Contos eróticos para ler inteiros.

Hipnose e Controle Mental

Demônios de Porta em Porta

daniisidio14 min

Nota do autor: Todos os personagens têm dezoito anos ou mais

As silhuetas no vidro embaçado fizeram Lukas gemer quando ele se levantou para atender a campainha. Ótimo. Testemunhas de Jeová. Ele pensou em fingir que não estava em casa, mas a essa altura elas já teriam visto a silhueta dele também, e ele não suportava grosseria. Com um suspiro, abriu a porta.

Então prendeu a respiração de volta.

É verdade que a dupla diante dele usava os uniformes familiares do grupo. Aqueles terninhos brancos e pretos rígidos eram impossíveis de confundir.

Mas aqueles ternos geralmente não envolviam figuras tão… amplas.

Nem eram tão apertados.

E Lukas não tinha cem por cento de certeza, mas estava bem certo de que nenhuma Testemunha de Jeová ostentaria chifres, olhos amarelos e um rabo em forma de espada. Nem teriam pele de um vermelho sensual ou do mais profundo roxo.

Poderiam ser gêmeas, não fossem as cores. As mesmas figuras amplas. Os mesmos sorrisos radiantes e o mesmo cabelo loiro esvoaçante que emoldurava rostos de beleza estonteante. A vermelha exibiu um sorriso com um toque de presa. Seus seios ameaçavam explodir para fora da camisa branca, a gravata presa a uma coleira com tachinhas. "Oi!", ela disse, aproximando-se. "Eu sou a irmã Rouge!"

"E eu sou a irmã Violette", disse a demônia de pele roxa, espremendo-se ao lado da parceira na soleira da porta.

"E estávamos nos perguntando se você já ouviu a boa palavra?", Rouge perguntou.

Lukas encarou, o queixo caído de choque. "A… a palavra de… de Deus?", ele perguntou estupidamente.

A dupla revirou os olhos, trocou um olhar e riu. "Claro que não, bobinho", Violette disse.

"Absolutamente não! Estamos espalhando a palavra de Belzebu", Rouge disse.

"Podemos entrar?"

"Hum…"

"Não vamos demorar."

"E queremos muito lhe contar a palavra."

"Hum… eu… ah… T-tudo bem."

A dupla riu de novo, empurrando-se para dentro. "Obrigada!", Rouge disse, segurando o braço dele, apoiando-se nele, seus seios grandes espremidos contra o peito dele. "Tão gentil da sua parte."

"Tão educado", Violette acrescentou, grudando-se no outro lado dele, imprensando-o entre as duas belezas sulfúricas. Tão perto, Lukas percebeu que elas eram cerca de meia cabeça mais altas que ele, ameaçando colocar seus bustos no nível dos olhos. Ele sentiu as bochechas corarem enquanto as duas o giravam, conduzindo-o de volta à sala de estar. "E qual é o nome do nosso jovem educado?"

"L-Lukas."

"Lukas!", Rouge disse. "Que nome maravilhoso."

"Um nome bonito", Violette acrescentou.

"Um nome lindo para um rapaz tão lindo."

Lukas pigarreou, desesperado para mudar de assunto. "Eu, hã… e-esperem. Eu, hum… O que exatamente é… é a palavra?", ele perguntou.

"Ora, é a palavra, claro!", Rouge disse.

"A palavra que vai ajudá-lo a viver sua vida sem pecado", Violette acrescentou.

"S-sem pecado?", ele disse. "Mas… quer dizer… vocês não são, hum…"

"Demônias?", Rouge disse.

"Diabas?", Violette acrescentou.

"Garotas bonitas?"

"Garotas adoráveis."

"Garotas macias."

"Belas belezas?"

"Que gentileza sua dizer!", Rouge disse.

"Ele realmente é um jovem tão adorável", Violette riu.

"Eu, hum… Mas, demônias não gostam de pecar?", Lukas disse.

"Oh, céus! Claro que gostamos", Rouge disse.

"Mas odiamos quando humanos fazem isso", Violette acrescentou.

"Vocês odeiam?", Lukas disse.

"Deixe-nos explicar", Rouge disse, e deu-lhe um empurrão.

Lukas grunhiu ao cair de volta em sua poltrona. Ele percebeu que haviam entrado em sua sala. Também percebeu que as duas belezas tinham se sentado nos braços de sua poltrona, apoiando-se nele, sorrindo para ele com uma beleza deslumbrante.

"O pecado é tão adorável e travesso, mas nosso senhor Belzebu o odeia tanto", Rouge disse.

"Ele odeia mesmo", Violette riu. "Porque isso significa que humanos bobos estão usando o livre-arbítrio."

"E isso é tão errado", Rouge arrulhou, seus dedos provocando o cabelo dele, fazendo seu couro cabeludo formigar. "É tão… travesso…"

"O-Oh", Lukas arfou, tentando acompanhá-las, mas se viu distraído. O perfume delas era extremamente pesado. Extremamente potente. E extremamente agradável. Ele olhou para as mulheres demoníacas, sentindo-se pequeno. Sentindo-se incerto. Sentindo-se… Sentindo-se…

Bobo.

"'Oh' está certo!", Rouge riu. "Muito bem! E nosso senhor odeia que as pessoas sejam travessas."

"As pessoas não deveriam ser travessas", Violette concordou.

"E realmente só há uma maneira de impedi-las de pecar."

"Oh, absolutamente."

"H-há?", Lukas disse.

"Absolutamente!", a dupla entoou em uníssono. Violette de repente se mexeu, deslizando do assento, derramando-se em seu colo. Ela sorriu para ele, o peito empinado. Tão grandes. Tão macios. O paletó esticava ao redor do busto, o decote mergulhando, revelando a profundidade do vale de seus peitos. O peso dela o pressionava para baixo, o sorriso dela o deslumbrava. "Nosso senhor acha que pecar é tão errado. Mas só há uma maneira de impedir!"

"Só uma", Rouge cantarolou, de repente atrás dele, as mãos em seus ombros, massageando suavemente.

"H-há?", Lukas disse, olhando entre as duas, tentando acompanhar. Tentando suprimir a ereção que esticava suas calças com o traseiro firme de Violette pressionando sobre ela. Seu rosto enrubescendo. Deixando-o nervoso e quente e excitado. Deus, que perfume era aquele que elas usavam? Estava fazendo sua cabeça ficar tão pesada e enevoada.

"Ah, sim", Violette disse, inclinando-se mais perto. "Veja, o pecado precisa de escolha. Precisa de livre-arbítrio. Então, se nos livrarmos do livre-arbítrio, ninguém pode pecar!"

"Não é inteligente?", Rouge riu, mordiscando a orelha dele, fazendo-o estremecer.

"I-inteligente? Ah, hã, quer dizer… hum, acho que sim…"

"Tão feliz que você concorda!", Violette riu. "Mas então, como fazemos isso? Como impedimos as pessoas de tomar decisões bobas? Como mantemos humanos bobos longe do pecado? E então, nosso senhor teve a ideia!"

"Ah, teve!", Rouge disse, e Lukas arfou quando seus lábios macios pressionaram um beijo em seu pescoço.

"Mnnn!", Lukas gemeu, o batom dela formigando como gengibre.

"Quer saber o que ele percebeu?", Violette disse, inclinando-se mais perto, seus seios quase alcançando o rosto dele. Seu dedo subindo, provocando aqueles orbes roxos perfeitos, acariciando os montes amplos enquanto seus cílios escuros tremulavam, seu dedo roçando o botão de cima, deslizando sob ele, abrindo-o com um estalo.

Lukas arfou quando os seios dela saltaram, empurrando um pouco mais para o ar. Um pouco mais revelado. Um pouco mais para provocá-lo enquanto ele os encarava maravilhado.

"Você realmente quer saber?", Violette arrulhou, abrindo outro botão com um estalo.

"Tem que saber", Rouge arrulhou, salpicando o pescoço dele com beijos formigantes. "Tem que perguntar. Tem que saber."

"C-como?", Lukas disse, seus olhos grudados nos seios dela. Como eles esticavam, saltavam a cada botão, cada um a aproximando um pouco mais da liberdade. Aproximando seus seios dele. Provocando-o enquanto seus quadris rolavam lentamente, lentamente esfregando sua bunda contra o volume dele até ele gemer.

"Oh, nossa, mas é tão simples", Violette disse. "Tão simples. Só temos que tirar esse livre-arbítrio. Só temos que tornar toda a humanidade boba…"

"Sem mente…", Rouge arrulhou.

"Sem cérebro…"

"Ansiosa…"

"Bimbos", Violette suspirou, abriu o último botão com um estalo, e libertou seu busto para o ar livre.

Eles eram tudo o que Lukas sonhava. Firmes, mas macios. Perfeitos sem nenhum sinal de flacidez. Mamilos de pontos escuros implorando por um par de lábios macios e gemidos para envolvê-los. Eles preenchiam sua visão enquanto balançavam suavemente, acomodando-se. Perfeitos demais para o mundo mortal.

"Espero que não se importe", Rouge disse, novamente lambendo a orelha dele. "A pobre Violette esteve tão apertada no paletó o dia todo. Os pobres seios dela estavam doendo para serem soltos. Implorando para serem libertados ao ar livre. Para serem encarados por algum rapaz bonitinho e bobo."

"I-importar?", Lukas gaguejou, achando difícil desviar o olhar. De se afastar daqueles peitos perfeitos.

"Você não se importa, não é?", Violette disse, envolvendo os braços sob o busto, embalando aqueles orbes perfeitos e tremulando os cílios para ele. "Quer dizer, se você se importar, eu sempre posso guardá-los de volta…"

"Não!", Lukas disse, e então, mansamente. "Hum, quer dizer, eu não… hum… não m-me importo nada…"

As duas demônias trocaram um olhar. Seus sorrisos se alargaram. "Estou tããão feliz em ouvir isso", Violette disse enquanto movia os braços, deixou seus seios balançarem de volta ao lugar enquanto se inclinava para frente novamente. "Você não está, Rouge?"

"Tão satisfeita", Rouge disse, suas mãos descendo pelo peito de Lukas, seus próprios seios pressionando a parte de trás da cabeça dele.

"Porque, sabe, há um certo tipo de pessoa que simplesmente adora olhar para meus seios", Violette riu, seus quadris trabalhando preguiçosamente, esfregando-se contra o volume dele.

Lukas gemeu, seu pau latejando nas calças, seus olhos fascinados por aqueles seios perfeitos enquanto eram provocados para frente e para trás. Para frente e para trás. "Qu-qual tipo?"

"Um rapaz bonito que sabe que pecar é tão errado."

"Tão ruim", Rouge acrescentou.

"E olhar para meus seios não é pecado."

"Claro que não", Rouge arrulhou, beijando o pescoço dele novamente, sua língua provocando a carne sensível, a veia, saboreando o modo como seu pulso martelava sob a pele enquanto seu rosto ficava quase tão vermelho quanto o dela.

"Mas… você sabe… fazer outras coisas com eles seria", Violette disse.

"Oh, coisas tão pecaminosas", Rouge sussurrou. "Conte a ele sobre elas, irmã."

"Como enterrar sua cabecinha boba entre eles?", Violette arrulhou, dando outro balanço em seus seios nus. "Ou beijá-los? Beijá-los e lambê-los e adorar meus grandes seios roxos? Ah, Rouge, isso seria muito travesso. Muito pecaminoso."

"E não podemos permitir isso", Rouge disse. "Somos boas garotas! Não queremos pecar com ninguém."

"Ah, não", Violette disse, até mesmo um aceno fazendo seus seios balançarem. "Não posso fazer isso. Não posso deixar você enterrar sua cabecinha boba entre meus grandes peitos derretedores de mente. Não posso deixar você beijar e lamber e amar e desmaiar e implorar por mais. E certamente não posso brincar com seu pau maravilhoso."

"Não podemos?", Rouge arfou.

"Ah, não, irmã! Nunca poderíamos", Violette disse. "Isso seria tão pecaminoso! Montar no pau de um pobre mortal? Ora, isso o condenaria com certeza!"

"Ah, não!", Rouge disse, e Lukas podia sentir o sorriso enquanto ela o beijava. "O que podemos fazer? Porque… Ah, irmã, acho que Lukas quer fazer todas essas coisas!"

"Você quer?", Violette disse, olhando para ele, seus olhos brilhando, seus lábios se curvando em um sorriso.

"Hum… hum…", Lukas arfou, tão vermelho, tão confuso, tão excitado e desesperado, seu pré-gozo manchando as calças, seus olhos grudados naqueles grandes seios enquanto balançavam. Enquanto saltavam. Enquanto a bunda dela esfregava e provocava e brincava com seu pobre pau latejante.

"Seja honesto agora", Violette arrulhou. "Bons rapazes são sempre honestos. Rapazes educados sempre respondem a perguntas de demônias bonitas. Você está excitado, Lukas? Quer brincar com meus grandes seios?"

"S-sim", Lukas gemeu.

"Você quer! Oh, Lukas. Sinto muito. Mas não posso deixar você fazer isso. Mas…", Violette disse, parecendo pensativa. "Hmm. Mas… talvez haja um jeito…"

Lukas olhou para ela esperançoso, ofegante, babando, a mente nadando em perfume e luxúria e desejo pelas duas belezas. Mas especialmente Violette. Os grandes seios de Violette. Seus grandes, roxos e perfeitos seios que enchiam seu mundo. Sua mente. Sua cabecinha boba com desejo e necessidade. "H-hã?"

"Ora, se você fosse uma bimbo sem cérebro, então não precisaria usar o livre-arbítrio! Ora, você faria qualquer coisa que disséssemos. Você seria incapaz de pecar! Bimbos burras não podem ser responsabilizadas por fazer o que suas donas mandam."

"Ah, não. Sem responsabilidade nenhumaaa", Rouge arrulhou. "Só ser uma bimbo boba para as donas."

"Bimbo boba."

"Bimbo sem cérebro."

"Bimbos bonitos sendo brincados."

"Sendo provocados."

"Bimbos bobos enterrando suas cabeças vazias entre grandes seios."

"Entre coxas macias."

"Bimbos bobos sendo fodidos."

"Tendo seus paus de bimbo chupados."

"E fodidos."

"E tudo o que você precisa fazer é se converter!"

"É tão fácil", Violette disse, rindo. "Tem que ser. Não pode ser muito complicado. Rapazes podem ser tão bobos."

"Tão burros", Rouge arrulhou, fazendo-o tremer e gemer enquanto ela chupava suavemente o lóbulo da orelha dele.

"Você só precisa beijar meus grandes seios", Violette disse, inclinando-se mais perto. Tão perto. Seus seios tão grandes diante dele. E olhando de perto, ele podia distinguir as marcas mais tênues de outros lábios em sua pele macia. "Você pode fazer isso, Lukas? Você pode beijar sua mente adeus? Seu livre-arbítrio? Você pode ser uma bimbo boba para nós?"

"Nós só queremos ajudá-lo", Rouge disse, seus dedos desabotoando a camisa dele, suas mãos deslizando sobre seu peito, suas costelas, seu coração acelerado. "Nós só queremos salvá-lo. Salvar sua alma do pecado. Da liberdade. De ser qualquer coisa além do que todos os mortais nasceram para ser. Bobo…"

"Sem mente…"

"Amoroso…"

"Querido…"

"Bimbos…"

A cada palavra Violette tinha se inclinado mais perto, seu hálito quente, perfumado, aromático. Lukas gemeu suavemente, seus seios a um centímetro de seus lábios, balançando tentadoramente. Provocativamente.

"Então, por favor. Você não quer ouvir a palavra?", Violette disse, sorrindo.

"A palavra de Belzebu", Rouge sussurrou.

"A palavra", Violette disse, inclinando-se um pouco mais perto, "é… obedeça…"

Lukas tentou ver as desvantagens. Ele não era burro. Ou, talvez fosse. Talvez sempre tivesse sido burro. Porque ele estava se sentindo. Sentindo-se tão burro. Tão ansioso. Tão parecido com uma bimbo boba e sem cérebro. Especialmente com Violette esfregando seu pobre pau. Seu pau bobo. Com seu pescoço formigando com os beijos de Rouge. Com sua respiração ofegante. Sua mente girando.

E aqueles seios tão perto.

Tão perfeitos.

Tão implorando para serem beijados.

Para serem obedecidos.

Para torná-lo a perfeita.

Maravilhosa.

Sem mente.

Bimbo.

Ele nem precisava pensar. Porque pensar estava tão além dele. Tudo o que Lukas precisava fazer era se inclinar para frente, e pressionar um beijo naqueles seios maravilhosos.

"Mmmmm!", Violette gemeu, arqueando-se suavemente enquanto Lukas beijava seu seio, seus lábios formigando, deixando para trás a mais tênue marca entre todas as outras. Ele sabia disso, porque um segundo depois, os braços de Violette envolveram sua cabeça, e o puxaram para a maciez maravilhosa de seus peitos.

"Bom bimbo", ela arrulhou.

Lukas gemeu. Ele não conseguia responder. Ele estava no céu. No doce, perfumado e mais macio céu. Os seios dela o engoliram. Seus lábios os beijaram.

Os amaram.

Os adoraram como apenas uma bimbo sem mente, sem cérebro e boba poderia.

"Mmmm. Bom garoto", Violette gemeu enquanto alcançava para baixo, sua bunda levantando apenas o suficiente para sua mão provocar a abertura das calças dele. Para tirar seu pobre pau latejante para o ar livre. "Aí estamos. Agora, vamos ordenhar essa mente boba para fora de você, hm?"

"Siiiim", ele gemeu, seus olhos perdidos, enevoados, afogados em obediência. Em prazer.

Rouge riu. "Bimbo boba. Você não precisa concordar. Você é nosso agora, lembra?"

Ele não lembrava. Mas enquanto a boceta de Violette descia, envolvia seu pau, ele sabia que isso, pelo menos, ele nunca esqueceria.

"Oooooh", Lukas gemeu contra os seios maravilhosos de Violette enquanto ela quicava em seu colo, seu pau sensível de bimbo formigando em suas profundezas apertadas e quentes. Seus gemidos abafados pelo busto dela. Sua mente derretendo enquanto ela o cavalgava, ofegante, arfante.

"Mnnn! Que bom bimboooo. Tão bom bimbo. Isso mesmo, baby. Ah, sim. Ah, infernos, siiiim! Me dê esse pau de bimbo. Deixe-me ordenhar sua mente boba para fora. Ah, sim. Siiiim! Baby, siiiim! Goze em mim, querido. Goze seu cérebro bobo para fora. Goze na dona. Sim. Siiiim!"

Violette gemeu, enterrando-o sob seus seios. Sua boceta. Sua bunda. Cavalgando-o para baixo na poltrona. Cavalgando-o para o esquecimento. Quando enfim Lukas gozou, foi como se ela estivesse tirando tudo dele. Todas as suas memórias. Todos os seus pensamentos. Toda a sua vontade. Cada pedacinho de seu eu enquanto gozava e gozava e gozava, bombeando toda a sua semente nas profundezas famintas da demônia.

E ele amou isso.

Gemendo, beijando, adorando Violette, ele entregou tudo às suas donas maravilhosas. Suas deusas. Ele afundou na poltrona sob ela, cabeça vazia, cheia de nuvens rosadas de submissão perfeita. Distantemente, ele ouviu as duas demônias rirem.

"Que maravilha! Mais um convertido."

"Estamos indo maravilhosamente, Violette."

"Magnificamente, Rouge. Mas há tanto mais a ser feito. Tantos outras pobres almas precisando ouvir a palavra."

"Muito verdade, irmã. Mas ah, acredito que é minha vez com nosso novo brinquedo?"

"Ah! Boba eu. Claro, irmã. Aqui."

Lukas arfou quando os peitos roxos e macios partiram, então gemeu enquanto um par de perfeitos vermelhos tomava seu lugar. Rouge riu, então gemeu enquanto se embainhava em seu novo escravo, seus quadris quicando preguiçosamente sobre ele enquanto enterrava o rosto gemido dele sob seus seios perfeitos. Mais um convertido ansioso para a igreja da bimbo.

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