Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Descobrindo Deirdre

contosayla13 min

— Deus, Dierdre! Fode meu cu! Faz ele ser seu. Tô gozandoooo!"

A voz que vinha do quarto da sua irmã Dierdre era da sua namorada Carol. Ex-namorada agora, pelo jeito. Dierdre tinha feito de novo... com ele. E ele até que gostava bastante da Carol. Ela parecia ser do tipo bem conservador. Não a louca que estava dando a boceta pra irmã sapatão dele no quarto ao lado.

Dierdre era menos de um ano mais velha que ele. 29 anos, recepcionista num estúdio de tatuagem, era uma amazona feroz com pouco mais de 1,80 m. Cabelo escuro comprido até a bunda. Seios tamanho D com mamilos piercing em forma de gota que se projetavam orgulhosamente através de praticamente qualquer coisa que ela vestisse, exceto uma armadura. Olhos azuis intensos e profundos. E uma tatuagem abstrata intrincada que começava atrás da orelha esquerda, descia até os seios e pelo braço esquerdo até o pulso, mas só até o cotovelo no direito. Descia pelo flanco direito até o meio da coxa, parando logo acima do joelho. Curvas de modelo de maiô e uma atitude primitiva quando se tratava de outras mulheres.

Danny duvidava que uma lâmina de barbear tivesse tocado a pele de Dee além das pernas, que ela mantinha lisas.

Até onde Danny sabia, ela era gay desde sempre. O problema era que a maioria das suas conquistas, e era exatamente isso, tinham começado como namoradas dele. Os pais deles estavam separados há anos: a mãe no Congo, administrando um internato cristão para uma ONG, e o pai morando em Marselha com a namorada de 19 anos, trabalhando para uma empresa de navegação. Danny e Dierdre tinham idade suficiente quando a separação oficial aconteceu para simplesmente continuar no apartamento.

Mas começou na faculdade. Selena, depois Cindy, depois Brooke... Assim que ele começava algo realmente bom, Dierdre iniciava a sedução. E ela sempre conseguia o que queria. Depois que fechava o negócio, era sexo entre garotas sem parar até ela perder o interesse. Isso geralmente durava de um a quatro meses até ela se cansar e partir para a próxima.

Meio que dificultava namorar logo de cara. Saber que sua irmã selvagem provavelmente ia roubar sua garota em algum momento. Mas Danny também ficava fascinado pelo fenômeno. Ele e Carol tinham tido ótimo sexo, mas o que Dierdre trazia estava num nível completamente diferente.

Quando elas saíram do quarto de Dee seis horas depois, Carol só olhou para Danny com vergonha e deu de ombros, impotente. É. Instantaneamente na friendzone. Pelas seis semanas seguintes, ele teve que ouvi-las transando febril e constantemente. Ele chegava em casa do trabalho como contador e elas estavam peladas e se pegando sem desculpas no sofá. Era como viver num loop de pornô lésbico ao vivo.

O rosto de Carol brilhando com os sucos da boceta de Dierdre. Ela parecia ter um apetite insaciável por Dee. E Dee tirava total vantagem disso.

E então diminuiu drasticamente. Até que, um dia, Danny chegou em casa e Carol e suas coisas simplesmente tinham sumido. Aconteceu de novo.

Dierdre estava sentada abatida no sofá, olhando para o chão.

— Você fez de novo, não fez, Dee? — Danny disse.

— Fiz. Eu simplesmente não queria mais. Não com ela. — Dierdre admitiu.

— Por quê? Quer dizer, eu gostava bastante dela. Por que você teve que roubá-la? — Danny perguntou.

— Não sei. É doentio. Mas toda vez que vejo você se dando bem com uma garota bonitinha, é como se fosse a única coisa que eu quero. E aí faço o que for preciso pra conseguir. Mas depois de um tempo, o brilho se desgasta... — Dierdre explicou. — E você está errado sobre parte disso também, sabia?

— Como assim? — Danny perguntou.

— Lembra da Selena? — Dierdre começou.

— Claro. — Danny incentivou.

— Bem, eu estava no apartamento dela esperando ela chegar, quando o irmão dela apareceu. — Ela explicou.

— Clive? Sim, e daí? — Ele comentou.

— Ele só estava jogando conversa fora comigo, no começo. Mas depois começou a vir com muita força. Se gabando das habilidades dele. E eu pensei... por que não? Ele me deixou pelada e de pernas abertas bem ali no chão. Sem preliminares, só baixou as calças e me enfiou feito um coelho. Durou uns 20 segundos mais ou menos antes de tirar e gozar em cima da minha barriga. E lá estava Selena na porta, de boca aberta olhando pra gente. Ela viu tudo. — Dierdre confessou.

— Então isso acabou com vocês? — Danny concluiu.

— Praticamente, sim. Não foi nada bom. Foi tudo de ruim que eu imaginei que seria, só que sem dor. Apenas muito nojento e inconveniente. Então foi quando decidi que homens não valiam a pena. — Dierdre finalizou.

— Sim, mas o jeito que você passa por mulheres... — Danny apontou.

— Sempre começa brilhante. Empolgante. Desafiador. Tentar descobrir como levar ela pra cama. Como fazer ela se entregar pra mim. E é muito excitante vê-la perceber. Vê-la se render. Fazê-la se submeter à minha vontade. — Dee afirmou.

— E aí chega a um ponto em que consigo fazer ela fazer qualquer coisa por mim, mesmo que seja degradante. E em algum momento, nem é mais erótico e eu só forço até onde dá. E sei que não é certo, então em algum ponto simplesmente deixa de ser divertido. Deixamos de ser amantes e ela vira só minha escrava sexual. Depois disso, eu só tenho que terminar as coisas. — Dierdre explicou.

— Mas por que sempre tem que ser a minha garota? — Danny questionou.

— É uma compulsão pra mim, eu acho. Sempre parece tão... complexo. Nunca consegui explicar nem pra mim mesma. Só de ver você caidinho por uma garota, algo dispara e eu não consigo parar. — Dierdre disse.

— Então, me ver ficar próximo de outra mulher... — Danny começou.

— Me incomoda pra caralho, e não sei por quê. — Dee completou. — Acho que sempre foi assim...

— E se um de nós se mudasse? — Danny interrompeu.

— Porra, Danny. Isso me apavora só de pensar. De qualquer forma, duvido que morar separados ia me fazer sentir ou agir diferente. É quem eu sou. — Dierdre disse. — Sempre contei com você. Quer dizer, sempre estivemos um pelo outro, tirando essa merda de roubar namorada."

— Mas não vejo um fim pra isso, Dee. Você acha que pode ser ciúmes porque você... me quer pra você? — Danny questionou.

— Você é meu irmão e, além disso, sou lésbica. — Dierdre entoou.

— Sim, eu sei. Dois pontos contra. — Danny começou. — Mas e se for verdade? Pelo menos verdade o bastante. Não precisa fazer sentido.

— Mas isso seria incestuoso... se eu tivesse uma queda por você, eu teria que admitir isso. E eu fodo garotas, irmão. — Dierdre reiterou.

— Você fodeu com o Clive. — Danny disse.

— Ele me fodeu. — Dierdre corrigiu. — E ele não é porra do meu irmão.

Uma semana se passou desde a conversa deles. As coisas ficaram um pouco tensas por um ou dois dias, mas logo pareceram retomar seu ritmo natural. Até Danny conhecer Alice.

— Bonitinha! Eu poderia me acostumar a vê-la por aqui. — Dee gorjeou.

— Quer dizer que você quer que ela te use como um chapéu. Não está se adiantando um pouco, Dee? — Danny retrucou. — De qualquer forma, acabamos de nos conhecer.

— Não sei. Só com tesão ultimamente, acho. — Dee respondeu.

— Ah. Quer dizer, mais tesão que o normal? Engraçado. Eu nem a chamei pra sair ainda e você já está tramando como levá-la pra sua cama. — Danny sorriu com ironia.

— Foda-se! E daí se estou? — Dee zombou.

— Dee. Não é ela. Sou eu. — Danny explicou. — Nós nem a conhecemos. Você me conhece!

— Olha! Já tivemos essa conversa antes, Danny. — Dee lamuriou.

— Sim. E você está começando tudo de novo, por antecipação. — Danny respondeu.

— É? Prove! — Deirdre desafiou.

Danny se inclinou e levou seus lábios aos dela. Esfregando-os suavemente. E ela ficou dura como uma tábua de passar... no começo.

Dierdre se sentiu como um animal paralisado pelos faróis. Esse não era o jogo dela. Ela era a caçadora... sempre. Nunca a presa. Era assim que funcionava. Só que Danny tinha os braços ao redor dela e seus lábios apoiados nos dela, imóveis. Sem exigir nada. E honestamente, no fundo do estômago, talvez um pouco mais abaixo, havia um brilho criando raízes.

E ela percebeu que já tinha sentido parte disso antes. Lembrou de observar Danny com Selena e se perguntar o que ela poderia estar sentindo naquele momento. Ela quis saber como era aquilo. E agora, ela tinha essa oportunidade bem na sua frente. Ela sentiu seu corpo relaxar. Os lábios dele nos dela. Não parecia perigoso. Nem parecia errado.

Não era como Clive. Ele nunca nem a beijou. Só a fodeu. Foi... quente. Ela fechou os olhos. Seus lábios se entreabriram levemente. Ela estava beijando Danny de volta. Sentia-se segura nos braços dele. Não era como nenhuma mulher que já havia beijado. Não era como se ela tivesse que provar algo. Ela só precisava estar no momento. Ela se sentiu... suave de um jeito que nunca tinha se sentido antes.

Ela sentiu a língua de Danny começar a explorar sua boca. Gentilmente, sem pressa. Ela estava dando um beijo de língua no próprio irmão. E sentiu uma fome começar a crescer dentro do seu corpo. Ela estava estendendo os braços, envolvendo-os ao redor dele. Ela podia sentir o gosto dos beijos dele e eles a deixavam um pouco tonta de tão bons que eram.

Só mais um pouco, ela disse a si mesma. Mas era tão difícil se separar. As mãos de Danny desceram para seus quadris. Começaram a explorar seu corpo. Isso provocou arrepios nela do jeito que suas mãos fortes a tocavam. Ela gemeu baixinho entre os beijos, incapaz de se controlar.

Ela estava o beijando com força agora. Seu corpo tremendo, enquanto sua língua dançava com a dele. Só mais um pouco. Estava tão bom. Ela pressionou o peito contra o dele e sentiu seus mamilos roçando o corpo dele. Suas coxas pareciam bambas. Ela estava molhada. Mais que molhada.

— Podemos parar agora, se você quiser. — Danny ofereceu em um barítono rouco no ouvido dela.

— Ainda não, Danny... ainda não. — Ela o beijou de novo.

Ela podia sentir o pau duro dele pressionando contra ela através das roupas. E, surpreendentemente, viu-se curiosa sobre o pacote de Danny. A mão de Danny começou lentamente a explorar por baixo da barra da saia dela. As pontas dos dedos roçando o tecido agora encharcado da calcinha. Ela prendeu a respiração e estremeceu de prazer enquanto ele massageava com firmeza seus lábios vaginais e o monte pubiano. Seu clitóris pulsava como uma luz estroboscópica. Ela estava à beira de um orgasmo de proporções épicas.

Quando ele a atingiu, ela perdeu o equilíbrio, os joelhos bambearam, sustentada apenas pela força de Danny, ela se sentiu como uma boneca de pano. Ela se agarrou a ele e cavalgou as ondas de prazer que ele lhe dava. Respirações ofegantes intercaladas com beijos famintos. Ela se sentiu sendo levantada e carregada para seu quarto. Danny lentamente a deixou nua, mantendo-a estimulada e no clima.

Ele beijou seu caminho pelo corpo dela, afastando seus pelos pubianos úmidos com a língua. Ele ficou agradavelmente surpreso como o gosto dela era doce. O capuz do clitóris perfurado com um alargador, e oito argolas de calibre leve pelas bordas dos lábios, quatro de cada lado. Ele teve cuidado com elas enquanto a enviava em uma odisseia orgásmica. Seus quadris arqueavam e sacudiam contra sua boca faminta.

Ela tinha tirado a camisa dele e agora só restavam suas calças e cueca. Ele olhou profundamente nos olhos dela. Com amor, e novamente disse. — Podemos parar agora, se você quiser.

Ela respondeu sem palavras, desabotoando as calças dele e ajudando a tirá-las. Ele estava duro. A mão dela sentiu seu calor. Sua mente girou fora de controle. — Quero você dentro de mim, Danny. — Ela conseguiu gemer. E lágrimas de alegria escorreram dos cantos dos seus olhos enquanto ela observava e sentia centímetro por centímetro dele deslizar para dentro dela até que ela estivesse cheia.

Cheia do pau do seu irmão. Ela entendeu o que ele estava querendo dizer. Isso era realmente o que ela quis o tempo todo. O que as outras garotas tinham. Por que ela precisava lidar com elas. Ela realmente só queria que Danny a fodesse, a amasse como ele estava fazendo agora. Isso não era nada como sua experiência com Clive. Danny a estava fazendo gozar sem parar, enlouquecendo-a de luxúria. Ela sentiu sua boceta se contrair e explodir, esguichando por toda a cama enquanto ele continuava a preenchê-la com seu pau.

Ele olhou para ela como se dissesse "Podemos parar agora, se você quiser". Eles estavam fodendo, rápido e furiosamente, por horas desde aquele primeiro beijo, e ela sabia que ele devia precisar gozar logo.

Ela mal reconheceu a própria voz quando, sem pensar, implorou. — Goza dentro de mim, Danny. Me enche e me faz sua.

Com essas palavras, a represa se rompeu. Os olhos de Danny perderam o foco, sua única consciência era seu pau pulsando dentro da boceta desprotegida da sua irmã enquanto ele atendia ao pedido dela e esvaziava cada gota de sua semente nela. Ele não queria que acabasse, e ele podia sentir a boceta dela fazendo barulhos molhados quando ela começou a esguichar também com um último orgasmo poderoso, mostrando a ele que ela também não queria que acabasse. Com um gemido, ele se jogou ao lado dela enquanto ela estendia a mão e apagava a luz.

— Você não vai precisar mais de namoradas — sussurrou no ouvido dele.

Os anos foram gentis com Dierdre e Danny. Um escândalo explodiu quando ela deu à luz o primeiro filho deles. Eles pensaram em inventar um plano para despistar as pessoas sobre sua união incestuosa, mas eventualmente decidiram assumir. A mãe ficou mortificada e não falou mais com eles depois disso. O pai riu, já tendo mais dois filhos com a namorada. Mas seis filhos depois, Dierdre e Danny sabiam que foi o melhor. Às vezes você só precisa ouvir seu coração.

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