Contos eróticos para ler inteiros.

Lésbicas

Apertada e Curvada

Kelle_316 min

Zoe Robinson estava em frente ao espelho do banheiro tentando arrumar seu cabelo preto liso de um jeito que gostasse.

"Ah, foda-se", ela disse e prendeu num rabo de cavalo simples, colocou seu boné preto e puxou o rabo de cavalo para fora.

Saiu de casa com seu macacão rosa choque, com o nome Zoe bordado em linha preta sobre o seu seio esquerdo pequeno.

Ela estacionou na entrada de um bangalô pequeno. A casa parecia bem deslocada na vizinhança em que estava. Era uma área de classe média alta, todas as casas eram grandes e de dois andares, exceto aquela. Na verdade, a casa parecia não ter sido mexida desde os anos sessenta. Zoe olhou o papel que Arti lhe dera para confirmar o endereço; era a casa certa. Pegou a bolsa de ferramentas do banco do passageiro, desceu da caminhonete, pegou a escada da caçamba e subiu a varanda, tocando a campainha.

Zoe trabalhava como reparadora e encanadora na The Old Lantern Company. O nome era definitivamente antiquado, mas já fazia parte da comunidade havia mais de setenta anos e as pessoas o conheciam. Faziam visitas domiciliares para quem chamasse para reparos. Esse não era o emprego dos sonhos de Zoe, mas ela era moleca desde pequena e sempre gostou de consertar e mexer nas coisas. Embora moleca, sua aparência era bem feminina. Cabelo preto na altura dos ombros, olhos castanhos escuros, era baixinha, com apenas um metro e cinquenta e cinco, e busto pequeno, 28A. Era a única garota na empresa, exceto pela dona, que também era mulher. Ela atendia as chamadas e distribuía tarefas para todos os funcionários.

Artemis Benson, que usava Arti, distribuía as tarefas e atendia os telefones ao mesmo tempo. Arti era uma mulher mais velha, de cinquenta e dois anos, que assumira a empresa de seu pai, agora doente, que a iniciara apenas com ele e dois amigos encanadores.

Alice ajeitou o cabelo ao se aproximar para atender a porta, caso o faz-tudo que enviassem fosse atraente. Alice era uma mulher solteira de trinta e oito anos, trabalhava como operadora do 911. Nunca se casara e não tinha filhos. Vestida com uma camiseta vermelha escura, saia de couro preta e meias pretas até a coxa, abriu a porta e olhou para Zoe, um pouco chocada com seu tamanho.

"Sim?" questionou.

Zoe também estava um pouco em choque, não conseguiu formar palavras de imediato; sua mente só dizia "delícia". Achou Alice muito atraente. Zoe era bissexual e já havia ficado tanto com garotas quanto com garotos. Gostou da saia de couro, os seios pareciam ser um saudável copa C. Pele impecável, o cabelo castanho escuro quase preto caía pelos lados do rosto, seus olhos castanhos escuros perfuravam o âmago de Zoe.

"Estou procurando a senhorita Gracen", começou.

Alice ficou em silêncio, pensando: 'é essa que eles enviaram?'

"The Old Lantern Company. Precisa instalar uma luminária e um ventilador de teto?"

Alice levou as mãos à cabeça e sacudiu o torpor.

"Sim, sim, me desculpe, entre."

Zoe sorriu e entrou na casa, sua bolsa de ferramentas tilintou com uma variedade de ferramentas. Alice ficou imediatamente cativada pela fofura e aparência de Zoe.

"Onde precisa do trabalho?" Zoe perguntou alegremente.

"Ah, no meu quarto, venha, vou mostrar", Alice disse enquanto começava a se dirigir para os fundos da casa, Zoe a seguiu. Ao passarem pela sala de estar, cozinha e sala de jantar, viu que o interior era igual ao exterior: antiquado, mas não velho a ponto de estar caindo aos pedaços. Talvez fosse tudo o que Alice precisava. Não teve a sensação de que crianças morassem ali.

Observou o bumbum de Alice balançar na saia de couro justa. O aperto destacava suas curvas e o bumbum durinho, sem celulite. Isso fez Zoe lamber os lábios e depois morder o inferior.

"Aqui", Alice disse quando entraram no quarto.

Zoe olhou para cima e viu que os fios de que precisava para o trabalho já estavam instalados. Também viu que as luminárias e o ventilador ainda estavam nas caixas, o que gostava. Muitas vezes, quando os clientes abrem para olhar, coisas somem.

"Ah, sim, já fiz isso antes", Zoe garantiu, e não estava mentindo; já fizera esse tipo de instalação várias vezes.

Zoe começou a desembalar as peças enquanto Alice observava atentamente.

"Isso não vai ser problema nenhum", Zoe disse enquanto lia as instruções.

"Posso ajudar em algo?" Alice perguntou esperançosa.

Zoe fez uma pausa. Estava com um pouco de sede, mas não queria se impor. Algumas pessoas não se importavam, outras se ofendiam.

"Será que eu poderia ganhar um copo de água gelada?"

"Claro", Alice respondeu saindo do quarto. "Um minuto, já volto."

Zoe começou a montar o ventilador, olhando periodicamente as instruções como guia. Alice voltou com um sorriso e um copo de água gelada.

"Aqui está", disse e entregou o copo a Zoe.

"Muito obrigado", ela respondeu e tomou alguns goles profundos que refrescaram suas entranhas. "Está muito calor lá fora hoje."

"Está mesmo", Alice concordou. "Especialmente quando se tem que usar esse macacão."

"Ah, não é uniforme, é só o que eu sempre uso para trabalhar."

"Você pode... tirar?" Alice perguntou. Então se conteve. "Ah, não, não quis dizer assim, não quero que você desmaie."

Zoe fez uma pausa. Estava apenas com uma regata preta justa e calcinha preta por baixo. Desabotoou a parte de cima do macacão e amarrou as mangas na cintura para não cair. Alice sorriu para a firmeza e esbelteza do corpo de Zoe. O aperto da blusa destacava seus pequenos seios. Alice notou uma leve definição nos braços de Zoe, que imaginou ter vindo de vários trabalhos de reforma.

"Certo, caixa de fusíveis? Precisamos desligar a energia temporariamente."

"Sim, me siga", Alice disse e começou a levar Zoe até a caixa de fusíveis.

Zoe notou um leve balanço no bumbum dela. Era só o jeito de ela andar? Ou estava tentando mandar sinais para Zoe? Zoe desligou a energia, e o brilho do sol entrou pelas janelas, iluminando os cômodos perfeitamente. As duas voltaram ao quarto, e Zoe montou a escada e começou a subir.

"Posso ajudar em algo?" perguntou Alice.

"Não, acho que estou bem, isso não deve demorar. Você pode segurar a escada, se quiser."

Alice imediatamente agarrou a escada, olhando para cima e sorrindo para o bumbum apertado de Zoe no macacão.

"Humm, do outro lado", Zoe a corrigiu.

"Ah, desculpe", Alice respondeu sem jeito, enquanto se movia e segurava a escada do outro lado, olhando para cima enquanto Zoe fixava a luz e o ventilador. Depois de uns vinte minutos, Zoe estava só apertando o último parafuso.

"Certo, terminamos. Vamos ligar a energia de novo e ver como ficou."

Ligaram a energia novamente, e, de volta ao quarto, Zoe acionou o interruptor, e a luz acendeu.

"Então a luz funciona. Agora, senhorita Gracen..." Zoe começou, enquanto vestia completamente o macacão.

"Ah, Alice, por favor", Alice a interrompeu.

"Certo, Alice. Aqui você tem um cordão. O ventilador tem três velocidades. Puxa uma vez", Zoe puxou. "É baixa. Duas vezes", Zoe puxou de novo. "É média. Três vezes", Zoe puxou outra vez. "É alta. E a quarta vez desliga." Zoe puxou o cordão uma última vez, e o ventilador desacelerou e parou.

"Isso é maravilhoso. Venha para a cozinha, posso lhe passar um cheque."

Quando chegaram à cozinha, Zoe pegou sua prancheta e começou a preencher a fatura, depois a entregou a Alice, que a revisou.

"Parece razoável", Alice disse enquanto pegava o talão de cheques da bolsa, se curvava sobre o balcão da cozinha e começava a preencher. Zoe caminhou confiante e se posicionou atrás de Alice, chegando cada vez mais perto. A respiração de Alice falhou, e seus olhos se arregalaram quando sentiu a pressão inconfundível da coxa de Zoe contra a sua. Com um gesto rápido, Zoe tirou o talão da mão de Alice e o jogou no chão.

"Parece que você foi uma garota muito levada", murmurou. "Seu teto não é a única coisa que precisa de atenção, é?"

O pulso de Alice acelerou, seu corpo respondendo com uma sensação que havia muito negava. Sentiu o calor irradiando do corpo de Zoe, o poder em seu toque e a autoridade em seu tom e palavras.

"Tenho ferramentas para todo tipo de trabalho, querida. E agora, acho que sei exatamente do que você precisa", Zoe sussurrou inclinando-se, o hálito quente contra o ouvido de Alice, que ainda estava curvada sobre o balcão.

As palavras enviaram um arrepio pela espinha de Alice. Ela sabia que hoje seria mais do que apenas uma proprietária precisando de reparos. Estava prestes a se tornar o brinquedinho de Zoe. As mãos da faz-tudo começaram a percorrer o corpo de Alice. Ela percebeu que estava mais do que pronta para entregar seu corpo à disposição.

O toque de Zoe ficou mais firme. Ela passou os dedos do ombro de Alice até a base das costas, fazendo-a tremer. Sentiu o calor começar entre as pernas. A respiração ficou mais ofegante. As mãos da faz-tudo começaram a deslizar sobre suas coxas cobertas de couro. O quarto girou, o cheiro de café substituído pelo aroma da excitação.

Com um movimento rápido do pulso, Zoe soltou o botão e abaixou o zíper da saia de Alice, deixando o couro deslizar pelas coxas e se amontoar no chão. Alice saiu da saia amassada, as pernas tremendo ao sentir o ar frio beijar sua pele. Sabia que devia parar, mas estava perdida na sensação do toque de Zoe.

Alice ouviu o som de tecido rasgando, a calcinha preta que escolhera tão cuidadosamente aquela manhã agora era um trapo rasgado. Em seguida, a camiseta foi removida e o sutiã preto combinando juntou-se ao resto das roupas no chão. Alice ficou apenas com as meias pretas. Zoe começou a apertar e apalpar seus seios.

"Que peitos lindos", disse a Alice.

"Mmmm", foi tudo o que Alice conseguiu responder ao êxtase que sentia.

Zoe começou a beliscar os mamilos de Alice, fazendo-os endurecer quase instantaneamente. Começou a torcê-los e puxá-los. Alice sentiu sua boceta ficar mais molhada a cada segundo.

Alice sentiu o granito frio do balcão da cozinha contra a pele. Os dedos de Zoe dançaram sobre sua boceta já muito molhada, provocando e acariciando até que Alice fosse uma bagunça trêmula de desejo.

"Pronta para o seu serviço, Alice?" Zoe sussurrou em seu ouvido.

"Sim, por favor." Alice assentiu, a voz um sussurro rouco.

Os dedos da faz-tudo entraram lentamente na boceta de Alice. Indo mais e mais fundo a cada segundo. Alice percebeu que não apenas queria, mas ansiava por aquilo. A sensação dos dedos habilidosos de Zoe explorando suas profundezas.

Os toques de Zoe ficaram mais firmes e rápidos. Seus dedos se curvavam e empurravam fundo em sua boceta.

"Ah, meu Deus, sim." Alice arrulhou.

Os olhos de Alice reviraram. A tensão em seu corpo ficou cada vez mais apertada. Cada investida dos dedos de Zoe a empurrava para mais perto da borda.

"Você gosta disso, dá pra perceber", Zoe escarneceu. "Vi o jeito que você me olhou e me observou desde que abriu a porta."

Alice não teve resposta; apenas continuou respirando ofegantemente. Estava rebolando os quadris, e os dedos habilidosos de Zoe continuavam sondando profundamente dentro dela.

"Ahhhhhhh", Alice gritou quando sua represa finalmente se rompeu.

Ondas de prazer percorreram o corpo de Alice como um tsunami avassalador. Os choques do seu clímax a rasgaram, deixando-a ofegante. Zoe apenas sorriu e se inclinou sobre o corpo de Alice.

"Viu, Alice? É isso que acontece quando você deixa a pessoa certa entrar para fazer o trabalho", Zoe sussurrou suavemente em seu ouvido.

"Sim, eu... eu vejo." Alice concordou com um suspiro entrecortado.

E naquele momento, ela soube que nunca mais veria um simples reparo doméstico da mesma forma. A faz-tudo não apenas instalou sua luz e ventilador, mas desbloqueou algo profundo dentro de Alice. Algo que estivera adormecido por anos, ansiando por liberação.

As duas mulheres ficaram ali, o corpo de Zoe inclinado sobre o de Alice no pós-clímax, o talão de cheques há muito esquecido no chão. As mãos de Zoe subiam e desciam pelas costas de Alice, o toque agora suave e gentil. A cozinha, antes um cômodo de rotinas mundanas, transformara-se em uma bússola de carnalidade, o balcão agora um altar para a paixão compartilhada.

O tique-taque do relógio antiquado na parede parecia ficar mais alto, um lembrete de que o tempo não parara, embora para Alice o mundo inteiro tivesse parado. Os lábios de Zoe roçaram o ouvido de Alice.

"Há muito mais que posso fazer por você, se me permitir", ela sussurrou.

O corpo de Alice tremeu. Ela não fazia ideia do que Zoe estava se referindo. Não tinha certeza se seu corpo aguentaria mais. Zoe desfez o macacão, dessa vez tirando-o completamente, com um pouco de dificuldade para passar pelos sapatos.

Os olhos de Zoe vasculharam a cozinha e viram um pepino. Grosso e firme, repousando inocentemente sobre uma tábua de cortar. O olhar de Alice seguiu o de Zoe, a princípio sem entender o que ela pensava. Zoe estendeu a mão e pegou o legume. Uma expressão de preocupação surgiu no rosto de Alice.

"Acho que encontramos a ferramenta certa para este trabalho", Zoe disse com uma voz sedutora.

As pernas de Alice tremiam com uma mistura de excitação e receio, ainda curvada sobre o balcão. Zoe examinou o pepino na mão.

"Deixe-me mostrar como eu trabalho", sussurrou, o hálito quente contra o pescoço de Alice. "Você pode achar meus métodos bastante... satisfatórios."

O pulso de Alice acelerou, seu corpo já respondia ao comando de Zoe. As mãos de Zoe traçaram um caminho pelo corpo da cliente. A mão continuou sua jornada entre as pernas. Alice ofegou quando o polegar de Zoe roçou seu clitóris. A sensação enviou uma onda de prazer pelo corpo. Zoe gentilmente separou os lábios de Alice e deslizou o pepino para dentro da boceta encharcada de Alice sem esforço.

As pernas de Alice bambearam, e ela estendeu a mão para agarrar o balcão da cozinha como apoio. Sentiu o frescor do pepino em sua boceta quente e molhada. Gemeu quando Zoe o empurrou mais fundo. A lisura do legume enviou arrepios de deleite pelo corpo. Alice sentiu suas paredes se apertando ao redor do pepino. Seu corpo já se preparava para a investida de prazer que certamente viria.

A faz-tudo então enfiou a mão na bolsa de ferramentas e puxou um martelo, o cabo de madeira e a cabeça fria de metal deram a Zoe outra ideia.

"E agora, a outra parte do trabalho", ela disse em tom autoritário. "Você fica aí mesmo, e mantenha esse pepino na boceta."

Zoe viu um rolo de plástico filme e envolveu quase todo o cabo do martelo. Depois notou uma garrafa de azeite de oliva e encharcou o cabo coberto de plástico com o óleo.

"Já fez DP?" Zoe perguntou a Alice com malícia.

Alice não respondeu, continuou apenas respirando pesadamente. A boceta contraindo, segurando o legume verde no lugar.

Alice sentiu a ponta do cabo do martelo na entrada do seu traseiro. Ficou tensa, medo misturado com a excitação que crescia dentro dela. Nunca tivera nada no traseiro antes, mas estava definitivamente intrigada. Com uma pressão firme, Zoe começou a empurrar o cabo para dentro do traseiro de Alice, o azeite funcionando como lubrificante. A sensação de ser preenchida nos dois buracos ao mesmo tempo foi avassaladora para Alice. Seus joelhos cederam, ela mordeu o lábio inferior para não gritar, os olhos lacrimejando de dor e humilhação. Os movimentos de Zoe ficaram mais rápidos e fortes, empurrando o pepino e o cabo do martelo ainda mais fundo.

O quarto ficou nebuloso, Alice sentiu outro orgasmo crescendo dentro dela. A fricção do pepino contra seu ponto G e o cabo do martelo se espalhando e esticando seu traseiro a empurravam para mais perto da borda. O polegar de Zoe circulou seu clitóris, aplicando a pressão exata, e Alice sentiu outro clímax se aproximando. A respiração da faz-tudo ficou ofegante com o esforço de controlar o ritmo.

O corpo de Alice tensionou quando o orgasmo a rasgou, onda após onda de prazer pulsando dela. Seus sucos escorreram ao redor do pepino enquanto ela gozava mais forte do que jamais gozara. O pepino estava escorregadio de sua excitação enquanto Zoe continuava a trabalhá-la.

Ela jogou a cabeça para trás, os olhos apertados, enquanto cavalgava o orgasmo. Seus gemidos de dor, prazer e humilhação encheram a cozinha. As pernas tremeram e quase cederam enquanto a faz-tudo continuava seu ataque implacável, empurrando-a a novas alturas de êxtase.

O quarto se encheu dos sons escorregadios de pele contra pele e da umidade da boceta de Alice. Seus olhos reviraram quando se perdeu na sensação. Nunca se sentira tão viva, tão completamente consumida pela paixão. O toque de Zoe era como uma droga de luxúria e dominação que a fazia ansiar por mais. O pepino era um invasor delicioso, esticando e provocando sua boceta a cada investida, enquanto o cabo do martelo preenchia seu traseiro completamente.

Zoe sentiu uma onda de poder, um arrepio que vinha de saber que era ela quem dava prazer a Alice. Com um giro do pepino, ela acertou o ponto G de Alice mais uma vez e a levou a outro clímax.

— Ahhhhhhhh! — Alice gritou enquanto seu corpo tremia como nunca antes.

Quando as últimas ondas de prazer diminuíram, as pernas de Alice cederam, mas Zoe estava lá para segurá-la, apertando-a com força contra seu corpo firme. O pepino e o cabo do martelo escorregaram para fora de Alice com um som molhado. Ambas estavam sem fôlego, os corações acelerados no ritmo do eco dos gemidos de Alice que ainda pairava no ar.

Ela levou uma Alice cambaleante até uma cadeira na mesa da cozinha e a fez sentar. Zoe então pegou o talão de cheques do chão e o colocou na frente de Alice, com a fatura ao lado. Alice olhou, fungou e, com a mão trêmula, preencheu o cheque.

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