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Atalho para uma Suruba 01: Atalho para o Prazer

ane-dare14 minEpisódio 1 de 3

Atalho para uma Suruba - 01

Uma tarde, enquanto eu voltava da aula para casa, decidi pegar um atalho. Era um dia escaldante no Texas e eu queria chegar logo em casa para o ar-condicionado, então imaginei que, se passasse atrás do que agora era um estacionamento de carros usados desativado, poderia cortar caminho pela mata e chegar em casa uns bons 10 a 15 minutos mais cedo. Ainda bem que eu estava usando um vestidinho leve com tênis Converse, uma roupa perfeita para um dia quente como aquele, que tornava o calor pelo menos suportável.

Quando dobrei a esquina do prédio, para minha surpresa, vi uma caminhonete com um trailer de trabalho atrás. Parecia que havia pelo menos três caras ali também, e eles pareciam estar cortando umas árvores velhas. Estavam todos muito sujos e suados, e dava a impressão de que já trabalhavam há um bom tempo. Percebi que um dos caras se virou, como se fosse pegar algo na caminhonete. Quando ele olhou para cima, nossos olhares se encontraram.

Era um cara bonito, provavelmente na casa dos quarenta, e parecia ser o responsável. Não estava tão sujo quanto os outros e vestia uma camisa polo e jeans apertados com botas de trabalho. Eu estava a uns dez metros dele, e ele me chamou com um aceno: "Ei, anjinho!"

Fiquei lisonjeada. Embora minhas amigas digam que eu sou passável, sou muito insegura. Corando, acenei de volta: "Oi, como vai?"

Nisso, os outros dois caras pararam o que estavam fazendo e olharam para mim. Ambos estavam de camiseta e jeans, encharcados de suor. Um deles assobiou e eu pude ouvir o outro dizer: "Nossa!"

"Agora estou ótimo", o chefão disse. "O que raios você está fazendo aqui atrás?"

Continuei andando, diminuindo a distância entre nós, e contei que estava só pegando um atalho para casa, ao que ele me informou que aquilo era propriedade privada e eu não podia cruzar.

"Não posso deixar, querida, seria contra a lei."

"Sério?", fiz beicinho, parando a poucos passos dele. "Você não vai mesmo me deixar passar?" Eu tinha um sorriso provocante no rosto, achando que ele estava só brincando comigo.

"Bem, tenho certeza de que você poderia nos convencer a deixar você passar", ele disse com um sorriso maroto.

Nisso, os outros dois homens também se aproximaram. Os três estavam parados na traseira da caminhonete, entre ela e o trailer. O chefão então apontou para o cooler de água laranja na caçamba e perguntou se eu queria um drinque.

Pensei no assunto. Estava calor, eu estava com sede e estava gostando da atenção. Disse que aceitava um copo d'água.

"Bem, venha aqui e pegue um pouco." Ele fez um gesto para que eu contornasse o trailer. Cheguei toda faceira até o lado deles, sorrindo e disse oi para os outros dois. "Este é Rick", ele disse, apontando para um cara de barba rala que parecia ter uns 30 anos. "E aquele é Billy." Ele me entregou um copinho de água. Billy era barbeado e cheio de tatuagens. Parecia um pouco mais velho que Rick, mas com um ar mais mal-encarado. "E eu sou Tom."

"Boa tarde, rapazes!", eu disse, nervosa. "Obrigada pela água. Meu nome é Kristy."

"Por que você não larga essa mochila por um tempinho, Kristy? Parece pesada", Rick disse.

"Ah, eu já devia estar indo. Além disso, não quero atrapalhar o trabalho de vocês", eu disse com uma risadinha.

"Não, você não vai atrapalhar", Billy disse, enquanto estendeu o braço e puxou minha mochila dos ombros, "já terminamos por hoje. Não é, Tom?"

"Hmm, tá bom", respondi, nervosa.

"Em um dia quente como esse, você tem que se certificar de beber bastante água e não fazer muito esforço", Tom disse.

Enquanto eu estava ali entre os três homens, bebendo do meu copo de papel, tenho que admitir que estava excitada. Eles eram todos grandes, musculosos e pareciam ser machos alfa. Conversamos por alguns minutos, e eu corava e ria como uma colegial com as piadas deles. Os três eram muito paqueradores e estavam se esforçando. Por fim, Tom perguntou: "Por que eu nunca encontro uma coisinha fofa como você quando saio?"

Não sei o que deu em mim. Talvez eu estivesse cansada da paquera e achei que contar a verdade ou terminaria a conversa ou a levaria ao próximo nível. De qualquer forma, eu disse: "Bem, não sou uma garota comum."

Todos riram. "O que isso significa, querida? Você é um anjo?"

"Bem", respondi, com timidez, "sou uma garota com um 'algo a mais'." Lentamente, fiz um gesto em direção à minha virilha com a mão.

"Puta merda, você é uma travesti?!", Billy disse.

"Sim", confessei. Naquele momento, eu não sabia o que aconteceria a seguir. Eles podiam ter tido a típica reação de nojo, ou agido como se não fosse nada demais, e havia, claro, sempre a chance de terem se tornado violentos. Para minha sorte, isso não aconteceu.

"Nossa...", Rick disse, surpreso, "eu nunca teria imaginado isso."

"Você quer dizer que tem um pau entre as pernas?", Tom perguntou, igualmente chocado.

"Haha, sim!", eu respondi com uma risadinha. Nenhum dos caras parecia bravo ou enojado, apenas surpresos e curiosos. Um fato que me deixou muito mais confortável. Também foi muito lisonjeiro saber que eles não faziam ideia de que eu não era uma garota biológica. Acho que eu realmente era passável!

"Bem, não vou acreditar nisso a menos que você mostre", Tom ousadamente afirmou. Os outros concordaram.

O que uma garota vai fazer? Concordei em mostrar a eles, e, enquanto eles se reuniam na minha frente, olhos fixos na minha região pélvica, levantei devagar meu vestidinho e mostrei a eles minha calcinha rosa linda e a pequenina protuberância que se projetava dela. "Agora vocês acreditam em mim?", perguntei, de forma provocante.

"Ah, merda!" Todos pareciam muito animados com a visão do volume na minha calcinha. Um dos caras sugeriu que eu abaixasse a calcinha para que eles pudessem ver de verdade. Sendo a boa garota que sou, obedeci. Lentamente, abaixei minha calcinha e dali saltou meu pequenino pênis não circuncidado. "Aqui está a minha piquitinha!", anunciei, orgulhosa.

Eles simplesmente apreciaram a vista por alguns segundos e disseram como era pequenino e fofo. Por fim, Rick sugeriu que eu me virasse e mostrasse a eles se eu estava escondendo algo na parte de trás. Eu só dei uma risadinha, tudo aquilo era incrivelmente excitante. Quer dizer, lá estava eu mostrando meu corpo para três completos estranhos atrás de um antigo negócio no meio da cidade. Virei-me e inclinei-me um pouquinho para dar a eles uma boa visão da minha bunda, e levantei a parte de trás do meu vestido. Agora eles podiam ver minhas lindas nádegas brancas, bem torneadas, com minha calcinha fio-dental rosa de renda passando bem no meio.

"Oh, porra! Que bunda bonita!" "Com certeza!"

Eles adoraram!

"Aposto que você gosta que fodam essa sua bundinha, não gosta, Kristy?", Billy perguntou.

Uma sensação quente de formigamento tomou conta de mim quando percebi que as coisas tinham ido para o próximo nível. Ainda exibindo minha bunda, olhei por cima do ombro e disse: "Eu adoro levar no cu." Enquanto olhava por cima do ombro, mordendo o lábio, notei Tom esfregando a parte da frente de seus jeans.

"Mmmm", Billy continuou, "você gosta de chupar pau também, hein?"

"Com certeza!"

Billy então começou a desafivelar o cinto, e esse foi todo o convite de que eu precisava. Imediatamente, me virei e caí de joelhos. Antes que eu percebesse, o pau de Billy estava na minha boca, crescendo a cada carícia da minha língua, e Tom e Rick estavam vindo em minha direção com os paus para fora também. Eu não estava mais preocupada com o calor, o suor ou meus joelhos afundando na terra; só queria satisfazer aqueles três garanhões duros como pedra.

Não sei por quanto tempo fiquei de joelhos, indo de um para o outro, mas, em algum momento, senti as mãos de Tom separando minhas nádegas. Ele puxou meu fio-dental para o lado e estava enfiando o dedo coberto de cuspe no meu buraco. Enquanto eu masturbava Billy e engolia Rick até a garganta, relaxei minha bocetinha e deixei Tom me foder com o dedo. Era tão bom!

"Quero você dentro de mim!", eu disse, cuspindo o pau de Rick. "Tenho lubrificante na minha mochila."

"Você veio preparada!", Tom disse, enquanto pegava rapidamente o lubrificante. "Tragam ela aqui, rapazes." Tom fez um gesto para a traseira do trailer. Os caras me ajudaram a levantar e me guiaram até o trailer, onde me curvaram sobre a grande caixa de ferramentas deles. Foi nessa hora que percebi que eu era apenas a boneca de foder deles agora, mas não me importei. Eu queria aquilo.

Após lubrificar o pau, Tom caminhou até mim e enfiou o pau com força dentro de mim.

"Puta merda!", ofeguei, mas, antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, Billy encheu minha boca com o pau de novo. Eu estava sendo espetada por Tom e Billy enquanto Rick batia uma, esperando para preencher o buraco que ficasse livre primeiro.

"Guardem um pouco para mim!", ele gritou.

"Não se preocupe", Tom respondeu, "essa cadela é tão apertada que não vou durar muito."

Tom me fodeu com avidez, enfiando o pau em mim com força e rapidez. Ele fodia como um cara que não fazia aquilo com frequência. Ele fodia como um cara que precisava muito gozar, e não demorou muito. Mais algumas estocadas brutais dentro da minha bunda, e ele se retesou, prendendo meus quadris com um aperto mortal enquanto descarregava sua porra bem fundo dentro de mim.

"Ungh ungh ungh poooooorra! Droga, eu precisava disso!"

Quando Tom terminou e saiu de dentro de mim, sua porra imediatamente começou a escorrer de mim e descer pela minha coxa. Enquanto eu gemia ao redor do pau de Billy, que ainda entrava e saía da minha boca, Rick rapidamente tapou meu buraco vazando. Assim como Tom, Rick enfiou o pau direto, sem se preocupar se ia ou não doer. O pau de Rick era um pouco mais grosso que o de Tom, mas, já que Tom me encheu com seu próprio lubrificante, aguentá-lo não foi problema.

Enquanto Tom se afastava para pegar água e se recompor, Billy e Rick estavam me comendo gostoso. Rick estava batendo as bolas fundo na minha bunda, enquanto Billy fodia minha garganta, me fazendo engasgar com o pau dele. Estávamos todos os três pingando de suor, quando Billy finalmente disse: "Troca comigo, Ricky, deixa essa cadela travesti sentir o gosto da própria bundinha!"

"Isso aí!" Rick topou na hora. Ele puxou o pau da minha bunda, assim como Billy saiu da minha boca. Eu estava respirando pesado e suando muito. Enquanto eu lutava por ar, Rick ficou na frente do meu rosto. O pau dele estava reluzente de porra e lubrificante usado.

"Abre bem, gatinha!", ele ordenou.

Quando abri a boca, Rick a encheu com sua ferramenta escorregadia. Pude sentir o sêmen de Tom em toda ela. Enquanto eu apreciava o sabor da porra de Tom, do pau de Rick e da minha própria bocetinha, Billy enterrou seu cano bem fundo dentro de mim com uma única estocada.

"Ahhh, meeeeerda!", gritei, cuspindo o pau de Rick para fora da minha boca.

"Hahaha", Billy riu, "põe esse pau de volta na boca dela."

Rick recolocou o pau na minha boca e segurou minha cabeça com firmeza dessa vez. "Chupa, vadia!", ele ordenou, enquanto começou a balançar os quadris e foder meu rosto. Billy mais uma vez começou a estocar dentro de mim. Ele puxava tudo para fora e depois enfiava o pau de volta em mim com força e profundidade. Eu empurrava contra as coxas de Rick, me contorcia e me debatia, mas, no fim, tudo que eu podia fazer era aguentar. Quaisquer reclamações minhas se reduziam a gemidos e grunhidos abafados.

Aqueles dois estavam realmente me comendo. Billy estava arrombando minha bocetinha como um profissional, e Rick estava fodendo minha garganta e me fazendo engasgar. Eu não sabia o que Tom estava fazendo, nem me importava. Por mais bruto que fosse, eu precisava dessa foda!

Finalmente ouvi Rick dizer: "É isso, vadia, se engasga nisso. Você vai me fazer gozar!"

"Joga na cara dela!", Tom disse de algum lugar ao lado.

"É, vai ser foda!", Billy concordou.

"Tá bom..." Rick enfiou o pau fundo na minha garganta uma última vez, e achei que ia vomitar, mas ele puxou para fora e, com um punhado do meu cabelo, puxou minha cabeça para trás, fazendo do meu rosto um alvo perfeito. "Ungh, PORRA, ISSO, UNGGGGHHHH!" Olhei para ele e mostrei a língua, bem quando ele começou a esguichar sua carga direto no meu rosto. Era grossa e abundante! O primeiro jato foi direto na minha bochecha direita e caiu na minha orelha, o próximo caiu na ponte do meu nariz, e então ele simplesmente esvaziou o resto das bolas na minha língua e lábios. Foi uma puta carga!

"Porra, isso!", os caras gritaram sua aprovação, enquanto eu continuava levando as estocadas de Billy, sorrindo de orelha a orelha com aquela porra quente no rosto.

Foi nessa hora que percebi que Tom estava com o telefone na mão e estava filmando tudo. "Meu Deus!", pensei brevemente, "eu não disse que eles podiam filmar isso." Mas quem eu estava enganando? Eu estava adorando cada detalhe de como eles estavam me usando!

Enquanto Tom filmava e Rick se limpava, Billy realmente começou a me comer. Estava me fodendo ferozmente. Arrombando minha bunda com toda a força, ocasionalmente dando um tapa firme e poderoso em uma das minhas nádegas. Eu estava aguentando como uma boa garota, suando profusamente, com porra escorrendo pelo rosto. "Sim! Sim! Me fode!", eu gritava.

Billy agarrou um punhado do meu cabelo e puxou minha cabeça para trás. "Você gosta desse pau no seu cu e dessa porra na sua cara, não gosta, sua puta travesti!"

"Ah, porra, sim! Eu adoro! Me fode como uma puta!", eu gritei em êxtase.

"É, fode a puta!", os outros caras gritaram.

"Você quer minha porra no seu cu, vadia?", Billy perguntou enquanto dava um TAPA forte na minha bunda.

"Ah, sim, por favooor! Me enche de porra!", eu implorei, enquanto Tom segurava o telefone bem na minha cara, filmando minha depravação.

Billy então agarrou minha garganta com a mão livre e começou a me sufocar, enquanto puxava meu cabelo e enfiava o pau até as bolas bem fundo em mim. "Aguenta, vadia!", ele rosnou, quando começou a ter convulsões.

"Mmph mmph ungh aghhhhhh!" Enquanto ele gemia no meu ouvido e os outros caras o incentivavam, ele explodiu dentro de mim, sua carga jorrando no meu reto. Eu estava vendo estrelas. O aperto dele na minha garganta se intensificou a ponto de eu achar que ia desmaiar, e a sensação de sua porra quente esguichando no meu cu enviava ondas de euforia pelo meu corpo. Eu tremia enquanto ele tinha convulsões e jorrava mais e mais de sua semente.

"Ahhh, isso!" Ele estava esgotado. Quando tirou o pau do meu cu, manteve o aperto no meu cabelo e me puxou para baixo, na frente dele. "Limpa!", ele exigiu, enquanto seu pênis agora semiereto balançava na minha frente. Fiz como ordenado, levando seu membro coberto de porra à boca e sugando até a última gota de esperma, enquanto meus joelhos suados ficavam cobertos de terra.

Os outros caras assistiam e riam. "Você é uma garota suja, Kristy! Dê tchau para a câmera", Tom disse, ainda filmando. Olhei para o telefone dele, acenei e mandei um beijo obsceno.

Quando me levantei, os caras ofereceram uma carona para casa, mas recusei. Enquanto a porra de Rick secava no meu rosto, e a porra de Billy e Tom vazava do meu cu, eu queria andar para casa. Queria que a cidade inteira visse meu cabelo desgrenhado, meus joelhos sujos e meu rosto lambuzado e soubesse o que eu sou...

Uma putinha nojenta de suruba!

(Ainda não sei o que Tom fez com aquela gravação.)

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