Bar de Shemales
Já cometi muitos erros bêbado no passado.
Transei com o que achei ser uma MILF gostosa, mas que acabou sendo uma avó bem mais velha e nem remotamente atraente.
Transei com uma mulher muito obesa que quase me esmagou até a morte quando sentou em mim.
Transei com a mãe da minha namorada enquanto ela dormia no andar de baixo.
Só pra citar três.
Mas isso não chega aos pés do que aconteceu na noite passada.
Eu estava fazendo um tour pelos bares de San Francisco e já tinha passado por um bar de drag queens, onde, por sorte, ainda estava sóbrio o bastante para reconhecer um pomo de Adão numa pessoa de aparência feminina que estava dando muito em cima de mim, quando cheguei a uma boate chamada Deception, um lugar do qual minha colega Fran, uma das poucas que até então resistiam ao meu charme, disse que eu tinha que visitar se estivesse em San Francisco.
Perguntei: "Por quê?"
"É um bar onde é garantido que você vai transar como nunca transou antes", ela disse, sempre falando como se fosse um cara.
"Não consigo imaginar como isso seria possível." Sorri, flertando de volta.
"Confia em mim, vai mudar sua vida", disse ela.
"Eu mudaria sua vida se você deixasse", flertei.
"Confia em mim, você não daria conta de mim", ela retrucou.
"Desafio aceito", brinquei.
"Quando você voltar da Deception, a gente conversa", disse ela.
Achei o nome estranho, mas só queria mais um drinque e, com sorte, uma gata gostosa para levar para o hotel, já que não transava havia uma semana, o que era bastante tempo para mim... e lembrei das palavras da Fran.
Em retrospecto, um eu sóbrio provavelmente teria percebido muitos dos sinais de alerta.
A entrada custava vinte dólares, o que era meio salgado, mas se as mulheres lá dentro fossem metade do que era a mulher que pegou meu dinheiro, achei que valia muito a pena.
Ela perguntou: "Primeira vez?"
"É tão óbvio assim que sou virgem de Deception?" brinquei, sem perceber a involuntária conotação sexual que usei... eu só estava sendo meu eu charmoso.
Ela riu, enquanto me entregava uma pulseira vermelha brilhante: "Não vai ser por muito tempo, gostoso."
Eu adorava esses momentos de flerte. Independentemente de conseguir ou não, flertar era minha droga... isso e cerveja.
Sou um cara bonito. Não estou sendo arrogante, só admitindo a verdade. Nunca tive dificuldade de pegar mulher porque sou o pacote completo: sexy, musculoso, olhos azuis e cabelo loiro, engraçado, charmoso, bem-vestido, bom emprego e um pau decente de dezoito centímetros que não era tão grande a ponto de assustar as mulheres, mas grande o bastante para deixá-las muito satisfeitas.
Só pra constar, não sou um babaca arrogante. Sei que sou abençoado e também me certifico de que minhas mulheres tenham prazer.
Só que eu me canso rápido.
Nunca encontrei uma que me fizesse querer voltar sempre.
Sexo é só sexo....
Sei que isso me faz soar como um machista de merda, mas acredito que, quando eu encontrar a pessoa certa, vou simplesmente saber... como meus pais, que estão casados há quarenta anos.
Enfim, me deram uma cortesia para um shot de 'Rosa Apertado', uma bebida da qual nunca tinha ouvido falar.
Mas não sou de recusar bebida grátis e fui direto para o bar, onde uma loira muito bonita sorriu: "Primeira vez aqui, gostoso?"
"É isso que a pulseira simboliza?" perguntei.
"Isso mesmo", ela acenou. "Você é daqui?"
"Canadá, na verdade", respondi, já sentindo que minha sedução hoje poderia ser a bartender.
"Ah, bem, quando estiver em San Fran", disse ela, enquanto me entregava um shot.
"O que tem nele?" perguntei.
"Segredo da bartender", respondeu, "mas vai te soltar um pouco."
"E se eu quiser te soltar um pouco?" flertei de volta enquanto virava o shot.
Ela riu: "Ah, não sei se você daria conta de mim."
Sorri, com todo o charme: "Morreria tentando."
"Vou guardar isso na memória", disse ela. "Agora vire seu shot."
Virei. Minha garganta queimou, pois era a dose mais intensa que já tinha tomado.
"Desce com isso", uma ruiva linda sorriu, me estendendo uma bebida.
Com a garganta queimando, peguei o copo de uísque e virei. Aquilo também foi como fogo na garganta.
A bartender riu: "Josie, você vai matar o canadense."
"Um canadense", a ruiva ronronou. "Que delícia."
Corei, enquanto virava a água que a bartender me deu.
"E o que te traz aqui?" Josie perguntou.
"Você", respondi, acionando o charme, já que senti que ela era uma participante disposta.
"Sério?" Ela sorriu, parecendo colocar uma dose semelhante de charme no tom. De repente, não tinha certeza se eu era o caçador ou a presa.
Aceitei: "Posso pagar um drinque pra você?"
"Nesse bar, as mulheres pagam os drinques", respondeu a ruiva, com seus olhos verdes me hipnotizando. Ela fez sinal para a bartender.
"Melhor bar do mundo", brinquei.
"Ah, você não sabe nem metade", sorriu, inclinando-se e mordiscando meu lóbulo da orelha. "Vou te foder tanto."
Já tinha sido cantado por mulheres antes... muitas vezes. Mas nunca com tanta agressividade e direção.
Sorri de forma brincalhona, mesmo com o pau ficando duro: "Talvez eu não beije no primeiro encontro."
A mão dela foi para o meu pau enquanto sua língua rodopiava na minha orelha: "Nem eu."
A bartender voltou com os drinques e comentou: "Cuidado, canadense. A Josie é uma predadora que não aceita não como resposta."
"Felizmente, não me faço de difícil", gemi, enquanto ela continuava a esfregar meu pau.
A bartender riu. "Bem, não diga que não avisei."
Josie ordenou, com a mão decepcionantemente deixando meu pau latejante: "Beba."
Agarrei a bebida e agradeci por ser um uísque com Coca normal.
"Quer dançar?" perguntei.
"Quer foder?" ela retrucou.
"Onde você esteve a minha vida inteira?" brinquei, aquela mulher realmente me excitando.
"Vamos", disse ela, pegando minha mão enquanto eu ainda estava no meio do drinque.
Segui e fiquei surpreso quando ela me levou para o banheiro. Também fiquei surpreso ao ver que só havia um banheiro.
Perguntei: "Esse é um daqueles banheiros unissex?"
"Pode-se dizer que sim", disse ela, me levando para uma das sete cabines.
Enquanto eu seguia, ouvi um cara gemer: "Ah, isso, me fode."
Fiquei pensando em que tipo de bar eu estava.
Antes que pudesse refletir sobre isso, Josie caiu de joelhos, pescou meu pau com precisão experiente e o engoliu inteiro.
"Meu Deus", gemi, enquanto ela chupava meu pau como uma especialista.
"Meu Deus, mais forte", o cara gemia, o que me confundiu.
Enquanto eu a via indo e voltando, reparei num buraco na parede. Sorri, merda, esse lugar até tinha glory holes.
Depois de alguns minutos, avisei: "É melhor você ir mais devagar ou vou gozar antes da hora."
Ela deixou meu pau escorregar da boca enquanto se levantava e disse: "Bem, não podemos deixar isso acontecer", colocando as mãos nos meus ombros e me guiando para ficar de joelhos.
"Adoro uma mulher que sabe o que quer", ronronei, impressionado com a agressividade dela e ansioso para provar sua boceta.
"Lembre-se dessas palavras", disse ela, me olhando de cima.
Achei aquela resposta estranha, mas excitado e bêbado, tudo o que eu queria era chupar sua boceta e depois foder.
"Goza no meu cu", o cara gritou, bem no momento em que eu acenava e levantava o vestido dela.
Quando enfiei a mão em sua calcinha, meus olhos se arregalaram tanto com a revelação do que estava acontecendo na outra cabine quanto com o fato de que Josie tinha um volume duro onde sua boceta deveria estar.
"Tira pra fora", ordenou ela.
Gaguejei, paralisado de perplexidade: "V-v-você tem um pau!"
"É, obrigada por me avisar", ela ironizou com sarcasmo. "Agora abaixa minha calcinha e começa a chupar."
"E-e-eu não sou gay", tentei explicar, ainda encarando aquele erro anatômico.
"Eu não disse que você era", suspirou, abaixando ela mesma a calcinha para revelar um pau duro, grande, grosso, de vinte centímetros. "Agora começa a trabalhar, porra."
Eu não conseguia acreditar. Ela esperava que eu chupasse seu pau.
Fui falar... protestar... quando de repente ela enfiou o pau na minha boca aberta e estupefata.
Ela agarrou minha cabeça e começou a foder minha cara, me fazendo engasgar.
Não tive escolha a não ser chupar.
"Isso aí, chupador de pau", gemeu, segurando minha cabeça com firmeza, "você fica tão gostoso com meu pau na sua boca."
As palavras eram ridículas, já que eu não podia imaginar que estava gostoso enquanto tentava parar de engasgar com a piroca enorme que atacava minha boca. Também nunca teria imaginado, em cem anos, que aquele termo depreciativo seria usado contra mim.
Depois de mais algumas estocadas profundas, ela tirou. Perguntou, me olhando de cima: "É seu primeiro pau?"
"Sim", respondi, enquanto olhava para ela e depois para seu pau, ainda completamente sobrecarregado com minha situação repentina... o aviso da bartender fazendo todo sentido de repente.
"Você quer ele de volta na sua boca, não quer?" Ela sorriu.
E, estranhamente, quando finalmente dei uma boa olhada no pau, a resposta era sim. Não sabia explicar, mas o pau dela era lindo. Esses pensamentos só me confundiam mais.
"Responde, chupador de pau", ordenou, batendo de leve nos meus lábios com o pau.
"Sim", respondi rápido, me sentindo compelido a obedecer aquela mulher linda com pau, minha boca literalmente salivando de vontade de tê-lo de volta nela.
"Sim, o quê?" Ela perguntou, traçando meus lábios com a cabeça grossa em forma de cogumelo.
"Sim, quero chupar seu pau", admiti, sem sentir vergonha alguma daquela declaração, mas sim uma fome inegável.
"Bem, então começa a trabalhar, chupador de pau", ordenou ela.
Dessa vez, não enfiou o pau na minha boca.
Dessa vez, fui eu que me inclinei para frente e voluntariamente me tornei um chupador de pau.
"Bom garoto", gemeu, enquanto seu pau desaparecia na minha boca.
O tom era presunçoso, e talvez condescendente, e ainda assim parecia apropriado. Agora no controle da chupada, eu me movia lentamente para frente e para trás... maravilhado com o quão natural era ter um pau na boca.
Nunca, nem de longe, tinha considerado chupar um pau antes, mas agora que um estava na minha boca, parecia natural.
"Isso mesmo, leva seu tempo e venera meu pau", ronronou, colocando as mãos no meu cabelo.
Não conseguia acreditar que estava de joelhos.
Não conseguia acreditar que ela tinha um pau.
Não conseguia acreditar que estava chupando seu pau.
Não conseguia acreditar que estava gostando.
Conforme me acostumava com a grossura que esticava minha boca muito mais que um pirulito, comecei a tentar engolir mais do seu comprimento.
Engasguei excessivamente quando ela meteu com força na minha cara e, por algum motivo, agora que eu tinha o controle, queria impressioná-la... ser um bom chupador de pau... por mais estranho que fosse pensar nisso.
Então, a cada movimento para frente, tentava engolir um pouco mais, me perguntando se conseguiria um dia colocar tudo na boca sem engasgar.
"Merda, tem certeza que nunca fez isso antes?" ela perguntou, parecendo impressionada com o que eu fazia.
"Ai, meu Deus, arromba meu cu", outro cara gritou.
Foi então que me perguntei: eu tinha entrado sem querer num bar de shemales?
Josie tirou o pau da minha boca e perguntou: "Já teve um pau no seu cu?"
"Deus, não", respondi rápido, a ideia nem um pouco atraente, especialmente com um pau grosso e comprido daquele. Chupar pau era uma coisa, levar no cu era completamente diferente.
"Enfia tudo", uma voz feminina ordenou.
Mais evidência de que aquilo era um bar de shemales.
"Isso, me dá cada centímetro", o cara gemeu.
Josie explicou: "A maioria dos homens no fundo quer chupar pau e ser fodido."
"Sério?" perguntei, "nunca pensei nisso."
"Mesmo assim, no momento em que um pau te foi oferecido, você enfiou na boca ansiosamente."
"Na verdade, você meteu na minha cara", apontei, não gostando das acusações dela.
"Você tem uns cem quilos a mais que eu", ela destacou. "Tenho certeza de que poderia ter me empurrado."
"Acho que sim", respondi, percebendo que era verdade.
"E você parecia estar gostando muito agora há pouco."
"É, não sei explicar", disse, olhando de volta para o pau dela... querendo-o de volta na minha boca.
"Eu acabei de explicar", ela sorriu, deslizando o pau de volta na minha boca.
Voltei a chupar, feliz por tê-lo de volta na boca e grato por ter evitado o lance no cu.
"Você quer meu pau, senador?" uma voz perguntou.
"Deus, sim", a voz respondeu.
Ainda não conseguia acreditar na realidade surreal em que estava.
Enquanto eu engolia mais da metade daquele pauzão na boca, ela explicou: "Os caras vêm aqui para chupar e ser fodidos."
Tirei o pau dela da boca e expliquei: "Eu só vim aqui para beber."
"E você está bebendo", sorriu, deslizando o pau de volta na minha boca.
Voltei a chupar enquanto ela explicava: "Todos os caras querem ser passivos."
Não tinha certeza se aquilo era verdade, já que nunca tinha passado pela minha cabeça até aquele momento... e, embora estivesse gostando de chupar seu pau, ainda não tinha interesse em ser sodomizado.
Josie perguntou um minuto depois: "Pronto para ser fodido?"
"Por favor, só me deixa te chupar", me ouvi dizer... palavras que nunca imaginei que sairiam da minha boca.
"Tão ansioso", sorriu, me olhando de cima.
"Ai, meu Deus, fode meu cu", um cara gemeu de outra cabine.
"Levanta", Josie ordenou.
"Por favor, não", implorei.
Ela me puxou bruscamente para cima e exigiu: "Abaixa suas calças."
"Puta que pariu", um cara gritou, "estou gozando."
"Os verdadeiros viadinhos gozam levando no cu", Josie explicou, enquanto desafivelava meu cinto.
Eu simplesmente a deixei me despir, incapaz de dizer não a ela e ainda assim incapaz de fazer eu mesmo, enquanto tentava processar como tinha ido parar naquela situação e o que ela queria fazer comigo.
Ela puxou minhas calças para baixo e depois minha cueca.
"Pau bonito", Josie elogiou, enquanto o acariciava. "Por que está tão duro?"
"Não sei", respondi, e realmente não sabia.
"Vira", ordenou, soltando meu pau e levando a mão a um dispensador de sabonete.
Enquanto eu olhava confuso, ela explicou: "Lubrificante."
"Ah", foi tudo o que consegui dizer, enquanto a via cobrir seu pauzão com lubrificante.
Observei em choque e fascínio, num estado mental completamente atordoado: incapaz de desviar os olhos de seu pau grande e duro, e incapaz de conceber onde ela planejava enfiá-lo em seguida. Eu deveria ter subido as calças e corrido dali, mas permaneci paralisado pela indecisão e confusão.
Quando ela me virou e me curvou sobre o vaso sanitário, não protestei nada... de repente me sentindo como um boneco Ken... com a Barbie sendo quem usava a cinta com consolo.
Ela avisou, um momento depois, enquanto esfregava o pau para cima e para baixo nas minhas nádegas: "Isso pode arder um pouco."
Antes que eu pudesse responder, senti a cabeça do pau dela avançar e, após uma breve rejeição da minha parte, seu pau deslizou para dentro do meu cu.
"Ai, Deus", gemi alto, cerrando os dentes de dor.
"Tão apertado", gemeu, enquanto sua cobra grande deslizava lentamente para dentro do meu cu virgem.
"Por favor, para", lamentei, incapaz de conceber que ela fosse ainda mais fundo em mim.
"Ah, estou só começando", ronronou, continuando a alcançar novas profundezas dentro do meu buraco antes apenas de saída.
"Puuuuuuta que pariu", gritei, soando tão desesperado quanto os outros homens nas outras cabines... a dor me atravessando mesmo enquanto meu pau duro estremecia.
"Logo, minha putinha de cu", disse ela, continuando sua interminável violação do meu traseiro.
Aceitando meu destino, simplesmente me permiti ser sodomizado. Foi então que lembrei das palavras da Fran: 'É um bar onde é garantido que você vai transar como nunca transou antes'.
Fran tinha armado para mim.
Foi então, enquanto sentia o corpo de Josie encontrando o meu, que ponderei se Fran era uma shemale.
"Quer que eu te foda?" Josie perguntou, inclinando-se sobre mim e beijando a nuca do meu pescoço.
E, embora a dor fosse forte, de repente eu não queria nada mais do que exatamente aquilo... ser fodido. Não fazia sentido... não era algo que eu já tivesse fantasiado... mas naquele momento eu queria ser fodido... surrado... sodomizado.
Respondi: "Sim."
"Sim, o quê?" ela perguntou, sem mover o pau... apenas o deixando enterrado fundo no meu reto.
"Sim, por favor, me fode", sussurrei.
"Fode seu o quê?"
"Meu cu, por favor, fode meu cu", implorei, o que tornou tudo ainda mais surreal.
"Como desejar", ela concordou, começando a bombear lentamente o pau para dentro e para fora de mim.
Quase instantaneamente, um pequeno prazer começou a crescer dentro de mim, mesmo enquanto a dor também se intensificava.
"Relaxa, logo você vai estar implorando para eu meter com tudo no seu cuzinho", disse ela, continuando a me foder lentamente.
— Tudo bem — concordei fracamente, tentando me acostumar com a ideia de ter o pau enorme dela enterrado fundo dentro de mim.
Por alguns minutos tentei relaxar (mais fácil falar do que fazer quando seu cu está cheio de um pau duro e grande) e, lentamente, o prazer começou a superar a dor.
Então eu gemi.
— A dor está passando, não está? — ela disse, começando a ir mais rápido.
— Sim — gemi mais alto, de repente querendo que ela me fodesse mais rápido, com mais força.
— Me diga quando e o que você quer — ela falou.
— Ai, Deus, com mais força, me fode com mais força — implorei, querendo ser arrombado.
— Tem certeza? — ela perguntou.
— Deus, sim, me faz de sua putinha de pau — respondi, soando como uma estrela pornô vagabunda.
Ela obedeceu, de repente me enfiando com força.
— Puuuuuuuta — gritei, uma dor aguda e repentina reaparecendo enquanto ela começou a alargar meu cu.
— Você gosta com força, sua putinha de cu? — ela perguntou.
Eu não gostava dos xingamentos, mas estava muito sob o feitiço dela para questionar o abuso verbal. Gemi, o prazer intenso e a dor intensa ricocheteando em todo o meu ser, — Sim, sim, adoro ser arrombado pelo seu pauzão.
— Você é uma putinha tão gostosa — ela ronronou, me fodendo tão fundo e com tanta força.
— Adoro ser sua putinha — declarei, o prazer novamente assumindo o controle do meu corpo... meu pau morrendo de vontade de ser tocado e gozar.
Ela me fodeu por mais alguns minutos antes de tirar o pau, rapidamente me virou, me guiou até o chão e enfiou o pau de volta na minha boca.
Ela me fodeu a cara com força, suas bolas batendo no meu queixo, enquanto eu percebia que estava chupando um pau que tinha acabado de estar no meu cu.
— Aí vem — ela grunhiu, depois de algumas estocadas brutais.
E então senti o esperma dela explodir na minha boca.
Engoli, não que eu tivesse escolha, já que ela continuou fodendo minha cara.
Quando terminou, ela tirou o pau e disse: — Quer gozar?
— Deus, sim — balancei a cabeça.
Ela pegou o celular e discou.
Fiquei olhando, confuso.
Depois de um minuto, ela disse: — Ei, irmã mais velha. Estou com o seu homem aqui.
Meus olhos se arregalaram. Com quem ela estava falando? Eu não estava namorando ninguém.
De repente, ela me passou o telefone e disse: — É para você.
Peguei o telefone e disse: — Alô.
— Oi, Adam — a voz disse... A voz que sem dúvida era da Fran.
— Fran?
— Gostou do pauzão da minha irmã?
— Como...
— Responda à pergunta — ela exigiu.
— Sim — respondi rapidamente, admitindo a verdade.
— Mudou a sua vida como eu disse que mudaria?
— Acho que sim — concordei, ainda encarando o pau da Josie.
— Ótimo, porque quando você voltar para casa, eu tenho um belo pau grande para essa sua boca de chupador de pau e essa buceta de homem — ela disse, me chocando.
— Você também tem um pau?
— Maior que o da Josie também — ela disse.
— Uau! — foi tudo que consegui dizer enquanto minha cabeça girava com essa nova informação.
— Quer gozar? — Fran perguntou.
— Sim — admiti.
— Se masturba pensando em mim arrombando esse seu cu — Fran ordenou.
— Tá — disse eu, levando a mão ao meu pau e obedecendo à ordem.
— Agora me diz o que você é — ela ordenou.
Eu sabia o que ela esperava. E enquanto eu bombeava meu pau furiosamente, gemi: — Um chupador de pau, um viadinho que dá o cu para pau de shemale.
— E uma putinha de esperma — Josie acrescentou, enquanto abria a porta da cabine e chamava: — Alguém quer carne fresca?
Meus olhos se arregalaram de novo quando percebi que poderia tomar mais pau.
— Ah, sim, meu chupador de paus, esta noite você não sai dessa cabine até ter chupado cada pau e tomado cada pica no seu buraco de merda — Fran disse, e isso foi a gota d'água para eu gozar.
— Puuuuuuta — grunhi enquanto gozava pelo chão, bem quando o garçom gostoso entrou na sala.
— Deus, você realmente é uma putinha de pau — Fran riu no meu ouvido enquanto eu gozava.
Eu estava prestes a responder, mas o garçom levantou a saia e enfiou o pau na minha boca.
O garçom pegou o telefone e disse: — Ei, Fran, vamos cuidar muito bem da sua putinha de pau.
E enquanto eu começava a chupar um pau ainda maior, percebi o quanto eu tinha sido manipulado.
Dito isso, enquanto eu boqueteava ansiosamente o segundo pau, também percebi que não queria que fosse de outro jeito.
Fim