Contos eróticos para ler inteiros.

Grupal e Orgias

Capítulo 1: Diversão com Amigas Lésbicas

sesi9116 min

A história a seguir é baseada em um evento real que aconteceu comigo quando eu tinha 25 anos. Todas as pessoas nessa história tinham mais de 18 anos.

"Que tal um filme?" perguntou Becca com um sorriso amigável, os cabelos castanhos cacheados emoldurando o rosto.

"Parece bom", respondi, sentando no sofá. "Ouvi falar bem daquele filme de ação novo na Netflix."

Becca assentiu e sentou ao meu lado no sofá, pegou o controle e começou a vasculhar as opções.

Becca, minha amiga desde a faculdade, era bonitinha de um jeito moleque. Era uma mulher de 24 anos, magra, com um metro e sessenta e oito, pele morena e seios firmes do tamanho de toranjas. Naquele dia, estava vestida como de costume: fofa, mas sem frescura. O short jeans modelava sua bunda de pêssego e, por baixo, usava um top branco que deixava aparecer um pedacinho da cintura. Para completar, usava o boné de beisebol virado para trás, um "sinal da sua sexualidade", como dizia. Um recado para o mundo de que era lésbica e tinha orgulho disso.

Embora eu admirasse Becca, nós dois nunca tínhamos feito nada juntos. Desde que a conhecia, ela era gay, e, embora eu fosse considerado bonito, sabia que essa era uma linha que ela não queria cruzar. Ela gostava de garotas, e eu respeitava isso. Ainda assim, isso não me impedia de dar uma olhadela de vez em quando. Era difícil não fazer isso.

"É esse que você estava pensando em assistir?" Becca apontou para a imagem na TV, um homem musculoso fugindo de uma explosão.

"Parece certo", dei de ombros e me recostei.

"Beleza." Becca apertou o play e apagou as luzes atrás dela. "Você se importa de eu me encostar em você enquanto assistimos? A Katie geralmente é meu travesseiro e, como ela vai trabalhar até tarde hoje, pensei..." Ela me olhou com aqueles olhos pidões que usava sempre que queria conseguir algo.

"Sim, sem problema", respondi, deixando que ela se deitasse com as costas contra meu peito, minhas pernas de cada lado dela.

Becca e Katie namoravam havia três anos. Moravam juntas havia dois. Assim como a namorada, Katie era muito gatinha. O corpo era parecido com o de Becca, mas o rosto era coberto de sardas adoráveis, e o cabelo era loiro escuro, uma combinação que tinha alimentado muitas fantasias noturnas. Embora eu fantasiasse bastante com ela, nunca tinha feito nada. Ela também era lésbica orgulhosa e, mesmo que fosse bi, eu não tinha interesse em estragar o relacionamento da minha amiga.

"Haha, de jeito nenhum ele teria sobrevivido àquela queda."

A risada de Becca me tirou do devaneio. "É, esses filmes tomam muitas liberdades com a física, acho."

"Com certeza." Becca se ajeitou contra mim enquanto falava, fazendo o corpo roçar na minha virilha e meu coração disparar.

"É, quero dizer, como alguém sobrevive a uma queda de um prédio de quatro andares?" Continuei falando, tentando esconder o fato de que minha amiga sapatão estava me deixando duro.

"Haha, totalmente!" Becca se virou para mim, fazendo o corpo pressionar ainda mais meu pau, que ficava cada vez mais duro. "Mesmo que sobrevivesse, não sairia correndo feito aquele cara."

"Haha, é." Tentei disfarçar minha excitação, mas algo no meu rosto deve ter me denunciado.

"Você está bem?" perguntou Becca, com uma expressão preocupada.

"Ah, sim, estou bem." Me ajeitei, tentando esconder a ereção.

"Tem certeza? Você parece..." Becca fez uma pausa e olhou para a barraca nas minhas calças, as bochechas morenas ficando vermelhas.

"Ah, desculpa, não é nada. Vamos só continuar vendo o filme." Gaguejei enquanto tentava esconder o volume, os olhos de Becca ainda fixos nele.

"É... hã, tudo bem." Ela prendeu uma mecha de cabelo cacheado atrás da orelha. "Tenho certeza de que isso acontece o tempo todo."

"É. É, não é nada." Tentei pegar uma almofada para me cobrir, mas não consegui alcançar nenhuma.

"Ei, cara. Não se preocupe com isso, sério." Becca pausou o filme. "Tudo bem. É, não tem problema mesmo." Ela ainda olhava para a barraca enquanto falava.

"...certo. Tem certeza?"

"Sim, quer dizer, na verdade nunca tinha visto isso antes, então é só... sei lá. É só surpreendente, acho."

Meu coração começou a bater mais forte, meu pau agora mais duro do que nunca, o contorno claramente visível por baixo das calças. "Bem, faz sentido." Sorri, nervoso. "Você sabe, por causa de toda aquela coisa de sapatão."

"É, toda aquela coisa de sapatão. Quer dizer, eu sou lésbica, mas eu só..."

A essa altura, meu coração batia forte no peito. O que Becca estava dizendo? Aquilo tudo parecia um sonho. "Você só o quê, Becca?"

"Bem, é que eu nunca tinha visto um antes. Não pessoalmente, pelo menos."

Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo e vendo. Minha amiguinha lésbica sentada entre minhas pernas, com os olhos grudados no volume nas minhas calças.

"Você..." Hesitei por um minuto, sem saber o que fazer em seguida. "Você gostaria de ver?"

Becca mordeu o lábio inferior e corou num tom profundo de rosa. Fez uma pausa antes de me olhar e assentir. "Acho que sim. Tudo bem?"

"Claro. Desde que seja o que você quer."

Becca assentiu de novo, os olhos olhando para cima, o lábio ainda preso sob os dentes. "Umhmm."

O som mal escapou de seus lábios, mas a confirmação me deixou tão incrivelmente duro que senti que não tinha outra escolha. Desabotoei as calças, desci o zíper e tirei meu pau para fora, pulsando, com uma gota de pré-gozo na cabeça.

Becca ficou sem palavras. Sua boca se abriu ao ver meu pau pela primeira vez, uma veia grossa pulsando ao longo dos 18 centímetros, da haste circuncidada.

Depois de um tempo, ela se inclinou, aparentemente de forma inconsciente. "Hã, como está se sentindo agora?"

"Está muito duro", respondi com uma risada nervosa.

"Tipo, duro a ponto de doer?"

"Tipo, querendo ser tocado." Não conseguia acreditar no que eu tinha dito.

"Ah, sério?"

"É, começa a ficar um pouco desconfortável depois de um tempo. Nada muito sério, só... bem, como se estivesse cheio."

"Quer dizer, eu poderia." Becca deu de ombros e sorriu com malícia. Ela estava obviamente voltando a ser ela mesma. "Poderia te dar uma mãozinha."

"Como assim?"

"Tipo, eu podia tocar nele. Sabe, te ajudar a se distrair menos. Aí depois a gente volta pro filme."

"Mas você é lésbica."

"Exatamente, então não é nada demais. Vou te dar uma ajuda e, como sou lésbica, não vou me apegar nem nada."

"E a Katie?"

"Ah, não se preocupe com ela. Vamos, me deixa ajudar. Sempre tive curiosidade sobre isso." Ela estendeu a mão para o meu pau, mas, antes que eu pudesse protestar mais, já o segurava com firmeza na mão pequena, as unhas cortadas curtas e pintadas de preto.

"Ceeerto", suspirei enquanto ela me segurava.

"Assim está bom?" Ela moveu a mão suavemente para cima e para baixo na haste, os olhos indo curiosamente do meu pau para o meu rosto.

"Hã, isso... isso é bom." Gaguejei, mal conseguindo processar o que estava acontecendo, enquanto a mão macia da minha amiga me masturbava.

"Me fala se eu tiver que fazer algo diferente. Nunca fiz isso antes. O ritmo está bom?"

"Sim, está bom, ah, porra." Ver uma sapatão moleque me masturbando era quase demais. Eu tinha fantasiado com aquilo tantas vezes. "Você poderia, hã..."

"O quê? Me conta." O olhar dela agora estava fixo no meu.

"Você pode cuspir nele?"

"Ah, claro. Assim?" Becca se inclinou e deixou cair um fio brilhante de saliva na cabeça do meu pau, espalhando por ele enquanto batia uma pra mim.

"Ai, Deus, sim!" Recostei e gemi de prazer.

"Vou entender isso como algo bom", disse Becca com um sorriso, enquanto se inclinava e cuspia uma quantidade ainda maior no meu pau.

"Porra, você é gostosa." Fiquei olhando para minha amiga enquanto ela me masturbava, vendo o pré-gozo começar a escorrer da ponta.

"Isso significa que você está perto?"

"Não. Ainda não", estremeci.

"Ah, certo. Tem mais alguma coisa que você precisa?"

As palavras eram como mágica para mim. Tudo o que ela dizia parecia me excitar mais e mais. "Bem, tem sim. Ah, Deus, tem uma coisa."

"Claro, cara. Do que você precisa?" Pré-gozo e saliva agora pingavam dos dedos de Becca, criando uma bagunça escorregadia.

"Bem, não sei se você faria isso, mas seria muito bom se você, sabe."

"O quê?"

"Bem, ajudaria muito se você chupasse."

Becca soltou meu pau e ajeitou o boné de beisebol, que ainda estava virado para trás na sua cabeça adorável. "Nunca fiz isso antes, você teria que meio que me mostrar como se faz", disse, dando de ombros.

"Claro!" Meu pau tremeu de excitação.

"Haha, beleza, onde eu devo ficar para isso?" Becca fez um teatro de olhar ao redor, sem saber onde ou como posicionar o corpo para um boquete.

"Você pode se ajoelhar no chão entre as minhas pernas?" perguntei, esperançoso, enquanto o pré-gozo voltava a pingar da cabeça do meu pau.

"Ah, claro!" respondeu Becca com um gritinho de entusiasmo familiar. "É assim que eu faço quando chupo a Katie no sofá. Só um segundo."

Becca rapidamente escorregou do sofá para o chão, as mãos guiando meus joelhos para cada lado do rosto, como alguém que já tinha feito aquilo muitas vezes. Ela me olhou com aqueles olhos pidões, do chão, os seios pressionados de um jeito que deixava o decote visível na parte de cima da camiseta. Por fim, segurou meu pau com delicadeza, mas firmeza. "Devo só começar a chupar você agora?"

"Sim, por favor." Eu estava tomado pela excitação. "E, enquanto chupa, continue batendo uma com uma mão e embale minhas bolas com a outra."

Becca fez como mandei, segurando meu pau com uma mão e as bolas com a outra. "Assim?"

"Isso, agora você pode chupar meu pau. Não se segure."

Becca sorriu para mim e, sem desviar o olhar, mergulhou no meu pau duríssimo.

Sua boca era incrível. Ela era quente, molhada e apertada. A língua rodava em volta da haste enquanto subia e descia, parando de vez em quando para respirar. Quando parava, uma ponte brilhante de pré-gozo nos mantinha conectados, indo da ponta do meu pau até os lábios cheios e rosados de lésbica. Mas as pausas nunca duravam mais que um segundo. Assim que parava, recomeçava, voltando ao seu trabalho babado como uma profissional experiente.

"Ai, Deus, Becca, você está me deixando perto." O prazer era avassalador. Aquilo era diferente de tudo que eu já tinha sentido. "Ai, Deus, eu vou gozar."

"Mmmhmm", respondeu Becca, a voz abafada pelo meu pau.

"Ai, Deus, ai, Deus." Comecei a enfiar na garganta da minha amiga, mas ela não recuou. Em vez disso, agarrou minhas coxas e me puxou para mais perto. "Ai, Deus, Becca! Ai, Deus, estou perto!"

Senti o momento se acumulando, minhas bolas prontas para descarregar na boca da minha amiguinha adorável, quando de repente a porta do apartamento da Becca se abriu e Katie entrou.

Becca se levantou o mais rápido que pôde, limpando o pré-gozo da boca perfeita. "Oi, amor!" disse, nervosa, enquanto eu tentava subir as calças. "Como foi seu dia?"

"O que está acontecendo?" perguntou Katie, ignorando a pergunta da namorada.

Mesmo no meu estado de choque e nervosismo, não pude deixar de notar como Katie era sexy. O cabelo loiro escuro estava preso em duas tranças, cada uma pendendo na nuca como maria-chiquinha. No pescoço, uma gargantilha fina de seda preta, um contraste perfeito com as belas feições claras e as sardas espalhadas pelas bochechas e pelo nariz adorável. Por baixo da gargantilha, Katie usava uma jaqueta de couro preta, uma saia xadrez e tênis. Ela parecia a fantasia de uma colegial sexy e descolada e, por causa disso, meu pau não amolecia. Por mais que eu quisesse que amolecesse.

"Ah, a gente só está vendo um filme", disse Becca, andando até Katie e lhe dando um beijo.

"Um filme? Sério?!" Katie puxou a almofada que eu estava usando para cobrir o colo, fazendo meu pau duro saltar para cima.

Fiquei pasmo, sem palavras. Não sabia o que dizer ou fazer. Vi Becca começar a corar de novo. "Hã, é, bem, a gente estava vendo um filme e aí..." Ela tentou se explicar, mas Katie cortou.

"E aí seu amigo ficou duro?"

"Bem, é. Ele precisava de uma ajuda e eu pensei... por que não?"

O silêncio pairou na sala enquanto Katie considerava a situação. Ela olhou da namorada para mim, para o meu pau e de volta para a namorada. "Por que não?"

"É, por que não? Quer dizer, eu sou lésbica e ele é meu amigo, então não significaria nada. Por que não ajudar a aliviar ele para a gente poder terminar de ver o filme?" Becca pontuou o pensamento com um dar de ombros fofo e um sorriso.

"Hmm", Katie considerou as palavras com cuidado, olhando de relance para o meu pau ainda duro e pulsante de dezoito centímetros. "Acho que não significaria nada."

"Né?!" Vi o alívio tomar conta de Becca.

"Bem, certo. Mas, só para ter certeza de que nada mais acontece... eu gostaria de estar aqui."

Meu pau estremeceu com as palavras. Eu tinha ouvido direito? Katie acabou de dizer que queria estar na sala enquanto a namorada me chupava? Aquilo tinha que ser um sonho.

"Tudo bem para você?" perguntou Katie, as mãos postas na frente, como se rezasse.

"Sim, claro." Tentei manter a calma. Não queria parecer empolgado demais, ou podia afugentar a fantasia.

"Ótimo!" exclamou Becca, com um pulinho adorável. "Então posso continuar?" Ela me olhou pedindo confirmação, e eu assenti, mudo.

Assisti com ansiedade enquanto Becca voltava a se ajoelhar entre minhas pernas. Com uma mão, segurou delicadamente a haste, e com a outra... espera, essa mão não tem esmalte!

Na minha empolgação, não tinha percebido que Katie estava tomando posição ao lado da namorada no chão. Sua mão delicada agora embalava minhas bolas com cuidado. Era isso que ela queria dizer quando falou que queria estar aqui?

"Como se sente?" perguntou Katie, com um olhar malicioso.

"Bom. É bom." Mal consegui dizer as palavras, enquanto Becca voltava a chupar meu pau devagar, os lábios deslizando para cima e para baixo na haste, parando de vez em quando para passar a língua em volta da cabeça.

"Que bom", respondeu Katie. "E que tal isso?" Ela começou a massagear minhas bolas com as mãos.

"Ah, nossa, isso é ainda melhor."

"Que bom."

As duas garotas estavam me olhando agora, Becca do meu pau e Katie ao lado dela. Cada uma se certificando de que estavam dando a melhor experiência possível ao amigo. Recostei no sofá, deslizando o colo para mais perto daquelas duas anjas lésbicas, cujas bocas e mãos faziam coisas que nenhuma garota hétero jamais tinha feito para mim. De repente, senti uma leve pressão no cu.

"Tudo bem?" perguntou Katie com um sorriso. Um de seus dedos agora massageava suavemente a abertura do meu ânus, o dedo fazendo pequenos círculos na borda.

"Ah, nossa, nossa, isso é muito bom."

"Achei que você ia gostar. Minha garota gosta às vezes."

Enquanto dizia as palavras, Becca ergueu a cabeça do meu pau e puxou a namorada para um beijo apaixonado, meu pré-gozo brilhante passando entre seus lábios perfeitos. Fiquei olhando elas se beijarem, a mão de Becca ainda batendo uma para mim, a da namorada ainda massageando minha borda. Eu podia me sentir cada vez mais perto, mas, como mágica, essas garotas me mantinham no precipício, os dedos delicados fazendo coisas que mal posso descrever aqui. Era como se anos de experiência lésbica as tivessem treinado para serem amantes perfeitas, as mãos se movendo por instinto sobre mim.

Por fim, Becca soltou a garota do beijo. "Mmm", Katie murmurou ao me olhar de volta, os lábios grudados com meu pré-gozo. "Você tem um gosto muito bom, na verdade. Você se importa se eu..." Ela fez que sim com a cabeça para o meu pau e deu um dar de ombros fofo.

"Por favor", respondi com um gemido.

Era toda a permissão que Katie precisava. Assim que eu disse a palavra, ela estava em cima de mim, chupando meu pau com o mesmo entusiasmo que a namorada tinha feito um minuto atrás, só que dessa vez sendo guiada por Becca.

"Boa menina", disse Becca, enquanto guiava suavemente o movimento de cabeça da namorada, as unhas pintadas de preto visíveis na nuca de Katie. "Ele gosta quando você engole fundo." Sons de chupadas babadas saíam da boca de Katie, enquanto a namorada empurrava a cabeça dela sobre meu pau. Saliva pingava sobre minhas bolas. "Boa menina", Becca repetiu, os olhos fixos na boca linda da namorada cheia de pau.

"Ai, Deus, estou chegando perto." Eu podia sentir ondas de prazer se acumulando no períneo, enquanto Katie passava da borda, penetrando só com a ponta do dedo enquanto continuava a me engolir fundo. "Ai, porra! Eu vou gozar."

Enquanto eu dizia as palavras, Becca puxou a cabeça da namorada para longe do meu pau e a segurou a um centímetro de distância da minha cabeça, mantendo a mão firme, subindo e descendo. Ela sussurrou algo no ouvido de Katie e pressionou a bochecha contra a dela enquanto ambas abriam bem a boca, com as línguas para fora e lindos olhos lésbicos de corça olhando para mim.

— Ah, porra! — gritei as palavras enquanto gozava, mais intensamente do que nunca. Becca apontou meu pau para a namorada, e um esperma branco e espesso encheu a boca dela e escorreu sobre sua língua. Depois, mirou para sua própria boca, enchendo-a rapidamente também. Vez após vez eu gozava, disparando jatos de porra pelos lábios, bochechas e queixos perfeitos das minhas amigas lésbicas. Por fim, enquanto Becca ordenhava a última gota de esperma da ponta do meu pau, elas sorriram para mim, com os rostos cobertos de porra.

Por alguns minutos, elas se revezaram lambendo uma à outra para se limparem e engolindo o conteúdo antes de se sentarem, uma de cada lado de mim, no sofá.

— Como você se sente? — perguntou Katie, com a cabeça apoiada no meu ombro.

— Incrível — respondi.

A última coisa de que me lembro é dormir com minhas duas amigas lésbicas descansando ao meu lado.

Fim do capítulo 1

Assuntos desta história

Para ler em seguida