Contos eróticos para ler inteiros.

Sexo Anal

Castigo Anal para Amantes Infiéis

NatashaPrazeres15 min

Eu estava esperando no aeroporto há horas quando finalmente ouvi o anúncio de que meu voo havia sido cancelado e não haveria outro até o dia seguinte. Eu ia visitar minha irmã na Califórnia, mas agora minha partida teria que esperar até amanhã. Então fui até o estacionamento pegar meu carro e voltei para casa.

Quando abri a porta da frente da minha casa, ouvi que tinha alguém em casa no andar de cima. Isso foi inesperado. Meu marido sempre estava no trabalho a essa hora e nossa filha de 5 anos estava passando uns dias na casa de uma amiga. Mais curiosa e intrigada do que preocupada – a fechadura não tinha sido arrombada –, subi na ponta dos pés e fui em direção ao nosso quarto. A essa altura, eu já conseguia ouvir os sons melhor, e o que eu ouvia era definitivamente o som de uma mulher!

A porta do nosso quarto estava aberta e, quando olhei para dentro, a cena me fez engasgar. Lá estava meu marido Scott fodendo alguém! E com certeza absoluta não era a esposa dele, que estava ali parada, olhando com espanto. Na verdade, eu vi imediatamente quem ele estava fodendo. Era Amy, nossa babá, aquela linda universitária de dezenove anos da casa em frente, que cuidava da Sarah desde que ela era pequenininha. Agora que Amy estava fora na faculdade, ela ficava com a gente durante as férias escolares ou no verão, como agora.

Lá estava ela, magra e ágil e completamente nua, em cima do meu marido, montada nele, cavalgando o pau grande dele. A visão do pau duro e brilhante dele mergulhando na boceta jovem e obviamente muito excitada dela fez minha cabeça girar, quase me fez desmaiar. Eles ainda não tinham me visto e ela estava cavalgando ele com força, com energia e entusiasmo e luxúria juvenil, gemendo e suspirando, seus longos cabelos castanho-avermelhados balançando de um lado para o outro enquanto saboreava excitadamente o pau do meu marido.

Então, num instante, meu choque atordoado e incrédulo se transformou em raiva pura, crua e ardente.

"Que porra é essa!" eu gritei.

O movimento deles parou abruptamente; eles congelaram. Então Amy se desengatou rapidamente, levantando-se de cima de Scott e caindo ao lado dele, os dois me encarando, atordoados em silêncio, olhos arregalados, bocas abertas de surpresa chocada.

"Hã—eu-—hã—achei que você estava a caminho de San Diego," meu marido murmurou estupidamente. É possível um marido pego nessas circunstâncias dizer algo que não fosse completamente ridículo? Acho que não.

"Bom, obviamente não estou," eu zombei friamente, "estou bem aqui, vendo meu marido fodendo nossa babá."

Amy não conseguia decidir se deveria se agarrar ao meu marido, se afastar dele, ficar deitada ou se levantar. Obviamente qualquer coisa que ela fizesse agora seria muito, muito constrangedora. Scott, por sua vez, só ficou deitado, seu corpo magro e musculoso confiantemente posicionado, como sempre, seu pau não mais ereto, mas ainda grosso e inchado e todo molhado da boceta da adolescente. Por alguma razão eu não conseguia tirar os olhos daquele pau, momentos atrás o instrumento do adultério, enfiado numa boceta que não era a da esposa dele. Mas embora seu corpo estivesse lânguido, seu rosto registrava alarme, alarme e medo. E ele tinha bons motivos para seu medo e alarme, pois Scott sabia muito bem o quão feroz eu podia ficar quando me sentia traída ou ficava puta da vida.

Não que eu estivesse totalmente surpresa. Uma vez antes eu tinha pego meu marido traindo. Não o peguei em flagrante daquela vez, mas o telefonema que ouvi me contou tudo que eu precisava saber, e eu o confrontei. Scott implorou que eu o perdoasse e jurou que nunca mais me trairia. Eu o perdoei e acreditei nele. Obviamente minha confiança foi mal colocada.

E Amy? O que posso dizer, ela era uma adolescente de arrasar, do tipo que daria tesão até em um cadáver. A essa altura, aos dezenove anos, machos de todas as idades viravam o pescoço quando ela aparecia. Como ela cuidava da nossa filha regularmente, Scott não precisava virar muito o pescoço. Eu tinha flagrado os olhares furtivos dele muitas vezes quando ela estava aqui, mas isso eu podia perdoar. Scott era um homem sexual e eu mesma não sou de se jogar fora, e com certeza apreciei o jeito que ele sempre me olhava quando nos conhecemos e depois namoramos. Então eu não podia fingir que ele não notaria e apreciaria a beleza muito sexy dela e sua energia sexual juvenil. Isso não significa que eu esperava que ele a fodesse. E eu confiava nela; ela cuidava da Sarah há anos e eu nunca suspeitei que um dia ela acabaria de boa vontade na cama com meu marido. Obviamente eu estava errada sobre isso também.

"Sinto muito, Sra. Simmons. Sinto mesmo," Amy sussurrou com uma voz trêmula, quase medrosa.

"Sentir muito não é nem de longe o suficiente" eu respondi friamente. "Há algum castigo merecido aqui, para vocês dois, e depois algumas mudanças reais."

De repente eu soube exatamente o que ia fazer; exatamente qual seria aquele castigo.

"Scott já tentou comer o seu cu também, Amy? Ele adora isso. Ele sempre tentou isso com as mulheres, mas geralmente é recusado. Levou um tempo até que eu finalmente deixei ele experimentar a minha portinha de trás."

"Ah não, Sra. Simmons, eu nunca dei por trás. E de qualquer forma, ele é grande demais para isso," ela disse, então mordeu o lábio, percebendo que não deveria estar falando sobre o quão 'grande' Scott era para a esposa de Scott.

Agora, calma como podia ser, eu tirei minhas roupas, chocando os dois. Eles não se mexeram.

Então fui na minha gaveta de calcinhas e peguei algo no fundo, um consolo enorme, mostrando para os dois.

"É assim que eu 'traio', Scott," eu disse, balançando o consolo na cara deles. "Você pode ser grande, querido, mas às vezes você não é grande o bastante para mim. E é aí que esse bebê, esse pedaço de borracha resolve."

Quando fui na loja de produtos eróticos e comprei o consolo, vi que ele vinha com um arnês, para poder ser afivelado. Mas como eu usava em mim mesma, não precisei do arnês. Por sorte, eu não tinha jogado fora e agora o puxei para fora da gaveta, prendendo o consolo no arnês e afivelando em mim.

Então desfilei na frente do meu marido adúltero e da vadiazinha adolescente dele, exibindo minha grossa rola de borracha de vinte e cinco centímetros. Na caixa dizia que o consolo era moldado a partir do pau verdadeiro de um ator pornô pauzudo, e a foto dele estava na caixa. Realmente parecia realista, e com certeza era uma delícia enfiado na minha boceta.

"Ei Scott," eu disse zombeteira, olhando para o meu marido, "acho que quero foder nossa babá também."

Ambos permaneceram congelados como estátuas.

"Amy," eu disse, bruscamente, "fique de quatro sobre os cotovelos e joelhos e empine essa bundinha linda e aparada para eu ver."

Ela olhou para Scott, sem saber o que fazer, como se precisasse da permissão dele.

"Que porra você está esperando!" eu lati, "ponha-se de quatro! De quatro!"

Assustada, ela se apressou, virando-se e assumindo a posição. Eu tinha que admitir que ela parecia bastante atraente. Eu tive alguns casos rápidos com garotas na época da faculdade, então certamente não era imune aos encantos sexuais de uma dezenove anos ultra-sexy como Amy, especialmente agora que ela estava empinando a bundinha apertada, aparada e sedosa para mim.

"Meu marido decidiu que ia foder você," eu zombei, "então acho que vou foder você também. Só que vou foder você onde o Scott não foi; vou foder o seu cu!"

Ela disse que não conseguia nem pensar em levar o pau do Scott no cu virgem, e meu consolo era pelo menos dois centímetros mais longo, e era mais grosso que o pau do Scott. Só que com o Scott ela tinha escolha, ela podia dizer não. Comigo ela não teria essa escolha.

"Ah não! Aí não! Por favor!" ela implorou, olhando para mim com olhos medrosos, ofegante. "Nunca levei nada por trás. E essa coisa é tão enorme!"

"Como eu disse, vocês dois precisam ser punidos." eu disse friamente, "então não dou a mínima para o que você já levou ou não, e o que você acha que pode ou não aguentar."

"Ah por favor, por favor, por favor... não!" ela suplicou

"Você quer que eu conte para todas as outras esposas para quem você cuida dos filhos que você gosta de foder os maridos delas? Talvez contar para nossos vizinhos? Contar para a sua mãe, quem sabe?"

"Ai meu Deus não, por favor não! Não faça isso. Por favor não conte para ninguém!"

Agora Scott, parecendo culpado e alarmado, estendeu a mão para agarrar meu braço.

"Não, querida, aí não. Ela é tão jovem e nunca deu o cu. E você se lembra quanto tempo levou até você conseguir aguentar meu pau lá atrás confortavelmente, lembra?" meu marido disse, olhando para mim implorante.

Eu olhei para ele, um sorriso frio no rosto. Que audácia! Eu pego ele fodendo nossa babá – em quem confiei e empreguei por anos – e agora meu marido está tentando proteger a putinha e seu delicado cuzinho virgem.

"Ah, buá buá! Pobrezinha da bebezinha fode meu marido e agora eu tenho que ter pena dela e do cuzinho virgem de adolescente dela. Eu não jogo desse jeito!"

Fui na gaveta da mesa de cabeceira e peguei o lubrificante que usamos nas ocasiões em que deixo Scott me comer analmente. Então passei uma boa quantidade do gel entre as nádegas lisas e juvenis de Amy e espalhei. Ela tinha um cuzinho tão lindo e parecia ainda mais lindo todo melado.

"Ai meu Deus! Por favor, ai merda, ai não!" ela gemeu com a voz embargada, mordendo o lábio, enterrando o rosto no travesseiro enquanto Scott olhava incrédulo, completamente impotente agora.

"Então vocês dois gostam de foder, hein? Bom, eu também adoro foder," eu zombei enquanto me ajoelhava atrás de Amy e pressionava a ponta do consolo contra o cuzinho dela. Então agarrei os quadris dela e enfiei aquele bebê bem onde ela merecia, bem no cu dela que de repente não era mais virgem.

"Ai caralho! Ai meu Deus!!!!" ela guinchou, tentando se afastar enquanto eu a segurava, empurrando firmemente para dentro do reto dela. Meu marido tinha feito o que quis com a vagina dela. Bom, o reto dela seria o meu playground.

"Vá devagar com ela, vá com calma... por favor!" meu marido insistiu.

"Cala a porra da boca!" eu rosnei para ele, "olhe e aproveite se quiser, mas cala a porra da boca, Scott."

E ele calou a boca enquanto Amy ficava mole e impotente, soluçando baixinho enquanto eu sodomizava impiedosamente o bundinha linda dela. Levei meu doce tempo fudendo-castigando o cuzinho dela enquanto meu marido observava. Agora que ele tinha superado o choque de ser descoberto como o cônjuge infiel, o pau dele estava ficando duríssimo de novo enquanto ele via sua esposa foder impiedosamente o cu da nossa babá.

"Aposto que você gostaria de foder mais a Amy, hein Scott?" eu disse enquanto continuava a martelar ela, "e agora que eu já experimentei ela e ensinei uma lição à vadiazinha, talvez eu deixe você."

Scott se iluminou de prazer, sem acreditar no que ouvia. Será que podia ser? Depois de pegá-lo com a Amy daquele jeito, repreendendo-o, será que sua esposa podia agora realmente estar deixando ele voltar para sua diversão adúltera com a adolescente sexy? Só porque eu tinha tido minha vez com ela? Será que Scott podia ter tanta sorte assim? Será que ele podia ser um marido infiel tão sortudo assim? Bom, eu o deixaria pensar que sim, e então garantiria que ele recebesse o seu castigo e aprendesse a sua lição!

Então eu tirei o consolo do cu jovem de Amy, um pouco emocionada por ter sido eu quem acabou com sua virgindade anal, e tomando um momento para absorver a visão obscena do cuzinho arrombado e bem fodido dela.

"Agora deite de costas, Amy, e abra bem as pernas, exatamente como estava quando eu entrei aqui," eu disse a ela enquanto ela obedecia, completamente submissa agora, até um pouco fascinada por mim, eu percebi. Ela estava deitada de costas agora e abrindo bem para exibir aquela bocetinha dela, a que meu marido estava aproveitando tanto. Eu me virei para Scott.

"Ok, querido, você pode voltar a foder ela," eu disse a ele enquanto ele ainda parecia um pouco atordoado com tudo aquilo, ainda incrédulo. Mas o pau dele com certeza acreditava, duro como pedra de novo e depois de defender a causa dela com certeza apreciando o jeito que sua esposa tinha arrombado e martelado o cu da babá adolescente.

Ele deslizou seu corpo magro e musculoso entre as pernas dela e voltou a foder ela, ambos me olhando um pouco culpados, como se não conseguissem acreditar que tinham recebido sinal verde.

Mas agora eu tinha outra coisa em mente, algo para o meu marido.

"Agora estique a mão e segure as nádegas do Scott bem abertas enquanto ele fode você," eu disse a Amy. Ela não perguntou por quê, só obedeceu. Mas meu marido olhou para mim um pouco preocupado. Lá estava o cuzinho dele todo exposto, aparecendo por entre a fenda aberta. Eu já tinha lambido aquele buraco muito, enfiado o dedo enquanto chupava o pau dele às vezes, mas quando uma vez eu toquei no assunto de possivelmente foder meu marido com um consolo para ele sentir como era ser fodido, ele me fez tirar essa ideia da cabeça. Ele disse que era muito apertado para isso (como se eu não fosse quando ele fodeu meu cu!) e, além disso, ser fodido por trás o faria se sentir meio viadinho, um baitola. Homens podem ser tão burros às vezes sobre sua sagrada identidade heterossexual.

"Agora o seu cu vai ser fodido, viado!" eu zombei desdenhosamente para o meu marido.

"Ah, mas querida, a gente já conversou sobre isso. Eu sou muito apertado," ele disse, com um pouco de medo nos olhos agora, um pouco de susto, sentindo-se vulnerável.

"Você é pior que a Amy!" eu zombei desdenhosamente, "Continue só metendo na boceta da sua namoradinha e cala a porra da boca. E você, Amy? Continue só segurando o cu do Scott bem aberto para mim."

Agora eu passei uma boa quantidade de lubrificante entre as nádegas do meu marido, olhando por sobre o ombro de Scott para Amy, sorrindo para ela enquanto ela olhava para mim, ainda atordoada, fodendo meu marido de novo, mas agora constrangida, segurando ele aberto para mim, como eu exigi. Enquanto ela o segurava e depois que eu o engraxei, eu me ajoelhei atrás dele enquanto ele metia lentamente entre as pernas abertas de Amy e eu pressionei a ponta do consolo contra o cuzinho dele. Ele olhou por sobre o ombro para mim.

"Por favor querida, vá com calma, vá devagar," ele implorou.

"Eu já não mandei você calar a porra da boca!" eu lati para ele enquanto enfiava o consolo grosso com força e fundo num único impulso brutal. Eu acabei de desvirginar meu segundo cu virgem nos últimos dez minutos.

"Ai Deus, não, não, não!" ele choramingou. "É demais, é grande demais."

"Ah, sim, sim, sim!" eu sibilei no ouvido dele. "Se não era grande demais para a Amy, com certeza não é grande demais para você."

Eu comecei a foder o cu do meu marido com vontade agora, trabalhando o comprimento total dentro dele a cada estocada. Inclinando-me enquanto o fodia, me vi cara a cara com Amy. Seus olhos estavam brilhando e seus lábios estavam curvados num sorriso malicioso. Ela com certeza parecia estar gostando dessa parte, ter a esposa fodendo o marido enquanto o marido fodia a babá.

"Você gosta de segurar ele bem aberto para mim assim?" eu perguntei a ela.

"Ah sim, eu adoro!" ela arfou, "fode ele, fode o cu dele! Você fodeu o meu, então você deveria foder o dele também. Foi ele quem me seduziu."

Que adolescente incrível, entrando nesse tipo de clima!

"Viu, querido?" eu zombei para ele, "Amy também acha que você precisa ter sua boceta de macho fodida."

E eu a fodi, até que Amy chegou ao clímax, gemendo e tremendo como uma boneca de pano, e meu marido gozou dentro dela. Então, finalmente, eu tirei do cu dele, tirei meus vinte e três centímetros de pau de borracha grosso do reto bem arrombado dele.

Os dois se separaram enquanto eu ficava de pé sobre eles. Eu olhei para Amy, lambendo os lábios.

"Agora você pode chupar minha boceta enquanto eu mando Scott para a loja comprar cerveja e pizza para nós, e depois talvez para o centro onde ele pode pegar mais alguns consolos para a gente brincar a noite toda, estilo entre garotas."

"Nossa, sim, Sra. Simmons, eu quero lamber você todinha! Eu sempre tive esperança de que você desse em cima de mim primeiro, antes do seu marido. Não aconteceu desse jeito. Mas parece que tudo vai acabar muito bem no final."

A adolescente sorriu tão encantadoramente; eu poderia ter me apaixonado por ela ali mesmo.

Assuntos desta história

Para ler em seguida