Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Comer Minha Própria Filha

rascunhosdeedila24 min

Nunca pensei que um dia me sentiria atraído pela minha própria filha. Ficava repetindo para mim mesmo que era para ignorar esses pensamentos vulgares, mas ela dificulta essa tarefa.

Na verdade, eu nunca tinha conhecido minha filha, Eden. Uma rápida explicação: a última vez que a vi foi logo depois que ela saiu da mãe no hospital. Depois disso, a mãe dela e eu tivemos uma briga feia, ela fez as malas e foi embora com o bebê. Eden só veio morar comigo depois de completar dezoito anos. Foi mais um pedido de socorro, na verdade, já que a mãe dela se meteu em uns problemas sérios com drogas e toda essa bagunça, e a Eden não tinha condições financeiras de morar sozinha, mas chega de falar da mãe vadia dela.

Depois que a Eden veio morar comigo, as coisas ficaram... estranhas, para dizer o mínimo. Mal nos conhecíamos e era difícil tentar ser pai de uma filha que eu mal conhecia. Mas vou dizer uma coisa: assim que a vi pela primeira vez na soleira da porta, soube que não conseguiria tirar esses pensamentos sujos da cabeça.

Eu só tinha visto umas poucas fotos da Eden. Nas fotos, ela tinha olhos azuis gelados e longas madeixas loiras, e geralmente usava roupas em tons pastel. No entanto, quando ela chegou na minha casa, quase não acreditei que era a mesma pessoa das fotos. Agora que está mais velha, ela cresceu e ficou alta, com um jeito bem recluso. O cabelo estava cortado num estilo emo curto e irregular, tingido de preto azeviche com uma mecha azul na franja. Ela contorna os olhos azuis gelados com maquiagem preta e tem dois piercings snakebite abaixo do lábio. No começo, foi surpreendente. Não imaginava que ela fosse se tornar do tipo 'punk' ou 'rockeira', ou seja lá como se chama.

Com o passar dos dias morando com ela, comecei a notar coisas nela que eram muito parecidas comigo. Ela parecia um pouco tímida e desajeitada, igual a mim. Gostava de ler e passar o tempo em lugares tranquilos, igual a mim. Tinha até o hábito de estalar os dedos quando estava concentrada, igual a mim. No entanto, também comecei a notar coisas nela que eram... desconfortavelmente atraentes. Digo 'desconfortavelmente' porque, bem, ela é minha própria filha, mas eu simplesmente não conseguia ignorar os pensamentos que nadavam na minha cabeça. Ela tinha pernas longas e lindas que eu sempre tinha o privilégio de ver, já que gostava de usar shorts pela casa. Me enlouquecia o jeito como as camisetas largas de bandas de rock caíam sobre seu corpo magro, e seus olhos brilhavam com... inocência. Não vou mentir, tive pensamentos sobre como o corpo dela seria por baixo dessas camisetas enormes.

É de manhã cedo. Eu me levanto com um gemido cansado enquanto passo a mão pelo cabelo escuro. Vou ao banheiro e faço a rotina de sempre: banho, fazer a barba, escovar os dentes, passar minha colônia favorita. Depois que termino, vou para a cozinha preparar uma xícara de café, mas vejo que a Eden está sentada no sofá com papéis espalhados ao redor.

"Você não deveria estar na escola?" pergunto.

"É sexta-feira. Não tenho aula na sexta." Ela murmura, sem ao menos desviar o olhar dos livros.

Vou até lá e me sento no sofá ao lado dela. "Certo, certo. Esqueci. O que você está estudando?" pergunto.

"Biologia." Ela responde de forma direta enquanto rabisca algumas anotações.

Caramba. Essa conversa com ela não é nada fácil. Sempre pareceu haver uma energia tensa entre nós desde que ela veio morar comigo. Acho que é pelo fato de mal nos conhecermos, e ela parece ser o tipo de pessoa que tem dificuldade em fazer amigos, mas, meu Deus, como ela é inteligente. Ela se formou em biologia e já está no segundo ano da faculdade. As notas dela são sempre altas, não importa a matéria, e nunca a vi sem um livro na mão. Admiro isso, já que eu era tão estudioso quanto ela quando tinha a idade dela.

Espio por cima do ombro dela as anotações que rabiscou. O silêncio está me matando. "Você... talvez queira um café da manhã?" pergunto.

"Não." Ela diz simplesmente.

Eu me encolho em silêncio. Assim como ela, eu também tinha dificuldade em fazer amigos e lidar com silêncios constrangedores. No entanto, diferente dela, eu era pai, e havia um truque que aprendi com o meu próprio pai que sempre parecia arrancar um sorriso das pessoas.

Eu forço a expressão mais preocupada que consigo. "Eden, preciso te avisar, e preciso te avisar agora. Tenho um forte pressentimento de que você está sob ataque."

Ela me olha com um olhar confuso. "E... o que exatamente está me atacando?"

Não consigo evitar um sorriso. "O... MONSTRO DAS CÓCEGAS!" Antes que ela possa reagir, eu a puxo num abraço de urso e começo a fazer cócegas implacáveis nos seus flancos.

Ela solta um gritinho de alegria. "PAAAI! NÃÃÃO! PARA- EU TENHO CÓCEGAS, PARA! PAAAAI!" Ela ri incontrolavelmente e se contorce em meus braços.

Meus dedos escorregam acidentalmente por baixo da camiseta dela e roçam de leve em sua pele. É... tão macia. Em sua histeria, ela não percebe minha mão se movendo pelo abdômen, mas eu a retiro rapidamente antes que ela tenha chance de notar. Ela se apoia em mim por apenas um segundo, o cabelo macio roçando no meu pescoço. O rubor que surge em seu rosto enquanto ri é absolutamente adorável e consigo sentir um leve cheiro do xampu dela. É inebriante. Sinto meu coração começar a bater um pouco mais rápido, e um calor específico que surgiu lá embaixo. Porra, eu preciso parar de pensar assim, mas ela está tornando isso impossível. Só de ver o jeito como o corpo dela se contorce... Rapidamente afasto essas ideias da cabeça.

"É isso que você ganha por não aceitar meu convite para o café da manhã." Digo a ela com severidade.

Ela geme e continua a se debater. Não percebo que me aproximei tanto até ela se afastar porque a barba por fazer no meu queixo está fazendo cócegas em seu rosto. "Paaai, por favooor, eu preciso estudar." Ela consegue dizer entre risos ofegantes. "E você não deveria estar no trabalho?"

Olho para o relógio e imediatamente me levanto de um salto quando vejo a hora, sem perceber que já estou incrivelmente atrasado. "Sim, preciso ir. Porra, estou vinte minutos atrasado. Chego em casa por volta da meia-noite. Tchau, bebê." Dou um beijo rápido na testa da Eden antes de pegar minhas coisas e sair correndo pela porta em menos de um minuto. Sei que hoje será um turno duplo agonizantemente longo, mas não é nada que eu não possa aguentar.

O trajeto para o trabalho, devo dizer, é um inferno absoluto.

Não consigo parar de pensar na Eden enquanto dirijo. Tudo nela parece me deixar absolutamente maluco. O jeito como os piercings acentuam seu sorriso, as curvas lindas de seu corpo, o olhar inocente em seus olhos. Pelo que ela me contou há um tempo, nunca teve namorado, então só posso supor que também nunca fez sexo. Ah, só de pensar em quão incrivelmente apertada ela deve ser. Me pergunto que sons deliciosos ela faria se eu... Não. Certamente não deveria estar pensando assim.

Gemo de frustração ao sentir minha própria ereção crescer enquanto pensamentos sujos invadem minha cabeça, todos sobre as coisas que eu poderia fazer com minha própria filha. Só quando chego ao trabalho e vou ao banheiro para resolver meu pequeno problema é que consigo alívio, mas continuo pensando nela o dia todo.

Ando pelos corredores do prédio mais tarde, à tarde, folheando uma pilha de papéis na mão. Sem prestar atenção em para onde estou indo, esbarro sem querer em um dos estagiários mais novos, fazendo-o derrubar algumas pastas. "Ah, merda, desculpe, James. Acho que eu estava distraído." Digo a ele rapidamente enquanto me abaixo para ajudá-lo a pegar suas coisas.

"Não, não se preocupe, Clay." O homem loiro diz. Não conheço muito bem o James, já que ele só começou o estágio aqui há cerca de uma semana, mas tivemos algumas conversas divertidas aqui e ali.

Olho e noto algumas notas de dólar espalhadas perto dos papéis dele. "Isso é seu?" pergunto.

"Ah, merda, sim. Sim, vou ao clube de strip depois do trabalho. Levar meu amiguinho transgênero lá. Aparentemente, o cara nunca pisou num clube antes. Tentando ensinar o garoto a viver." Ele ri enquanto guarda o dinheiro no bolso. "Sempre temos espaço para um terceiro acompanhante, no entanto."

Rio. "Ah, não, obrigado. Meus dias de balada acabaram. Preciso chegar em casa para minha filha."

"Ah, caramba, você tem filho? Mostra, mostra."

Obedecendo, mostro a ele uma foto da Eden no meu celular. Ele assobia um cantada de gato. "Bem, bem, que gracinha." Ele sorri.

Olho feio para ele e ele levanta as mãos em rendição. "Brincadeira! Relaxa, só curto homens. Enfim, te vejo por aí, Sr. Clay." Ele ri de forma maníaca antes de sair correndo para fazer o que quer que esse encrenqueiro faça. E não vou contar a ele que concordo quando ele diz que a Eden é 'uma gracinha'.

O resto do dia de trabalho transcorre perfeitamente normal, e meu chefe na verdade me deixa sair cerca de uma hora mais cedo, mas assim que entro no carro, aqueles pensamentos sujos começam a voltar para minha cabeça. Enquanto dirijo, penso em quão macios os seios da minha filha seriam sob minhas mãos ásperas. Penso em como ela gemeria quando meus dedos deslizassem para dentro dela... não. Imediatamente empurro esses pensamentos para o fundo da mente antes que eu fique... excitado demais.

Encontro a casa e entro. Tiro os sapatos e dou uma olhada rápida ao redor, notando que a casa está particularmente silenciosa. Só posso supor que a Eden já foi para a cama. No entanto, minha suposição logo se prova falsa enquanto subo as escadas para o meu quarto. Ao andar pelo corredor do andar de cima, posso ouvir... gemidos. Gemidos de prazer. Paro por um segundo para ouvir. Vem do quarto da Eden. Em silêncio, vou até a porta dela e dou uma espiada rápida pela fresta, e o que vejo faz o sangue correr imediatamente para o meu pau.

Ela está deitada na cama com a mão dentro do shorts. Seus olhos estão fechados, e gemidos suaves escapam de seus lábios.

Observo por um momento enquanto pondero o que fazer. Minha filha está ali, se tocando, completamente alheia de que cheguei em casa. O jeito como seu corpo se contorce enquanto se dá prazer faz meu pau pulsar de desejo, e de repente sinto minhas calças ficando um pouco mais apertadas.

Limpo a garganta e bato suavemente na porta dela, mas não a abro ainda. Posso vê-la pular de surpresa. "Uh... q-quem é?" Ela chama fracamente enquanto ajusta o shorts freneticamente.

Abro a porta só um pouquinho. "Cheguei, bebê." Digo.

Consigo ver claramente como suas bochechas ficam rubras de repente. "Eu... pensei que você não chegaria até meia-noite." Ela diz. Ela se remexe nervosamente e tenta agir como se não estivesse fazendo o que eu sei que estava fazendo.

Sorrio levemente enquanto entro no quarto dela, mas me certifico de que ela não perceba minha... situação. "O chefe me liberou mais cedo. O que você estava fazendo agora há pouco?"

"Uh... eu estava..." Eden hesita por um momento, então se estica e pega seu caderno de biologia. "Eu estava... só fazendo lição de casa." Ela não consegue me olhar nos olhos, e mesmo que eu já não tivesse visto o que ela estava fazendo, ainda saberia perfeitamente que está mentindo.

"Você tem certeza disso?" pergunto.

Ela me olha com um olhar culpado. "O que você quer dizer...?" Posso ver como sua linguagem corporal de repente se torna reclusa e defensiva.

Inclino-me um pouco mais perto dela e tento fazer com que ela me olhe. "Eu sei o que você estava fazendo agora há pouco, Eden."

Ela de repente fica tensa e desvia o olhar. Seu rosto fica vermelho brilhante e seus olhos se enchem de pânico. "E-eu não... eu... não pensei que... eu estava só... eu não estava... eu-"

Rio suavemente. "Eden, bebê, acalme-se. Não estou bravo com você." Digo a ela.

Hesitantemente, ela levanta o olhar para encontrar o meu. "Você... não está? Por que não?" Ela pergunta baixinho. Ah, Deus, é esse jeito tímido dela que me deixa absolutamente louco. Essa pura inocência em seus olhos.

Rio novamente. "Por que eu estaria? Bebê, não há nada para se envergonhar. É natural. Todo mundo se masturba. Até mesmo eu." Digo enquanto me movo para trás dela e massageio suavemente seus ombros para acalmá-la.

Ela hesita por um momento, mas tomo como um bom sinal que ela não esteja se afastando de mim. "Até mesmo você...?" Ela pergunta baixinho.

Rio baixinho. "Sim, até mesmo eu." Digo. Ela ainda está tensa, mas posso sentir seu corpo lentamente começar a relaxar sob minhas mãos.

"Ah. Tá." Ela murmura baixinho enquanto ajeita um fio de cabelo atrás da orelha, sem jeito.

Não consigo evitar um sorriso enquanto me inclino e tiro a franja do rosto dela. "Eu pude ouvir você gemendo do corredor, sabia?" Sussurro.

Ela suspira e esconde o rosto de vergonha. "Ah, não. Porra, tô tão envergonhada." Ela geme.

Não consigo evitar rir. "Não, bebê. Não fique envergonhada agora. Você parecia estar... gostando bastante." Preciso me mexer um pouco para deixar minha excitação um pouco menos perceptível. Uma das minhas mãos desce e descansa sobre sua coxa. Não consigo deixar de notar quão incrivelmente lisa e macia sua pele é. No entanto, meu toque parece fazê-la estremecer, o que me preocupa. "Eden, bebê, olhe para mim." Digo a ela.

Ela hesita, mas lentamente vira a cabeça e me olha nos olhos. Suavemente, afasto o cabelo do rosto dela e noto como seus olhos se enchem de lágrimas. Sorrio para ela e acaricio seu rosto com delicadeza. "Ah, bebê, você parece morrendo de medo." Digo gentilmente.

"Desculpa." Ela murmura enquanto desvia o olhar. "Acho que tô acostumada com o rigor da mãe. Ela teria um ataque se descobrisse."

Sorrio para ela novamente. "Bem, eu não sou sua mãe. Sou seu paizinho. E o papai sempre vai cuidar de você, bebê. Agora..." Inclino-me um pouco mais perto do ouvido dela. "Talvez eu possa encontrar alguma forma de compensar por ter interrompido sua privacidade?" Sugiro. Minha mão sobe pela perna dela muito de leve.

Eden observa minha mão com cautela. Ela é uma garota inteligente, e não tenho dúvidas de que vai descobrir quais são minhas intenções. Surpreendentemente, porém, ela não se afasta quando movo minha mão um pouco mais perto da barra do shorts dela. Nervosamente, ela se recosta contra mim, fazendo o calor subir imediatamente para suas bochechas quando sente meu volume pressionando contra sua bunda. "Pai-"

"Você não gosta?" Pergunto baixinho. Minha mão permanece parada. Não quero deixá-la desconfortável movendo-a para mais perto de onde quero que esteja.

Ela olha para minha mão, o corpo tenso. "Não. Quer dizer, sim! Quer dizer- uh..." Ela gagueja nervosamente e mexe nos lençóis. "E-eu não... odeio."

Sorrio e gentilmente a induzo a se apoiar em mim. Com esse convite, movo minha mão para baixo e passo suavemente os dedos sobre sua boceta, por cima do shorts. Ela prende a respiração e vejo seus dedos dos pés se curvarem. Não consigo mais me controlar nesse ponto.

Com cuidado, deslizo minha mão para dentro do shorts da Eden e minha excitação só piora quando descubro que ela não está usando calcinha por baixo. Meus dedos encontram rapidamente seu clitóris e começo a esfregá-lo em círculos lentos e suaves.

"A-ah..." Ela geme enquanto se recosta mais em mim.

"Ah, bebê, você é tão sensível." Murmuro baixinho. Ela já está absolutamente encharcada e seu clitóris está tão inchado e pronto.

"D-desculpa..." Ela sussurra.

Não consigo evitar rir. "Ah, não precisa se desculpar por isso, bebê. Tá tudo bem gemer." Sussurro de forma tranquilizadora. Só para provar meu ponto, deixo dois dedos esfregarem nos dois lados do clitóris dela. É como se eu tivesse acertado um ponto fraco; o corpo dela praticamente derrete contra o meu e gemidos doces de prazer escapam de seus lábios. "Ooh~ Isso é tão gostoso." Ela suspira.

Sua boceta é incrivelmente macia e tão deliciosamente molhada que sei que preciso enfiar meu pau nela logo ou vou enlouquecer.

Minha mão livre se move ao redor do corpo dela e descansa sobre seu abdômen enquanto minha mão ativa continua a esfregar seu docinho botão. "Isso, bebê. Eu sei que é gostoso." Murmuro para ela. Parte de mim simplesmente não consegue acreditar que isso está acontecendo. Quando percebi que me sentia sexualmente atraído por ela quando veio morar comigo há alguns meses, não conseguia sequer imaginar a possibilidade de transar com ela. Agora aqui estou eu, dando prazer à minha própria filha enquanto ela geme e se contorce contra mim. Gosto bastante de como o destino funciona assim.

Cada movimento dos meus dedos arranca uma reação prazerosa dela de novo, e de novo, e de novo. Os dedos dela agarram os lençóis e seus olhos se fecham enquanto o prazer a domina como nada que ela já sentiu antes. Alguma coisa em ter as mãos de outra pessoa nela a deixava louca, ainda mais as mãos de mim, seu próprio pai.

"Você já se tocou assim antes, minha princesinha?" eu pergunto.

Eden hesita por um momento, como se estivesse quase com vergonha de responder. "Não... Não, nunca. Nunca tive nada dentro. Hã, t-tirando, tipo, absorvente interno e tal..."

Eu rio baixinho e deposito um beijo suave na bochecha dela. "Você gostaria que eu colocasse meus dedos dentro de você, bebê?"

Ela hesita de novo. Meus dedos continuam a esfregar o clitóris dela num ritmo bem lento para que o prazer não pare. Ela vira a cabeça e me olha com um olhar tímido. "Tá bom."

Eu sorrio e circulo lentamente a entrada dela com o dedo médio. Sinto o corpo dela tensionar, então uso a mão livre para acariciar o ombro dela e fazê-la relaxar. "Relaxa, bebê, relaxa. Se não gostar, é só me falar, tá? O papai cuida de você." eu sussurro.

Espero ela acenar com a cabeça antes de deslizar o dedo lentamente para dentro da boceta dela. Ela é incrivelmente apertada, e isso só com um dedo dentro.

Eden tensiona e quase fecha as pernas, mas eu coloco a mão na coxa dela para impedir. "Calma, calma... Isso aí. Viu? Não é tão ruim." eu digo. Muito devagar, começo a mover o dedo para dentro e para fora.

A respiração dela acelera e os dedos dos pés se curvam. "Ooh~ Porra... Papai..." ela geme baixinho.

"Isso aí, Eden. É gostoso, né?"

"Mhm." Ela morde o lábio inferior e acena rapidamente.

"Boa menina." eu murmuro contra o pescoço dela enquanto deposito um beijo suave na pele.

Meu dedo se curva e atinge o ponto G dela, arrancando um suspiro súbito de prazer de sua boca. O rosto dela está corado e sua pele parece quente de um desejo ardente.

Enfio um segundo dedo dentro dela e deixo a boceta se alargar ao redor dos meus dígitos. Os gemidinhos suaves e fracos de prazer só me incentivam a continuar e, a julgar pelo quão molhada a boceta dela está agora, ela também quer que eu continue.

"P-Papai..." Eden consegue dizer entre respirações trêmulas. A estimulação constante no ponto G dela arranca um gemido longo e delicioso. Os dedos dos pés se curvam e as costas se arqueiam levemente.

"Porra, bebê, você está encharcando minha mão." eu sussurro enquanto meus dedos se curvam e atingem o ponto G dela no ângulo perfeito.

Ela geme e vira a cabeça para me olhar. "Papai... pooorra, v-você está me deixando tão- mmmmmh... Ai, deus, eu tô com tanto tesão..." ela geme.

Não consigo evitar sorrir com malícia. "Ah, eu sei, bebê. O papai resolve."

Tiro os dedos dela e saio de cima da cama. Ando até a frente dela e coloco a mão no ombro, deitando-a suavemente de costas.

Eden me olha com um olhar nervoso. "O que você vai fazer?" ela pergunta.

"Só deixando você bem confortável, minha princesinha." eu digo enquanto me abaixo e puxo lentamente o short dela. Quando sai, deixo cair no chão e olho para ver sua boceta linda e rosada, brilhando de gozo.

Instintivamente, as pernas dela se fecham para se esconder, mas eu as afasto gentilmente com a mão. "Tá tudo bem, princesinha. Não precisa ter vergonha de mim, eu prometo." eu digo.

Hesitante, ela abre as pernas de novo e seu rosto fica vermelho de vergonha. Entendo que ela tenha vergonha de se expor assim para mim, mas tenho planos para diminuir essa timidez. Para fazê-la relaxar um pouco, acaricio suavemente a coxa dela com uma mão e apoio a outra no quadril. "Viu? Nada para ter medo, Eden." eu digo.

Ela desvia o olhar. "Desculpa... E-eu nunca..."

"Nunca deixou ninguém te ver assim?" eu adivinho. "Tudo bem, princesinha. É normal ser um pouco tímida, mas não precisa ter vergonha de mim. Agora, que tal um pouco mais disso, hm?" Enfio dois dedos de volta dentro dela e os curvo contra o ponto G, do jeitinho que ela adora.

A cabeça dela pende para trás e ela solta um gemido fraquinho. "Mmmh... Oooh~"

"Você gosta quando eu faço isso, não gosta, bebê?"

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