Check-Up
— O doutor está pronto para atendê-lo agora, senhor — disse a recepcionista, indicando que ele entrasse no consultório. Era como qualquer outro consultório médico — revistas na sala de espera, um consultório limpo e profissional com uma mesa de exames no centro. A diferença era que o Dr. Litt atendia apenas uma clientela muito específica.
Timothy se levantou, agradecendo à recepcionista com um sorriso rápido. Timothy era um rapaz encantador — aos vinte e dois anos, aquele era seu primeiro animal de estimação, um presente de seu pai. Ele queria garantir que faria tudo certo, que o animal recebesse todas as vacinas e que marcassem exames de saúde mensais. Queria cuidar perfeitamente de seu novo bichinho, queria deixar seu pai orgulhoso.
Puxando a coleira, Timothy guiou seu animal para dentro do consultório. — Vamos, Fido — disse ele, com a voz baixa e autoritária. Seu pai lhe dissera que era preciso ser firme desde o início, que era necessário se estabelecer como macho alfa, ou eles tentariam ultrapassar limites. Ele sabia que não podia esperar nada menos do que obediência imediata — se seu animal não obedecesse, seria punido severamente.
Fido engatinhou em direção ao consultório, tentando acompanhar o melhor que podia. Era um animal fofo, com olhos castanho-escuros e cabelo castanho caído. A única coisa que usava era um plug de rabo, seu 'rabo' 'abanando' a cada movimento que fazia, seu pau pendendo mole entre as pernas, seu corpo pálido e completamente liso. Ele era juvenil e bonitinho, e ainda era tão novo naquilo que ficar nu ainda o fazia corar. Mas sabia que era melhor não desobedecer a seu dono — sabia que isso só traria dor.
Eles entraram juntos no consultório, e o médico ergueu os olhos de seus estudos. Era um homem mais velho, embora ainda viril. Tinha rugas ao redor dos olhos azuis e cabelos grisalhos. Ele sorriu rapidamente, examinando seu novo cliente com profissionalismo.
— Ora, ora — disse o médico, com a voz baixa e amigável. — Presumo que ele seja novo? — perguntou, erguendo os olhos para Timothy. O Dr. Litt era um homem bonito — apesar da idade, não perdera nada de sua boa aparência. Era confiante e adorava seu trabalho.
— Sim, acabei de pegá-lo hoje cedo. Queria trazê-lo para exame e vacinação imediatamente — disse Timothy, abaixando-se e passando a mão pelo cabelo de Fido. — Ele é uma gracinha, não é?
— Adorável — concordou o Dr. Litt, incapaz de tirar os olhos do novo animal. — Por que não o coloca na mesa? Presumo que queira um exame completo, incluindo sensibilidade. Ele é virgem?
— Claro — disse Timothy, assentindo com a cabeça. — Nos garantiram que ele foi treinado pelos melhores e que foi deixado completamente intacto e virginal, mas gostaria de um teste de sensibilidade e aperto assim mesmo, só para ter certeza. Meu pai quer garantir que fez valer seu dinheiro. — Timothy deu tapinhas na mesa de exames.
Tremendo, Fido pulou obedientemente para cima dela. Estava nervoso — havia sido treinado, mas nunca tinha sido examinado assim antes. O plug de rabo era a maior coisa que já tivera no cu, e não era muito maior que um dedo. E não fazia ideia do que um 'teste de sensibilidade' envolvia.
— Compreensível — disse o médico, observando o animal tremer com um sorriso. Ele pegou suas luvas, calçando-as lentamente, saboreando a expectativa. Não era sempre que podia examinar um tão bonito, nem tão novo. Ele ia se divertir.
O Dr. Litt começou verificando os olhos, orelhas e dentes de Fido. — Muito bom, muito bom — murmurou para si mesmo. — Dentes excelentes, embora possamos removê-los se ele se mostrar rebelde. Fiz o procedimento na semana passada na cadela do Sr. Lawrence, Lavender. Ele diz que ela está muito mais agradável para foder a cara agora que aqueles dentes chatos não estão no caminho. — Ele abriu a boca de Fido até a mandíbula do animal doer, inspecionando-o cuidadosamente.
— Veremos — disse Timothy. — Ele parece uma criatura tímida — bem treinada, então pode não ser necessário. — Ele cruzou os braços sobre o peito, observando o exame com interesse.
— Mmm, às vezes, mesmo que não sejam mordedores, eles não conseguem evitar que os dentes arranhem você, o que não é agradável. Claro, você pode usar mordaças de boca aberta para manter os dentes dele fora do caminho como solução de curto prazo, mas se algum dia quiser algo mais permanente, podemos arrancar os dentes dele. Eu ofereceria o mesmo desconto que ao seu pai, é claro. — O Dr. Litt pegou um espéculo, encaixando-o atrás dos dentes de Fido e abrindo-o cuidadosamente, esticando a mandíbula do animal dolorosamente antes de enfiar os dedos dentro. Ele verificou o reflexo de vômito, afundando os dedos na garganta de Fido.
Fido engasgou e teve ânsia de vômito, suas mãos se torcendo no colo, lágrimas brotando em seus olhos com a dor de ter a mandíbula esticada. Era uma dor persistente, não ajudada pelo jeito como o médico fodia brutalmente sua garganta com os dedos. Ele tentou engolir ao redor dos dedos, mas não conseguiu evitar engasgar, sua garganta se apertando enquanto ele tinha ânsia.
— Garganta bonita e apertada — disse o Dr. Litt, puxando os dedos para fora. — Você vai gostar disso, sem dúvida. — Ele deixou o espéculo no lugar, fazendo um som de desaprovação ao ver o animal babar todo em si mesmo. — Criaturas sujas. Espero que ele não seja um babão. Suponho que um espécime tão perfeito tenha que ter algum defeito em algum lugar. — Ele deslizou as mãos pelo peito do animal, torcendo e beliscando seus mamilos até que ficassem duros e retesados.
Estremecendo, Fido gemeu — seus mamilos eram extremamente sensíveis, enviando ondas de sensação pelo seu corpo. Seu pau saltou ansiosamente para a atenção, mesmo enquanto sua mandíbula doía intensamente. Ele corou de humilhação com as palavras do médico, mas com o espéculo mantendo sua boca aberta, não conseguia parar de babar pelo queixo.
— Mamilos sensíveis — notou o médico. Ele pegou um grampo, fechando-o no mamilo duro de Fido, observando enquanto as costas do animal se arqueavam e ele uivava. O Dr. Litt assentiu para si mesmo e acrescentou um segundo grampo, apertando ambos até que Fido gemeu, choramingou e se contorceu. — Mamilos muito sensíveis. — O médico olhou para o pau duro e pulsante do animal. — Veja, vê como isso o excita? Ele responderá muito bem a brincadeiras com mamilos. Tortura de mamilos será um bom castigo para ele também — disse o Dr. Litt, puxando os grampos até que Fido soltasse um grito rouco de dor.
— Uau, acho que nunca vi um com mamilos tão sensíveis antes — disse Timothy. Ele se sentou em uma das cadeiras e levou a mão à calça, esfregando-se lentamente através do tecido. — Você não se importa, não é, doutor? A emoção da descoberta é muito... estimulante.
O Dr. Litt soltou os mamilos do animal e olhou para o jovem dono. — Não, não, vá em frente, fique à vontade — disse ele. — Certamente posso entender que tudo isso pode ser um pouco avassalador, especialmente para um dono de primeira viagem. — Deixando os mamilos de Fido dolorosamente presos, ele deslizou as mãos pela barriga do animal, verificando-o cuidadosamente em busca de imperfeições. — Ele tem uma pequena marca de nascença na coxa aqui, mas eu diria que é mais cativante do que uma mancha. Ainda assim, posso removê-la a laser, se desejar. Sei que alguns donos gostam que seus animais sejam absolutamente impecáveis. — Ele alcançou as bolas de Fido, rolando-as cuidadosamente entre os dedos, observando o pau do animal se contorcer e saltar.
— Seus testículos estão intactos — podemos castrá-lo para você, se quiser. Se seu pai tiver animais fêmeas, há risco de gravidez se você não vigiar seus animais de perto. — O médico deu um rápido aperto nas bolas de Fido, arrancando um gemido dolorido do animal. — Claro, se quiser usá-lo como reprodutor, ou se quiser manter as bolas dele por razões pessoais, tudo bem. Mas nós fazemos esse tipo de alterações aqui na clínica. Ou qualquer alteração que você precise.
— Desde que ele não se mostre muito problemático, acho que gostaria de mantê-lo intacto, pelo menos por enquanto — disse Timothy, recostando-se na cadeira, esfregando a palma da mão sobre o volume em suas calças sociais. — Ele é um belo espécime — poderia render um bom dinheiro como reprodutor, e eu gosto quando eles podem gozar. Muito mais divertido assim.
— Ah, sim, tenho muitos clientes que têm a mesma opinião que você sobre isso — disse o Dr. Litt, concordando com a cabeça. — Embora eu não tenha certeza se seu pai concordará se Fido começar a engravidar as cadelas dele. Suponho que, se ele se mostrar rebelde e você quiser que ele mantenha as bolas, terá que mantê-lo trancado longe das fêmeas. Eles não conseguem se controlar, sabe. — O médico lubrificou a palma enluvada antes de acariciar Fido lentamente, sentindo o pau do animal saltar e se contorcer em sua mão. Ele puxou o prepúcio para trás, expondo a cabeça rosada e sensível. — Ah, o prepúcio está intacto. Isso é bom, não se vê muito. Significa que a glande e o meato uretral serão bem sensíveis. Claro, se precisar, posso remover o prepúcio. Mas recomendo que deixe, especialmente se você gosta de tortura de pau. Eles são muito mais sensíveis assim. Vê? — Ele esfregou os dedos levemente sobre a cabeça, circulando o pequeno orifício lentamente, observando como ele se contorcia.
Fido ofegou e agarrou a borda da mesa, arqueando-se para o toque, seu corpo inundado de sensação. Sua mandíbula estava em agonia, seus mamilos presos e queimando, seu pau tão duro que coçava e doía. Ele estava expressamente proibido de se tocar e fazia duas semanas desde sua última ordenha — seus treinadores o queriam bem excitado para seu novo dono. Ele gemeu esperançosamente.
— Sim, sim — disse o Dr. Litt, dando um tapa na coxa do animal. — Quieto, garoto. Vou ordenhá-lo quando terminarmos. — Ele fez uma pausa. — Se é isso que você deseja, é claro, Tim. — Afastando-se da mesa, abriu uma gaveta, pegando uma caixa de metal. Ao abri-la, revelou uma seleção de hastes finas de metal, variando de mais finas que um lápis até a grossura de um dedo.
— Se você quiser — disse Timothy, assentindo com a cabeça. — Quero garantir a função sexual completa antes de levá-lo para casa.
— Compreensível — disse o médico, puxando uma das hastes mais finas. — Só vou garantir que a uretra dele está desobstruída — sem bloqueios. — Ele lubrificou o dilatador e puxou o prepúcio de Fido para trás, revelando a glande sensível e o meato uretral pulsante. Pré-gozo se acumulava na ponta. O Dr. Litt provocou o meato com o dilatador, mergulhando-o suavemente como se fosse inseri-lo antes de puxá-lo para fora novamente. Ele repetiu isso algumas vezes antes de guiar a haste lentamente para dentro do minúsculo orifício, centímetro por centímetro.
Fido nunca tinha tomado um dilatador antes. Ele olhou para baixo ansiosamente enquanto ele circulava seu tão sensível meato uretral. Ele sabia que gostava quando alguém o tocava lá, mas nunca tinha tido algo dentro dele assim. Ele ofegou, seus dedos dos pés se curvando enquanto o médico o provocava com aquilo. Eventualmente, o homem o guiou para dentro dele, e Fido gemeu guturalmente com a sensação. Era tão sensível lá embaixo, ainda mais sensível que a parte externa de seu pau. Ter aquele pequeno orifício preenchido era tão bom e doía ao mesmo tempo, queimando e coçando enquanto o esticava, o metal frio e liso afundando cada vez mais fundo em seu pau dolorido, enquanto seu pau o comia avidamente. Lubrificante e pré-gozo escorriam ao redor do dilatador enquanto pelo menos vinte centímetros dele desapareciam dentro de seu pau pulsante. Fido olhou para a caixa desesperadamente — se uma das hastes mais finas já era tão intensa, ele nem conseguia imaginar como eram as maiores.
— Oh, ele gosta disso — disse o Dr. Litt, puxando o dilatador cuidadosamente. Ele estava coberto de pré-gozo, estrias brancas grudadas no metal. — Recomendo brincadeiras uretrais com este aqui, ele parece gostar muito. Não sinto nenhuma obstrução. — Ele deixou o metal afundar de volta no pau de Fido, observando enquanto a gravidade tomava conta. Toda vez que o animal se contraía, o dilatador era expelido alguns centímetros antes de afundar de volta, fodendo o pau de Fido em deslizes doces e lubrificados.
Fido choramingou, suas mãos se apertando desesperadamente para não ser tentado a fazer algo estúpido como se tocar. Era tão bom quando o dilatador esguichava para dentro e para fora de seu pau. Ele olhou para si mesmo, gemendo ao ver o metal brilhar na ponta antes de desaparecer de volta dentro dele. Ele estava tão duro que doía, e achava que talvez pudesse gozar só com aquilo, mas seu dono não lhe dera permissão. Seu pau se contorcia e saltava enquanto ele tremia com o estímulo, achando a visão de seu próprio pau duro como pedra e pingando excitante por si só.
— Sim, ele definitivamente gosta disso — disse Timothy, gemendo e esfregando seu pau lentamente, dedilhando a cabeça enquanto observava seu animal tremer e choramingar. — Tem como mantê-lo aí dentro enquanto você o examina?
— Certamente — disse o Dr. Litt, puxando um plug peniano. Ele o encaixou cuidadosamente no lugar, deslizando a ponta dentro da uretra sensível de Fido antes de ajustar o anel no lugar, mantendo o dilatador preso bem no fundo do pau do animal. Escondido, ele ainda se movia toda vez que Fido se contraía e relaxava, fodendo seu pau por dentro, estimulando-o mesmo que eles não pudessem ver.
Ter o dilatador plugado dentro de seu pau fez Fido ofegar. Ele estava tão excitado que não sabia bem o que fazer consigo mesmo, sua pele formigando e seu pau pulsando. Ele podia sentir o dilatador deslizando, esfregando contra o interior de seu pau, o metal liso arrancando sensação após sensação dele até que ele fosse uma bagunça trêmula e gemendo. Através do treinamento, ele nunca estivera tão excitado, e isso era evidente — sua pele estava corada, seu peito arfando, seus mamilos presos doendo toda vez que ele se movia.
O médico apertou o pau duro como pedra do animal e soltou uma risada baixa. — Acho melhor eu colocar um anel peniano, ou ele vai gozar antes mesmo de eu terminar o exame — disse ele, balançando a cabeça. — Ele parece pronto para explodir só com o dilatador. — Pegando um anel peniano, ele o encaixou, separando as bolas de Fido de seu corpo, acrescentando um separador de bolas para que cada bola do animal ficasse separada e definida, a pele esticada. Ele adicionou alguns pesos para realmente puxar as bolas de Fido para baixo, para longe do corpo, garantindo que ele não gozaria até que eles quisessem.
Fido gemeu — ter suas bolas confinadas as fez doer agudamente. Ele olhou para si mesmo, se contorcendo com a visão de seu pau duro como pedra apontando para o umbigo. Suas bolas estavam lisas e separadas, esticadas. Com aquilo, de jeito nenhum ele gozaria, e ele ansiava por liberar uma carga quente.
— Certo, hora das suas injeções — disse o Dr. Litt, virando-se. — Uma picadinha. — As primeiras injeções eram apenas imunizações, e o médico as aplicou rapidamente. — Vou administrar algo especial — disse o médico. — Apenas algo para deixá-lo mais sensível. Não acredito em crueldade animal, e esta injeção garantirá que o prazer dele supere em muito a dor. Os efeitos duram algumas horas, então ele estará ainda mais divertido quando você chegar em casa. Claro, tenho frascos à venda no balcão da recepção, se quiser comprar. Muitos clientes acham que vale o dinheiro, mas deixo isso para você decidir. — Ele deu a última injeção em Fido.
Em minutos, Fido a sentiu. Ele gemeu baixinho, seus olhos ficando vidrados, seu peito arfando. O que antes era quase suportável de repente parecia impossível. Todo o seu corpo estava em chamas, seus mamilos disparando prazer e dor até seu pau pingando. Seu pau se contorcia e latejava no ritmo de seu coração, o dilatador preso dentro dele fazendo sua respiração vir em ofegos agudos. Ele arqueou os quadris, alcançando impotentemente seu pau dolorido. Até o couro enrolado em suas bolas amarradas era estimulante.
— Ah, não pense que é mau treinamento. — O Dr. Litt agarrou as mãos do animal, impedindo Fido de tocar seu pau latejante. — Ele está superestimulado. Isso os deixa loucos. Treinamento nenhum o impediria de tentar se tocar. É muito potente. O pobre rapaz deve estar perdendo a cabeça com aquele dilatador no pau. Olhe só para ele. Ele está pronto para explodir. Claro, ele não fará isso até que eu tenha examinado sua próstata minuciosamente.
Timothy soltou um gemido baixo. — Porra — ele ofegou, esporrando dentro das calças sociais, sujando a cueca, seus quadris se arqueando. — Droga. — Ele pretendia se segurar, mas ver seu novo animal se contorcer era tão estimulante que ele não conseguiu evitar. — Bem, sinta-se à vontade para amarrar as mãos dele para que não se toque.
— Claro — disse o Dr. Litt. Ele amarrou as mãos de Fido cuidadosamente atrás das costas antes de ajudar o animal a se ajoelhar na mesa. O médico posicionou Fido de modo que ele usava os ombros como apoio, seu traseiro para cima, suas pernas abertas, suas bolas balançando e esticadas graças aos pesos, seu pau tão duro que estava colado contra seu estômago.
— Certo, primeiro vou examinar o quão apertado ele é. — O médico afastou as nádegas de Fido com os polegares, expondo a entrada do pet ao ar. Ele puxou o plug de rabo para fora do cu de Fido, sentindo o pet estremecer involuntariamente sob ele. Dr. Litt deixou o plug de lado e deu tapinhas calmantes no quadril do pet enquanto examinava seu buraco. Era bonito e apertado — pequeno e rosado. Lubrificando um dedo, ele o provocou ao redor do orifício minúsculo, observando como ele se contraía e tremia. Com cuidado, inseriu o dedo até a falange, sentindo como ele se apertava ao seu redor com força.
— Sim, maravilhosamente apertado — disse Dr. Litt, ignorando como o pet arfava e se contorcia sob ele, lutando contra suas amarras impotente enquanto tentava desesperadamente tocar seu pau dolorido. — Só vou verificar a próstata dele. — Ele deslizou cuidadosamente um segundo dedo, esticando Fido ligeiramente.
Fido estava em um mundo de luxúria infernal. Gemeu guturalmente ao sentir o médico inserir um segundo dedo em seu cu. Seu buraco se contraiu avidamente ao redor dos dois dedos lambuzados e cobertos de látex. O esticamento ardia um pouco — ele nunca tivera mais do que um dedo e aquele plug de rabo lá antes. Mas com o afrodisíaco em seu sistema, a dor de ser aberto por aqueles dois dedos só parecia boa, seu pau latejando sob ele. Gemeu e choramingou, saltando ao sentir o médico tocar um lugar especial dentro dele que o fez querer gozar na hora. Apenas o couro apertado e os pesos em suas bolas o impediam. O médico tocou de novo, e então começou a massagear lentamente, fazendo Fido retesar e gritar. Seus quadris começaram a estocar enquanto ele tentava foder o ar impotente, seu pau pulsando tão forte que ele pensou que explodiria, o som deslizando lubrificadamente dentro de sua uretra enquanto o médico manipulava seu corpo implacavelmente.
— Quase lá, garoto — disse Dr. Litt, tirando os dedos do cu de Fido. — Ele é muito responsivo à estimulação da próstata. Tudo parece bem. Só vou abri-lo e dar uma olhada rápida.
Pegando um segundo espéculo, Dr. Litt abriu as nádegas do pet e deslizou o instrumento cuidadosamente para dentro. Ele começou a abrir Fido, esticando dolorosamente o cu do pet, abrindo-o com o metal frio e implacável.
— Não muito, doutor — disse Timothy. — Quero sentir quando eu fodê-lo mais tarde. Não adianta comprar um virgem se o senhor arruinar o buraco dele primeiro. — Ele se recostou na cadeira, suspirando feliz como um homem que tivera um orgasmo satisfatório.
— Não se preocupe — disse Dr. Litt. — Ele vai ficar bem apertado quando eu terminar. — Ele abriu Fido um pouco mais, esticando mais do que dois dedos, mas não o suficiente para impedir o prazer posterior de Timothy.
Fido choramingou e arfou contra a mesa. A sensação de ter o cu esticado era desconfortavelmente erótica. Doía o suficiente para que seu cu ardesse e queimasse, mas seu pau latejava e babava como se acolhesse a dor. Talvez alguma parte dele acolhesse. Entre sua mandíbula dolorida, seus mamilos prendidos e o espéculo esticando seu cu, ele estava com bastante dor. Apesar disso, ainda estava duro como pedra e tão excitado que não pôde evitar flexionar os quadris para frente algumas vezes, procurando algo contra o qual esfregar o pau.
O médico estalou a língua e deu um tapa na coxa do pet. — Fique quieto — disse ele. — Não posso dar uma olhada com você se contorcendo. — Ele apontou uma pequena lanterna para o cu de Fido, observando o pet se contrair ao redor do espéculo, tentando inutilmente fechar o ânus. O metal o mantinha aberto — não havia maleabilidade nele. Mantinha Fido escancarado e impotente enquanto Dr. Litt o examinava.
Após alguns momentos, o médico assentiu. — Tudo parece bem — disse ele. — Ele parece reagir bem ao afrodisíaco. Eu definitivamente recomendaria que você levasse um pouco para casa. — Ele puxou o espéculo do cu de Fido cuidadosamente antes de colocá-lo de lado para ser esterilizado. O buraco do pet se contraiu imediatamente, voltando àquela preguinha rosada e apertada. O médico sorriu, imaginando a diversão que Timothy teria fodendo aquele cuzinho apertado. Especialmente com Fido em um estado tão excitado e ansioso. Normalmente, um pet poderia ficar um pouco nervoso com sua primeira foda, mas com o afrodisíaco em seu sistema, Fido ofereceria seu cu como uma cadela no cio.
— Bem, acho melhor eu terminar. Tenho certeza de que não há nada de errado com a função sexual dele, mas não custa ser minucioso — disse Dr. Litt, libertando as bolas de Fido de suas amarras de couro. Elas imediatamente se retraíram para perto do corpo do pet, prontas para liberar sua carga. O médico então puxou o plug da uretra de Fido, colocando-o de lado para ser esterilizado junto com o espéculo.
Só o ato de ter suas bolas amarradas libertadas e o plug extraído de seu buraco de mijar trêmulo foi quase o suficiente para fazer Fido gozar. Ele arfou contra a mesa, gemendo delirantemente enquanto esperava ansiosamente para ser ordenhado. Todo o seu corpo formigava de antecipação. Ele podia sentir suas bolas se aproximando do corpo, seu pau pingando pré-porra na mesa de aço sobre a qual estava ajoelhado. O som ainda estava lá dentro, mudando e deslizando dentro de sua uretra sensível, fazendo-o choramingar e tremer. Ele estava tão perto que um único toque o levaria ao limite, e ele lutou para se dar isso, esforçando-se contra as algemas acolchoadas em seus pulsos.
— Você vai deixar o som dentro? — perguntou Timothy, parecendo surpreso. Ele observou o médico lubrificar os dedos novamente.
— Ah, sim. Não vai machucá-lo gozar com ele dentro — ele só vai esguichar na mesa, e acho que Fido aqui gosta de tê-lo fodendo o pau dele — disse o médico, dando um tapinha carinhoso na bunda do pet. — Eu dou aulas sobre brincadeira uretral segura toda quarta-feira de manhã, se você estiver interessado. Estou começando um novo curso na semana que vem. Você ganha um kit complementar de sons médicos no final. Vale bem o investimento, na minha opinião. E acho que seu pet vai gostar muito da sua nova habilidade. A sondagem é uma daquelas coisas que pode ser maravilhosa se você souber o que está fazendo, mas já tive muitos pets aqui com infecções ruins ou obstruções. Se você vai fazer, tem que fazer direito. — Dr. Litt olhou para Timothy. — E seria uma pena não fazer com este. Faz tempo que não vejo um pet tão responsivo a ter o pau violado. Agora, garoto, acalme-se e pare de lutar ou vou ter que lhe dar um sedativo.
Quando Fido parou de lutar contra suas amarras, o médico deslizou dois dedos lubrificados e enluvados de volta no pet. Ele ainda estava deliciosamente apertado. Dr. Litt demorou-se um momento, seu pau latejando em suas calças. Felizmente, seu jaleco branco de médico escondia seu pau duro da visão de Timothy. Após alguns segundos, o médico deslizou os dedos mais fundo e os dobrou, encontrando habilmente a próstata de Fido. Ele massageou firmemente, da mesma maneira que fizera quando estava fazendo o exame de próstata.
Fido arfou e tremeu na mesa ao sentir os dedos do médico violando seu cu novamente. Desta vez, ele sabia o que esperar e ansiava por isso. Até a dor de ter seu buraco apertado esticado parecia boa para ele. Ele retesou e gemeu de antecipação, dando um tremor de corpo inteiro quando os dedos do médico finalmente encontraram aquele ponto dentro dele. A sensação o dominou, seus mamilos prendidos latejando em sincronia com seu pau, seu cu se contraindo avidamente ao redor daqueles dedos enquanto o médico o massageava, enviando prazer intenso pelo seu corpo. Levou apenas segundos antes de Fido dar um gemido agudo, seu corpo retesando e seus dedos dos pés se curvando. O som bateu na mesa com um estrondo, metal contra metal. A porra queimou através do seu pau, ardendo sua uretra irritada enquanto ele esguichava pela mesa. A ardência só o fez gozar mais forte, seu cu ondulando e apertando ao redor dos dedos do médico como se estivesse tentando ordenhá-los. Ele gemeu, choramingou e ofegou, tremendo e se contorcendo durante o melhor orgasmo de sua jovem vida. Finalmente, o orgasmo diminuiu, seu pau escorrendo as últimas gotas de porra enquanto Fido relaxava, a mesa cromada coberta de gotas peroladas.
O médico deslizou os dedos do cu apertado do pet com uma risada. — Definitivamente nada de errado com sua função sexual — disse ele. Ele colocou o plug de rabo de volta no buraco de Fido, observando-o balançar enquanto o pet se contraía ao redor dele, tremendo de êxtase enquanto espasmos percorriam seu corpo. Dr. Litt soltou os grampos dos mamilos cuidadosamente, Fido choramingando com a dor do sangue fluindo de volta para seus mamilos sensíveis. Finalmente, o médico removeu o espéculo coberto de baba da boca de Fido e limpou seu queixo e pescoço. Quando terminou, ele tirou as luvas, jogando-as no lixo. Destrancou as algemas do pulso do pet e baixou Fido da mesa para o chão. — Tudo parece bem, Tim — disse ele, olhando para o pet trêmulo e ofegante a seus pés.
— Obrigado por tudo, doutor — disse Tim, levantando-se e apertando a mão do homem. — E acho que vou aceitar a oferta das aulas de quarta-feira.
— Escolha sábia, garoto, escolha sábia — disse Dr. Litt, sorrindo e dando um aperto firme na mão de Timothy. — Traga-o de volta em um mês para um check-up. Você pode acertar as contas com a Hilary na recepção, onde há uma variedade de produtos que você pode comprar para melhorar sua experiência com seu novo pet. A julgar pela responsividade dele, vocês vão se divertir muito quando chegarem em casa. — O médico piscou e sorriu, conduzindo Timothy e Fido para fora de seu consultório e para a sala de espera.
— Obrigado de novo, doutor — disse Timothy, colocando a coleira em seu pet e caminhando cuidadosamente com ele para fora da sala de espera, de volta à recepção. O pobre Fido ainda estava atordoado de sua ordenha, tremendo de vez em quando enquanto o plug de rabo o estimulava. Seu pau ainda estava duro, batendo em sua barriga enquanto ele se apressava para acompanhar seu novo dono.
— Sem problemas, Tim. Julia, venha limpar essa bagunça antes que meu próximo paciente chegue, pode ser? — Seu próximo paciente estava registrado em sua clínica há um ano, e Dr. Litt esperava ansiosamente para ver o quão largo ele poderia esticar o cuzinho de Jakey nesta visita.