Aquela Nova Loja Divertida no Shopping
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"Ah, olha."
Os olhos de Sondra estavam voltados para o top fofo na vitrine da Forever 21, mas ela se virou para atender Janey com um movimento de cabeça. "O quê?"
"Aquela loja nova. Olha."
Sondra seguiu o olhar da amiga pelo corredor do shopping e seus olhos azul-acinzentados se arregalaram. "Ah, uau. Sério?"
"Não acredito. A gente tem uma!" Janey deu uma risadinha.
"Isso é incrível!"
"Vamos dar uma olhada."
O coração de Sondra deu um salto. "Não! E se alguém nos vir?"
"Estamos num shopping. E agora é legal. Vamos!"
Janey foi andando determinada em direção ao seu objetivo, seus cabelos escuros e cacheados e seu traseiro pequenino balançando a cada passo. Sondra lutou com a decisão por apenas um instante. "Me espera!"
Sessenta segundos depois, as duas jovens estavam paradas em frente ao destino, estudando a vitrine.
"Não dá pra saber o que eles fazem aqui dentro só de olhar de fora, né?" observou Janey.
"Não." Sondra analisou o quadro à sua frente. Diferente da maioria das lojas de shopping, essa não tinha vitrines enormes de vidro, apenas uma porta escurecida e um grande painel fotográfico mostrando uma multidão de mulheres em tamanho real. Havia mulheres com jalecos de médicas, mulheres em terninhos, mulheres de shorts de corrida, até uma mulher grávida, todas juntas com confiança e olhando para os transeuntes com sorrisos educados, mas misteriosos. A única dica do que acontecia lá dentro era o nome e o logotipo estampados acima da loja: O Refúgio Interior.
O Refúgio Interior tinha rapidamente alcançado status de ícone social. Desde que a Suprema Corte decidiu que a prostituição não existia se os atos fossem realizados por máquinas, toda uma indústria de lojas de sexo legais tinha florescido de repente. A maioria atendia homens, é claro, mas algumas atendiam mulheres, e a sofisticada O Refúgio Interior era a líder incontestável. Supostamente, tinha um modelo de negócios bem arquitetado e tinha se tornado tão popular que filiais estavam aparecendo em shoppings — não sem controvérsia, mas aparecendo mesmo assim.
Sondra e Janey ficaram paradas por vários instantes sem falar, cada uma sabendo as implicações da presença da loja.
Janey quebrou o silêncio. "Você sabe o que a gente prometeu."
Sondra assentiu e engoliu em seco. "A gente prometeu que iria visitar se visse uma." Ela olhou de relance para os transeuntes do shopping, se encolhendo com seus sorrisos sabidos.
Janey exibiu seu sorriso contagiante. Ela era um feixe de energia pequenino cuja alegria de viver conhecia poucos limites, e era a melhor amiga de Sondra no mundo. Não disse nada, mas inclinou a cabeça interrogativamente e arqueou as sobrancelhas.
De repente, Sondra sentiu um nó no estômago. Enquanto Janey era naturalmente ousada, Sondra era o oposto. Quase tudo de emocionante que ela tinha feito na vida era resultado de ser arrastada por Janey, e quase todos os desastres tinham a mesma origem. "Não sei", ela riu nervosamente.
"Você sabe que quer", Janey a repreendeu brincando. "A gente já falou sobre isso."
Elas realmente tinham falado sobre isso. Todas as mulheres dos Estados Unidos tinham falado sobre isso. O Refúgio Interior era um fenômeno nacional que estava varrendo o país. Mas, ao mesmo tempo, parecia tão errado, tão descarado. Era num shopping, pelo amor de Deus!
Sondra sabia que ia ceder, porque a verdade era que ela queria mesmo. Era grata por sempre ter Janey para puxá-la para frente. Mas uma boa moça precisava hesitar. Uma boa moça precisava ser convencida.
Certo?
"Anda logo!" Sua companheira de quarto dançou de frustração e bateu o pé de brincadeira. Ela era adorável de tantas maneiras, mas quando fazia beicinho sempre fazia Sondra rir. Sondra nunca conseguiria fazer esse tipo de cena com sua figura, mas funcionava para Janey com seu rostinho fofo e seu corpo de Peter Pan.
As duas mulheres eram opostas em tantos aspectos que a amizade delas parecia incongruente. Mas elas se conheceram no jardim de infância e estavam lado a lado desde então. Nos vinte anos seguintes, Janey cresceu em personalidade e estilo, mas não muito em estatura, medindo pouco mais de um metro e meio. Sua figura era definida por seios pequeninos e empinados e o prêmio informal de Melhor Bumbum, decidido pelos garotos do último ano no ensino médio.
Sondra tinha ido na direção oposta, quieta e tímida, mas com cabelos longos e ruivos volumosos e uma figura que falava por si só. Para seu constrangimento, ela tinha recebido o prêmio informal de "Melhores Peitos" daqueles mesmos garotos do último ano, o que levou as garotas a serem apelidadas de "Peitos & Bumbum" durante grande parte do último ano do ensino médio.
Sondra olhou para o letreiro e então examinou os rostos das mulheres no mural publicitário. Era popular, certo? Médicas faziam, advogadas faziam, até mães de jogadores de futebol faziam. Os anúncios não mentiriam.
Ela sorriu timidamente e mordeu o lábio inferior, os dedos dos pés se enrolando dentro das sapatilhas. "Você quer mesmo fazer isso?"
Janey praticamente saltou em direção à porta.
****
"Bem-vinda." A mulher na recepção era uma loira imperturbável e com ar cosmopolita na casa dos trinta, impecável na maquiagem e no visual. "Já visitaram O Refúgio Interior antes?"
Sondra e Janey balançaram a cabeça timidamente. Olhando em volta, Sondra não viu nada diferente do que se veria no saguão de um spa de luxo. Havia plantas viçosas, um borbulhador de água e acabamentos em madeira de bom gosto por toda parte. Uma única porta levava da área de espera, presumivelmente para onde os serviços eram prestados. A única esquisitice eram as fotos na parede, que eram todas retratos de mulheres atraentes experimentando um êxtase óbvio. As fotos eram tranquilizadoras, ao mesmo tempo que faziam o pulso de Sondra acelerar.
"Tudo bem, sem problema. É assim que funciona." A mulher obviamente já tinha feito aquela rotina antes. Ela entregou a cada uma, com naturalidade, um folheto e uma prancheta. "Vocês podem escolher os serviços específicos que quiserem da nossa ampla lista de opções. Este folheto descreve tudo em detalhes. Sentem-se e leiam com calma, marquem as opções que quiserem neste formulário e tragam de volta para mim. Depois disso, vamos colocá-las na fila. E não tenham vergonha; temos clientes que escolhem tudo no cardápio. Estamos aqui para dar a vocês uma ótima experiência."
As duas jovens pegaram suas pranchetas e folhetos e se viraram para a área de estar. Várias mulheres já esperavam ali, exibindo uma variedade de idades e aparências.
"Não acredito que estamos aqui", Sondra sussurrou conspiratoriamente. Janey concordou com um sorriso largo e ofereceu um aperto tranquilizador no antebraço de Sondra.
Sondra encontrou uma poltrona confortável e se afundou em suas almofadas macias. Seus olhos se arregalaram imediatamente ao percorrer o cardápio. Na parte de baixo, tinha algumas opções básicas como 20 minutos com um vibrador por apenas 12 dólares e um "Passeio de Vibrador" por 25 dólares, seja lá o que isso significasse. No topo, estavam pacotes de dia inteiro que pareciam combinar serviços e eram bem caros. Havia ilustrações animadas por toda parte de figuras femininas sem rosto em posições diferentes.
E no meio. Ai, caramba. Sondra sentiu o rosto corar só de olhar para a lista.
Janey tinha menos inibições. Ela já era obcecada por sexo de qualquer forma, e isso sem dúvida a estava excitando ainda mais. "O que você vai fazer?", ela perguntou, num tom apenas um pouco mais baixo.
"Não sei. Por que está me perguntando?"
"Quero ideias. Tem tanta coisa aqui."
Uma mulher à frente delas ergueu os olhos da revista e depois baixou, tentando conter um sorriso. Sondra ficou vermelha de novo, se remexendo desconfortável na cadeira. Janey continuou sem se abalar. "Eu quero muito experimentar isso", ela disse, apontando para um ponto no folheto de Sondra. "O que acha?"
O dedo de Janey estava sobre a opção "Eslingástico". Mostrava uma figura feminina desenhada reclinada no que parecia uma cadeira suspensa, as pernas abertas enquanto uma máquina com um consolo estava posicionada entre suas pernas.
Sondra tentou responder, mas não tinha certeza do que dizer. Parecia bem excitante, mas aí é que estava: tudo parecia. Ela podia sentir sua excitação aumentando, tanto física quanto psiquicamente.
"Ah, uau! Olha isso!" Janey apontou de novo. "Faz esse comigo!"
Sondra e Janey conversavam sobre tudo. O namorado de Janey estava insistindo para ela experimentar sexo anal, e ela estava preocupada por causa da diferença de tamanho, já que Jason era quase trinta centímetros mais alto. O diagrama que Janey estava apontando mostrava uma figura feminina dobrada na cintura, deitada sobre um banco baixo, enquanto uma máquina de consolo horizontal se posicionava atrás dela, com dois consolos prontos.
"Não sei. Uma máquina?"
"Vamos fazer as duas. A gente pode trocar figurinhas depois."
A mulher à frente delas quase riu alto, os olhos ainda enterrados na revista, mas brilhando com divertimento malicioso.
Naquele momento, uma cliente veio dos fundos, saindo escoltada por uma funcionária do spa. A mulher parecia ter quase cinquenta anos, elegante no vestir e no porte. Tinha uma figura agradável e curvilínea e cabelos castanhos ondulados até os ombros. Tinha o rosto corado e o cabelo levemente úmido de quem tinha acabado de malhar e tomar banho.
A recepcionista sorriu. "Como foi sua sessão, Sra. Bradley?"
"Ah, foi divina, Brooke. A melhor até agora."
"A senhora acabou experimentando os prendedores de mamilo?"
"Sim. Foram maravilhosos. Você estava certa. Amei como eles puxavam! Foi a pressão na medida certa."
"Ah, sim. Hoje em dia eu praticamente preciso deles."
Janey e Sondra trocaram olhares de assombro. Essas mulheres eram tão abertas, tão naturais. O coração de Sondra disparou enquanto ela começava a perceber plenamente que aquilo era real.
Ela tentou ler cada opção do cardápio, mas seus olhos voltavam sempre para um item em particular. O "Amarra e Provocação" mostrava uma figura feminina desenhada de quatro. Ela estava sobre uma plataforma elevada, a cintura travada dentro de uma grande armação que separava a metade da frente da de trás, e seus antebraços, pulsos, panturrilhas e tornozelos estavam presos à plataforma por grossas bainhas de couro. Por baixo, entre os joelhos, uma pena subia da plataforma em direção à vulva enquanto outra peça de maquinário pressionava contra ela por trás. A descrição dizia: "Imobilizada e incapaz de escapar, você será provocada impiedosamente em ciclos crescentes enquanto seu calor aumenta. Nossas máquinas patenteadas garantirão a você uma hora de tormento abençoado culminando em um grand finale alucinante... ou não. Ótimo para mulheres com fantasias submissas ou masoquistas."
Ela se contorceu na cadeira, sentindo-se esquentar só de pensar. Ela gostava de ser dominada e rotineiramente se masturbava fantasiando sobre ser amarrada numa masmorra ou ser inspecionada num leilão de escravas. Adorava quando seus namorados a prendiam e a forçavam a gostar de sexo, o que raramente acontecia nessa era contraditória de igualdade e esclarecimento.
Sua caneta pairou sobre a descrição. 125 dólares por uma hora. Ela roeu distraidamente a unha do polegar enquanto avaliava o custo contra seus desejos. O Passeio de Vibrador era bem mais barato e menos arriscado.
"Já viu este?", ela sussurrou, fazendo um gesto para Janey.
Janey assentiu entusiasticamente. "Parece ótimo. Mas acho que vou tentar este aqui. Acabei de notar que você pode combinar isso —" ela apontou para o Eslingástico, "— com isso." Ela apontou para um adicional chamado "Crescimento Pessoal", que apresentava uma "máquina de consolos" que prometia fornecer automaticamente consolos maiores e mais grossos conforme a sessão avançava. Dado o tamanho pequeno de Janey, Sondra ficou surpresa por ela escolher aquilo — o consolo maior era enorme.
"Você viu o tamanho máximo disso, né?"
"Vi."
Sondra não pôde deixar de sorrir. Sua amiga era realmente aventureira.
As duas jovens trocaram olhares. Com um sorriso maroto, Janey disse: "Escolhe um e vamos! Mal posso esperar!"
Enquanto Sondra se levantava, a mulher à frente delas ergueu os olhos. "Vocês vão adorar", ela disse a Janey em tom maternal. "Eu faço esse o tempo todo."
****
As garotas se dirigiram ao balcão da frente, onde Brooke, a Loira Cosmopolita, aguardava. "Hmm, certo", ela disse. "Vamos ver o que temos aqui."
Ela pegou os formulários e os examinou, depois começou a digitar na tela, começando com o nome e informações de contato de Janey. "Você vai fazer o Eslingástico com a opção Crescimento Pessoal. Essa é legal. Agora, muitas mulheres também fazem a opção Duplo Lá Embaixo junto com essa. Você viu essa?"
"Não, o que é isso?"
A recepcionista folheou o folheto. "É a opção Duplo Lá Embaixo porque você faz com dois consolos, um vaginal e um anal. O anal padrão é três polegadas mais curto e cerca de metade da largura em cada estágio, a não ser que você queira o tamanho grande. Custa só mais 15 dólares."
Janey arregalou os olhos para Sondra, seus lindos olhos castanhos misturando assombro e medo. Sua testa lisa se franziu, ela hesitou e então finalmente sorriu maliciosamente e assentiu. Aquela garota era louca, pensou Sondra. Ela sentiu o próprio esfíncter se contrair só de pensar.
"Certo, é uma sessão de 45 minutos. Poderemos recebê-la em breve. E agora você." A mulher examinou o formulário de Sondra. "Ah, uma sessão de bondage de uma hora. Muito bom."
Sondra sentiu o rosto ficar vermelho. Ninguém conhecia suas fantasias, ninguém mesmo, além de algumas conversas vagas de bar com Janey ao longo dos anos. No entanto, agora essa mulher as discutia abertamente num saguão. Ela reuniu coragem. "Sim, por favor", disse baixinho.
"Certo, com as sessões de bondage precisamos de uma observadora. Já que você fica imobilizada, uma mulher permanece na sala com você para garantir que não haja problemas. Tudo bem?"
"Na sala?" Sondra ficou horrorizada com a ideia, embora secretamente intrigada. "Hã — eu — hã..."
"Sua parceira aqui também pode fazer isso", a mulher acrescentou. "Fica 25 dólares mais barato, e se vocês estiverem na mesma sala mesmo assim..."
"Ah, nós não somos parceiras", Sondra deixou escapar. "Somos só amigas."
"Eu faço!" Janey disse quase no mesmo instante.
Brooke, a Loira Cosmopolita, ficou imóvel, esperando uma decisão. Seus olhos se desviavam indiferentes de Sondra para Janey e vice-versa.
"Na mesma sala?" Sondra questionou, olhando para Janey. "Sério?"
"A gente pode fazer. Vai te economizar 25 dólares."
Sondra encarou a amiga incrédula. Elas eram colegas de quarto agora e amigas de longa data. Já tinham se visto nuas, claro, mas só de passagem. E até já tinham dormido na mesma cama em festas do pijama na juventude. Mas nunca tinha havido nada assim.
"Tá bem", ela disse. Tentou suprimir o sorriso.
Elas entregaram os cartões de crédito e esperaram a papelada, depois voltaram para as poltronas confortáveis no saguão. A mente de Sondra estava a mil, o pulso acelerado. Ela realmente ia fazer isso! E ainda por cima, ia ficar nua na sala com Janey. Janey, a fofa, a adorável.
O relacionamento delas sempre teve uma camada extra, pelo menos na mente de Sondra. Eram amigas desde antes mesmo de saber o que era sexo, e tinham aprendido sobre isso juntas. Não exatamente juntas, mas... juntas. Tinham fofocado sobre garotos e criticado os peitos uma da outra e conversado com horror deleitado sobre os pelos pubianos. Tinham dormido inocentemente na mesma cama de adolescente, tomado banho juntas e brincado de todo tipo de jogos sensuais de vestir. Ambas se interessavam por garotos, e depois por homens, e cada uma tinha ouvido a outra através das paredes recebendo pretendentes masculinos. Mas por baixo de tudo, no alicerce da amizade e talvez também no seu ápice, elas tinham o tipo de relacionamento amoroso e brincalhão que casais têm.
Tudo, menos o sexo, e mesmo nisso tinham chegado perto. Tinham se aconchegado sob as cobertas em noites frias, até praticado beijos uma na outra lá no começo, mas toda vez paravam no meio de risadinhas e da frustração secreta de Sondra. Na verdade, a provocação de Janey talvez fosse o que tinha criado o fetiche de Sondra por ser amarrada e provocada. Sua proximidade constante e sua negação incessante tinham se tornado quase uma obsessão nas fantasias de Sondra.
Sondra estudou sua amiga de longa data. Era tão complicado. Sondra não se sentia atraída por mulheres. Mas era atraída por Janey. Tudo o que buscava num homem era o que tinha com Janey. E a única coisa única que podia conseguir dos homens era sexo, que era a única coisa que faltava com Janey.
Não que ela quisesse sexo com Janey.
Não realmente.
Não exatamente.
Sondra suspirou.
Ficaram sentadas por mais dez minutos até que uma atendente abriu a porta interna. Era uma mulher atraente, de pele morena e olhos escuros, à moda grega ou italiana. Seu jaleco branco e comportamento polido inspiravam confiança. "Janey e Sondra?", perguntou, examinando a sala.
"Aqui!" Janey disse. Ela e Sondra pularam de pé.
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Atrás da porta, havia um longo corredor. A mulher mediterrânea parou e apertou as mãos delas assim que entraram. "Sou Gabrielle", ela disse, sorrindo educadamente. "Vou preparar vocês hoje."
Ela as conduziu para os fundos, conversando educadamente, e então as fez entrar numa sala. Era bem pequena, talvez 2,5 por 2,7 metros, e Sondra parou abruptamente na entrada. Dentro, havia uma mesa de bondage exatamente igual à do folheto, e uma cadeira suspensa como a que Janey tinha gostado. Aquilo realmente ia acontecer.
"Vocês podem tirar a roupa agora e colocar nos armários ali. Não vão sair desta sala, então não precisam vestir nada. Tirem tudo. Vou dar um momento para se despirem e depois volto para prepará-las."
Ela sorriu e saiu, fechando a porta. Sondra e Janey se entreolharam com sorrisos envergonhados.
"Acho que é isso?" Sondra perguntou.
"Acho que sim. Não tira sarro de mim", Janey advertiu. "Eu fico excitada fácil."
Sondra riu. Os quartos delas eram um ao lado do outro. Já fazia vários anos que ela sabia que a amiga era supersexuada. Conseguia ouvir o zumbido através da parede quando não tinha nenhum cara por lá, e conseguia ouvir a coreografia quando tinha um. Sem falar que Janey gastava pilhas tamanho D como se fossem biscoitos Oreo. "Vamos ambas prometer não rir", ela respondeu.
As duas mulheres começaram a tirar a roupa, o silêncio no quarto era constrangedor. Primeiro os sapatos, depois as blusas, depois as saias e a calcinha. Em instantes, estavam ambas nuas. Sondra cruzou os braços sobre os seios grandes, cheia de vergonha. Sentia-se um pouco culpada por ter curvas tão proeminentes quando Janey era tão pequena, mas ao mesmo tempo invejava abertamente os quadris minúsculos e o traseiro da amiga. Um pênis de homem pareceria um golias ao deslizar para dentro, e Janey não tinha falta de pretendentes.
Ela deu uma olhadinha enquanto a amiga guardava a última peça de roupa no armário. Os seios de Janey eram pequenos, mas bem torneados, encimados por pequenas aréolas escuras. Seus quadris eram perfeitos, o monte pubiano depilado à perfeição. Sondra já tinha visto tudo antes, é claro; Janey tinha ou um forte exibicionismo ou pouco pudor, pois não hesitava em andar nua pelo apartamento se precisasse de algo na secadora. Mas hoje ia ser diferente. Ela não sabia se estava mais animada com a sua própria experiência ou com a de assistir Janey.
Houve uma batida na porta, e Gabrielle rapidamente a abriu e entrou. Por instinto, tanto Sondra quanto Janey tentaram se cobrir com as mãos, e Gabrielle riu, os olhos escuros brilhantes. "Não se preocupem com isso", ela disse. "Vou ver muito mais de vocês!" Ela deu uma olhada nos formulários. "Sondra, vamos preparar você primeiro, já que sua sessão é mais longa. Suba na mesa!" Ela deu tapinhas na plataforma. "Fique de cotovelos e joelhos, e posicione a cintura sobre esta armação."
Envergonhada, Sondra foi até a armação e subiu. Acomodando-se nos joelhos, inclinou-se para a frente na posição de quatro, apoiando-se nos cotovelos e curtindo o balanço dos seios. Gabrielle passou uma mão pelas costas dela, do ombro à nádega, suave e macia, avaliando. Mesmo quando Sondra se sobressaltou, a sensação era divina.
A armação na altura da cintura era a metade inferior de uma elipse, e Gabrielle girou um pedal até que ela subisse confortavelmente contra a barriga de Sondra. Depois, enfiando a mão embaixo da mesa, girou para cima a metade superior da armação em uma dobradiça, sobre as costas de Sondra e para baixo. Essa metade superior da elipse travou no lugar e Gabrielle fez alguns ajustes para apertar. A abertura agora era pequena demais para que os quadris ou as costelas de Sondra deslizassem por ela, prendendo-a efetivamente no lugar.
"Você vai gostar disso", Gabrielle disse com naturalidade. "Impede você de se mover para perto ou para longe dos brinquedos. Agora, abra um pouco mais as pernas, por favor." Ela deu tapinhas na parte interna das coxas de Sondra, e quando os joelhos estavam suficientemente abertos, puxou bainhas de couro para cima e por cima das panturrilhas de Sondra, do tornozelo ao joelho, afivelando as tiras e imobilizando suas pernas. A não ser mexer os dedos dos pés e girar os tornozelos, Sondra agora estava completamente presa da cintura para baixo. Era uma configuração de bondage simples, mas muito eficaz.
"Você gostaria de ajudar a prender os braços dela?", perguntou a Janey.
"Claro!"
Uma mulher de cada lado, elas puxaram os braços de Sondra para a largura dos ombros, ainda apoiados nos cotovelos. Então as bainhas de couro foram puxadas para cima e por cima deles, prendendo seus antebraços na mesa, do pulso ao cotovelo. Sondra teve uma boa visão dos seios de Janey, que estavam mais ou menos na altura dos olhos nessa posição. Os mamilos eram um pouco mais grossos do que ela imaginava, as aréolas de um castanho quase escuro, em contraste com o rosa muito pálido dos de Sondra. As aréolas eram pequenas como o resto da amiga, só um pouco maiores que uma tampinha de garrafa. Sondra preferia as suas, que eram grandes, mas estava mesmo assim fascinada por essa visão de perto.
"Você tem um cabelo comprido e bonito", Gabrielle comentou, passando a mão pelas madeixas acobreadas de Sondra. "Algumas mulheres gostam de ter a cabeça amarrada pelo cabelo, e outras gostam de descansar em um apoio para o queixo. Não convém deixar a cabeça solta porque o pescoço vai ficar dolorido. Qual você prefere?"
Sondra estava ciente da mão de Gabrielle pousada na região lombar de suas costas, e dos seios nus de Janey empoleirados tão, tão perto. Ela testou suas amarras e estava mais ou menos completamente imobilizada. "O que é o apoio para o queixo?", perguntou.
"Deixa eu te mostrar", Gabrielle disse. "Acho que é a melhor opção se esta é sua primeira vez." Ela enfiou a mão embaixo da mesa e puxou uma haste de metal de trinta centímetros, no topo da qual havia uma almofada curva em forma de U. Deslizou a haste verticalmente em um pequeno furo na plataforma sob a cabeça de Sondra, e então a posicionou de modo que o queixo de Sondra se encaixasse no U. Isso sustentou a cabeça dela para cima, de forma que ela ficasse virada diretamente para a frente, mas permitindo que ela descansasse o pescoço. As extremidades do U abraçavam suas bochechas, mantendo-a no lugar.
"Ah, sim. Isso é realmente confortável", ela disse.
"Ótimo! Agora vamos conectar você. Vamos começar com seus mamilos."
"Meus mamilos?" A não ser seus dedos, os dos pés e os tornozelos, Sondra não conseguia se mexer mais nada agora. Tentou se contorcer, mas surtiu pouco efeito.
"Colocamos estes pequenos dispositivos de sucção a vácuo neles", Gabrielle explicou. Posicionando-se na frente, onde Sondra podia vê-la, ela ergueu duas mangueiras que tinham pequenas ventosas côncavas nas pontas. "Eles vão variar em sucção e pressão ao longo da sessão. Você tem mamilos naturalmente eretos?"
De repente, os dedos de Gabrielle estavam enfiados sob Sondra, dedos que agarraram e beliscaram seus mamilos. Sondra guinchou de surpresa e protesto, enquanto Janey ria nervosamente. Ela viu sua melhor amiga inclinar levemente a cabeça para baixo para dar uma espiada.
"Hm, não", diagnosticou Gabrielle. "Naturalmente macios. Deixa eu estimulá-los por um ou dois minutos."
Sondra adorava carícias nos seios, e seus mamilos eram sensíveis. O prazer fluía de suas protuberâncias em direção à sua boceta e ao seu cérebro, enquanto a atraente atendente brincava com seus mamilos, beliscando e torcendo e apertando. Revirando os olhos para a direita, Sondra viu Janey observando atentamente, seus olhos brilhando de interesse.
Gabrielle foi implacável, amassando e apertando, enquanto Sondra arfava, incapaz de resistir ou escapar de todo. "Ok", disse a atendente, por fim. "Acho que você está pronta." Espremendo lubrificante de um tubo, ela o passou nos mamilos agora duros de Sondra. "Você gostaria de colocá-los?", perguntou, olhando para Janey.
Sondra percebeu que Gabrielle presumia que elas eram amantes, mas antes que pudesse explicar, Janey já estava com as mangueiras nas mãos. "É só enfiar a mão aqui embaixo e segurar o mamilo dela", disse Gabrielle, "e aí eu aperto este pedal para começar a sucção. Vou começar leve, só forte o bastante para ficar fixado." Sondra não pôde evitar um gemido quando quatro mãos macias começaram a explorar seus seios pendentes. Ela não se importava nem um pouco de Janey estar ajudando.
Com um leve chiado, de repente ela sentiu pressão no mamilo direito, e uma sucção leve, mas persistente, puxou-o para fora de sua carne. Tentou sacudi-la para longe, mas isso só fez seus seios balançarem, o que amplificou a situação prazerosamente desconfortável. Era como se lábios de um homem estivessem chupando-os. Um momento depois, a mesma situação atingiu seu seio esquerdo.
"Gostoso?", Gabrielle perguntou. Inclinando-se, ela olhou Sondra nos olhos, suas mãos cálidas acariciando e embalando os seios pendentes de Sondra.
"Ah, Deus. É fantástico." Sondra não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo. Uma estranha estava tocando seus seios, conectando esta máquina fantástica a eles, e Janey estava ali de pé, nua, sua boceta depilada claramente visível dentro da visão periférica de Sondra. Ela não pôde deixar de notar que Janey tinha lábios externos discretos e lábios internos proeminentes, voltados para a frente, oferecendo mais visão do que normalmente se esperaria deste ângulo.
"Agora vamos preparar a parte de trás", Gabrielle disse. Ela e Janey se moveram para trás, para fora do campo de visão limitado de Sondra. Com o queixo apoiado no suporte, ela só conseguia olhar diretamente para a frente, e seus olhos se moviam rapidamente de um lado para o outro enquanto os dispositivos de ordenha pendiam, esticando seus seios levemente com uma pressão agradável.
De repente, uma mão estava diretamente sobre seus lábios vaginais, dedos acariciando-os e separando-os. Sondra gritou e se debateu, mas não conseguiu se mover. A Gabrielle deveria estar tocando-a ali? A lei exigia contato apenas por máquinas, certo?
"Você está bem lubrificada naturalmente", Gabrielle explicou com naturalidade. "Vou te dar um pouco mais, mas você não precisa de muito. Vou lubrificar o consolo mesmo assim por segurança, e, claro, vamos ter que lubrificar seu ânus."
Seu ânus? Sondra engoliu em seco.
Com a voz mais baixa, Gabrielle falou com Janey. "Você quer abrir para mim, ou prefere que eu abra e você aplica o lubrificante?"
Os olhos de Sondra se arregalaram, e ela tentou ouvir a resposta, mas não conseguiu. Em vez disso, duas mãos macias agarraram suas nádegas e as separaram gentilmente, expondo seu ânus. De repente, algo frio tocou exatamente na sua abertura.
"Ah, Deus!", ela arfou. Seus músculos flexionaram e lutaram contra as amarras, mas ela não tinha chance de escapar ou mesmo de se mover. "Ai! Ai!" Dedos giraram ao redor de sua abertura e então penetraram sua câmara mais íntima. Seriam os de Janey ou os de Gabrielle? A estrutura praticamente tremeu com seus esforços. Era exatamente como ser uma escrava em exibição forçada.
Dedos escorregadios giraram e massagearam seu reto, suave mas firmemente. Dedos lisos acariciaram seus lábios, depois seu clitóris, antes de penetrar também sua boceta. Sondra lutou vigorosamente, mais por instinto do que por desejo de escapar. Ela sentia quase como se pudesse gozar rapidamente, e estava excitada além de tudo o que esperava.
Algo duro pressionou levemente contra a beirada de sua vagina, depois outra coisa fez o mesmo com seu brotinho anal, perto o suficiente para tocar sem aplicar pressão. Seriam consolos? Ela não conseguia distinguir bem.
Dedos subiram pelo seu retângulo aparado de pelos pubianos. "Isso é curto o suficiente para não precisarmos aparar nada." Sondra gemeu em protesto prazeroso e tentou se empurrar de volta contra os dispositivos, mas em vão. Sua situação era cruelmente provocante.
Gabrielle e Janey voltaram para o campo de visão de Sondra, e Gabrielle explicou vários pedais que estavam abaixo do campo de visão de Sondra. "Estes são liberações rápidas se ela tiver algum problema. Aperte este para desligar o estimulador de seios, este para o clitóris, este para a vagina, e este para o ânus. Estão todos identificados. Tudo o que você precisa fazer é apertá-lo que ele desliga. Entendeu?"
"Entendi", disse Janey. Nessa altura, Sondra só conseguia olhar para os decotes das duas mulheres, uma vestida, a outra nua. Ela sentia seu ânus se contrair involuntariamente ao contato desconhecido ainda pressionando levemente contra ele.
"Agora vamos preparar você", Gabrielle disse a Janey. "Sua situação será mais fácil, e você tem uma sessão de 45 minutos. Deixa eu te ajudar a subir na tipoia."
De seu ponto de vista, Sondra estava olhando diretamente para a tipoia, que estava posicionada a cerca de um metro de distância. Depois de algumas risadas e manobras, não muito diferente de subir numa rede, Gabrielle colocou Janey em cima e dentro dela, a parte inferior das costas apoiada por uma tipoia de lona e as pernas bem abertas, puxadas para duas estribeiras de lona. Sua nádega pendia quase livre. Ela se recostou contra uma malha de tiras e conseguiu agarrar uma barra acima da cabeça e atrás de si para completar a posição.
"Deixa eu ir buscar o dispositivo Double Down", Gabrielle disse, e se afastou.
De sua posição mais alta, Janey sorriu para Sondra. Ela estava completamente escancarada, pernas abertas, boceta depilada na altura dos olhos de Sondra e à vista direta. Era linda, pequena e apertada, com lábios internos que desabrochavam delicadamente de uma abertura em fenda. Seus lábios externos eram quase inexistentes, apenas uma leve protuberância de suavidade emoldurando sua abertura, e seu clitóris era proeminente. Sondra já tinha visto Janey nua muitas vezes, mas nunca nem perto dessa exibição descarada.
Uma máquina foi rolada por trás de Sondra, guiada por Gabrielle. Tinha cerca de noventa centímetros de altura e parecia pesada. Apontando para fora e ligeiramente para cima, estendendo-se de grossas hastes de metal, havia dois consolos, pretos e ameaçadores e estranhamente brilhantes. O primeiro tinha aproximadamente quinze centímetros de comprimento e mais de dois centímetros e meio de espessura, e o segundo era menor, talvez dez centímetros e relativamente fino. O dispositivo era baixo o suficiente para não bloquear a visão de Sondra enquanto Gabrielle o posicionava entre as pernas abertas de Janey.
Gabrielle fez um gesto para os consolos. "Eles são de alta tecnologia e infláveis", ela explicou. "Você vai passar seis minutos só com o consolo vaginal base, depois terá um minuto para descansar. Ele então vai inflar para o próximo tamanho maior, e aí você receberá sete minutos de ambos, ele e o consolo anal base. Outro minuto para descansar e então ambos vão inflar mais. Depois você terá oito minutos, outro minuto de descanso e inflação, e assim por diante. Você vai terminar com cerca de onze minutos no tamanho máximo. Assim que eu ligá-lo, eles vão começar a penetrar e vibrar – mais rápido para a vagina e um ritmo lento para a sonda anal – e aí cada ciclo vai te dar um pequeno aumento de velocidade e potência."
Janey estava encarando os dois consolos com uma mistura de excitação e medo. Sondra conseguia ver por quê; mesmo no tamanho atual, o consolo parecia grande comparado às suas pequenas aberturas. "Qual é o tamanho no final?"
"No final, você estará recebendo quase 23 centímetros vaginalmente e 19 centímetros analmente. O consolo vaginal terá 6,5 centímetros de largura e o consolo anal terá 4 centímetros. Esse é o padrão, mas posso ajustar para cima ou para baixo se você quiser."
Janey engoliu em seco. "Não, está ótimo."
Gabrielle se ajoelhou, olhando diretamente para a boceta e o ânus expostos de Janey. "Parece que você também está lubrificando naturalmente", ela disse, "mas vou adicionar um pouco por precaução." Enquanto Sondra observava, ela pegou um tubo de lubrificante do bolso de seu avental, espremeu nos dedos e então começou uma massagem lenta na boceta de Janey.
Mesmo que Janey pudesse ver o que viria, Sondra percebeu que ela ficou chocada com o contato íntimo, soltando um suspiro e um gritinho curto de surpresa. Sua boca se abriu e seus olhos se arregalaram enquanto a atendente passava languidamente seus dedos para cima e para baixo nos lábios internos de Janey, ocasionalmente bifurcando para acariciar também seus lábios externos. Sondra conseguia ver os dedos dos pés de Janey se curvando, os músculos de suas coxas finas se flexionando, enquanto ela absorvia a atenção, olhando para sua virilha e os dedos que a massageavam. As sobrancelhas de Janey se franziram com admiração e preocupação enquanto os dedos deslizavam para dentro dela.
Sondra tentou se esfregar contra os dispositivos desconhecidos que tocavam suas próprias regiões íntimas. Era tão excitante ver Janey assim. Mas ela não conseguia se mover.
"E agora um pouco mais abaixo", Gabrielle disse. Ela sorriu sabiamente enquanto colocava outro pouco de lubrificante nas pontas dos dedos, desta vez descendo até o minúsculo botão de rosa rosado de Janey.
"Ai! Ai, nossa! Ai!"
"Temos que ter certeza de que você está toda bem lubrificada."
Janey praticamente levitou para fora da tipoia quando um dedo escorregou para dentro de seu reto. Houve um minuto inteiro de contorções enquanto Gabrielle invadia o ânus de Janey, girando e sondando com o dedo. Dada a expressão em seu rosto, Sondra se perguntou se talvez Janey estivesse repensando a escolha da opção anal.
Finalmente, Gabrielle sentou-se para trás, avaliando as áreas outrora privadas de Janey. Ela passou uma mão pelo fulcro da garota, do ânus à vulva e até seu monte pubiano pequeno e nu. "Acho que você está pronta", declarou. Os minutos seguintes envolveram alguma manobra do dispositivo e dos consolos, mas eventualmente Gabrielle conseguiu alinhar tudo. Ela pendurou um pequeno cordão na tipoia, onde Janey pudesse alcançá-lo facilmente. "Se precisar parar, é só apertar este botão. Está pronta para começar?"
Janey assentiu, encarando com excitação e temor o dispositivo de duas cabeças posicionado na entrada de suas aberturas.
"E lá vamos nós!" Gabrielle acionou um interruptor e a máquina ganhou vida. O consolo de cima, o maior, penetrou Janey lenta mas inexoravelmente, e então começou a construir um ritmo. Janey guinchou de prazer enquanto ele iniciava uma batida rítmica em sua boceta. Era grande o suficiente para que os lábios externos macios de Janey se esticassem um pouco, agarrando o dispositivo enquanto ele entrava e saía. A pequena morena jogou a cabeça para trás em prazer imediato.
"E agora você." Gabrielle voltou para Sondra e pressionou os pedais. Sondra arfou quando várias peças de maquinário ganharam vida. As ventosas em seus mamilos começaram uma sucção lenta, mas sua atenção se voltou particularmente para o meio de suas pernas, onde algum consolo invisível lenta, muito lentamente, entrou em sua vagina.
"Ai!", ela respirou. "Isso é incrível."
Gabrielle riu e virou a cabeça para um relógio na parede. "Vamos ouvir o que você tem a dizer daqui a 59 minutos", ela disse. "Os quatro dispositivos vão alternar entre ligar e desligar, e vão variar aleatoriamente em intensidade", ela disse. "Há sensores de temperatura e fluidos que farão ajustes para te manter no limite pela próxima hora." Ela caminhou em direção à porta, dando um tapa de brincadeira na bunda de Sondra. "Eu volto. Aproveite sua visita!"
****
E com isso, ela se foi. Sondra estava curtindo a sensação de ser preenchida, e os dispositivos em seus mamilos eram estranhamente prazerosos.
"Nnnnh!", Janey gemeu. Fazendo contato visual com Sondra, ela sorriu, mesmo através de seu véu de concentração, enquanto o consolo entrava e saía suavemente. "Isso é fantástico. Como você está?"
— Estou bem — Sondra tentou se mexer um pouco, deslizar mais para trás, mas era impossível. Diferente do aparelho rápido e profundo de Janey, o de Sondra era irritantemente lento, entrando nela bem devagar e mal vibrando. Estava esquentando Sondra, mas nem de longe o suficiente para levá-la ao orgasmo tão cedo.
Ela se distraiu concentrando-se em Janey. A morena baixinha agora tinha as duas mãos nos seios, acariciando-os de leve e massageando os mamilos. Seus quadris eram pequenos e suavemente curvos, a pele de um bronzeado natural lindo. O consolo bombeava num ritmo suave, provocando pequenos tremores no corpo da amiga quando atingia a profundidade máxima a cada ciclo.
Por vários minutos, cada mulher se recolheu ao seu próprio mundo: Janey sendo bombardeada implacavelmente pela máquina e Sondra recebendo uma penetração lenta e vibrante. Seus mamilos estavam sendo sugados com mais força agora, quase o bastante para confundir a linha entre prazer e dor.
De repente, o consolo na vagina de Sondra parou. Ela franziu a testa ao sentir que ele não avançava nem vibrava. Então, de súbito, sentiu um toque leve no clitóris, pouco mais que um roçar. Incapaz de se mexer, ponderou as implicações enquanto algo dançava de leve sobre seu ponto mais sensível. Sua boceta ainda estava agradavelmente esticada pelo consolo imóvel. — Hmm — grunhiu, pensativa.
Os olhos de Janey se abriram. Ela ainda brincava com os mamilos. Olhou para Sondra. — O que foi?
Sondra tentou pressionar para baixo, mas não conseguiu. — Nada — disse. — É só uma sensação diferente começando.
— Ah.
— Como você está se sentindo? — Sondra conseguia olhar diretamente para a boceta de Janey. Estava úmida, brilhante, sendo invadida num ritmo gostoso.
— É realmente bom — Janey disse, ofegante.
Por mais dois minutos, o quarto ficou em silêncio, exceto por gemidos fracos, suspiros e o movimento silencioso de maquinário de alta tecnologia.
Então, a máquina de Janey parou. Ela gemeu de frustração quando o consolo se retirou. — Ai, droga — murmurou. — Eu estava quase lá. — Seus dedos deslizaram para entre as pernas.
Hipnotizada, Sondra observou a amiga acariciar e tocar o clitóris. Achou que Janey não deveria fazer aquilo, não com tanto tempo ainda, mas não ia dizer nada, não com aquela visão. Com o aparelho brincando com seu próprio clitóris, ela também gemeu de frustração.
— Eu... oh! — De repente, o aparelho contra seu ânus ganhou vida, começando a vibrar e a avançar bem devagar contra a resistência de seu esfíncter.
— O que está acontecendo? — Janey perguntou, se masturbando sem vergonha nenhuma. — Você parece meio estranha.
De boca aberta, Sondra só conseguiu acenar. — Algo está entrando em mim — arfou. — Atrás.
— Atrás? — A boca de Janey se curvou num sorriso.
Sondra reuniu coragem. — É. — O que quer que fosse, parecia estar dentro dela agora, raso mas ainda dentro, esticando seu anel anal de um jeito prazeroso. Ela puxou inutilmente as tiras de couro que a prendiam. — Está entrando em mim.
— Bom ou ruim?
— Meio bom.
O consolo de Janey chamou a atenção de Sondra. Ainda absorta em sua própria experiência, ela encarou incrédula. Ele ainda estava úmido e brilhante com os fluidos de Janey, mas estava se expandindo. O material liso ia se alargando conforme a câmara interna inflava, ficando mais comprido e mais grosso.
— Hum, Janey, você está vendo isso?
— Sim. — Janey soou um pouco hesitante. — O que é aquilo saindo do topo?
— Parecem pequenas abas. Ou escovas ou algo assim.
Ambas sabiam o que aquilo significava. Pequenas cerdas macias cresciam do topo do consolo. A cada estocada, elas roçariam o clitóris de Janey. Sondra, cada vez mais excitada, sentiu um pouco de inveja.
A máquina penetrou a amiga. Janey miou de prazer enquanto as abas emplumadas deslizavam sobre seu clitóris surpreendentemente grande e úmido. — Isso é fantástico — ela respirou.
E então o segundo consolo se moveu, aquele que estava por baixo.
Até então não tinha feito nada, mas agora também avançou. Sondra observou maravilhada a ponta pressionar o ânus de Janey. A mulher pequena congelou. — Ai, meu Deus. O que está fazendo?
Sondra sorriu involuntariamente, um sorriso malicioso e voyeur.
— Não sei se consigo fazer isso. Eu não... oh! Aaaah! — De repente, a ponta do consolo menor desapareceu dentro de Janey. Seus dedos dos pés se curvaram e flexionaram, e ela instintivamente posicionou as pernas mais alto para permitir uma entrada mais fácil.
O roçar no clitóris de Sondra parou, e a pressão nos mamilos diminuiu. Agora, sem aviso, o aparelho dentro de sua vagina estava se movendo de novo, deslizando devagar para dentro e para fora, para cima e para baixo. Seu consolo anal fazia a mesma coisa, e de repente ela conseguia se identificar com Janey.
Pelos vários minutos seguintes, ambas grunhiram e ofegaram enquanto eram duplamente penetradas, as máquinas de Janey funcionando mais vigorosamente e as de Sondra mais calmamente. Janey aguentou pouco tempo antes de seus quadris pequenos começarem a ondular. Ela tremeu, e Sondra viu os tendões de suas coxas se retesarem. A respiração de Janey ficava mais rápida e superficial, seus mamilos longos e duros.
— Acho que é agora — ela respirou. — Isso é fantástico.
Sondra tentou aumentar sua própria estimulação, mas estava presa sem esperança. Os aparelhos estavam uma delícia, mas eram tão lentos, tão metódicos! Ela estava muito excitada e a intensidade crescia, mas não a ponto de orgasmo.
Janey, no entanto, estava, e Sondra tinha um assento na primeira fila. As costas de Janey arquearam e, de repente, sua mão estava de novo entre as pernas, se masturbando furiosamente enquanto ambos os orifícios inferiores eram pistoneados. — Nnnnnnh! Ohhhh! — Com um impulso potente, seus quadris subiram uma, duas, três vezes.
Sondra nunca tinha visto uma mulher ter um orgasmo antes. Foi interessante ver quão forte era a reação, com Janey arqueando e balançando os quadris. As máquinas não se importaram e mantiveram seu ritmo, e de repente acabou. Janey lutava contra a superestimulação enquanto as máquinas continuavam seu trabalho, e ela tentava se afastar, mas não tinha chance. — Demais! — disse a ninguém em particular, com os dentes cerrados. — Demais!
Ela se debateu e chutou, mas Sondra notou que nunca acionou o botão de parada. Se ela tinha esquecido ou não, Sondra não sabia. Mas tinha suas suspeitas. Era sexy assistir Janey se contorcer de prazer, observar a concentração e a mistura de emoções em seu rosto.
O consolo anal de Sondra parou, permanecendo alojado dentro dela, e agora os tubos em seus mamilos começaram a vibrar. Era novo e era maravilhoso. Sondra choramingou, desejando poder se tocar. Olhou o relógio. Apenas doze minutos haviam passado.
Levou alguns minutos, mas Janey superou a superestimulação e agora estava novamente no prazer. Ela se recostou em silêncio na tipoia, pernas abertas, sendo servida nos dois buracos. Tinha os olhos fechados e um sorriso contente no rosto, e estava linda.
Alguns minutos depois, o maquinário de Janey parou de novo, saindo de dentro dela. Ela abriu os olhos. — Droga — disse —, eu estava quase chegando de novo.
— Bem, que bom para você — Sondra disse com os dentes cerrados. — Esse troço está me deixando louca.
Janey riu. — Você gosta?
Sondra não soube como responder. — Sim — ela ofegou, hesitante. — Mas eu adoraria se ele acelerasse um pouquinho.
— Você está perto?
— Sim. Bem perto.
— Me avisa quando você gozar, tá? Quero assistir.
— Hum... tá. — Sondra não acreditava que estavam tendo essa conversa.
Janey agora estava em seu período de descanso de um minuto, e observou Sondra se contorcer com interesse renovado. — O que está fazendo com você?
— Fica mudando toda hora.
— O que está fazendo agora?
— Tem algo pequeno e leve no meu clitóris. Está vibrando bem de leve. E essas coisas nos meus mamilos estão sugando eles de algum jeito, e sinto dentinhos neles. Estavam vibrando alguns minutos atrás e quase me levaram ao ápice.
— Tem algo dentro de você?
— Não agora.
— Nada?
— Consigo sentir coisas bem encostadas em mim. Tanto na frente quanto atrás. Às vezes elas penetram, às vezes vibram, às vezes só entram e param. O pior é quando elas mal me tocam e vibram.
Janey riu. — Estamos aprendendo algumas coisas. Ai, meu Deus, olha para as minhas duas coisas.
Os olhos de Sondra se arregalaram. Os dois consolos de Janey tinham inflado para o tamanho maior seguinte.
— Você realmente aguenta essas coisas?
Janey sorriu, insegura. — Tenho um desse tamanho em casa, então sei que aguento na frente. O de trás é um pouco mais assustador.
— Para se precisar. Não se machuque.
As máquinas zuniram à vida, mais rápido desta vez que da última. Pressionaram as duas aberturas de Janey e, de repente, ela estava cheia de novo. Definitivamente estava mais esticada dessa vez, mas pareceu gostar.
A meia hora seguinte foi uma combinação de êxtase e agonia. Janey continuou recebendo consolos maiores e mais rápidos, sua boceta e cu minúsculos e esticados a levando ao orgasmo pelo menos mais duas vezes. No fim da quarta rodada, ela tremia de exaustão, as pernas trêmulas a cada estocada dos grandes e grossos invasores. Seu cabelo escuro estava úmido e preso atrás das orelhas. Seus seios, pequenos como eram, balançavam e ondulavam enquanto ela tentava segurá-los e apoiá-los contra as penetrações cada vez mais vigorosas. Pela quarta vez, ela arqueou as costas, soltando um gemido longo, grave e gutural. — Estou gozando de novo! — arfou. — Não acredito! — A pobre garota estava um caco, um caco agradável.
Sondra também estava um caco, mas por uma razão muito diferente. Seu cabelo acobreado estava grudado na testa e nas bochechas, o corpo reluzindo numa camada de suor. Janey estava tendo orgasmos múltiplos, mas Sondra estava morrendo por apenas um. Toda vez que sentia que estava chegando perto, algo mudava. A penetração parava ou começava, a carícia suave parava ou começava, ou aqueles aparelhos diabólicos em seus mamilos tentavam algo novo. Ela se contorcia e ofegava, pressionando-se contra a armação rígida e as amarras que a impediam de se mexer. Seus quadris ondulavam em círculos minúsculos e restritos enquanto ela se esforçava em vão, tentando constantemente aquele pouquinho de estimulação extra de que precisava. Estava tão perto, chegando à beira uma meia dúzia de vezes, mas nada funcionava.
Um sinal soou, e os aparelhos de Janey pararam de se mover. Enquanto ela olhava interrogativamente para baixo com olhos turvos, os dois grandes consolos dentro dela se retiraram, fazendo-a espasmar uma última vez quando saíram e desligaram. Ela gemeu de alívio, afundando na tipoia.
Ocorreu a Sondra que os 45 minutos tinham acabado, o que significava que ela tinha mais quinze minutos para gozar. Com o pouco movimento disponível, ela tentou desesperadamente impulsionar os quadris para trás contra o consolo que agora a preenchia. Ele zumbia suavemente contra suas paredes internas, mas estava posicionado de tal forma que não a levaria ao ápice.
Janey expirou longa e ruidosamente, seu corpo pequeno desabando de exaustão. — Ai, meu Deus — ela respirou. — Isso foi fantástico. Aquele último par era tão grosso. — Sua mão deslizou para sua boceta avermelhada, acariciando suavemente como que para confirmar que ainda estava intacta.
Sondra observou os dedos se moverem de seu ponto de vista privilegiado. Precisava tanto gozar. Sentiu inveja ao ver os dedos de Janey acariciando e deslizando. Bastava um toquezinho daqueles para estar no céu.
Por longos minutos, Janey ficou deitada, relaxando e descendo do seu barato. Suas mãos acariciavam lentamente seu corpo. Enquanto isso, os aparelhos diabólicos de Sondra mais uma vez a levaram ao precipício e a deixaram pendurada. O roçar em seu clitóris parou abruptamente, e tanto a sonda anal quanto o consolo vaginal penetraram nela. — Aaaaaugh — ela grunhiu. Seus aparelhos nos mamilos estavam puxando com força, esticando-a cruelmente.
Os olhos de Janey se abriram, seu rosto em estado de êxtase. — Como vai aí, Cintilante?
Com respiração difícil, Sondra tentou se concentrar nos aparelhos dentro dela e em seus movimentos terrivelmente lentos. — Não... muito... bem.
— Você não gosta?
— Eu... amo... isso — Sondra arfou. — Mas está me deixando louca.
— Já gozou? Você prometeu me contar.
Sondra se debateu contra as tiras de couro frustrada. Seus mamilos estavam sendo puxados e esticados implacavelmente. — Não. E preciso muito. Está me matando.
Espreguiçando-se luxuriantemente, Janey puxou lentamente as pernas para fora da tipoia, baixando-as até o chão. Sondra não tinha notado antes como as pernas dela eram bem torneadas, e como a curva sexy de seus quadris estreitos emoldurava perfeitamente sua vulva nua. Os lábios de Janey ainda estavam inchados e distendidos pelos esforços. Sondra tentou mais uma vez mover os quadris para trás. O consolo vaginal estava tão fundo agora, tão fundo, mas tão lento. Seus movimentos cada vez mais frenéticos ajudavam um pouco, mas não o suficiente, e só aumentavam sua frustração.
Janey se levantou com pernas trêmulas e incertas, e então andou devagar, como um pato. — Vou ficar dolorida por uma semana — disse. Sondra sentiu uma mão macia em seu ombro, o que enviou um calor pelo seu corpo. — Concentra, amor, você consegue.
Sondra tentou se concentrar. Já estava tentando há quase uma hora. Seu reto estava preenchido com um invasor que bombeava devagar, e sua vagina também, movendo-se um pouco mais rápido. A sucção nos mamilos agora diminuía, mesmo que ela quisesse que continuasse.
— Não consigo. Já tentei. — Seus dedos batucaram um padrão de frustração contra a plataforma.
— Continue tentando. Você consegue. — Janey puxou o cabelo úmido e suado de Sondra para trás, seus dedos massageando de leve o couro cabeludo de Sondra. — Você está quase lá.
Sondra olhou o relógio. 51 minutos passados. Ela redobrou a concentração enquanto Janey acariciava suas costas de leve e a encorajava, mas alguns minutos depois desistiu. — Não adianta — lamentou. — Essa coisa não vai me deixar gozar. Parece que sabe quando estou chegando perto e muda o que está fazendo. É tão frustrante! E só faltam alguns minutos.
Janey olhou o relógio, a boca torcida em pensamento. Por fim, falou. — Quer que eu te ajude?
O coração de Sondra deu um pulo. Naquele ponto, ela queria ajuda de qualquer um, mas Janey? A linda e sexy Janey? — Ah, sim. Por favor. Qualquer coisa.
Janey foi descalça até a parte de trás da armação. — Uau — ouviu. — Isso é incrível. Tem todo tipo de coisa aqui atrás.
Uma mão macia agarrou sua nádega esquerda e a afastou de leve. — Esse negócio é enorme — Janey disse. — Está realmente dentro de você.
— Eu sei — Sondra arfou. O toque leve dos dedos em sua bunda era ainda mais provocante que o consolo que se flexionava em seu ânus.
Os dedos exploraram um pouco ao redor, tocando sua bunda, acariciando suas coxas internas presas, então subindo por baixo para enrolar seus pelos pubianos.
— Dá para ver que você está muito excitada — Janey respirou. — O que você quer que eu faça?
— Me esfrega. Me esfrega, por favor. — Sondra olhou o relógio. Cinquenta e oito minutos.
— Sua coisinha? — Janey riu nervosamente.
— Não aguento mais. Por favor.
— Não consigo alcançar direito. Tem uma coisinha chata e plana que está pressionando você. Ah, ei, parece que está vibrando.
— Eu sei. Mas não é suficiente.
— Deixa eu desligar essa parte. Aí eu consigo te alcançar.
— Rápido! — Os quadris de Sondra estavam forçando para cima e para trás. — Não tem muito tempo! Por favor!
Janey se apressou para a frente, ficando diretamente na frente de Sondra. Sondra olhou diretamente para os seios e mamilos eretos da garota menor, tão perto que quase podia beijá-los.
— Parece que esse botão desliga o estimulador de clitóris. — Houve um clique quase inaudível, e a estimulação no clitóris de Sondra parou. Janey voltou para trás.
— Você tem certeza que quer isso?
— Nnnnnh! — Sondra gemeu frustrada, querendo esfregar seu clitóris em qualquer coisa, em qualquer um.
Um dedo deslizou de leve sobre ele. — Assim?
— OH! OH, SIM!
O dedo esfregou mais rápido, e Sondra ouviu uma risada nervosa atrás dela. Mas não se importou. Finalmente, estava indo firmemente em direção ao seu tão esperado orgasmo.
E então a porta se abriu.
Janey saltou para trás da armação, e Sondra vomitou um palavrão frustrada. — Merda! — Estava tão perto que estava prestes a explodir.
Gabrielle riu baixinho quando a porta se fechou atrás dela. — Parece que estamos nos divertindo um pouco aqui.
— Eu só estava verificando ela — Janey disse defensivamente. — Não estávamos fazendo nada.
Gabrielle riu de novo. — Não se preocupe, é permitido. Vocês podem se tocar à vontade.
O rosto de Sondra ficou vermelho de frustração e vergonha quando a atendente veio para a frente dela. Ela se curvou na cintura e olhou diretamente nos olhos de Sondra. — Como você se saiu, querida? Você gozou? Parece exausta.
Antes que Sondra pudesse responder, Janey se intrometeu. — Ela só precisa de mais uns dois minutos. Você pode dar um pouco mais de tempo?
— Receio que a sala está reservada. — Os pedais estalaram e os consolos gêmeos se retiraram de Sondra, enquanto ela gemia e chorava frustrada.
Gabrielle fixou olhos amigáveis em Sondra e se comoveu com seu apelo. Ela alcançou por baixo, e Sondra sentiu dedos mexendo nos aparelhos dos mamilos, então subindo secretamente para acariciar a carne de seus seios. Gabrielle sorriu conspiratoriamente. — Vou levar alguns minutos para soltá-la, no entanto. Eu não posso tocar, mas você pode. E, às vezes, eu também sou conhecida por cometer erros.
— Sério? — A voz de Janey tremeu de hesitação.
— Trabalhe nela com força e rapidez. — Gabrielle se inclinou para perto de Sondra, seus olhos escuros e cabelo negro como azeviche enchendo o campo de visão de Sondra. Mãos macias começaram a massagear seus seios. — Goza para mim, querida.
Sondra ouviu e sentiu Janey subir na plataforma atrás dela. Dedos começaram a cutucar seu clitóris e a entrar em sua vagina. Gabrielle soltou as mangueiras dos mamilos e então iniciou uma massagem completa nos seios. Inclinando-se bem perto, mordiscou o lóbulo da orelha de Sondra e então sussurrou baixinho, tão baixinho que Janey nem conseguiu ouvir.
"Você é linda, querida. Quero te levar para casa e te foder." Uma língua penetrou na orelha de Sondra, fazendo-a gritar de prazer.
Seu clitóris estava recebendo toda a atenção de Janey agora, e os dedos da amiga pressionavam habilmente seu ponto G.
O sussurro continuou. "Quero te amarrar na minha cama e te chupar, e depois fazer você fazer um 69 com sua namorada. Você quer que eu te chupe?" Gabrielle mordiscou o lóbulo sensível da orelha de Sondra.
Sondra se debateu e empurrou contra suas amarras. Um prazer profundo subia por seus quadris, se espalhando. As mãos de Gabrielle massageando seus seios aumentavam a sensação, e ela começou a atingir o pico.
Gabrielle beijou o pescoço de Sondra, presa no lugar pela barra e pelo apoio de queixo. Seus seios eram apertados, seu clitóris rolado, seu ponto G esfregado.
"Quero que você me chupe também. Você vai me chupar?" Gabrielle se inclinou e ofereceu um beijo longo e sensual.
"Mmmmmmm! Mmmmmmh!" Ter um orgasmo quando não podia se mover era uma experiência totalmente diferente para Sondra. Suas sinapses explodiram em prazer e ela se enrijeceu e lutou contra suas amarras, incapaz de afastar a boca da língua invasora de Gabrielle. Onda após onda a inundava, amplificada pela atenção contínua que recebia de suas duas pretendentes. Incapaz de ajudar, incapaz de resistir, ela implorou sem palavras por mais, e mais, e mais, e então, de repente, implorava para que parasse. Quando Gabrielle e Janey finalmente mostraram misericórdia, ela desabou na estrutura, cedendo ao seu suporte.
Quando recuperou o fôlego, seus braços e pernas estavam sendo desafivelados. Mal conseguindo se comunicar, ela, mesmo assim, precisava fazê-lo. "Muito obrigada," ela ofegou. "Esse foi o melhor orgasmo que já tive em toda a minha vida."
Gabrielle já tinha soltado seu braço esquerdo e estava indo para o direito. "Espero que a gente se veja de novo."
"Ah, vocês vão nos ver," Janey exclamou alegremente.
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O shopping estava movimentado. Pessoas andavam com sacolas de compras, empurravam carrinhos de bebê e olhavam vitrines. Em uma mesa na loja do Cinnabon, duas jovens exaustas estavam sentadas bebendo refrigerante e dividindo um doce. Ambas carregavam um brilho de satisfação e exaustão.
Sondra olhou para Janey, e sua amiga sorriu timidamente de volta.
"Você foi maravilhosa lá dentro. Obrigada por me ajudar."
Janey sorriu um sorriso de Mona Lisa. "Foi divertido."
"Você realmente quer voltar lá?"
"Tá brincando? Eu vou morar lá dentro."
"Eu também," Sondra riu, e as duas mulheres se refugiaram em seus próprios pensamentos por um momento. Foi Janey quem falou em seguida.
"Sabe, a gente não precisa sempre ir lá também."
Os olhos de Sondra se ergueram e elas trocaram um breve olhar. "Você quer dizer -?"
Janey deu de ombros, e Sondra notou seus mamilos marcando a blusa. "Eu me diverti te ajudando. Você consideraria retribuir o favor pra mim? Talvez essa noite?"
Sondra abriu um sorriso. "Vamos pro carro," ela disse.