Contos eróticos para ler inteiros.

Sexo Anal

Atos Duvidosos 1

hosana0217 min

Atos Duvidosos

Estava nevando naquele dia. O point do café quente na cidade tinha sido convertido em um evento de dança para maiores de 21 anos, a única diversão do lugar, e agora até aquele rolê estava uma merda. Seus pais podem ter arruinado tudo para sempre com essa droga de ligação.

"Só. Me. Deixem. Em. Paz." Ele disparou ao celular novo. Os dias sombrios do outono nunca haviam parecido tão frios e miseráveis antes.

Eles estavam sendo tão irracionais. Tão injustos. Seus pais. Especialmente o padrasto. Matthew sabia que era tudo ideia dele, cortar sua mesada. Matthew Freeman tinha uma mesada desde os oito anos e nunca trabalhou um dia na vida.

Ele não viu a jovem se aproximar, toda vestida de preto insinuante. "Oi."

Matthew a olhou com expectativa, sem charme.

"Sou Valeria. Você é um Freeman, né? Seu pai trabalha no clube social?"

"Sim." Padrasto, Matthew fervia por dentro.

A garota assentiu. "Sim. Minha família estava lá, no Dia do Fundador."

"Ah. Certo." Ele deu de ombros. Não entendia por que essa garota vinha incomodá-lo quando ele estava claramente furioso e fuzilando o celular com os olhos.

Ela deixou um silêncio durar um minuto antes de falar de novo, perto do rosto dele para vencer a música. "Ouvi sua conversa. Sinto muito por isso."

"O que você se importa?" Matthew bufou. Odiava ser visto tão magoado, mesmo sob a escuridão parcial das luzes estroboscópicas.

"Seus pais não vão deixar você passar fome. Você vai ficar bem."

Ele não resistiu à oportunidade de falar sobre si mesmo para um ouvido compreensivo. "Eu sei, mas ugh," Ele balançou a cabeça. "Ugh. Só, ugh."

"Ganhar um dinheirinho extra não é tão difícil hoje em dia, se você souber o que fazer. Eu pagaria você."

"O quê?" Ele soltou uma risada. Estava seguindo-a inconscientemente enquanto ela deslizava para longe do bar. "Desculpa? Me pagar para fazer o quê?"

"Bem. Eu quero pagar para você..." Matthew piscou quando ela abaixou a voz o máximo que pôde. "Você tem que prometer nunca contar a ninguém o que estou prestes a dizer."

"Tá, tá. E então?"

A garota olhou para ele, e ele pôde ver que seus olhos estavam arregalados. O rosto dela não era tão ruim, ele supôs.

"Quero pagar para ver seu corpo." Ela disse com determinação. "E potencialmente mais. Mas entendo se não, porque eu sou--"

"Espera, o quê?" Seus olhos saltaram das órbitas. "O quê?"

"Deixa eu explicar, eu tenho uns gostos bem específicos--"

Matthew agarrou o celular. "Espera, espera, espera! Devagar! Você falou sério isso de--"

"Mas você não precisa se preocupar com isso, quer dizer. Eu só quero ver você..." ela fez um movimento de concha no ar, gesticulando ao longo do corpo dele.

"Por que... o quê?" Ele fez uma tomada dupla, então se lembrou de abaixar a voz. "P-por que você pagaria alguém para ver o pau dele? Por que uma mulher--"

Ela riu. "Não é bem sobre o seu pau."

Matthew arqueou uma sobrancelha. "Hm... certo..."

"Estou trabalhando para construir uma revista erótica discreta que atende a gostos bem específicos... é um projeto pessoal de paixão. Minha coleção particular." Ela sorriu com malícia. "Bunda está na moda."

"Minha..." Ele estava gaguejando agora, "Sério? É uma revista gay?"

"É para todos, e tem todos os tipos."

Matthew achou que podia estar alucinando, então, continuando charmoso e um pouco chapado, puxou o cabelo dela.

"Estou falando sério." Ela disse.

Ele queria enfiar as mãos nos bolsos, mas não conseguia movê-las. "Então, o quê, você está tentando dizer algo sobre a minha bunda?"

"Sim."

"Tipo, o quê, eu tenho uma boa bunda?" Soou ridículo.

"Sim. Você tem uma bunda perfeitamente redonda, pelo que posso ver. Sei que outras pessoas pagariam para ver isso."

Matthew riu nervoso, desacostumado a ser abordado dessa maneira. "Você tem umas bolas de aço."

Ela deu de ombros. "Enfim, vou pagar você, então você não precisa pensar nos detalhes realmente... você pode ficar totalmente sem rosto."

Ele definitivamente não sabia o que pensar. Esse tipo de coisa simplesmente não acontecia, acontecia?

Ou talvez acontecesse. A maioria de suas amigas fazia algum tipo de trabalho sexual, principalmente virtual. Por que ele não podia?

Ele mexeu os pés desconfortável enquanto ela o encarava. Parecia raro hoje em dia alguém focar o olhar em você tão intensamente assim.

"Você tem outros?"

"Principalmente amigos." Ela deu de ombros. "Você pode ver o resultado quando ficar pronto."

Matthew apertou os olhos. "Acho que estou chapado."

"Bem, pense nisso. Vou te dar meu número, e--"

"N-não! Eu vou fazer. Coisa fácil de fazer por grana. Não julgo." Matthew balançou a cabeça. "Todas as pessoas são porcas."

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Matthew limpou o quarto, tendo agendado um encontro logo após a visita semanal de rotina da faxineira. A porta estava trancada. Uma garota estava no seu quarto pela primeira vez. Não era exatamente como ele imaginou que seria.

"Então...?" Ele esticou o pescoço com um sorriso presunçoso, segurando o riso até que seu olhar encontrou o dela.

Claro, havia algo em ser pago para mostrar o corpo que parecia um pouco pateta e, pior ainda, degradante. Ou era para se sentir assim. Mas Matthew estava se sentindo principalmente poderoso, ao ver uma mulher que era desesperada e depravada o suficiente para solicitar ele para...

Ela se aproximou dele. Estava usando uma camiseta de baseball e jeans. "Você está ótimo." Ela murmurou, completamente imóvel. Ele lambeu os lábios.

"É isso? Você provavelmente infringiu a lei e tudo que ganho é um mísero 'ótimo'?" Ele tagarelou, sentindo a pegada na cama enfraquecer enquanto as palmas suavam. Ele não havia antecipado que ela teria aquele visual. Não sabia mais o que esperar... achou que ela olharia para ele e riria talvez, como uma colegial. Ele não deveria flexionar também? Mostrar os músculos? Não fazia ideia de qual era a de uma garota pagar para admirar sua bunda.

"Você está lindo. Como se eu tivesse conseguido tudo que sempre quis..." Ela disse, sentando-se na cadeira giratória da mesa de jogos dele. Matthew a observou recostar.

"Jesus." Ele engoliu em seco. Essa garota era louca. "Obrigado. Mas eu ainda nem tirei a roupa."

"Posso ajudá-lo a tirá-la, então?" Ela perguntou em voz baixa.

Mais uma vez pego de surpresa, Matthew vacilou. "Hm. Não. Eu consigo."

"Tenho certeza." Ela assentiu com um sorriso presunçoso.

Ele se sentiu vulnerável e irritado com o sorriso dela, não estava acostumado com aquela sensação de falta de controle. Decidiu zombar dela enquanto se atrapalhava para tirar a camisa e as calças.

Matthew desviou os olhos com malícia. "Então, afinal, eu tenho uma bunda bonita?"

"Claro."

Certo. Então era assim que se sentia ser olhado com luxúria. Ele sempre se perguntara, quisera... Matthew meio que gostou.

"Do jeito que você sonhou?" Ele se inclinou, dando uma olhada rápida por cima do ombro para as pernas abertas dela. Parecia a coisa certa a fazer, permitir uma visão melhor, mas seu estômago deu um nó quando se lembrou do que geralmente acontecia com pessoas na posição dele em pornôs. Ele olhou para o movimento tenso dela, admirando o busto.

"Seria uma ótima foto." Ela assentiu, remexendo no equipamento, puxando a câmera e colocando-a na mesa.

"Ah. Certo, ótimo." Ele se endireitou, esfregando o pescoço enquanto a observava. Ela se recostou na cadeira, parecendo pensar.

"Vou ter que chegar bem perto de você." Ela sorriu. "Tudo bem?"

Ansioso para cortar a tensão que o fazia sentir a cabeça leve, ele continuou a provocar: "Então, o que aconteceria se eu sentasse aqui no seu colo?~"

Ele se ajeitou nela com uma risada, exibindo seu clássico sorriso arrogante. Não era típico dele fazer uma coisa dessas, sentar no colo de uma garota, quem fazia isso? Mas então não conseguiu se retratar. Porque então ela agarrou sua cintura, puxando-o firmemente contra sua vulva.

Aquilo era estranho. Muito estranho. Havia algo na calça dela, no bolso ou algo assim, cutucando-o. Mas ele já tinha se sentado. Ele se ajeitou numa posição mais confortável, notando a frieza das mãos dela contra sua pele quente.

Ele esticou o pescoço na direção dela. Notou que a mandíbula dela estava tensa. "É como eu pensei. Você é um provocador." Ela sussurrou. "Um provocadorzinho perfeito."

Ele não sabia o que dizer a isso, como reagir a ser segurado assim, completamente nu contra o jeans áspero e a camiseta de baseball dela. Ele permitiu que ela movesse as mãos para a parte inferior das costas dele, massageando as covinhas ali, pressionando os seios cobertos contra ele.

"Bem, você é bem agarradora..." Ele resmungou, tentando bufar enquanto ela o amassava. Seu corpo inexperiente respondeu com arrepios e ondas de calor. "Eu não disse que você podia..."

"Você sentou no meu colo. Me tocou primeiro, não foi?" Ela ergueu a sobrancelha. "A não ser que realmente queira que eu pare...? Mas eu... eu simplesmente morreria."

"Você morreria? Simplesmente morreria?" Ele imitou num tom em pânico. "O que há de errado com você?!"

Seus braços tremeram quando ela o envolveu e passou um único dedo pequeno ao longo do comprimento do pau dele. Ele estava duro! Que porra havia de errado com ele?

"O que é isso? Contra a sua, minha--"

"É uma surpresa." Ela sussurrou. "Levante-se e eu mostro."

Ele se levantou, sem muita graça, e olhou para ela na cadeira.

Então ela o forçou contra o próprio colchão, pressionando-o de costas. Ou talvez ele tenha deixado.

"Que PORRA você está fazendo?" Ele latiu, imóvel. Suas mãos tremeram, lutando para apertar os lençóis.

Ela puxou o celular do bolso, abriu um aplicativo e digitou antes de colocá-lo na cama para ele olhar. R$ 300.

"Trezentos reais a mais?" Ele fervia. "Para quê?"

"Para fazer o que as pessoas fazem na cama." Ela riu com a voz grossa. "Só que ao contrário."

"Hã?"

Abaixando as calças, Valeria revelou um pênis preso por um cinto, deixando-o bater contra a coxa.

O pênis dela era roxo, mas seu formato era realista — ligeiramente mais grosso e mais comprido que o de Matthew, com veios marcados e uma cabeça bulbosa.

Matthew se sentiu fraco.

Ele limpou a boca, estranhamente úmida. "E QUE diabos você espera fazer com ISSO?"

Valeria inclinou a cabeça. "Prometo que serei gentil e cuidadosa."

"Cuidadosa? Você já considerou que me deixar você me machucar pode ter um preço mais alto?" Matthew bufou.

"Não vou machucar você. Aceita quinhentos?" E ela sorriu como se fosse muito maior e mais forte do que realmente podia ser. Como se de alguma forma soubesse o que ele estava prestes a fazer. Mas não era realmente pelo dinheiro, era? Não era tanto assim, realmente. E ela queria fazer um sexo esquisito com inversão de papéis, não sexo normal, não do tipo que Matthew Freeman deveria ter...

Ele forçou a voz a ficar estável, em pânico enquanto sua virilha esquentava e ele se tornava estranhamente muito consciente das próprias coxas. "Você não pode contar a ninguém que nós sequer nos conhecemos."

Ela digitava no celular, enviando o pagamento: "Tudo bem. Não sou muito de falar de mim."

"Eu vou gritar."

"Tudo bem então."

"E chutar." Ele acrescentou.

"Aham. Realmente não quero machucar você."

"Certo. Bem, enfia isso logo, tanto faz, acaba com isso." Ele se virou, não querendo ter que encará-la nos olhos, decidindo que por trás tinha que ser menos humilhante, porque ele podia se concentrar em encarar os punhos cerrados. Podia ser como um exame médico temido. Bem, todo mundo sente algum tipo de dor em algum momento da vida, por que não ser pago por isso? Ele flexionou os músculos, sentindo-se encorajado pela aparência robusta da cabeceira de madeira da cama. Não era exatamente algo que ele já tinha sonhado nessa cama, o mundo era mais doente do que ele sabia.

Ele a ouviu suspirar e sentiu a mão dela gentilmente pousar na parte inferior de suas costas.

"Eu devia saber que não conseguiria me segurar..." Ela passou a língua pelo ânus dele. "Não dou a mínima se é errado."

Ele sibilou imediatamente. "Você está--"

Ele não tinha imaginado que ela iria lhe fazer sexo oral anal. Soava estranho até dizer isso em relação a um homem — ser chupado lá atrás. Ou teria outra expressão?

Ela era gentil, ele notou, apesar de todo o arfar. Suas mãos eram macias e menores que as dele, e ele quis levantar a perna, sentindo-se como um animal.

"Você tem um ânus muito bonito." Ela disse.

Matthew não respondeu, ocupado demais empurrando avidamente contra o rosto dela. Valeria xingou para si mesma antes de enfiar um dedo dentro dele. Seu corpo foi tomado pelo choque.

"Você tem alguma ideia de como é," ela grunhiu. "Ter que ver você o tempo todo, querendo você, precisando fazer coisas pervertidas e nojentas com você..."

"Eu..." Ele sentiu o pau pulsar. "Ver-?"

"Bem, você vai ver. Você já fez isso agora." Ela riu dele de novo. "Você se abre bem fácil. Já colocou coisas antes? Deus, me diga que sim..."

"Não!" Ele disparou, ofendido. "O que--"

Ela tirou os dedos dele. "Só queria ver." Ele franziu o nariz para ela, ainda possuía alguma dignidade.

Valeria acrescentou um segundo dedo. Ela estava empurrando em direção a algo aterrorizante nele... sua boca estava salivando.

Ela parecia... se encaixar. Não deveria ser assim.

Ele era naturalmente sensível, ninguém nunca o tinha visto nu antes, ninguém nunca o tinha tocado antes. Claro que ele estava abalado. Ela moveu a língua contra a entrada dele de novo, e ele podia sentir que seu pau estava inchado e achatado. Suas pernas não pareciam mais as mesmas. Estavam fracas demais para serem dele.

"Vou ir devagar. Não quero machucar você." Ela inalou o cheiro dele, roçando o nariz no cabelo dele. "Seria uma pena fazer isso quando eu poderia fazer você gostar."

Matthew revirou os olhos, tremendo ao som dela abrindo o que definitivamente tinha que ser um frasco de lubrificante.

"Gostaria de passá-lo?"

Ele fez uma careta. "Você pagou para eu te dar meu corpo, não para fazer qualquer trabalho no... seu. Bem. Você sabe."

Matthew envolveu os braços no travesseiro, tentando relaxar enquanto ela esfregava o pênis entre suas nádegas. Era tão texturizado. Considerável. Seus lábios formigaram, e ele afundou o rosto no travesseiro, querendo afastar o pensamento do pênis de Valeria. Ela o envolveu nos braços, beijando seu pescoço e deixando seu corpo tão confuso com frios na barriga.

Ele gemeu. Era tão humilhante que mal conseguia respirar.

"Só. Enfia. Logo. Enfia de uma vez!" Ele exigiu. "Não aguento. Não aguento mais, caramba, vadia, ENFIA--"

Ela o agarrou pelos quadris e empurrou a cabeça para dentro dele. Toda a força que restava nele se desintegrou.

"Ah, Deus. Ai, meu Deus." Ele chorou. E logo ela estava escavando, abrindo túnel dentro dele, cutucando suas entranhas, forçando-se em seu corpo.

"Bom garoto." Ela empurrou contra ele de novo, rolou os quadris lentamente. "Você está conseguindo, bebê..."

"Ugnnnh." Matthew se obrigou a olhar por cima do ombro para Valeria, com olhos lacrimejantes e semicerrados.

"Isso é bom?" Ela sussurrou.

"Sim." Ele murmurou. Era arrasador dizer. "Me fode, é b-bom, tá? Eu quero isso."

Ele estremeceu quando ela cutucou mais fundo dentro dele, preenchendo-o. "Você me quer?" Ele teve que perguntar, o calor da pele dela contra a sua completamente incapacitando-o.

"Sim." Ela respondeu. "Vou ter você. Você é tão gostoso e está sendo tão bom. Não se preocupe."

Ele gemeu, resignando-se, e empurrando avidamente contra a intrusão dela.

"Isso, se fode no meu pau." Ela xingou de novo. "Deus, não acredito... você era tão pequeno, e agora estou te abrindo tão bem..."

Matthew não conseguia dizer nada inteligível.

"O que é--ah." Ela estava roçando na próstata dele. Ele forçou a boca a ficar fechada, aterrorizado com os sons que poderiam sair.

"Tá com vergonha agora?" Ela enfiou contra ele, fazendo sua bunda quicar. "Você sente como estou encharcada?"

E Valeria sabia foder. Não era um pênis de mentira, era um pênis de foder de verdade, impulsionado por músculos glúteos determinados. Ele não conseguia decidir se se sentia mais bicha ou como uma mulher ou o quê, mas o que estava sentindo era algo mais verdadeiro do que jamais fora.

"Sim." Foi tudo que ele conseguiu dizer, um sonoro sim para sua própria destruição em uma vadiazinha impura por dinheiro e por ela, aquele pênis em particular danificando-o em algo que sua família e amigos e o clube social deles achariam irreconhecível. Era o mais vivo que já se sentira e o mais real que já parecera para alguém. Seu corpo ondulava tão livremente, as coxas batendo uma na outra em prazer retorcido como deveriam, lábios incapazes de conter a concordância, ele desabou contra a cama com o corpo avermelhado e quente.

As investidas de Valeria alternavam entre mais comedidas e erráticas, transmitindo que bruta ela realmente era, ela era uma verdadeira bruta, Matthew pensou, do jeito que ela o arranhava e o mordia. Ela era gentil e experimental e então ficava moralmente perdida em prazer. Ela o surrou. Essa era a melhor palavra. Ele continuou sendo surrado e surrado até que seu corpo e cérebro pareciam encolher a cada empurrão. Ela o puxou para cima em seus braços para bicar seu pescoço.

"Porra, adoro ver seu pau balançar. Isso deve significar que você gosta mesmo do meu~" Valeria riu, lambendo a orelha dele, apertando uma das nádegas dele em cada mão. Não deveria parecer natural, mas parecia, primal e inevitável.

Matthew estava ofegante. Seu pau estava vazando e parecia estranho. "Eu vou gozar. Por favor." Ele implorou internamente para que ela dissesse mais para ele, para fazê-lo se sentir especial como ela fez.

"Tudo bem, lindo." Ela pressionou a mão sobre o estômago dele, agarrando o quadril dele com a outra. "Goza para mim. Goza para mim."

E Matthew gozou, gemendo alto.

E então Valeria estava saindo dele delicadamente, puxando as calças para cima. Matthew mordeu o travesseiro. Ele não conseguia se virar, cansado mas seu sangue parecia estar pulsando.

"Eu vou te foder de novo um dia desses." Valeria disse. "Eu vou voltar e te pegar quando eu quiser agora."

"Você não pode estar falando sério." Ele riu nervosamente, corando debaixo das cobertas. "Isso foi uma coisa de uma vez só, eu não sou nenhum tipo de--"

"Oh?" Ela rastejou sobre ele na cama, puxando as cobertas bruscamente para fora dele e agarrando-o em seus braços, contra ela. Ela esfregou a virilha contra a bunda dele, cuspindo no ouvido dele.

Matthew gemeu. Então Valeria levantou a mão acima da cabeça e deu um tapa na bunda dele.

Matthew gritou, correndo para se cobrir. Ela o agarrou pelos tornozelos e depois pelos quadris e o virou de costas.

Ele ficou tenso. "Sim? O quê?"

"Seria a foto perfeita. Abra um pouco mais as pernas."

O peito de Matthew subia e descia. Ele ergueu o queixo o mais alto que pôde para tirar o rosto do caminho enquanto ela tirava algumas fotos simples dele, dos vestígios de seu próprio gozo de seu pau mole espalhados pela barriga, de seu buraco fodido entre as pernas.

"Eu te mando mensagem."

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Nota Final: Me digam o que acharam (por favor, sejam gentis com qualquer crítica kkkk). Sei que isso não é para todo mundo, mas espero contribuir com algum prazer para este mundo louco! Deixei algumas partes vagas para ser mais universal (aparência etc.). Estou trabalhando em uma parte dois desta história e outras histórias semelhantes também estão no forno. Obrigado por ler e se cuidem!

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