Contos eróticos para ler inteiros.

Corno e Traição

Dana e Mark: Fantasia à Realidade

niva_quedes17 min

Dana ficou surpresa e intrigada quando Mark, seu marido de quase 20 anos, compartilhou a fantasia de vê-la transar com outro homem. Dana já tinha ficado com muitos homens antes de sossegar, mas aos 47 anos e depois de criar dois filhos, ela imaginava que aqueles dias tinham ficado para trás. Ela se esforçava para manter o corpo tonificado, e seus seios 36D sempre chamaram muita atenção, algo que Dana admitia gostar e às vezes até incentivava. Mesmo assim, apesar de Mark continuar tocando no assunto, Dana não tinha certeza se ele falava sério sobre a fantasia.

Então, uma noite durante o sexo, Dana provocou Mark dizendo que faria se ele realmente quisesse. Quando Mark garantiu que queria (e Dana sentiu o pau dele ficar duro como pedra quando ele disse isso), ela começou a pensar nisso com mais frequência. Depois, numa exposição de barcos algumas semanas antes, Dana flertou com um vendedor de barcos jovem e sexy chamado Brad. Como parte da abordagem de vendas, Brad convidou Dana e Mark para um passeio no barco pessoal dele para ver se gostavam, e Mark concordou em ligar para Brad para combinar. Toda vez que Dana e Mark transavam depois disso, Mark mencionava o nome de Brad e eles faziam role-play da Dana fodendo o jovem gostosão da exposição.

Por fim, os homens marcaram um dia para o passeio. Enquanto se arrumava no dia da viagem, Dana estava tensa, mas não parava de repetir para si mesma que provavelmente nada aconteceria. Brad definitivamente flertou com ela na exposição, mas ela era pelo menos 20 anos mais velha que ele, e Dana não conseguia imaginar que as coisas chegariam a um ponto de ficarem juntos enquanto o marido estivesse no barco. Ainda assim, os mamilos de Dana estavam rígidos enquanto ela vestia o biquíni minúsculo que comprara no início daquela semana, sua primeira compra de biquíni novo em dois anos. Dana gostou de como ficou e se sentiu com o traje novo e girou lentamente diante do espelho até se assustar com a voz do marido.

“Porra, você está incrível, amor”, disse Mark, entrando no quarto. Dana se virou e ficou excitada com o olhar cheio de desejo no rosto dele.

“Você acha mesmo?”, perguntou Dana, buscando mais elogios.

“Deus, sim”, ele disse, passando as mãos pelos seios, costelas e costas dela enquanto se beijavam profundamente. “Nenhum cara conseguiria resistir a você. Acho que hoje pode ser o dia”, Mark falou enquanto suas mãos agarravam e apertavam a bunda dela e ele roçava o pau duro nela.

“Calma, tigrão”, Dana sussurrou. “Preciso me guardar para o meu novo namorado”, provocou.

“Ah, amor, você é uma putinha?”, Mark perguntou.

“Acho que vamos descobrir, não é?”, Dana disse, esfregando o pau duro de Mark por cima do shorts. “Mas é melhor a gente ir.” Enquanto Dana terminava de se arrumar e calçava as sandálias sexy de salto plataforma, não conseguia ignorar a umidade entre as pernas.

Quando chegaram à marina, o estômago de Dana deu um frio quando ela viu Brad no barco vestindo uma camiseta justa, shorts cáqui náuticos e óculos escuros. Seus olhos devoraram os braços e pernas musculosos e bronzeados dele enquanto ele trabalhava a bordo. Quando Brad viu o casal, saltou para o cais e apertou a mão de Mark, antes de sorrir para Dana e dizer: “Uau, você está mais linda do que eu me lembrava”.

Brad abraçou Dana com força e proximidade, puxando os seios dela contra seu torso. Dana suspirou enquanto os braços fortes de Brad a envolviam. Ele manteve o abraço por mais tempo do que um abraço amigável, antes de segurar a mão dela e dizer aos dois, olhando na direção de Dana: “Permissão para vir a bordo”. Brad segurou a mão de Dana com firmeza enquanto ela subia no barco. Dana imaginou os olhos de Brad por trás dos óculos espelhados percorrendo seu corpo, e foi bom pensar que um cara jovem a estava secando.

Brad serviu daiquiris congelados assim que estavam a bordo, e o nervosismo de Dana a fez beber o seu rapidamente. Brad prontamente serviu um segundo, que Dana terminou ao mesmo tempo que Mark acabou o primeiro. Brad tinha o barco pronto para zarpar, e ele reabasteceu os dois copos. Dana já estava sentindo os efeitos do álcool e, pegando o terceiro daiquiri, disse: “Você vai me deixar bêbada, Capitão”.

Brad exibiu um sorriso lindo. “Sem problema, senhora, relaxe e deixe tudo comigo.”

“Sim, sim, Capitão, você está no comando”, Dana disse sedutoramente. Ela resistiu ao impulso de passar as mãos pelo peito e abdômen duro de Brad enquanto ele se preparava para começar o cruzeiro do dia.

Depois de navegar para fora da marina, tiveram cerca de 30 minutos em águas abertas antes de ancorar. Mark e Brad ficaram na ponte de comando conversando sobre coisas de barco e Mark até assumiu o leme por um tempo. Cerca de 15 minutos depois, Dana tirou a saída de praia e se mudou para o sol no deque inferior. Por trás de seus óculos escuros, Dana espiou os caras na ponte e viu Brad e Mark conversando, rindo, sorrindo e olhando muito para ela.

De olhos fechados, Dana imaginou o que Mark e Brad poderiam estar dizendo enquanto inclinava a cabeça para trás para pegar mais sol direto. Ela estava perfeitamente ciente de que isso empurrava seus seios fartos para cima e para fora. Dana espiou para ver Brad olhando em sua direção enquanto Mark estava ao leme do barco. Ela sentiu seus mamilos enrijecerem e se espetarem contra o tecido fino do top, e esperou que os homens pudessem ver como ela estava excitada. Quando estavam ancorados, Brad serviu outra rodada de bebidas e alguns petiscos. “Certifique-se de usar protetor solar”, Brad disse a Dana.

“Sim, Capitão”, Dana falou, mas permaneceu no lugar, absorvendo o sol.

“Ela nunca me ouve sobre isso também”, Mark entrou na conversa da ponte acima.

“Bem, ninguém se queima na minha vigia.” Brad remexeu num compartimento de armazenamento e saiu com um frasco de protetor solar. Enquanto voltava em direção a Dana, Brad tirou a camiseta e o coração de Dana deu um salto ao ver o peito e abdômen musculosos e bronzeados. “Você precisa passar este protetor solar, mocinha”, Brad disse, e a inversão das idades fez Dana formigar.

“Ah, estou muito preguiçosa e um pouco tonta”, Dana provocou. Ela então respirou fundo e decidiu mudar o jogo, dizendo, alto o suficiente para Mark ouvir: “Eu sempre faço meu marido passar isso em mim, mas ele está lá em cima… Você fará as honras, Capitão?”

Brad hesitou por um segundo e olhou para Mark, que apenas sorriu e deu de ombros. Dana soube então que aquele dia era, de fato, o dia, e sentiu que seu marido também sabia.

Dana se moveu para a proa do barco e se deitou de bruços em uma toalha. Ela jogou os óculos escuros de lado, estendeu a mão para trás para desamarrar a tira no pescoço e puxou o cabelo para o lado. Brad começou a espalhar a loção cremosa no pescoço e na parte superior das costas de Dana, massageando seus músculos com mãos fortes, e Dana gemeu baixinho. Brad desceu para o meio das costas de Dana e depois mais para baixo, até a parte de cima do biquíni, esfregando a loção vigorosamente e sentindo os contornos da coluna e das costelas de Dana. As mãos de Brad voltaram a subir e deslizaram sob a tira e o nó amarrado no meio das costas, e para fora, em direção à caixa torácica, a centímetros dos seios.

Dana, agora muito excitada, virou a cabeça para Brad. “Você pode desamarrar se for mais fácil.” Brad olhou novamente para Mark, que os observava atentamente enquanto bebericava sua bebida. Ele voltou sua atenção para Dana e desatou habilmente o nó, fazendo com que a parte de cima do biquíni caísse, deixando as costas de Dana nuas e expondo totalmente as laterais de seus seios voluptuosos. Brad ensaboou as mãos e envolveu os lados de Dana para aplicar a loção cremosa nas laterais de seus seios grandes e cremosos.

A mente de Dana acelerou. Ela havia esquecido o quanto gostava de atenção sexual, e a ideia daquele cara jovem e bonito a tocando, e talvez fazendo mais, era uma validação. Dana também teve que admitir que era excitante que seu marido quisesse que ela cedesse à sua luxúria. Ela se esforçou para virar a cabeça, sem ser muito óbvia, para ver Mark, mas foi interrompida quando as mãos de Brad juntaram a parte de baixo do biquíni numa tira fina, expondo as nádegas dela.

Enquanto Brad esfregava a loção em sua bunda nua, Dana estremeceu, engoliu um gemido e, por reflexo, rebolou os quadris sedutoramente. Os dedos de Brad espalharam o protetor solar entre as nádegas de Dana, e ela soube que o desfecho era agora inevitável. Enquanto Brad massageava sua bunda, as pernas de Dana se abriram levemente numa dança bem coreografada. Acima deles na ponte, Mark estava quase em transe vendo um homem, mais de 20 anos mais novo que Dana, a apalpar o corpo de sua esposa. Mark reconheceu os sinais físicos que lhe diziam que Dana estava sexualmente excitada, e seu pau estava duro como ele conseguia se lembrar de ter estado.

Na proa do barco, a mente de Dana imaginava o quão grande e duro seria o pau de Brad. Seus pensamentos alternavam entre imaginar o que seu marido acharia mais excitante e se preocupar que ele pudesse mudar de ideia no último segundo. Acima de tudo, porém, Dana estava excitada com a ideia de que aquele garanhão jovem queria que ela chupasse seu pau e a fodesse. Sua mente gritava: “Deus, eu quero isso pra caralho”.

As mãos de Brad desceram para massagear as coxas de Dana, e ela instintivamente abriu as pernas. O sol brilhava em suas costas nuas, agora cobertas com uma mistura de protetor solar e um pouco de suor. Lá de cima, Mark estava hipnotizado pela visão de Brad esfregando a parte interna das coxas de Dana até que ele obviamente estava massageando a boceta dela através do tecido fino da parte de baixo do biquíni. Os quadris de Dana se moveram contra a mão de Brad até que ela soube que precisava de mais. Dana gemeu e num só movimento sentou-se e virou-se. A parte de cima do biquíni caiu no deque do barco e seus seios grandes e voluptuosos balançaram à mostra. Suas mãos freneticamente alcançaram para desabotoar o shorts de Brad. Ele contemplou os seios magníficos de Dana enquanto ela trabalhava determinadamente para libertar o pau dele.

Depois de desabotoar o shorts de Brad e abrir o zíper, Dana fez uma pausa por um segundo antes de puxar o shorts e a cueca justa dele até as coxas. Os olhos de Dana se arregalaram e ela ofegou. Acima dela, Mark observava por trás de Brad e se perguntava o que ela estava vendo. O olhar de pura luxúria no rosto dela era avassalador e Mark estendeu a mão para libertar seu próprio pau latejante do shorts.

Dana foi inundada por muitos pensamentos. Brad era enorme e grosso, suas bolas eram grandes e firmes e ele era depilado. Ela olhou de relance e percebeu que o corpo magnífico de Brad bloqueava sua visão de Mark. Mesmo assim, ela estendeu as duas mãos para agarrar o pau de Brad, e tocá-lo enviou choques de eletricidade por todo o seu corpo. Dana deslizou habilmente para o lado e depois para os joelhos diante de Brad. Isso fez Brad girar quase 90 graus e deu a Mark uma visão de Dana embalando o membro grosso de Brad em suas mãos pequenas.

Dana evitou olhar para Mark, com medo de que ele quisesse que ela parasse, e ela precisava muito continuar. Ela soltou quase um gemido e se inclinou para tomar aquele pau estranho e enorme na boca enquanto o marido observava. O pau de Brad encheu a boca de Dana mais do que qualquer coisa que ela já tivesse experimentado, e mais ondas de energia sexual a percorreram enquanto ela apreciava a sensação daquele espécime incrível em sua boca. Brad começou a mover os quadris, fodendo lentamente sua boca.

Dana balançava a cabeça, encorajando Brad a enfiar mais rápido e mais forte. Observando lá de cima, Mark mal reconhecia sua esposa; ele nunca teve queixas sobre a vida sexual deles, mas a mulher ali embaixo era puramente uma criatura sexual. Dana estava pensando a mesma coisa. Sentimentos que ela nunca soube que tinha afloraram, e ela se perguntou se sua vida jamais seria a mesma.

De joelhos, Dana olhou para Brad, implorando para que ele fodesse sua boca. E com força. Suas mãos agarraram a bunda dele e suas unhas cravaram. De onde Mark estava assistindo, parecia que Dana estava tentando engoli-lo completamente. A mão de Brad moveu-se para a nuca dela enquanto ele enfiava na boca de Dana.

Mark ouviu Dana engasgar e tossir, algo que ele nunca a tinha visto fazer. Mas, depois de uma respiração rápida, Dana devorou Brad novamente, quase implorando para ele sufocá-la com seu pau enorme. Em vez disso, Brad agarrou o cabelo de Dana para desacelerá-la e então a puxou para ficar de pé pelo cabelo e a empurrou de costas na proa, onde ela estava quando ele a tinha besuntado com protetor solar. Dana instintivamente abriu as pernas e tremeu de antecipação pelo homem lindo prestes a fodê-la com seu pau grosso e duro.

Sem olhar para Mark, Brad deu um passo para a esquerda enquanto olhava para Dana. Isso deu a Mark uma visão desimpedida de sua esposa, de costas com as pernas abertas, prestes a ser fodida. Também permitiu que Dana olhasse diretamente para seu marido. Mark ficou quase sobrecarregado com a visão de sua esposa nua, seus peitos enormes arfando a cada respiração, olhando para ele. Ambos sabiam que Brad ia tê-la completamente. Ambos também sabiam que isso poderia mudar as coisas para sempre.

Mark não pôde deixar de olhar para a boceta perfeitamente aparada de Dana, seus lábios inchados e reluzentes de umidade ao sol. Ele não sentiu remorso ou ciúmes; pelo contrário, ele queria que acontecesse agora mais do que nunca. Dana olhou para cima e ficou aliviada ao ver Mark com uma mão numa ereção enorme. Suas preocupações sobre ele mudar de ideia desapareceram. Vendo Mark assistindo, duríssimo, Dana achou quase engraçado que ela tivesse demorado tanto para decidir fazer aquilo.

Dana pensou consigo mesma que, se soubesse que seria metade tão excitante quanto ela estava se sentindo naquele momento, ela teria concordado em ser uma putinha para Mark há muito tempo. Não importava o quanto Dana pudesse ser a doce mãe suburbana que trabalha, e Mark o marido dedicado, por pelo menos aquele dia Dana era uma puta ansiosa pelo pau maior, mais grosso e mais duro que já tivera, e Mark estava excitado com aquilo. De um jeito estranho, o momento foi muito íntimo entre Mark e Dana.

Então, o momento acabou. Mark viu Brad se mover para ficar de pé sobre Dana, posicionado entre suas pernas abertas. Ele desceu para cobrir Dana, e por trás Mark observou Dana guiar a ferramenta grossa de Brad para dentro dela. A cena se desenrolou quase em câmera lenta enquanto Mark observava atentamente cada centímetro do pau impressionante de Brad deslizar para dentro de sua esposa. Mark gemeu e apertou a cabeça do próprio pau para conter a vontade de gozar.

Na proa do barco, Dana ofegou quando o estômago de Brad pressionou contra o dela, e ela soube que ele estava enterrado completamente em sua boceta. Dana se sentiu preenchida além do que achava possível. Brad começou um ritmo incrível de vai e vem, fodendo-a lentamente no início e depois mais rápido. Dana envolveu as pernas ao redor dele e então as colocou planas no deque para empurrar de volta contra ele. Ela também começou a divagar sem parar.

“Ah, amor, me fode, por favor, tão gostoso, amor. Ai, Deus, tão grande, tão gostoso. Eu amo. Me fode, Brad. Você é tão gostoso, amor...”

Mark percebeu que Dana estava falando, mas o rosto dela estava enterrado no ombro de Brad e ele só conseguia distinguir algumas palavras. Suas próprias palavras a excitaram tanto que Dana sentiu um orgasmo se formando. “Ah, sim, amor, assim, me faz gozar... Ai, porra, sim”, Dana murmurou enquanto seu orgasmo a dominava.

Os braços e pernas de Dana se envolveram em torno de Brad em busca de segurança enquanto ondas de prazer e contrações em seu ventre sacudiam seu corpo. Depois de alguns segundos para deixá-la se recuperar, Brad começou novamente a devastar a boceta de Dana. Ele também começou a sugar com força um dos peitões de Dana, enquanto sua mão apertava o outro peito com força. Brad se moveu mais rápido para dentro e para fora de Dana até que sua boceta molhada produziu sons molhados e os três puderam ouvir seus corpos se chocando.

As mãos de Dana agarraram a bunda de Brad enquanto ele continuava a fodê-la, e a visão de sua aliança brilhando ao sol contra a bunda firme de Brad ficou gravada na memória de Mark para sempre. Brad aumentou o ritmo, suas bolas batendo contra Dana a cada investida, e suas pernas se abriram obscenamente. Então, Brad grunhiu num tom gutural: “Ai, porra... Dana... Vou gozar gostoso pra caralho, amor”.

Dana, em pleno modo putinha, guinchou: “Porra, sim... tão gostoso, simmm... Goza em cima de mim”.

Mark precisou se firmar enquanto Brad empurrou mais algumas vezes, tirou o pau e montou em Dana com os joelhos. A mão de Dana imediatamente agarrou o pau inchado dele e bateu apenas duas vezes até Brad gemer, seu corpo enrijecer e ele começar a gozar. O primeiro jato borrifou os seios e o pescoço de Dana, o seguinte foi em sua barriga, depois um atingiu seu ombro e seu cabelo. Os olhos de Dana estavam arregalados enquanto outro jato atingia seu peito e então mais dois caíam em sua barriga. Finalmente, o resto escorreu e pingou em seu abdômen inferior. Dana ficou tão excitada com a cena que um segundo orgasmo, menor mas satisfatório, a percorreu.

Mark olhou para sua esposa, que parecia quase minúscula sob Brad, e viu uma vadia coberta de porra estranha. Dana ainda estava excitada e deslizou para baixo para colocar o pau murcho de Brad na boca. Mark observou Dana limpar a bagunça, chupando e lambendo a combinação de seus próprios fluidos com a porra de Brad. "Que putinha boa, minha esposa é", pensou Mark enquanto se tensionava e se masturbava até um orgasmo intenso, jorrando porra por toda a ponte de comando enquanto processava a visão de sua esposa recém-fodida ainda servindo o jovem garanhão que acabara de gozar dentro dela.

Como Brad estava apenas semirrígido, Dana conseguia colocá-lo inteiro na boca. Quando o fez, Mark viu os testículos enormes de Brad repousando sobre o queixo de Dana. Dana estava perfeitamente satisfeita com aquele pau estranho e novo enchendo sua boca e as bolas cobrindo seu queixo. Mark se perguntou se Dana ainda se lembrava de que ele estava lá. Ou se ela se importava. Seus mamilos ainda estavam duros e a porra em seu corpo agora se misturava com suor e protetor solar. O cabelo de Dana estava uma bagunça quente, suado e emaranhado, com algumas gotas de porra misturadas. Seu nariz tocava o abdômen rasgado de Brad.

Para Mark, Dana parecia ao mesmo tempo um anjo e uma vadia, e ele pensou consigo mesmo que tinha a nova esposa perfeita.

Assuntos desta história

Para ler em seguida