Contos eróticos para ler inteiros.

Corno e Traição

Desejos de Vizinhança Cap. 03

Escritosdegessi15 min

Os dias seguintes passaram num borrão para Tim. O trabalho ficou agitado e ele estava ficando até tarde no escritório para fechar uma grande venda. Ana ficou irritada, mas não reclamou muito. Ela caiu nas velhas rotinas para quando ele estava ausente e passou mais tempo em aulas de ioga ou correndo. Tim realmente apreciava como os hobbies dela eram ativos para uma nerd de computador. Aquilo fazia de sua esposa superinteligente também um mulherão de parar o trânsito. Ele adorava vê-la chegar da aula de ioga com seus shorts minúsculos e a bunda curvilínea, mesmo que, por causa do trabalho constante dele, ela não estivesse muito a fim de provocá-lo sobre o vizinho, James, ou de fazer qualquer coisa no quarto.

Tim não tinha tocado no assunto James de novo nos últimos dias. Ele queria desesperadamente, mas a oportunidade simplesmente não surgia. Ele estava dando a ela espaço para pensar, como ela pediu, e sua grande venda certamente lhe dera muito tempo para refletir.

No entanto, a venda de Tim estava prestes a fechar, e ele estava ansioso para passar mais tempo com sua linda esposa. Tim saiu da sala de conferências com os colegas e trocou soquinhos e cumprimentos, já que as comissões finalmente estavam garantidas.

Tim ignorou os apelos dos colegas por uma comemoração e foi para casa, ansioso para contar à esposa que poderia levá-la para sair no fim de semana. E talvez finalmente conseguir uma transa de novo.

Tim entrou em casa e Ana estava sentada de pernas cruzadas no sofá, digitando no laptop do trabalho. Ela usava seus óculos de luz azul, o cabelo preso num coque bagunçado, um top azul justo que deixava pouco para a imaginação e uma calça legging preta.

"Oi, amor." Ana disse, mal levantando os olhos.

"Adivinha, querida? O trabalho de consultoria vendeu! Finalmente estou livre!" Tim abriu os braços e olhou para o céu em falsa reverência. "Estava pensando em te levar para sair na sexta à noite para comemorar. Quem sabe a gente pega uma garrafa de vinho?"

Ana ergueu os olhos da digitação. "Que ótimo, Tim! Ah, mas o James vai dar uma festa na sexta à noite para todo o bairro. Talvez a gente tenha que deixar o sábado para nós."

"O James vai dar uma festa? Não me lembro disso." Tim vasculhou a memória, mas com certeza teria lembrado de algo assim.

"Ele me mandou uma mensagem sobre isso há alguns dias. Devo ter esquecido de te contar. Imaginei que você não iria de qualquer jeito por causa da venda da consultoria." Ana voltou a digitar enquanto explicava.

"Ah, bem, tudo bem. A gente pode jantar no dia seguinte." Tim ficou desapontado a princípio, mas outra ideia começou a se formar em sua cabeça. "Sabe, a gente mora bem ao lado dele, você poderia ir lá e... ajudar ele a arrumar as coisas."

Ana olhou de volta para Tim e o examinou de cima a baixo. Seus lábios carnudos se abriram num sorriso. "Acho que você mereceu uma pequena recompensa, não é?" Sua voz estava baixa e sensual. Ela estendeu a mão e roçou o pau de Tim, enviando uma onda de prazer por ele. "Por que você não vai escolher uma roupa para mim para sexta? Eu converso com o James a festa toda e você fica por aí, nos observa de longe. Parece divertido?"

Tim sentiu um grande fluxo de sangue para a virilha enquanto ela falava. Só conversar, porém? Ele queria pressionar por mais. Mas sentiu que, com a semana difícil que tiveram, tinha sorte de ela sequer ceder. "Tá bom, amor, vou fazer você ficar tão sexy para ele."

Ana riu. "Bom garoto. Faça com que ele não tire os olhos de mim."

Tim se afastou e subiu as escadas. Fez uma parada urgente e bateu uma no banheiro. O toque e as palavras dela eram simplesmente demais para ele.

Então, Tim começou a escolher uma roupa para a esposa, para apresentá-la a outro homem.

----------

No dia da festa, Tim saiu do trabalho pontualmente para que ele e Ana pudessem chegar bem no começo, e Tim pudesse observar Ana e James conversarem a noite toda.

Tim escolhera uma blusa/regata vermelha para Ana, com decote em coração. O corte não era tão baixo a ponto de parecer revelador demais para os vizinhos conservadores, mas os seios de Ana eram grandes o suficiente para que fosse difícil qualquer homem não dar uma olhada.

Para a parte de baixo, Tim decidira por shorts jeans. Não tão minúsculos quanto os que ela usou para visitar James outro dia, mas o suficiente para lembrá-lo daquela noite, pensou Tim. Ele arrematou o visual com sandálias de salto com tiras pretas, perfeitas para uma festa de verão.

Tim também separou uma calcinha de renda, a mais sexy de Ana, e nada de sutiã. Quando Ana o olhou com uma expressão duvidosa, ele insistiu que era porque as alças poderiam ficar visíveis sob a blusa que ele escolhera. Ana apenas riu e vestiu o look escolhido antes de fazer a maquiagem.

Tim observou a esposa se arrumar da cama e admirou como ela estava bonita. Seu cabelo escuro solto emoldurando o rosto perfeitamente. Os saltos dando uma dimensão a mais às suas pernas já longas e torneadas, e o shorts jeans moldado à sua bunda torneada. A blusa mostrando seus atributos, mas também no limite entre casual e elegante. Ele esperava que esta fosse uma noite que ele fantasiaria por muito tempo.

----------

"Ana! Tim! Que bom que vocês puderam vir." James já estava no modo anfitrião quando eles chegaram. O homem mais velho vestia uma camisa de botão de manga curta que exibia seus antebraços grandes. A camisa estava desabotoada e havia uma camiseta branca lisa por baixo. "Fiquem à vontade. Tem muita bebida e a churrasqueira vai ser acesa a qualquer minuto."

James apertou a mão de Tim, e Tim sentiu apenas um aperto forte. James lhe deu um aceno rápido antes de fixar a atenção em Ana. Tim viu James examiná-la rapidamente de cima a baixo enquanto a puxava para um abraço rápido e educado, sua mão repousando brevemente na parte baixa das costas dela.

Ana olhou para Tim por cima do ombro de James e piscou. "Ah, James, trouxemos biscoitos. Você se importaria de me mostrar onde posso colocá-los?"

"Claro, e obrigado! Por aqui." Tim observou enquanto James levava sua esposa, Ana fazendo questão de rebolar os quadris exageradamente para provocar Tim ao máximo.

A mente de Tim já estava divagando com suas próprias fantasias, e seu pau começou a despertar sob as calças. Mas contanto que ele não ficasse de um jeito específico, ninguém notaria. Ele tomou a ida de Ana para a cozinha como deixa e começou a circular pela festa, procurando se enturmar. Sua carreira em consultoria o tornara um mestre da conversa fiada, a chave para qualquer festa onde você conhece poucas pessoas.

Tim pegou uma bebida e encontrou James e Ana parados perto da churrasqueira. Alguns outros convidados também estavam ao redor de James – ele parecia ter uma presença muito magnética como anfitrião. Tim avistou outro grupo de pessoas conversando perto da fogueira e mirou neles.

"Oi, sou o Tim, da casa ao lado. Minha esposa e eu nos mudamos há alguns meses. Prazer em conhecê-los!" Tim estendeu a mão ao grupo que abordara. Os vizinhos se apresentaram um por um: Brian e sua esposa Jill, um casal adorável de algumas ruas adiante. Margaret, uma mulher mais velha que morava ali com o marido até ele falecer recentemente. Tim ouviu tudo sobre os filhos de Brian e Jill, o trabalho de Brian e os netos de Margaret, enquanto assentia e escutava o suficiente para lançar perguntas pertinentes de acompanhamento. Se a vida corporativa ensinara algo a Tim, era que as pessoas adoram falar de si mesmas.

Tim continuou olhando na direção da esposa e percebeu que, conforme os convidados ao redor mudavam, Ana e James permaneciam juntos. James recrutara um pai do bairro que parecia um mestre churrasqueiro para terminar de cozinhar, e levara Ana para outro grupo de festeiros. Tim estava posicionado atrás de onde eles estavam, e Ana ficava muito perto de James. O círculo de pessoas os comprimia. Tim achou ter visto a mão de James roçar de leve na bunda de Ana quando ele a ergueu para gesticular sobre um tópico pelo qual parecia apaixonado, mas Tim não podia ter certeza. Sua atenção estava dividida e a distância era grande demais para saber com certeza.

----------

A festa continuou e Tim conheceu um monte de gente interessante do bairro. A comida estava ótima, e as bebidas e a música fluíam perfeitamente. James realmente sabia dar uma festa.

Tim estava no quarto drinque, acalmando os nervos e a ansiedade de observar sua esposa basicamente grudada em James a noite inteira. Ele começou a sentir um pouco o efeito e de repente percebeu que não via Ana havia alguns minutos. Desculpou-se do grupo da fogueira e entrou, para onde a festa principal começava a fluir conforme a noite caía e os lugares ao redor do fogo ficavam limitados.

Nenhum sinal de Ana à primeira vista, mas a casa era grande. Ele olhou na sala de estar, cozinha, escritório e até no armário de casacos do térreo. Tim começou a ficar nervoso. Será que ela foi para casa? Ela teria mandado mensagem se fosse o caso. Tim voltou para a sala e pegou o celular. Nenhuma mensagem.

No momento em que ia discar o número dela, ele a ouviu. "Tim! Oi, amor." Ana estava descendo as escadas. Tim nem havia considerado subir; era uma festa, mas não uma casa aberta.

"Ei, Ana, eu estava te procurando. Onde você..."

"Eu só precisei usar o banheiro e o daqui de baixo estava ocupado. James me mostrou onde ficava o do andar de cima." ela disse.

"Ah, ok. Para onde o James foi?" Tim respondeu.

"Hum, não tenho certeza, na verdade. Deve estar por aí. Mas, amor, olha para você, está cambaleando! Bebeu demais?" Ana olhou para ele, preocupada.

"Só 4 drinques, eles devem estar um pouco fortes. São só 9 da noite." Tim admitiu.

Ana sorriu para ele e se inclinou para sussurrar. "Isso pode ter sido um pouco demais para você aguentar. Volte para casa e eu digo a todos que você não está se sentindo bem, para salvar as aparências. Não vou demorar, vou ajudar a limpar um pouco antes de ir para casa, ok? Lembre-se, precisamos que você se sinta bem para o nosso encontro amanhã."

"Uh, acho que sim." Tim não sentia que precisava ir para casa, mas Ana parecia certa e ela sempre tinha razão. Além disso, uma soneca parecia cair bem agora.

"Bom. Me manda uma mensagem quando estiver na cama." Ana levou Tim até a porta da frente e ele acenou para alguns convidados que conhecera naquela noite. Ela lhe deu um beijo de despedida e Tim foi para casa.

Ele ainda podia ouvir a música levemente quando voltou para casa. Tim abriu a porta e se arrastou até o sofá, onde se deitou, abriu o celular e mandou mensagem para Ana.

Tim: *Cheguei no sofá.*

Ana: *Bom garoto. Durma um pouco, volto mais tarde.*

Tim pensou em responder de novo com algo sobre James, mas enquanto tentava formular a mensagem mentalmente antes de digitar, não conseguiu manter os olhos abertos...

----------

Tim acordou no sofá, ainda vestido com a roupa da festa. Ainda estava escuro lá fora, e ele olhou para o celular. 00h13. Passava da meia-noite. Ele olhou para a porta; os sapatos de Ana não estavam ao lado dela. Verificou o telefone de novo para ver a localização dela. Na casa ao lado. Ana ainda estava lá? Mas a festa deveria terminar às 22h30.

A mistura familiar de excitação e ansiedade começou a crescer dentro de Tim novamente. Ele começou a rascunhar uma mensagem para Ana, mas apagou rapidamente. Em vez disso, calçou os sapatos de volta e foi em direção à casa de James.

O ar da noite de verão estava um pouco fresco, pois começava a transição para o outono. Mas ainda não o suficiente para Tim precisar de uma jaqueta. Ele chegou à frente da casa e não ouviu mais música, e todos os carros tinham ido embora. Talvez Ana já tivesse voltado para a cama e só esquecido o celular lá? Ele começou a achar que estava sendo ridículo.

Então ele ouviu. Alguém ainda estava nos fundos. Tim percebeu que ainda podia ver a luz da fogueira contornando o canto da casa. O coração de Tim martelava em seus ouvidos enquanto ele se esgueirava pela lateral da casa, sob janelas pelas quais ele havia olhado mais cedo naquela noite. Ele chegou ao canto da casa e escutou.

Uma voz masculina gemeu e disse uma palavra que Tim não conseguiu entender. Parecia James.

Com o coração na garganta, Tim espiou ao redor do canto.

Tim olhou e viu James recostado em uma espreguiçadeira longa e acolchoada. Ele ainda estava de camisa, mas as calças tinham sumido e suas coxas fortes estavam abertas. Ana, sua linda esposa, estava de joelhos entre as pernas de James. Ela também perdera a blusa – a blusa que Tim escolhera para ela – e estava apenas com seu shorts jeans minúsculo. A cabeça de Ana subia e descia enquanto ela enfiava o máximo que podia do pau de James na boca. A mão direita de James segurava um punhado do cabelo de Ana, guiando-a para cima e para baixo.

"Porra, Ana, você é tão boa nisso." James gemeu, a cabeça jogada para trás.

Ana veio à tona para respirar com um estalo molhado. "Só para o senhor." Então voltou a lamber a cabeça com avidez.

James rosnou: "Só para mim? Não para o seu maridinho?"

"Ele não come mais essa boceta. Ele prefere ouvir sobre como você me come." Ana se levantou e lentamente começou a puxar o shorts para baixo.

Tim não acreditava nos próprios olhos. Claro, ele e Ana haviam fantasiado sobre isso, mas aquilo era real. E ele não tinha certeza se deveria saber. Embora tivesse dito a Ana que tudo bem explorar! James sentou-se, hipnotizado, vendo Ana se despir.

Ana falou de novo quando ficou só de calcinha. "Ele escolheu estas para mim hoje, você acredita? Acho que ele queria que você me visse com elas."

James riu. "Eu odiaria decepcioná-lo." Ele se levantou e moveu Ana bruscamente para a espreguiçadeira. Ele a colocou de quatro e empurrou a calcinha para o lado. Ana gemeu baixinho e James a abriu e mergulhou, lambendo-a com avidez.

Ana gemeu alto. "Ah, porra, James!"

"De quem é essa boceta?" James exigiu.

"É sua!" Ana se recostou no rosto e na língua dele. James a chupou até ela implorar: "James, por favor, preciso de você dentro de mim. Por favor!"

James se levantou e posicionou seu pau enorme na entrada dela. "Seu marido tinha razão. Você fica bem com essa calcinha." Ana gemeu com a menção a Tim novamente, e James enfiou o pau fundo dentro dela.

Tim observou, incapaz de se mexer, enquanto sua esposa quicava no vizinho e gemia o nome dele. James ergueu a mão e deu um tapa na bunda dela, fazendo Ana soltar um gritinho alto. Tim se perguntou se teria ouvido aquilo da porta de casa.

Enquanto James se abaixava e agarrava outro punhado do cabelo de Ana, ela olhou para trás e implorou: "Por favor, James, me encha, me faça sua puta."

Tim não acreditava no que ouvia. Ana sempre o fizera usar camisinha. Mas ali estava ela implorando para o esperma do vizinho ficar dentro dela.

James olhou para ela e sorriu. "Você acha que merece?"

"Sim, sim, mereço! Por favor, goze dentro de mim." Ana implorou mais.

"Você tem que se esforçar mais para isso." James lhe deu mais um tapa audível e puxou para fora. Ele usou o cabelo dela como alavanca para girá-la na espreguiçadeira. Deitou-se como antes e a fez montar nele de frente.

Ana assumiu imediatamente seu novo papel. Ela começou a quicar e se exibir, inclinando os peitos para ficarem bem na cara de James. Ele se agarrou a eles com avidez e chupou os mamilos para dentro da boca. Ana ofegou com isso, mas continuou quicando.

James alternava entre os peitos dela e começou a bombear os quadris para cima no ritmo de Ana. A respiração de Ana acelerou quando ela percebeu que era a hora.

"Sim, James! Goza para mim! Por favor! Goza comigo!" Ana estava sendo tão barulhenta – ela nunca era tão barulhenta comigo, pensou Tim.

O último gemido de James soou quase dolorido enquanto ele impulsionava para cima e despejava sua carga fundo dentro da esposa do vizinho. Ana desabou e sua respiração ficou suspensa enquanto Tim imaginava o pau enorme de James pulsando dentro dela. Ela selou os lábios com os de James num beijo profundo, e Ana abriu a boca para a língua dele.

Tim nem percebeu que estava se masturbando, até olhar para a mancha molhada nas calças. Ele percebeu que precisava voltar para casa e rápido. Não sabia o que aquilo significava, mas certamente não queria confrontar James agora. Muito menos Ana.

Quando Tim se virou para ir embora, ouviu James dizer: "Vou ficar com essa calcinha também."

Tim parou. Então já houve outras vezes. Ele não conseguia acreditar. Como pôde não ter percebido?

De volta à sua casa, Tim vestiu o pijama e se deitou no sofá, fingindo estar dormindo. Cerca de uma hora depois, Ana entrou tentando fazer silêncio. Ela subiu as escadas sem dar um beijo de boa-noite em Tim, e foi para o quarto deles.

Tim não conseguia dormir. Sua mente acelerada com o que havia acontecido, como ele se sentia excitado e assustado com aquilo, e se ele iria confrontar Ana sobre isso no encontro deles amanhã.

Assuntos desta história

Para ler em seguida