Contos eróticos para ler inteiros.

Corno e Traição

Desejos de Vizinhança Cap. 02

Escritosdegessi14 min

Ana encarou Tim, os olhos arregalados, os lábios entreabertos. A cozinha pareceu ficar mais silenciosa, o único som o zumbido fraco da geladeira. A mão dela pairava no ar, segurando uma esponja que pingava água com sabão na bancada.

Ana piscou, colocando a esponja lentamente na pia. Ela enxugou as mãos em um pano de prato, os movimentos deliberados, lentos. "Isso é loucura", ela disse finalmente, a voz firme mas com um leve tremor. "O que... o que fez você sonhar algo assim?"

Tim deu de ombros, encostando-se no batente da porta, os braços cruzados. "Não sei. Talvez tenha sido o vinho. Ou talvez..." Ele fez uma pausa, o olhar fixando-se no dela. "Talvez tenha sido o jeito que você e o James estavam se olhando ontem à noite. Você parecia estar gostando."

Os olhos de Ana vacilaram, e ela se virou de volta para a bancada, rearrumando utensílios que não precisavam ser rearrumados. "A gente só estava falando de trabalho, Tim. Você sabe como é... nerds empolgados com código."

Tim se aproximou, os pés descalços fazendo um leve barulho no piso de azulejo. Ele parou atrás dela, o hálito quente contra seu pescoço. "Tem certeza? Porque no meu sonho, parecia real. Como se eu estivesse assistindo a algo que não devia ver."

Os ombros de Ana ficaram tensos, mas ela não se afastou. "É só um sonho, Tim", ela disse, a voz mais suave agora, quase tranquilizadora. "Você tem andado estressado com a mudança e o trabalho. Sua mente está viajando."

Tim estendeu a mão, os dedos roçando a cintura dela, traçando a barra da camiseta. "Talvez", ele murmurou. "Mas tenho que admitir, é meio excitante. A ideia de você e o James... juntos."

Ana congelou, a respiração presa. Ela se virou para encará-lo, as bochechas coradas, os lábios comprimidos em uma linha fina. "Tim, o que você está dizendo? Você está... você está falando sério agora?"

Ele encontrou o olhar dela, a expressão indecifrável. "Só estou dizendo, é uma fantasia. Algo em que já pensei antes. Ver você com outra pessoa. Assistir você... experimentar algo novo. Seria emocionante."

Os olhos de Ana vasculharam os dele, como se tentassem avaliar se ele estava brincando ou não. Quando não encontrou nenhum sinal de diversão no rosto dele, ela soltou uma risada trêmula. "Você é louco, sabia? Completamente louco."

Tim sorriu, mas o sorriso não chegou aos olhos. "Talvez. Mas estou meio que falando sério, Ana. É algo... em que você já pensou? A gente podia conversar sobre isso."

Ana balançou a cabeça, recuando um passo. "Tim, isso é... é demais." Ela pegou um copo no armário e o encheu de água, as mãos tremendo levemente. "Tem certeza de que não é só o vinho falando ainda? Ou talvez você esteja meio dormindo?"

Tim não respondeu imediatamente. Ele a observou beber a água, a garganta se movendo enquanto engolia. "Acho que não estou mais bêbado", ele disse finalmente. "E estou falando sério, Ana. Pensa nisso."

Ana pousou o copo, os dedos tamborilando nervosamente na bancada. "Pensar no quê, exatamente? Deixar outras pessoas entrarem nas nossas vidas? Na nossa cama? Porque é isso que você está sugerindo, não é?"

O coração de Tim batia forte no peito, mas ele não recuou. "Não exatamente. Estou sugerindo que você deixe alguém entrar na sua cama. Eu só ficaria sabendo depois, ou talvez assistindo."

Ana exalou bruscamente, passando a mão pelo cabelo. "Tim, isso não é fantasia de filme pornô. Isso é vida real. Os sentimentos das pessoas podem se machucar. Limites podem ser ultrapassados. Você está mesmo pensando nisso?"

Tim se aproximou de novo, a voz baixa, os olhos queimando de intensidade. "Vou estar pronto para qualquer coisa se você estiver, Ana. Eu confio em você. E confio na gente."

Ana desviou o olhar, o peito subindo e descendo a cada respiração. "Não sei, Tim. Isso é... muita coisa para processar. Preciso de tempo para pensar." Ana foi até a sala e sentou no sofá onde Tim tinha dormido na noite anterior.

Seguindo-a, Tim assentiu, um lampejo de compreensão cruzando seu rosto. "Leve o tempo que precisar. Só saiba que estou aberto para conversar sobre isso."

Ana olhou para ele e notou o volume no short de ginástica. "Ai, meu Deus, você está ficando excitado só de falar sobre isso, não está??" Ela estendeu a mão e apalpou o pau do marido.

Tim estremeceu ao toque dela, "É, bem, falar sobre isso e imaginar coisas é meio que o que estou querendo dizer aqui."

"Ahã, isso é real para você então? Não está me gozando?" Ela continuou a acariciá-lo, o pau inchando sob o tecido.

Tim respirou fundo e respondeu: "Sim, isso é muito... interessante para mim."

Ana ronronou, ficando com aquele olhar que Tim conhecia bem, sinal de que ela também estava excitada. "Então você realmente gostou que o James estava me secando na banheira de hidromassagem? Acho que ele não tirou os olhos dos meus peitos nem uma vez depois que você dormiu.."

Tim gemeu, "Ai, meu Deus, sim, Ana. Ele parecia querer tocá-los?"

Ana mordeu o lábio inferior e continuou masturbando, aumentando a velocidade. "Claro que sim. Ele estava praticamente salivando pela sua esposa, Tim. Ele queria colocar aquelas mãos grandes e fortes em mim toda."

Tim não aguentou mais. Gozou ali mesmo no short de ginástica com a mão da esposa bombeando até secá-lo. Tim gemeu de prazer enquanto terminava.

"Nossa, nossa, isso realmente te excita..." Ana ronronou.

"É, desculpa, acho que eu-" Tim foi interrompido por Ana puxando-o para baixo, de joelhos.

"Foi excitante para mim também." Ana tirou a legging e abriu as pernas no sofá. "hora de comer, bebê."

Tim mergulhou ansiosamente, lambendo as dobras molhadas da esposa com avidez. Suas mãos percorriam as longas pernas dela para cima e para baixo. Ana gemeu e empurrou os quadris contra ele enquanto ele a devorava.

"Você acha que o pau dele é maior que o meu?" Tim disse antes que pudesse se conter.

Ana gemeu baixinho quando ele parou de lamber. "O quê, bebê?"

"James, você viu o pau dele sob a sunga? Era maior que o meu?" Tim voltou a lamber, esperando a resposta dela.

"Ai, Deus, você é louco." Os quadris de Ana se ergueram para encontrar a boca dele. "Sim, o pau do James parecia tão grande, bebê."

O pau de Tim já estava começando a crescer de novo ouvindo a esposa falar de um homem mais velho assim. Ele lambeu fervorosamente, mas não conseguiu se conter de perguntar mais enquanto tinha Ana em seus dedos.

"No meu sonho, você fez um boquete nele." Tim lambeu e Ana ficou levemente tensa. "Não seria tão excitante? Você quer isso?"

A cabeça de Ana rolou para trás no encosto do sofá. "Mmmm, é isso que você quer? Você quer que eu chupe o pauzão do nosso vizinho?"

"Sim! Me diz que você vai fazer isso!" Tim mergulhou e selou a boca em volta do clitóris de Ana, sugando suavemente, um movimento que a deixava louca.

Ana puxou a cabeça de Tim para mais perto com a mão e gritou: "PORRA, Tim! Sim, eu vou chupar o pauzão do James!"

Tim se derramou de novo no chão, sem nem perceber que tinha começado a se masturbar enquanto dava prazer a Ana. Ana gozou com ele e arfou de prazer enquanto ele lentamente parava de sugar e lamber.

"Às vezes não acredito em você." Ana disse, ainda sem fôlego. Ela olhou para ele e o cérebro de Tim ainda reproduzia as imagens do sonho, onde Ana já estava enrolada com James. Ele arfou uma, duas vezes, e decidiu não pressioná-la mais naquele momento.

Naquela noite, Ana estava fazendo algo fácil na cozinha depois do esforço que foi o jantar da noite anterior. O celular dela vibrou na bancada, e Tim ergueu os olhos do seu telefone. Ana olhou para ele; ela ainda vestia a nova camiseta oversized de um verde desbotado e tinha trocado por shorts jeans, a bunda balançando de um lado para o outro enquanto andava para pegar o celular, a calcinha rosa aparecendo por cima do shorts. Tim a observou atentamente de seu lugar na mesa. Ela pegou o celular e sorriu. "É o seu cara favorito. As orelhas dele devem estar pegando fogo." ela disse, olhando para cima e piscando para Tim. "Ele agradeceu pela noite passada. E..ah, ele está perguntando se achamos a calça jeans dele no banheiro da frente?"

Tim se levantou, foi até o banheiro e olhou atrás da porta. Lá estavam, num canto no chão onde ele tinha se trocado. "Hã, acho que ele deixou aqui." Ele as pegou, "Talvez você devesse ir devolvê-las. Você está linda esta noite, tenho certeza que ele ia gostar de uma visita rápida."

Os olhos de Ana se arregalaram. "Tim, você ainda está nessa história de mais cedo?"

Tim deu de ombros, um sorriso malicioso nos lábios. "Não é história. E não estou sugerindo nada. Só estou dizendo que posso ficar de olho nas pizzas congeladas no forno."

Ana o encarou, a expressão uma mistura de incredulidade e algo mais - algo que fez o estômago de Tim revirar de antecipação. Ela pegou as chaves, os dedos pairando sobre a tela. "Você é insano, sabia?"

"Talvez", Tim disse, a voz suave. "Mas você me ama mesmo assim."

Ana soltou um suspiro, os ombros cedendo em derrota. Ela digitou uma resposta rápida e largou o celular. "Tá. Vou lá entregar rapidinho. Mas não confunda a fantasia com a vida real, Tim."

Tim assentiu, embora o coração acelerado. "Claro", ele repetiu, mas sabia que a mente ficaria sonhando acordada o tempo todo que ela estivesse fora.

Ana pegou a bolsa na bancada e foi para a porta, parando para olhar para ele. "Você está mesmo bem com isso?"

Tim encontrou o olhar dela, a expressão indecifrável. "Estou bem com o que te faz feliz, Ana."

Ana hesitou por um momento, então assentiu, saindo para o ar do início da noite. A porta se fechou atrás dela, deixando Tim sozinho na cozinha, a mente acelerada de possibilidades.

Ele foi até a janela, observando Ana atravessar o quintal em direção à casa de James. O cabelo escuro esvoaçando ao vento como se ela estivesse em algum comercial. A bunda mal coberta pelo shorts jeans. O coração dele batia forte no peito, uma mistura de excitação e medo percorrendo-o. Isso podia ser o momento. O momento que ele vinha rondando por semanas. O momento que podia mudar tudo.

Tim afundou em uma cadeira na mesa da cozinha, os olhos sem sair da janela. Ele não sabia o que aconteceria a seguir, mas estava animado com isso.

Tim continuou olhando pela janela, até as pizzas congeladas ficarem prontas. Ele as tirou e preparou um prato para Ana. Comeu o seu e Ana ainda não tinha saído da casa de James. Ele esperou, andando de um lado para o outro. Deveria mandar uma mensagem? Já fazia quase 30 minutos. Isso estava mesmo acontecendo? Ou era só uma conversa sobre trabalho entre eles?

Tim pegou o celular e abriu a conversa de texto com Ana. Começou a digitar uma pergunta, mas naquele momento ouviu uma porta bater. Olhou para cima e viu Ana voltando. As coxas visíveis e deliciosas mesmo no brilho noturno dos postes de luz. O cabelo agora preso em um rabo de cavalo; ela devia ter se cansado de tê-lo no rosto.

Tim guardou o celular quando ela se aproximou da porta lateral e entrou. Ela parecia ligeiramente desgrenhada, mas tinha acabado de andar todo o caminho. "Oi, querido." Ela disse quase com indiferença.

"Você demorou mais do que eu pensei! Tem algo que queira me contar?" Tim sentiu o pau crescendo enquanto a cabeça nadava em possibilidades.

Ana riu. "Não seja ridículo, Tim. Eu só fui lá com meus shortinhos curtos para um homem que me acha atraente. O que possivelmente poderia ter acontecido?" Ela lançou um sorriso malicioso para ele.

"Aconteceu... aconteceu alguma coisa?" Tim perguntou, um nó de ansiedade se formando no estômago, mas também uma excitação profunda.

"Não seja bobo, não. Entreguei a calça jeans dele e ele me fez uma pergunta sobre o meu problema de Rust do outro dia. Aí ele me ofereceu um pouco das sobras dele e pareceu rude dizer não." Ela foi andando até ele enquanto falava e de repente moveu o braço para agarrar o pau dele. "Mas podemos fingir que algo aconteceu se isso te ajudar.." Ela começou a masturbá-lo lentamente.

"A-Ana.." Tim quase gozou ali mesmo ao vê-la de shortinho curto se inclinando para ele, e os lábios dela parecendo ligeiramente vermelhos e inchados.

"Bom garoto. Vamos subir."

Ana e Tim se deitaram na cama king size. Ana lentamente rastejou até ele e puxou o short de ginástica para baixo. O pau dele saltou livre e ela o agarrou, começando a masturbar lentamente.

"Então eu fui lá e o James atendeu a porta. Era óbvio que ele estava me secando desde o início, aí eu entrei passando por ele e me certifiquei de que minha bunda fosse a única coisa que ele estava olhando." Ana explicou como se fosse a coisa mais mundana.

"Me abaixei para colocar a calça jeans e senti a mão dele me dar um tapa na bunda! Dá para acreditar? Nem precisei pedir, o homem pegou o que queria imediatamente. Ele passou um braço em volta de mim e colocou a mão no meu pescoço, depois puxou minha cabeça para ele e me beijou."

Os quadris de Tim se contorceram enquanto ele imaginava James e Ana entrelaçados na casa dele. Sua respiração começou a ficar irregular enquanto tentava controlar o orgasmo.

Ana continuou enquanto o masturbava. "Ele continuou apalpando minha bunda enquanto nos beijávamos e eu sentia o pauzão duro dele pressionado contra ela. Muito maior que o seu, aliás. Eu simplesmente precisava dele. Interrompi o beijo e fiquei de joelhos, comecei a abrir a calça dele..."

"Onde você estava?" Tim respirou. "Onde, tipo, na casa? Isso foi na cozinha?"

Ana sorriu com a necessidade dele por detalhes específicos. "Não, bebê, isso foi na sala dele, no carpete. Não queria machucar os joelhos. Enfim, olhei para ele enquanto tirava o pau da calça. Ele me olhou com tanta fome. Aí eu prendi o cabelo nesse rabo de cavalo, e lentamente," Ana combinou sua história com um arrastar lento do dedo indicador pelo pau de Tim, "lambi todo o comprimento até chegar na cabeça. Aí chupei tudo. Eu estava tão faminta pelo pauzão gordo dele, bebê. Ele agarrou meu rabo de cavalo e lentamente começou a meter na minha boca. Ele foi gentil, mas dava para ver que ia gozar. Eu passei a língua em volta do comprimento dele sempre que ele me deixava respirar, e aí ele enfiou tudo e gozou. Na minha garganta." Ana pontuou isso com um beijo profundo, enquanto Tim gozava na mão dela.

Ana riu baixinho. "Você é ridículo, bebê."

Tim estava arfando, a cabeça girando. "Ai, meu Deus, isso foi tão bom. Isso realmente aconteceu?"

Ana limpou as mãos no short de ginástica descartado dele e não olhou para ele. "Não, bebê, claro que não, só uma fantasia, lembra?"

"Então por que você está de rabo de cavalo?" Tim perguntou.

"Eu te disse, ele me ofereceu um jantar. Não queria que meu cabelo caísse na comida." Ana começou a andar para o banheiro deles para terminar de lavar as mãos.

"Mas, poderia acontecer algum dia? Você acha?" Tim tentou não soar como se estivesse implorando demais.

"Ah, não sei, Tim. O que as pessoas pensariam se descobrissem? Dormir com alguém quando se tem marido é.... não é exatamente celebrado. Mal conheço alguém aqui ainda!" Ana parecia perturbada com o que dizia. As bochechas estavam coradas.

"Ninguém mais teria que saber. Seria algo especial. Para nós. Nem precisaria ser o James, é só que ele... bem.." Tim respondeu.

"Ele é gostoso, e bem ao lado. Entendi." Ana completou.

"Então você está interessada!" Tim se apoiou no cotovelo.

Ana sorriu. "Posso estar. É um passo grande. Me deixa pensar mais um pouco, ok? Por enquanto só te provocar sobre isso é tão divertido."

Tim se jogou de volta na cama, olhando para o teto em uma birra falsa. "Tááá bom."

Tim observou Ana se curvar e pegar um shorts novo para ele. Ela não parecia mais estar usando a calcinha. Será que ele perdeu o momento em que ela a tirou?

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