa, deslizei o dedo médio entre os lábios e senti a umidade escorregadia que tantas vezes imaginei que ele estaria lambendo de mim.
Olhei para ele e notei que estava nervoso. Ponderei se devia perguntar se ele ainda queria fazer aquilo, mas 'ele prometeu', pensei comigo mesma, 'e eu mereço depois de todo esse tempo'. De qualquer jeito, eu queria que ele fizesse. Engatinhei por cima dele com a mão na buceta até chegar ao peito e parei. De repente, quis que ele me visse, visse o que ele estaria lambendo. — Olha primeiro — ordenei, inclinando-me para trás enquanto usava dois dedos para abrir meus lábios, mostrando o quanto eu estava molhada. Vi-o abaixo de mim fitando atentamente minha buceta. Ele ergueu os olhos para mim, à espera, e, no instante em que senti algo começar a escorrer, movi-me por cima de sua boca e encaixei minha buceta fodida com força em seus lábios. Fechei os olhos e me ajeitei, meus dois lábios deslizando e se espalhando facilmente sobre os dele. E de repente lá estava sua língua.
— Ai, meu Deus, Mark... é isso... me chupa — sussurrei para ele. Tentei ir devagar e aproveitar o momento, mas a língua dele estava tão gostosa que não adiantou. Logo eu estava esfregando minha boceta na boca dele sem pudor. Eu tinha esperado tanto tempo por aquilo. — Ai, meu Deus! — eu disse, enquanto continuava a mexer os quadris para frente e para trás, empurrando para fora o que estava dentro de mim, direto na língua dele. Minhas coxas logo ficaram molhadas, e eu sabia que estava fazendo uma bagunça, mas não me importava. Gritei quando o orgasmo veio, apertando as pernas enquanto ele se prendia ao meu clitóris durinho, sugando de leve e sem soltar. Fazia tanto tempo que ele não me fazia gozar, e eu tinha acabado de cavalgar a boca dele até o melhor orgasmo da minha vida.
Ele continuou a me lamber suavemente enquanto eu relaxava. Fiquei sobre a boca dele por um minuto, com medo de ver como o rosto dele estava molhado. Por fim, me levantei e vi que sua boca e bochechas estavam não só vermelhas por causa da minha esfregação, mas também lustrosas com nossos sucos misturados. Amei ver aquilo ali, e pelo jeito que ele me olhou, sabia que ele também não se importava. Estendi a mão para trás para pegar o pau dele e, inacreditavelmente, ele estava duro de novo. Claramente, ele também tinha gostado. Meus medos pós-orgasmo desapareceram, me inclinei para trás, afastando-me do rosto dele, e, olhando para baixo, disse: — Foi incrível.
— Foi mesmo — ele disse.
— Obrigada por isso — eu disse, limpando os dois lados da boca dele com os polegares, mas sem sair de cima. — Isso vai mudar muita coisa para a gente.
— De nada — ele respondeu. — Espero que mude.
— Lambeu tudo? — perguntei, provocando, enquanto olhava para minha boceta e passava os dedos pelos meus lábios agora inchadinhos. Eles ainda estavam molhados, e o suco se acumulava nas pontas dos meus dedos. — Não, ainda tá uma bagunça — eu disse, esfregando os dedos molhados um no outro. Olhei para ele mais séria: — Quando fizermos isso, só porque eu gozei, não quer dizer que você terminou. Quero que você me lamba até me deixar completamente limpa, para eu não ficar molhada a noite toda. Entendeu?
— Sim.
— Serei mais delicada desta vez — eu disse, sorrindo de novo para ele enquanto me movia de volta sobre sua boca. Coloquei a mão na cabeça dele e os dedos em seus cabelos, guiando-o meticulosamente. Começamos pela coxa esquerda e depois pela direita, enquanto ele lambia cuidadosamente onde minha coxa tinha estado roçando suas bochechas molhadas. Logo eu o trouxe para o espaço entre minhas coxas e meus lábios externos. Depois, levantei os quadris, colocando a língua plana dele na base da minha boceta e, lenta mas repetidamente, passei-a até o clitóris. Por fim, subi mais e o guiei até meu cuzinho molhado. — É tão gostoso, Mark — eu disse, deixando-o me lamber ali por alguns minutos. — Uma última coisa — falei, posicionando a abertura da minha boceta bem sobre a boca dele. — Quero que você chupe bem aqui — disse, e logo senti a sucção da boca dele na minha carne. Empurrei o que restava dentro de mim para sua boca; o pau duro dele era prova suficiente de que ele amava me limpar, de que amava aquilo também.
Por fim, desci e me aninhei ao lado dele, sabendo que repetiríamos aquilo muitas vezes. Senti um alívio enorme por não estar mais frustrada com ele, e também por ele não precisar se preocupar em me fazer gozar antes, pois eu sempre poderia fazer ele cuidar de mim depois.
Enquanto começávamos a pegar no sono, ele se virou para mim e disse: — Eu te amo.
— Eu também te amo — respondi. Eu podia sentir o cheiro da minha boceta no rosto dele e sabia que ele ficaria de pau duro a noite toda pensando em mim.