Contos eróticos para ler inteiros.

Primeira Vez

Cecelia Explora o Gloryhole

suelkk18 min

Cecelia, uma esposa e mãe de 50 anos, nunca tinha pensado muito nessa situação até alguns meses atrás. Ela sabia que o marido tinha uma tara por esses sex shops sujos, mas ela sempre os achou um pouco nojentos. Claro, ela era progressista o suficiente para achar legais aquelas lojas mais sofisticadas, focadas no público feminino e sex-positive, que se encontravam nos bairros mais descolados da cidade. Mas este lugar, bem longe, nos subúrbios, na beirada de tudo. Depois das concessionárias de carros e negócios duvidosos, este sex shop adulto prometia algo diferente. Algo sujo. Algo que sempre a enojou. É verdade que, em momentos de brincadeiras no quarto, ela e o marido já tinham fantasiado com clubes e cinemas adultos, sempre tranquilos com a certeza de que isso nunca aconteceria. No entanto, desde que encontrou a coleção de pornografia do marido meses atrás, o sujo havia se tornado algo intrigante.

No começo, era apenas divertido se masturbar secretamente com a mesma pornografia que ele consumia. No início, Cecelia evitava a grande pasta de vídeos de gloryhole. Mulheres se degradando em cabines escuras e imundas. Engolindo esperma. Brincando com esperma. Por que alguém sentiria tesão nisso? Era simplesmente nojento e brochante. Mas depois de percorrer freneticamente os pornôs lésbicos, depois as MILFs, gang bangs e até alguns vídeos questionáveis de 'madrasta', numa tarde de frenesi masturbatório, Cecelia colocou um vídeo de gloryhole. Sem nem perceber que era isso no começo. O vídeo começou na metade, um close no rosto de uma mulher, de meia-idade, em puro êxtase excitado. A filmagem amadora recuou, revelando que ela estava nua, com a bunda pressionada contra uma parede. O quarto não era maior que um pequeno armário. 'Ai, Deus, fode essa boceta, baby, fode minha boceta de casada', a mulher do vídeo olhou diretamente para a câmera ao dizer isso. Foi exatamente nesse momento que Cecelia gozou, intensamente. Só o pensamento dessa mulher casada, de meia-idade, trepando com um estranho anônimo a levou ao limite. Todo o seu corpo se contraiu, o espasmo orgástico subindo de seu clitóris bem trabalhado.

Foi assim que ela se viu, timidamente sentada no carro, juntando coragem para entrar. Nas seis semanas anteriores, havia sido só pornô de gloryhole e cinema adulto, todo dia. Nos fins de semana, a dona de casa peituda e de cabelos longos se escondia no banheiro, celular na mão, assistindo mulheres de todas as idades, amadoras, profissionais, jovens e velhas, chupando paus, fodendo com paus, recebendo esperma em seus corpos, cobrindo os peitos com o fluido de homens estranhos. Com 1,73m e 86kg, seu corpo maduro exibia uma bunda agradavelmente grande e seios redondos. Uma leve barriga que já não a incomodava. As favoritas eram as mulheres casadas, às vezes fazendo aquilo para os maridos, às vezes para si mesmas. Foi essa overdose de pornô e masturbação que a levou a pesquisar este lugar. A quase uma hora de carro de casa. As avaliações prometiam um sex shop padrão, talvez tentando ser um pouco sofisticado, mas a real atração do lugar era o suposto labirinto de cabines de vídeo nos fundos. Algumas supostamente com gloryholes nas paredes entre as cabines.

Sentada no carro, tentando se preparar mentalmente para entrar. Pensava nas mulheres daqueles vídeos e, de repente, se deu conta de como estava incrivelmente molhada. 'Ainda bem que não estou de saia', pensou consigo, para que o banco não ficasse escorregadio com seus fluídos. 'Foda-se!', exclamou para si mesma. 'Eu vim até aqui, só quero ver se é real', pensou em voz alta. O plano era só entrar, ver o que tinha lá. Talvez assistir um pornô. Era bem cedo, 11h da manhã. Meio de semana. Melhor hora para garantir que haveria poucas pessoas. Ninguém para vê-la. O estacionamento confirmava isso. Só havia dois outros carros no terreno de tamanho médio. Só entrar, ver qual é. Simples, entra e sai. 'Deus, como estou molhada', pensou. Abaixando a mão para se tocar, deu um pulinho. Muito mais sensível do que havia antecipado. 'É agora ou nunca.'

Saindo do carro e cruzando rapidamente o estacionamento, sem ousar olhar se alguém poderia estar observando, sua mão alcançou a maçaneta para abrir a porta. Ela engoliu em seco, respirou fundo e entrou. A primeira coisa que notou foi o cheiro. Era forte, com aroma de produtos de limpeza pesados, água sanitária, quase insuportável. Teve um momento de pânico, pensando em dar meia-volta. Mas se conteve, caminhando loja adentro. Um homem estava encostado atrás do balcão. Quando ela entrou, ele estava ocupado abrindo caixas recém-entregues com mercadorias para venda, sem nem se dar ao trabalho de olhar para cima. Havia um aviso no balcão. 'Somente funcionários além deste ponto', dizia. Logo depois do balcão, uma pequena passagem que levava ao que ela supôs ser a área das cabines de vídeo. Sem saber o que fazer em seguida, ela se aproximou.

'Hum, oi. Estou procurando as cabines de vídeo. Tem que pagar para entrar?', perguntou, tentando soar casual e nem um pouco parecida com a bagunça excitada que sentia por dentro.

O homem ergueu a cabeça, finalmente encontrando seus olhos. Ele era mais jovem, talvez no final dos 20 anos. Não era feio, mas também não era excessivamente bonito. Ele fitou seus olhos com um sorriso amigável no rosto. Observava aquela mulher mais velha e atraente, vestida como uma mãe que vai fazer compras no supermercado. Legging preta, uma camisa listrada de branco e azul com um moletom azul claro por cima. O moletom não fazia nada para esconder seus seios fartos.

'Ah, sim, claro. Não tem taxa de entrada, mas você tem certeza que quer ir lá para trás? Não acontece nada lá que não deva, se é que me entende. Mas, hã... são mais homens que vão para lá. Casais à noite, às vezes, mas mulher sozinha... Você tem certeza que quer ir lá para trás?'

As palavras do homem não a desencorajaram. Ela assentiu, sentindo uma mistura de excitação e medo. 'Sim, tenho certeza. Eu só... quero ver se é real. Sabe, o que dizem. Eu vi os vídeos.' Fez uma pausa, percebendo o quão ridículo aquilo devia soar. 'Quer dizer, estou só curiosa. Não é como se eu... você sabe, gostasse desse tipo de coisa.'

Ele sorriu de forma tranquilizadora, apoiando-se no balcão. 'Ok, bem, não posso te impedir. Mas, como eu disse, são mais homens lá atrás. E... bom, você sabe. Só para você saber, custa dinheiro para usar.' 'As máquinas aceitam notas de um, cinco e vinte.'

Remexendo no bolso do moletom, Cecelia tirou uma nota de US$ 20 cuidadosamente dobrada. 'Você pode trocar isso para mim, por favor?'

O atendente pegou a nota. 'Uma mistura de notas de um e cinco serve para você?'

'Sim, por favor', sorriu nervosamente para ele. O atendente contou o dinheiro e o entregou à mulher, que estava ficando levemente corada. 'Obrigada', disse baixinho, enquanto agarrava o pequeno maço de cédulas.

'Está vazio esta manhã, provavelmente um bom momento para dar uma olhada sem ser interrompida', ele comentou com ela quando ela se virou para sair. O atendente não resistiu a olhar para sua bunda rechonchuda, bem realçada pela legging que vestia.

A passagem era mal iluminada; na entrada, uma parede enorme mostrava capas de filmes pornôs, com números abaixo de cada uma. Passando por ela, um pequeno labirinto de corredores com cabines alinhadas dos lados. A maioria estava quieta, mal iluminada por dentro, com as portas ligeiramente abertas. Uma tinha uma luz suave e bruxuleante filtrada pelas frestas, com uma luz vermelha brilhando acima da porta fechada. Sons de gemidos ecoavam do vídeo que estava sendo reproduzido. Cecelia hesitou por um momento, sentindo uma mistura de antecipação e nervosismo. Respirou fundo e caminhou para o fundo das cabines. Entrando numa bem no final, a porta se abriu silenciosamente, revelando um quarto pequeno com um banco numa parede oposta à porta. Uma tela de vídeo reproduzia um anúncio mudo, embutida num gabinete logo à esquerda da entrada.

O quarto era surpreendentemente limpo, embora mal iluminado. Ela olhou ao redor, notando uma série de botões e interruptores na parede ao lado do monitor. Uma fenda para inserir notas. O pensamento de se masturbar naquele espaço lhe provocou um arrepio na espinha. Havia um dispensador de papel-toalha na parede, junto com uma pequena lixeira vazia no canto. Fechando a porta atrás de si com um clique, ela entrou completamente na cabine. Na parede adjacente à cabine vizinha, lá estava ele, o mítico gloryhole. Um buraco oval alongado na parede. Cerca de 15 cm de altura, 10 cm de largura. Seu coração batia forte no peito. Todo o seu corpo estava tenso de energia nervosa. Inclinou-se ligeiramente para espiar através dele; a cabine ao lado estava vazia. 'Que alívio', pensou. A excitação da possibilidade colidindo com a realidade. Claro, é excitante pensar num pênis estranho saindo da parede, tocá-lo, chupá-lo, talvez até mesmo foder com ele. Mas e se? E se ela for pega? E se o marido descobrir? E se ela perder o controle da situação?

Ainda assim, ali naquele quarto, cedo. A loja estava suficientemente vazia; as chances de um encontro pareciam improváveis. Enfiando a mão no moletom para pegar seu maço de dinheiro, 'Só um dólar. Já que estou aqui, é melhor aproveitar o momento'. Inserindo a nota na fenda, o monitor de repente ganhou vida. Mais alto do que desejaria, estava estridente. O vídeo era um pornô gay. Um homem musculoso fodendo rudemente um rapaz menor e mais jovem. 'Bom, isso não é nada do que eu quero.' Rapidamente abaixou o volume, temendo que atraísse atenção. Em seguida, era preciso encontrar outro vídeo. Qualquer outro vídeo. Os controles eram simples. Quatro botões: dois para volume, dois para mudar de canal. Para cima ou para baixo? Subindo, mais pornô gay. Subindo de novo, gang bang gay. 'O que está acontecendo aqui, é tudo gay?', pensou. Finalmente, depois do que pareceu duas dúzias de canais, o número subindo para 100 e depois recomeçando em 1. O canal 1 era um vídeo padrão de mulher peituda com pênis grande. Apertando para subir nos canais, o pornô ficava mais pesado. Sexo a três, bondage, gang bangs, paus enormes. A overdose pornográfica estava afetando Cecelia. Contorcendo-se, ela finalmente parou num vídeo de uma MILF mais velha, bunda grande, peitos grandes, chupando furiosamente um grande pênis negro enquanto um pênis branco a preenchia por trás. 'Finalmente, isso é excitante...'

Click! A tela de repente voltou para o anúncio. Tudo ficou em silêncio. A luz fraca acima de sua cabeça se acendeu.

'Bem, merda', ela sussurrou para si mesma. O tempo havia acabado, justo quando estava ficando bom. Talvez um minuto tivesse passado. A imagem na tela: uma estrelinha escassamente vestida dançando. O texto informando aos clientes que US$ 1 dá 1 minuto de exibição. US$ 5 dão 7 minutos. US$ 10, 20 minutos. US$ 20, uma hora inteira. Quanto mais dinheiro, mais tempo. Atrapalhada no moletom, puxou duas notas de cinco, inserindo-as na máquina. 'Deus, espero não ter que achar aquilo de novo.' Felizmente, a tela voltou à vida com o mesmo trio ainda fodendo furiosamente.

Cecelia olhou nervosamente para a cabine vizinha, ainda vazia. Ela tinha mais alguns minutos. Ficando de pé, um pouco insegura sobre a limpeza do banco e sem querer sentar, começou a se masturbar. Lentamente, por cima da legging. Pressionando os dedos no clitóris. As camadas de tecido abafando a intensidade do toque. Os sons do vídeo, sua excitação crescente preenchendo a pequena cabine. Suas mãos explorando o corpo, os ruídos do pornô invadindo seus ouvidos. Era tão bom, tão pervertido. Ela não se lembrava da última vez que havia se sentido tão exposta e suja. Abrindo o zíper do moletom, praguejando por dentro porque o sutiã limitava o acesso aos mamilos. Parecia ainda mais pervertido alcançar as costas, desenganchando-o. Desvencilhando-se sem tirar a blusa, agora tinha acesso aos seus mamilos rígidos e sensíveis. Cuidadosamente, colocou o sutiã na parte do banco mais afastada da tela, que parecia a opção mais limpa. Cecelia então voltou toda sua atenção para o ménage na parede.

O homem branco estava fodendo a mulher de quatro, seu pênis incrivelmente grosso desaparecendo e saindo dela enquanto ela gemia. O pau negro musculoso enchia sua boca. Era mais do que Cecelia poderia ter imaginado. O pênis do primeiro homem, o corpo da mulher, empurrando-a para o segundo pênis. Era tudo muito excitante. Ela podia sentir o cheiro de sua própria excitação, a umidade entre as pernas, a tensão se acumulando dentro dela. O pornô só intensificava tudo. Ela mordeu o lábio inferior, mais forte à medida que o prazer aumentava. Seus quadris começaram a se mover no ritmo do vídeo, seus dedos encontrando o compasso. Uma mão na virilha, a outra sob a blusa puxando um mamilo, depois o outro. O homem na tela estocava a mulher com força, seus grunhidos enchendo o quarto. Cecelia arqueou as costas, apertando o seio com força, seu próprio orgasmo prestes a desabar sobre ela numa onda de prazer.

E então, ela ouviu um barulho. Um clique suave da cabine ao lado. Um arrastar, o som de tecido. Ela congelou, o corpo tenso, a respiração presa na garganta. Seu orgasmo foi esquecido, o prazer se esvaindo enquanto o medo e o pânico a preenchiam. Olhou nervosamente para a porta, certificando-se de que havia trancado. Esperando um pênis irromper através do buraco, nada aconteceu. Nada aconteceu? 'Segura por enquanto', pensou. Da cabine ao lado, o brilho fraco do vídeo começando, sons gravados e úmidos transbordando para sua cabine. Cautelosamente, afastando-se um pouco, ela espiou pelo buraco. Olhos arregalados. Bunda, não pênis, era o que ela via. Seu novo vizinho estava de costas para sua cabine e pressionado contra a parede oposta. Foi então que Cecelia percebeu que sua cabine do final só tinha aquele buraco, mas as cabines do meio os tinham em ambos os lados. 'Ele deve estar recebendo um boquete', pensou.

Espionar a excitou novamente. Abaixando a mão, por baixo da legging, seus dedos encontrando sua umidade escorregadia. O homem começou a gemer, seus quadris se empurrando contra a parede. Cecelia mordeu o lábio inferior, a vontade de gozar se acumulando novamente. 'Não! Ainda não. Preciso vê-lo terminar primeiro.' O homem começou a grunhir e de repente parou de se mover. Pressionou-se contra a parede. Soltando um gemido alto e suspiroso, ele se afastou. Em sua clareza pós-orgasmo, ele vestiu as calças incrivelmente rápido e saiu da cabine, o pornô ainda altissonante, Cecelia nem teve tempo de reagir. Assim, ele se foi.

'Caralho, mas aquilo foi excitante.' Recostando-se do buraco, finalmente sentando no banco. Ela levantou a blusa, arejando seus pesados seios maduros. A legging agora atrapalhando a foda furiosa que desejava que seus dedos executassem. Baixá-la só até a metade não era suficiente, apenas prendia suas pernas. Desajeitadamente, tirá-la sem remover os sapatos foi um truque, mas no final ela estava sentada sobre a peça, provendo alguma proteção contra o banco de madeira pintada. Pernas abertas, blusa levantada, moletom ainda no corpo. O cheiro de sua boceta pingando preenchia o pequeno espaço. Cheirava a sexo. O trio em sua tela agora estava em sexo vaginal duplo, a mulher ensanduichada entre os dois garanhões. Três dedos massageando profundamente o interior de Cecelia.

Cecelia gemeu, balançando os quadris, imaginando que eram os grandes paus que ela sentia. Ela podia se sentir chegando perto novamente, a tensão se reconstruindo. O prazer que sentira da boceta e dos mamilos era intenso, como nada que ela jamais experimentara. Ela chupou o lábio, imaginando que era um dos paus entre seus dentes. Seus dedos se moveram mais rápido, sua respiração vindo em ofegos curtos e roucos. O prazer era quase insuportável. Era tão bom ser tão lasciva.

Ela olhou de relance para a cabine ao lado. Certa de que estava ocupada novamente. Espiando para dentro, essa nova pessoa estava outra vez no outro lado da cabine, mas desta vez não de costas. Ela só podia ver do meio do tronco até logo acima do joelho. Seu pênis orgulhosamente exposto. Não era um dos monstros pornográficos de sua tela, mas era muito, muito bom. Duro. Erêto. Orgulhoso. Uma mão vinha através do buraco oposto, masturbando aquele pau orgulhoso enquanto seu dono assistia pornô.

O tempo havia passado rápido. O vídeo de Cecelia desligou novamente. As luzes do teto acenderam fracamente. 'Merda!', ela murmurou para si mesma. Lá estava ela, vestida como o Ursinho Pooh, com a bunda de fora. Rapidamente, atrapalhada, enfiou o dinheiro que tinha na máquina, para retornar ao que estava fazendo. Olhando de volta pelo buraco, a cena havia mudado. Sr. Pau Orgulhoso tinha se aproximado. Do buraco em sua cabine.

Cecelia sentiu-se corando, um arrepio percorrendo sua espinha. Ela já tinha visto pênis antes, mas este era diferente. Pesado. Novo. Não era o do marido. E estava bem ali, na sua frente. Ela podia tocá-lo. Ela podia tocá-lo! Percebendo, pelo que acabara de testemunhar, que podia estar segura. Ela não precisava chupar ou foder aquele pênis. Este buraco. Isso lhe dava controle. Estava de frente para ela agora. Este pênis grosso e estranho. Este pênis que não pertencia ao seu marido. Ela não o conhecia, ele não a conhecia. Enfiando a mão através do buraco, coração acelerado, batendo tão forte que era tudo o que conseguia ouvir. Ela o agarrou.

A sensação da pele lisa dele na sua mão era estranha, erótica. Ela apertou, sentiu-o ficar mais duro em seu punho. O Sr. Pinto Orgulhoso gemia, a mão dela se movendo mais rápido, os quadris dele empurrando de leve. Ela podia sentir o calor emanando do pau dele, o peso na mão. Parecia muito maior que o do marido. Não conseguia evitar se perguntar como seria senti-lo dentro dela. A mão livre foi para o próprio seio, apertando e beliscando o mamilo, aumentando seu prazer.

Os gemidos e grunhidos dos vídeos de outras cabines enchiam os corredores, mas agora eram apenas ruído de fundo. Era só ela e o Sr. Pinto Orgulhoso. O moletom escorregou pelo ombro dela, e ela retirou a mão. Estava tão quente na sua pequena sala. Deslizou o moletom para o chão. Agora vestindo apenas a camiseta e os tênis. Levou o moletom até o buraco, almofada para os joelhos. Tomando uma decisão repentina, puxou a camiseta pela cabeça. Agora nua em seu próprio mundo. Ajoelhada, sua grande bunda madura quase tocando o chão, os seios arfantes perigosamente perto de encostar na parede. O Sr. Pinto Orgulhoso tinha se aproximado. Vazando pré-gozo nos dedos dela, ela o puxou para dentro da cabine. Ou a única parte dele com que se importava, de qualquer forma. Descendo a mão entre as pernas, ela recolheu, sim recolheu de tão abundante, a lubrificação mucosa e escorregadia. Levando-a para aquele pau.

A mão agora deslizava com muita facilidade. Rapidamente. Cuspindo nele, deixando mais molhado. Cecelia ergueu os seios, o pau lubrificado mais que o suficiente para permitir um trabalho sem fricção com os peitos. O homem do outro lado gemeu. Será que já tinha percebido que era uma mulher? Grunhiu e bateu na parede. "Batendo? Ele quer entrar?" Então aconteceu. Ele jorrou sua porra. Tanta porra. Por todo os seios e pescoço dela. Escorrendo grossa.

Ela não conseguiu evitar um gemido. Era tão quente. Tão espesso. Seus mamilos estavam tão duros. A sensação era tão boa. Ela sentia escorrer entre os seios. Sua boceta, encharcada dos próprios fluidos, latejava. O marido estava tão longe. E ela podia sentir a umidade dele nos dedos. Mais porra. A boceta deu um espasmo, a respiração ficou em arfadas erráticas. Estava tão perto. Levou os dedos aos lábios, provando o homem. Provando ele. Lambeu a porra dele dos dedos, saboreando o gosto.

O Sr. Pinto Orgulhoso foi embora. Ainda ajoelhada no buraco, Cecelia afastou os joelhos e começou a se masturbar com a mão livre de porra, forte, rápido, molhado. O orgasmo atingiu como uma tonelada de tijolos, o corpo todo estremecendo enquanto gozava, derramando seus fluidos pelas coxas e no moletom. Ela desabou para frente, se apoiando no buraco, ofegante e tentando diminuir o coração acelerado. A umidade do próprio gozo e os resquícios do estranho eram um lembrete do que acabara de fazer, e ela se sentiu envergonhada e incrivelmente excitada.

Enquanto ficava ali deitada, exausta e arfante, tentou se convencer de que aquilo fora apenas um momento de fraqueza, um lapso de julgamento. Contaria ao marido mais tarde, e ele entenderia. Ele a perdoaria. Ele sempre perdoava. Mas no fundo, sabia que aquilo era mais do que um erro. Era um desejo que mantivera escondido por tempo demais, e agora estava à solta, ardendo intensamente.

Vestindo-se o melhor que pôde. Usando toalhas de papel e as partes limpas do moletom que conseguia identificar no escuro para se limpar. "Bom, isso foi pro saco" pensou consigo mesma. Amassando o sutiã e a calcinha dentro do moletom, o vídeo desligou bem quando ela alcançava a porta. Saindo rapidamente para as luzes brilhantes da loja. Grata por não ter cruzado com ninguém no caminho até o carro. Jogando o embrulho de roupa suja no porta-malas, mal passava das 13h. Tempo de sobra para chegar em casa.

Assuntos desta história

Para ler em seguida