Cait e Meu Colega de Quarto
Cait costumava dormir no meu quarto na faculdade. Por sorte, seu corpo pequeno não ocupava muito espaço na cama, e a gente sempre brincava que eu podia usar os peitões ou a bunda redonda dela de travesseiro extra. Meu dormitório tinha uma cozinha/sala pequena e um banheiro, enquanto o dela era só um quarto que ela dividia com a colega Jess. Eu obviamente nunca me importava de ela vir passar a noite porque quase sempre acabava em sexo.
Cait tinha ficado bem ousada ultimamente, o que sempre resultava em um sexo espetacular. Desde aquela noite bêbada em que ela chupou um completo estranho na minha frente, nossa vida sexual tinha engrenado de vez.
Uma noite, ela me mandou mensagem dizendo que estava indo pro meu quarto e apareceu uns 10 minutos depois vestindo um top larguinho e uns shorts bem curtos e quentes. Ela trouxe uma toalha de banho e umas roupas extras pra usar meu chuveiro.
"Oi, amor", ela disse com flerte e se inclinando pra um beijo.
Dei um beijo longo e sensual na porta, agarrando uma boa porção da bunda dela no processo.
"Mmm, alguém tá com tesão", ela me provocou. "Posso entrar ou vamos transar aqui no corredor mesmo?"
Ela entrou e jogou a toalha e as roupas no banheiro.
"O Dave tá?", ela perguntou.
Dave era meu colega de quarto. Ele era transferido de outra faculdade e tecnicamente era calouro, embora fosse um ou dois anos mais velho que a gente. Era um cara legal, mas quase nunca estava por perto. Ele estava em processo de entrar numa fraternidade, então na maioria das noites dormia fora e, quando voltava, geralmente estava tão bêbado que desabava na cama na hora.
"Não, ele não tá", respondi. "Mas com ele nunca se sabe."
Sentamos no sofá da sala e ligamos a Netflix. Depois de alguns minutos, o que quer que tivéssemos colocado não estava sendo assistido. Cait tinha subido no meu colo e enfiado a língua bem fundo na minha boca. Minhas mãos foram da bunda exuberante dela até os peitões por baixo do top. Ela adorava quando eu brincava com os mamilos, então devagar fui dando umas beliscadas de leve enquanto ela soltava gemidos suaves. Puxei a blusa pra cima e tirei pela cabeça, deixando os seios fartos balançarem à vista. Se eu já não estivesse duro como pedra, isso teria me deixado. Ela deslizou devagar do meu colo e ficou de joelhos na minha frente. Puxou meu shorts pra baixo e meu pau saltou, quase batendo na cara dela. Ela riu.
"Caralho, alguém tá prontinho", ela disse, dando um beijo de brincadeira.
Segurei a cabeça dela e a forcei pra baixo no meu pau. Ela não resistiu nem um pouco, na verdade eu sabia que ela gostava de ser tratada com uma certa brutalidade. Ela engoliu tudo, engasgando quando a cabeça bateu no fundo da garganta. Trabalhou vigorosamente, masturbando enquanto subia e descia. Ela subiu pra respirar...
"Me fode." Foi tudo que ela conseguiu dizer antes de eu pegar a mão dela e levar pro quarto.
Transamos por um bom tempo até ela gozar. Tirei e gozei na boca dela logo depois. Ela engoliu cada gota como sempre, e nós dois ficamos deitados em suor e sexo.
"Ai, meu Deus, amor", Cait disse. "O que deu em você essa noite?"
Eu tinha que admitir, por algum motivo eu estava com um tesão extra essa noite e não sabia explicar por quê. Ficamos deitados um pouco até Cait dizer que ia tomar banho. Ela se levantou e foi pro banheiro. Fiquei deitado olhando o celular até cair no sono. Acordei um pouco quando Cait voltou pra cama.
Ela deixou a toalha cair no chão e deslizou pra perto de mim. O corpo quente dela era reconfortante e logo eu estava ficando duro de novo.
"Opa", ela sussurrou no meu ouvido. "Parece que alguém tá se preparando pro segundo round."
Ela deslizou as mãos até meu pau crescente e deu umas carícias suaves. Eu a rolei pra cima de mim enquanto nos beijávamos e devagar fui me enfiando na buceta molhada dela. Eu estava extremamente sensível por ter transado só uma hora antes, então fui com calma. Ela se inclinou e estava gemendo baixinho no meu ouvido.
"Mmm, é, fode minha bucetinha, amor. Enfia seu pau bem fundo e me faz gozar."
Por mais sexy que fosse, aquilo era distrativo e, num momento de pânico, ouvi a porta do quarto abrindo. Dave devia ter voltado, mas nenhum de nós ouviu. Cait nem se mexeu quando ele abriu a porta, deixando a luz da sala iluminar a cena no quarto.
Todos paramos, menos Cait, que só olhou pra trás com um sorriso travesso no rosto.
"Ah, merda, me desculpem, gente!", ele disse fechando a porta.
"Ah, não se preocupa", Cait respondeu rápido. "Esse quarto também é seu, seu bobo."
Dave parou na metade. Eu percebi que ele estava confuso, mas também um pouco bêbado. Queria mandar Cait parar, mas eu conhecia como ela ficava em situações assim.
"Vou só... uh... dormir no sofá", ele disse, olhando timidamente pro chão.
"De jeito nenhum, aqui é seu lugar", Cait estava dizendo. "Sua cama tá aqui."
Ela estava rebolando devagar pra cima e pra baixo no meu pau. Dave podia ver tudo. Os peitões sexy dela balançando lentamente conforme ela se movia. Meu pau penetrando a buceta molhada dela toda vez que ela levantava e sentava de novo.
Ele entrou e se virou pra longe de nós, tímido, pra tirar a roupa e ficar só de cueca boxer. Cait olhou pra mim, sorrindo com aquele olhar malicioso nos olhos, mas sem parar os quadris. Na real, agora ela estava enfiando com mais força no meu pau e olhando pro Dave.
Ele tinha deitado, mas em vez de se deitar, estava sentado apoiado na parede, nos observando. Ele tinha a mão por baixo da cueca e obviamente estava se masturbando.
"Tá gostando do show?", Cait perguntou sedutoramente. Ela se sentou ereta no meu pau, dando ao Dave uma bela visão do corpo nu dela.
"Pra caralho", ele respondeu. "Fico feliz de ver que alguém arrumou uma ação essa noite."
"Ah, o que aconteceu?", Cait perguntou, girando os quadris.
"Bom, saí pra um encontro com uma garota da minha aula de matemática", ele explicou. "Fomos numa festa na fraternidade e, bom, uma coisa levou à outra... ela acabou transando com outro cara."
Cait levou a mão até o clitóris e estava se acariciando de leve. A outra mão estava alisando os seios.
"Ah, pobrezinho do Davey", ela gemeu. "Parece que não era sua noite, hein."
Eu tentava não pensar muito na situação. Comer minha namorada na frente do meu colega de quarto era estranho, mas o mais estranho era que, quando olhei, Dave tinha tirado o pau da cueca.
O pau dele se erguia da cueca, devia ter uns vinte centímetros. Ele tinha uma mão em volta, mas parecia que tava segurando uma lata de cerveja, de tão grosso. Cait não conseguia tirar os olhos...
"Caralho", ela ofegou. "Você mostrou esse monstro pra ela?! Isso é o suficiente pra fazer qualquer garota sair correndo de medo!" Ela riu e mordeu o lábio enquanto olhava o pau enorme dele.
Dave só riu. "Não, não tive a chance, mas valeu pelo elogio."
Cait acelerou o ritmo, quicando no meu pau com mais energia do que antes, mas sem desviar o olhar do pau enorme de Dave. Ela se levantou do meu pau e jogou as pernas pro lado, dando ao Dave uma bela vista da buceta dela. Ficou de quatro, de frente pra borda da cama e enfiando a bunda bem na minha direção. Eu a montei por trás e comecei a comer com força, puxando o cabelo dela.
Os peitões dela balançavam soltos enquanto eu metia na buceta. Dave estava de olho neles enquanto batia punheta. Cait gemia alto, o que estava me deixando cada vez mais perto do orgasmo. Ela também sentia...
"Me fode, amor! Goza gostoso pra mim!" Ela tava jogando a bunda pra trás, tentando ao máximo me fazer gozar. Estava funcionando, e eu sentia minhas bolas tensionarem enquanto uma porra imensa se acumulava. Tirei bem na hora, esguichando jorrada atrás de jorrada de porra quente na bunda dela.
Quando acabou, eu me sentei e olhei ela se masturbando, ainda de joelhos.
"Faz um favor pra gente, Dave, pode passar aquela toalha no chão?", ela pediu, apontando pra toalha de banho no pé da cama.
Ele se levantou e foi até a toalha, o pauzão saltando a cada passo. Ela continuava de joelhos brincando com a buceta enquanto Dave me passava a toalha. Eu limpei as costas dela, me certificando de tirar todo o meu esperma. Dave estava parado na beirada da cama, masturbando o pau a poucos centímetros de Cait. O olhar dela era de paixão enquanto os dois se masturbavam um pro outro.
Num momento de choque, Cait esticou o braço e agarrou o pau grosso dele.
"Ai, meu Deus, Dave", ela exclamou. "Esse negócio é enorme!"
A mão dela mal cabia em volta do tronco, e aquilo era quase do tamanho do antebraço inteiro dela. Ele tirou a cueca pra revelar as bolas igualmente enormes. Ela o masturbava enquanto esfregava a buceta molhada. Ele esticou o braço e agarrou um dos seios dela.
"Mmm, você gosta dos meus peitões, Dave?"
"Pra caralho! Penso neles o tempo todo."
Era verdade. Dave e eu já tínhamos brincado antes que Cait tinha peito suficiente pra três garotas do tamanho dela. Ele beliscou o mamilo dela, o que a fez soltar um gemidinho. Dave viu a oportunidade e agarrou.
Com a boca aberta de prazer, Dave enfiou o pau direto nela. A cabeça mal cabia na boca, mas Cait ansiosamente o puxou mais e mais até ter metade daquela carne grossa na garganta. Dave colocou a mão na nuca dela e balançou a cabeça pra frente e pra trás num ritmo rápido. As duas mãos de Cait estavam agora no tronco dele, trabalhando em uníssono com a boca. Quando ela engasgava, ele tirava tudo e batia o pau pesado na língua esperando dela.
Depois de alguns minutos assistindo, eu também estava ficando duro de novo. Devagar eu me masturbava e estiquei o braço pra agarrar a bunda de Cait. Ela deu um pulinho, como se tivesse quase esquecido que eu estava ali.
"Uau, amor, de novo?", ela disse se virando pra me olhar. "Tô impressionada!"
Ela se virou e me colocou na boca. Conseguiu descer bem mais em mim do que no Dave, que agora tinha uma visão aberta da bunda e da buceta dela. Ele também não deixou essa oportunidade escapar. Com uma mão se masturbando, esticou a outra e enfiou dois dedos na buceta de Cait. Ela tentou gemer, mas eu segurei a cabeça dela no meu pau o mais fundo que pude. Ele foi gentil no começo, mas alguns instantes depois estava a dedilhando forte.
Ela começou a tremer, e eu sabia que estava gozando intensamente. Dave tirou os dedos, mas rapidamente os substituiu pela cabeça do pau.
A princípio fiquei nervoso, vendo ele alinhar o pau grosso com a buceta molhada dela. Vendo o tamanho, eu sabia que ia ser muito pra Cait aguentar, e ela também sabia. Ela olhou pra mim em choque e prazer enquanto a cabeça de Dave encontrava o caminho pra dentro.
Pela expressão no rosto dela, eu percebi que aquilo não era tão prazeroso quanto ela esperava. Com meu pau ainda na boca dela, eu sentia cada estocada de Dave dentro dela. Depois de mais ou menos um minuto, a buceta dela tinha aceitado o pau imenso, e ele estava metendo forte de quatro. Ela tirou meu pau da boca...
"Isso! Isso, fode minha buceta!" Ela tava quase gritando agora. "Me alarga toda com esse pauzão!"
Eu não acreditava nela! Ela era tão puta, pedindo pro meu colega de quarto alargar ela. Ela olhou pra trás e observou enquanto ele a fodia cada vez mais forte até estar prestes a gozar. Ela deslizou o pau dele pra fora e se virou pra encará-lo, enfiando a bunda na minha direção no processo.
A buceta dela estava escancarada, mantendo o formato do pau enorme de Dave mesmo depois que ele tirou. Eu batia punheta freneticamente e me perguntava se ela algum dia teria a mesma sensação pra mim de novo...
Dave tava batendo uma furiosamente na boca de Cait quando começou a gozar. As bolas dele contraíram e ele disparou a primeira golfada direto na boca aberta dela, quase a enchendo imediatamente. As próximas jorradas caíram pelo rosto e cabelo dela. As bolas dele já deveriam ser um bom indicativo de que ele era capaz de umas cargas poderosas. O rosto de Cait estava quase completamente coberto do esperma quente dele. Ela engoliu em seco e lambeu a porra que tinha caído nos lábios.
Eu também tava prestes a gozar, então me sentei nos joelhos de frente pra bunda de Cait. Mirei meu pau na buceta escancarada dela e disparei minha carga lá dentro sem nem entrar.
Peguei a toalha e limpei a porra que agora vazava da buceta usada dela. Passei pra ela limpar o rosto e o cabelo da carga copiosa de Dave.
Dave imediatamente desabou na cama e apagou, enquanto Cait e eu logo seguimos...
-
No começo da manhã seguinte, acordei com a cama vazia. Minha cabeça ainda estava girando com a ação da noite passada, então de início não notei, mas Cait e Dave não estavam no quarto. Limpei o sono dos olhos e fui pra sala.
De novo, recebido pelo vazio, comecei a me perguntar pra onde eles poderiam ter ido. Até que ouvi o chuveiro ligado...
Caminhei até a porta do banheiro e devagar a empurrei. Do batente, eu via o chuveiro no reflexo do espelho. A cortina estava puxada, e Dave e Cait estavam lá dentro se pegando como animais.
Cait estava com uma perna apoiada na borda da banheira, e Dave estava atrás metendo firme. Ele tinha as duas mãos nos peitos dela, manuseando com força.
"É, me fode com esse pauzão", Cait sussurrava pra ele. "É tão gostoso pra caralho!"
Eu via que Dave conseguia enfiar o pau inteiro dentro dela agora. Era realmente impressionante ver uma garota tão pequena ser comida tão rápido por um pau do tamanho do antebraço dela. As bolas enormes de Dave batiam nela a cada estocada dos quadris. Ele tirou a mão de um dos seios e deslizou até a bunda dela. Devagar e com cuidado, ele enfiou o dedo bem lá dentro. Cait olhou pra trás em choque, mas rapidamente mostrou seu sorriso malandro característico pra ele enquanto continuava a dedilhar lentamente o cu dela.
Depois de alguns minutos, as estocadas dele ficaram mais profundas, e eu percebi que ele ia gozar. Cait tentou se soltar do pau dele pra poder finalizar com a boca, como faz comigo, mas ele a segurou firme no lugar. Aquilo foi demais pra ela, e a levou a um dos orgasmos mais fortes que já vi ela ter. Ela mordeu o lábio tentando ficar quieta, acho que pra não me alertar do que estavam fazendo. Dave a segurou bem embaixo enquanto começava a gozar dentro dela.
Eu vi aquelas bolas grandes contraírem várias vezes enquanto ele disparava o que devia ser quase meio litro de porra dentro da buceta desprotegida de Cait. Quando ele finalmente tirou, globos de porra escorriam do buraco alargado de Cait pelo ralo. Ele lentamente tirou o dedo do cu dela enquanto se inclinava e sussurrava pra ela.
"Te falei que seria mais fácil na segunda vez", ele disse, dando um tapa na bunda dela com seu pau tremendo. "Agora que você tá acostumada com meu tamanho, vai ser assim fácil sempre."
Deu um último tapa na bunda dela e saiu do chuveiro. Eu rapidamente voltei pra minha cama e deitei em choque com o que tinha acabado de ver.
Ouvi a água desligar alguns minutos depois e alguém sair do dormitório. Por sorte, foi Cait que voltou pro quarto. Ela estava enrolada na toalha e deslizou pra perto de mim na cama. Finji acordar...
"Bom dia, amor", ela disse se inclinando pra me dar um beijo. "Se divertiu ontem à noite?"
"Sim", eu disse, "..foi bem louco."
"Dá pra acreditar como o Dave era grande?! Tipo, eu nunca imaginei que ele escondesse aquele monstro na calça."
"Foi impressionante mesmo", eu disse com uma risada falsa.
"Obrigada por deixar acontecer, amor", ela disse me dando outro beijo apaixonado. "Preciso ir, tenho aula daqui a pouco."
Ela se levantou e jogou a roupa, me dando um último beijo antes de sair.
Ela não sabia que eu tinha visto o que aconteceu esta manhã, e eu não tinha certeza se ia contar a ela. Queria ver o que realmente sairia do romance secreto entre ela e o Dave...