Brinquedinho Sexual Adolescente em um Banheiro Público
— Anda, pai! O jogo já vai começar! — meu filho mais velho me chamou, e eu tentei acompanhar o ritmo. Era fácil se perder numa arena desse tamanho, e sempre era uma baita dor de cabeça encontrar um deles quando a gente se separava, então segurei a mão do meu caçula e apertei o passo.
Minha esposa liderava o grupo. Basquete era a praia dela. Para mim, esportes em geral são só... bem, não são terríveis, mas estão bem no final da minha lista de coisas que acho interessantes ou gosto. Mas a Katie amava basquete, e ela fez um bom trabalho incutindo esse amor nos nossos três filhos desde pequenininhos.
Meu mais velho tinha 13, depois 9 e 7. Eram uma prole barulhenta, mas pelo menos sempre divertiam, e a Katie era uma boa esposa; tive sorte na vida. Mas enquanto a gente se ajeitava nos lugares, não pude deixar de revirar os olhos pensando na próxima hora ou duas de tédio que eu teria pela frente.
Mas foi aí que eu a vi. Sentada ao lado dos pais e de alguns irmãos mais novos estava uma gata explosiva. Ela era bronzeada, pele escura, cabelo preto. Os peitos dela estavam incríveis na camiseta justinha de botão que ela usava, e suas lindas pernas compridas estavam totalmente à mostra, os shortinhos curtos mal deixando algo para a imaginação.
Minha esposa se enfiou sem pensar no assento mais afastado dela, depois nossos três filhos, meu filho mais velho ao meu lado direito, e essa raposinha safada à minha esquerda. Eu não poderia ter planejado melhor se tivesse tentado. Se eu tinha que ficar sentado por uma hora vendo gigantes quicarem uma bola pra lá e pra cá, pelo menos teria um doce para os olhos para me distrair.
Eu não era o único que tinha notado: meu filho mais velho tinha esquecido totalmente o jogo, encarando a garota de boca aberta. Virei para ele com um olhar severo e balancei a cabeça.
— Olhos no jogo — sorri, e ele se sacudiu para sair do transe.
Ela, como eu, tinha pouco interesse no jogo. Nós dois ficamos nos nossos celulares, eu jogando um joguinho qualquer, ela mandando mensagens e checando o Facebook. Pelo canto do olho, eu a observava.
Já fazia uns quinze minutos de jogo quando ela começou a se remexer na cadeira. Olhou em volta, me deu uma olhada para ter certeza de que eu não estava prestando atenção nela, então moveu o celular para que a família não pudesse ver.
Foi aí que eu a vi passar pelas fotos, e meu queixo quase caiu. Aparentemente, ela tinha salvo umas coisas bem pesadas da internet; estou falando de bondage, chicotes, correntes, mordaças de bola, garotas sendo garganta fodida, garotas chorando e gritando enquanto eram fodidas.
Eu balancei a cabeça em descrença, incapaz de realmente entender o que estava acontecendo. Olhei para minha esposa e meus três filhos, que estavam completamente absortos pelo jogo, então olhei de volta. Cada foto ficava mais intensa, mais degradante e brutal.
Logo, não aguentei mais. Limpei a garganta, alto o suficiente para ela ouvir, e a vi pular de susto, então lentamente se virou, seus olhos subindo pelo meu corpo, até que ela me viu, sobrancelha erguida, encarando-a pelo canto do olho.
Ela respirou fundo e cruzou os braços, corando tanto que parecia que ia começar a chorar. Eu sorri, puxei meu celular e digitei uma mensagenzinha na tela de notas.
"Sub?" perguntei, segurando o celular levemente virado para ela, e ela cobriu a boca com a mão, olhando em volta.
Lenta e quase imperceptivelmente, ela balançou a cabeça que sim.
"Manda msg?" escrevi, com meu número embaixo, e depois de um ou dois segundos recebi uma mensagem dela.
"Oi :3" dizia, e até hoje ainda não sei o que essa carinha deveria significar.
"Olá, senhor*," eu a corrigi, vendo-a se remexer desconfortável e corar de novo.
"Olá, senhor," ela respondeu.
"Então você é sub?" mandei.
"Hã, sim, meio que, eu nunca fui, bem, nunca tive a chance de ser uma." ela respondeu.
"Mas gostaria de ser, não gostaria?" perguntei, e ela se virou para mim e balançou a cabeça ansiosamente, então se conteve.
"Hum, sim, senhor," respondeu.
"Quantos anos você tem?" perguntei, certo de que ela não podia ter mais de 16, sentada ali com a família.
"18," ela mandou de volta, e se a arena não estivesse cheia de aplausos e gritaria e barulho, tenho certeza de que todos num raio de duas fileiras teriam conseguido ouvir meu coração batendo no peito.
"Qual o seu nome?" perguntei, e ela hesitou.
"Penny," ela finalmente mandou.
"Você vai ser uma boa garotinha para mim, Penny?" perguntei, e ela lentamente olhou para minha família.
"Não são sua esposa e filhos?!" ela mandou de volta, e comecei a temer que ela fosse estragar todo o meu disfarce.
"Sim, isso te incomoda?" perguntei, quase apavorado.
Ela ficou sentada ali por um momento, cenas imaginárias terríveis passando pela minha cabeça.
"Na verdade, não, é ainda mais excitante. Porra." ela finalmente respondeu, e eu tentei ao máximo esconder meu sorriso.
"Você é um brinquedinho sujo e safado, não é?" mandei, e ela se remexeu na cadeira.
"Sim, senhor, hã, tudo bem se eu te chamar de Papai? Não é estranho, é?"
"Não, bebê. Agora então, você vai ser uma boa garotinha para o Papai?" perguntei, e assim que ela leu a mensagem, cobriu a boca, os olhos arregalados.
"Ai, Deus, sim, você vai...?" ela respondeu.
"Com o tempo. Desabotoe sua camisa," eu disse, e ela olhou para mim, depois para a família, então lentamente aquiesceu, abrindo a camisa em dois botões e mostrando o decote.
"Boa menina, agora quero que você finja que derrubou algo e se incline para pegar, mostre sua bunda para mim."
Ela me olhou e assentiu. Derrubou o celular, então se curvou para pegá-lo, fazendo o possível para "acidentalmente" empurrá-lo para a fileira da frente. Ficou de quatro, abaixando-se, as nádegas saindo dos shortinhos curtos.
Minha boca estava babando, não aguentei mais.
"Gostou, Papai?" ela perguntou, assim que recuperou o celular e sentou de volta.
"Sim, bebê, agora você está pronta para se tornar o brinquedinho sexual do Papai?" mandei, e ela abraçou as pernas contra o peito.
"Agora?!" ela perguntou, tentando não olhar diretamente para mim.
"Sim, bebê. Vou inventar uma desculpa para sair, e você vai esperar alguns minutos, depois vem me encontrar no banheiro familiar perto da entrada. Podemos ficar sozinhos lá, entendeu?"
Ela ficou sentada, roendo as unhas e desviando o olhar.
"Sim, Papai." ela finalmente respondeu.
Fiquei sentado quieto por um momento ou dois, então soltei um gemido, virando para minha esposa.
— Ah, cara, não estou me sentindo muito bem, Katie. Acho que foi a pizza de mais cedo, você tem algum antiácido? — perguntei, e ela mal olhou para mim.
— Não, desculpa, amor — ela murmurou.
— Tá, bom, vou dar uma olhada na loja de presentes. — murmurei. — Talvez eu demore um pouco — disse, esfregando o estômago.
— Divirta-se no banheiro, pai! — meu filho mais velho riu, e eu sorri.
— Ah, pode apostar que vou. — resmunguei, saindo.
Eu até parei na loja de presentes, inventei uma mentirinha rápida sobre a calça do meu filho ter rasgado. Eles não vendiam fita adesiva, mas eu fiz social e me deixaram pegar um rolo do armário de suprimentos, contanto que eu prometesse devolver.
Fui até o banheiro familiar. Para minha sorte, estava vazio, e cheirava a produtos de limpeza e purificador de ar barato, em vez de, bem, você sabe.
Fiquei ali, ajeitando o cabelo, estalando os dedos, quando a porta se entreabriu e Penny entrou sorrateira.
— Olá, Papai — ela sussurrou, trancando a porta atrás de si, a cabeça baixa, os braços atrás das costas.
Andei até ela, empurrando-a contra a parede. Ela suspirou, me encarando, os olhos arregalados.
Segurei seus quadris e a puxei para perto. Ela instantaneamente me envolveu com os braços, beijando, mordendo e ronronando, era insaciável.
— Por favor, Papai, me deixa ser seu bom brinquedinho sexual — ela implorou, me apertando forte.
Agarrei sua garganta e a afastei de mim, empurrando-a contra a parede.
— Ainda não, bebê, você precisa ser punida por ser uma garotinha tão malvada, não precisa? — perguntei, apertando sua garganta com firmeza.
— Sim — ela gemeu —, por favor.
Virei-a de costas, beijando seu pescoço enquanto desabotoava sua camisa. Desenganchei o sutiã e deixei tudo esvoaçar no chão. Ela estremeceu um pouco, eu agarrei seu cabelo e puxei sua cabeça para trás.
Então agarrei seus shorts e os puxei para baixo rapidamente, sua bundinha fofa saltando para fora, o corpo todo agora nu, exceto pelos tênis cor-de-rosa.
— Oh! — ela murmurou, os braços se cruzando para cobrir os seios empinados.
— Vire-se — eu disse, e ela obedeceu, o peito e o rosto vermelhos, a respiração curta e rápida.
— Por favor, Papai, seja gentil, eu, hum, bem, eu nunca... — ela murmurou, olhando para baixo.
— Você é virgem? — perguntei, sorrindo.
— Sim. Desculpa, se você não quiser... — ela começou, mas eu agarrei sua cabeça e a empurrei para baixo. Peguei o rolo de fita adesiva e amarrei seus braços atrás das costas.
— Onde você... — ela suspirou, mas agarrei sua garganta e a forcei a olhar para mim.
— Abra a boca — eu disse, e ela sorriu.
Sua boca se abriu, e eu a estapeei. Ela olhou para baixo, claramente chocada, mas olhou de volta, faminta por mais.
— Mais aberta — eu disse, e ela assentiu, abrindo a boca o máximo que podia. — Mostre a língua.
Ela mostrou a língua e seus olhos se arregalaram com o tamanho do meu pau duro e ereto.
— É tão grande! — ela suspirou, tentando ao máximo manter a boca bem aberta.
— Não grande demais, espero — eu disse, agarrando sua cabeça e enfiando-o em sua boca.
Ela não estava totalmente pronta. Ela engasgou e tossiu, sufocando um pouco, baba escorrendo pelo queixo sobre seu corpo nu.
— Isso mesmo, isso mesmo, bebê — eu disse, fodendo sua boca enquanto ela engasgava e babava.
— Tá bom assim? — ela perguntou, e eu assenti.
— Exatamente assim, bebê, exatamente assim — eu disse, agarrando seu cabelo e finalmente forçando meu pau quase inteiro goela abaixo. Bati na bunda dela enquanto ela engasgava e sufocava, finalmente soltando-a.
Ela caiu de quatro, tossindo, uma poça de sua saliva se acumulando no piso.
— Gostou, Papai? — ela perguntou, levantando-se.
— Ah, sim, bebê, agora é minha vez — eu disse, pegando-a no colo e sentando-a na pia. Ela se recostou contra o espelho e abriu as pernas, e eu me curvei, inspecionando sua bocetinha inchada.
Ela estava completamente depilada, a pele macia e lisa, os lábios vermelhos e a boceta praticamente pingando de molhada.
Enfiei dois dedos dentro dela, brincando devagar com sua boceta enquanto ela me encarava, ofegante, os braços amarrados atrás das costas, se contorcendo quase.
— Ah, Papai, sim, por favor! — ela suspirou, e eu me curvei, beijando a parte interna de suas coxas, agarrando sua garganta com uma mão.
Lambi sua boceta, quase suspirando com o quão doce e deliciosa ela tinha gosto. Ela gemeu, balançando a cabeça, as pernas tremendo enquanto gozava.
Fiquei de pé, minha saliva e os fluidos dela ainda molhados no meu rosto enquanto a encarava, severamente.
— Eu não dei permissão para gozar. — eu disse, e ela ainda estava recuperando o fôlego quando olhou para mim, lágrimas nos olhos.
— Ah, Papai, por favor, sinto muito, Papai — ela gemeu, e eu balancei a cabeça.
— Por favor! Eu não sabia! Vou ser um bom brinquedinho sexual para você! Prometo, vou ser tão boa para você! — ela implorou, mas eu a peguei e a coloquei de pé.
— Você vai, mas precisa ser punida primeiro — eu disse, abaixando a tampa do vaso e sentando nela, dando tapinhas no meu colo. — Vem.
Ela deu um passo à frente, ajoelhando-se e inclinando-se para frente. Agarrei seu cabelo e a puxei para o meu colo, massageando sua bunda.
— Você precisa ser punida, não precisa? — perguntei, abrindo um pouco suas pernas e enfiando um dedo dentro dela.
— Sim, Papai, sinto muito — ela implorou, lágrimas escorrendo pelo rosto —, quero ser um bom brinquedinho sexual para você, prometo que vou ser boa!
Bati na bunda dela, forte, e ela gemeu.
— Por favor, de novo! — ela implorou, arfando e gemendo.
Bati na sua bunda, de novo e de novo, suas nádegas ficando vermelhas e brilhantes. Ela gemia e chorava, arfando e tossindo, me implorando, repetidamente.
— Por favor! Papai, por favor! De novo! — ela gemia.
Quando terminei, minha mão doía de tanto bater nela. Ela ficou ali deitada, balançando a cabeça, soluçando enquanto eu massageava sua bunda.
— Por favor, Papai, não para, eu preciso ser punida — ela chorou, mas eu balancei a cabeça.
— Não, você já teve punição suficiente por agora, bebê — eu disse, apalpando sua bunda.
— Mesmo? — ela fungou, olhando para mim. — Obrigada, Papai.
Eu a peguei, carregando-a até a pia, sentando-a e abrindo bem suas pernas. Puxei meu pau duro e o pressionei contra os lábios da sua boceta.
— Por favor, Papai, por favor me fode — ela implorou, olhando para mim com seus grandes olhos arregalados, a maquiagem borrada pelas lágrimas.
— Você está pronta para perder sua virgindade num banheiro público? — perguntei, sorrindo —, para um homem que acabou de conhecer, como o brinquedinho sujo que você é?
Ela assentiu ansiosamente, mordendo o lábio e me encarando.
— Isso pode doer um pouco — eu disse, cuspindo na mão e lubrificando meu pau. — Você está pronta?
Ela respirou fundo quando eu lentamente pressionei meu pau dentro dela.
Pude sentir seu hímen se rompendo, a resistência lentamente cedendo.
— Ai! Ai! Ai! — ela suspirou, então seus olhos reviraram e ela soltou um suspiro, ofegante e gemendo.
— Ai, Deus! Ai, Deus! — ela tremeu —, Ah, Papai! Por favor!
Ela gemia enquanto eu metia fundo dentro dela. Sua boceta era tão apertada, tão macia e molhada que era difícil não gozar dentro dela ali mesmo.
— Por favor, Papai, por favor, posso gozar? — ela perguntou, e eu assenti.
Seu corpo convulsionou, ela se contorceu, mordendo o lábio, fechando os olhos, ofegante e soluçando, quase gritando, então relaxou.
Estendi a mão atrás dela e agarrei suas amarras. Agilmente, puxei a fita adesiva até suas mãos ficarem livres, ainda que vermelhas e um pouco grudadas.
— Ah, Papai, obrigada — ela disse, envolvendo os braços ao meu redor e me puxando para perto, empurrando sua boceta contra meu corpo.
— Puta merda — bufei, agarrando sua bunda e martelando seu corpinho apertado.
— Você gosta dessa boceta, Papai? Sou mais apertada que sua esposa? — ela perguntou, e eu assenti.
— Porra, você é tão mais apertada — ri, e ela beijou meu pescoço e se enrolou em mim, apertado.
— Vou ser um brinquedinho sexual tão bom para você, Papai, vou fazer tudo o que você disser — ela me contou, me puxando tão apertado que eu não pude deixar de levantá-la da pia e fodê-la ali mesmo, segurando seu corpo pelas nádegas.
— Ai, Deus! Sim, Papai! Sim! Eu vou... posso, por favor... — ela suspirou, e eu assenti.
— Goza para mim, bebê — sussurrei em seu ouvido, e ela começou a tremer de novo, tentando não gritar, arfando por ar enquanto chegava ao clímax.
Quando ela terminou, eu a coloquei de pé. Ela estava tremendo, mal conseguindo ficar em pé, então a guiei até o vaso, colocando-a de quatro contra ele.
— Empina a bunda — exigi, e ela levantou as nádegas o máximo que pôde.
Me ajoelhei atrás dela e forcei meu pau dentro dela. Ela balançou a cabeça, gemendo, cobrindo a boca com as mãos enquanto eu a comia por trás.
Tirei meu cinto e comecei a bater na bunda dela com ele. Ela guinchava e gemia a cada golpe, tentando ao máximo ficar quieta.
— Ai, Deus, Papai, vou gozar de novo — ela sussurrou, e eu a bati.
— Boa menina, goza para o Papai, bebê — eu disse, e ela começou a se contrair e tremer, finalmente gritando nas mãos.
— Ai, Deus, Papai, goza na minha boceta, por favor! — ela implorou, mas eu balancei a cabeça.
— Dessa vez não, você vai ser uma boa garotinha e engolir minha porra, entendeu? — perguntei, e ela assentiu.
— Sim, por favor, vou engolir tudo! — ela disse, mas eu agarrei sua bunda.
— Não tudo, você vai voltar para sua família com um pouquinho da minha porra escorrendo pela sua bochecha.
Ela gemeu, assentindo.
— Deus, sim, por favor, me marca como sua putinha! — ela suspirou, se contraindo de novo.
— Você vai gozar de novo, bebê? — perguntei, e ela nem conseguia responder com palavras. Só balançou a cabeça, me encarando, suplicando com os olhos.
— Boa menina — eu disse, e ela instantaneamente começou a gritar, chorar, arfar e ofegar.
Enquanto ela estava saindo do último orgasmo, eu tirei, e ela pulou de joelhos e enfiou meu pau goela abaixo. Ela me chupou como se sua vida dependesse disso, a cabeça balançando para frente e para trás enquanto babava e chupava, enfiando tudo até o fundo, engasgando e babando.
Finalmente, agarrei a cabeça dela e puxei um pouco para trás, lançando jato após jato da minha porra dentro da boca dela.
— Não engula ainda — eu gemi, e com um último impulso, esporrei um pouco nos lábios dela, o último fio escorrendo pelo canto da boca.
Ela ficou ali, a boca bem aberta, minha porra acumulada na língua enquanto eu abotoava as calças e vestia a camisa de volta. Ela permaneceu imóvel, obedientemente imóvel, apenas observando, um sorriso largo no rosto.
— Tá bom, bebê, pode engolir — eu disse, e os lábios dela se fecharam enquanto ela engolia minha porra.
— Ai, papai — ela gemeu, engatinhando até minha perna e se aninhando nela. — Ai, Deus, isso foi tão bom!
— Boa menina — sussurrei, acariciando-a. — Você vai gostar de ser meu brinquedinho sexual pervertido, não vai?
Os olhos dela se iluminaram enquanto me encarava.
— A gente pode fazer isso de novo? — ela guinchou, praticamente explodindo de alegria.
— Claro — eu ri. — A gente tava procurando uma babá nova. Acho que você seria perfeita pro trabalho.
Ela ficou me olhando com aquele sorriso radiante e inocente no rosto.
— Vou ser tão boazinha! — ela prometeu enquanto eu escapulia pela porta. — Vou ser tão boazinha pro senhor, papai!