Alívio Especial
— Papai, eu preciso de você. — Entrei na sala onde ele assistia ao noticiário. Estava pior do que o normal, e eu realmente precisava dele da pior maneira possível.
Tudo começou algumas semanas antes, quando achei que estaria sozinha em casa e corri escada acima até meu quarto para tirar o moletom e começar a esfregar meus peitos doloridos. Meus peitos eram tamanho G em meu corpo pequeno e delicado de 18 anos. Meus mamilos ficavam duros o tempo todo e doíam, e o único alívio que eu tinha era esfregá-los.
— Menina, o que você está fazendo? — Sobressaltei ao ouvir a voz do meu pai atrás de mim. Só nós dois morávamos juntos, éramos extremamente próximos, sem segredos, exceto talvez este. Mas com a preocupação na voz dele, soube que não podia mentir.
— Papai, meus peitos doem. O tempo todo. Eles incomodam.
— É mesmo? — Ele veio se sentar atrás de mim na cama. — E esfregar ajuda?
— Sim. — Senti meu rosto corar.
— Sua mãe tinha o mesmo problema. Eu tinha que massageá-los para ela com frequência... — a voz dele se perdeu com carinho.
— Me mostra. — Nem sabia por que, mas eu simplesmente sabia que as mãos dele nos meus peitos seriam incríveis. — Por favor, papai. Eles doem.
— Tá bom, bebê. — Ele estendeu os braços ao redor, cobrindo meus peitos fartos por cima da regata. Começou a apertar e esfregar os peitos, uma massagem profunda que era uma delícia, como se eu estivesse esperando minha vida inteira por aquele momento. Minha cabeça caiu para trás no ombro dele enquanto ele continuava massageando profundamente meus seios.
— São seus peitos que doem ou seus mamilos também? — perguntou sem parar o ritmo ondulante de apertar e soltar.
— Os dois, — arfei. — Às vezes tenho que beliscar meus mamilos até melhorarem.
— Ah, o papai sabe o que fazer para isso. — Ele passou a rolar meus mamilos entre os dedos fortes, puxões longos e apertos profundos e firmes em toda a auréola até meus mamilos ficarem mais duros e longos do que nunca. Começou a puxá-los ritmicamente e não consegui segurar um gemido.
— Isso mesmo, menina. Deixa ser gostoso. — Ele puxou, beliscou e rolou até eu sentir minha boceta começar a ter espasmos.
— Papai... eu estou...
— Só deixa acontecer, — ele encorajou, sem parar suas atenções. Minha boceta pulsou. Eu já tinha esfregado ela até ficar assim gostoso antes, mas era a primeira vez que acontecia com outra pessoa no quarto. E eu nem estava esfregando ela. Só o trabalho dele nos meus mamilos estava me deixando prestes a explodir.
— Papaaaai, — guinchei enquanto a sensação me inundava, onda após onda de prazer e espasmos na boceta.
— É isso. — Ele esfregou meus mamilos bem mais suavemente agora. — Aposto que você se sente bem melhor, não é?
— Sim, papai.
— Que tal você vir até mim na próxima vez que doer também, tá? O papai quer ajudar você a se sentir melhor. — Ele me abraçou contra o peito.
— Eu vou. — E realmente me senti melhor por várias horas, mas a dor voltou quando eu estava me arrumando para dormir. Pensei em brincar com eles sozinha e esfregar minha boceta, mas a tentação de usar o papai para alívio era forte demais.
Encontrei ele no quarto, lendo na cama. Fiquei na porta, sem saber o que dizer.
— Ei, princesa, — ele me cumprimentou carinhosamente. — Está com dor de novo?
— Sim, papai.
— Vem deitar aqui do meu lado na cama. Acho que sei de algo que vai ajudar.
— Ah, sim. — Eu mal podia esperar para ver o que era. Mais cedo tinha sido tão mágico, e eu queria mais daquilo. Fantasiava com ele há anos e não conseguia acreditar que isso estava acontecendo.
Deitada de lado ao lado dele, deixei que ele puxasse a parte de cima da minha camisola para baixo.
— Mmm. Olha esses mamilos duros. — Ele pesou meus seios fartos nas mãos e começou a massagem profunda que fora tão gostosa antes. — Acho que sei do que precisam.
— O quê, papai?
— Alguém já chupou seus mamilos antes?
— Não, — respondi sem fôlego. — Mas já pensei nisso. Muito.
— Aposto que sim. Você gostaria que o papai te mostrasse como é?
— Sim, por favor.
Ele escorregou um pouco na cama e levantou um dos meus seios pesados até a boca. O alívio que senti quando ele chupou meu mamilo profundamente foi indescritível. Comecei a gemer baixinho enquanto ele continuava o prazer quente e molhado, me sugando profundamente e ritmicamente. Senti um clímax se formando, mas tentei segurá-lo porque não queria que aquilo acabasse tão rápido.
No entanto, quando ele começou a brincar com o mamilo livre com os dedos grandes, foi impossível e meus quadris começaram a se sacudir e o prazer me inundou.
Para minha surpresa, ele não parou, apenas trocou de lado e disse: — Vamos ver se conseguimos fazer isso de novo.
O outro mamilo era mais sensível e eu choraminguei e guinchei enquanto ele chupava, especialmente quando começou a brincar com o mamilo distendido que ele havia acabado de terminar. Não demorou muito para eu gozar de novo, com a boceta pulsando.
— Pronto. Assim está melhor? — Ele se afastou com um som obsceno de estalo.
— Sim, papai. — Eu tinha outra dor, bem no fundo de mim, como se precisasse de algo mais, mas não sabia como expressar isso.
— Chupar seus lindos mamilos deixou o papai todo excitado também. Fez ele se sentir tão bem, — ele disse. — Você gostaria que o papai tivesse as mesmas sensações boas que você acabou de ter? Fazer o papai gozar?
— Sim, — respondi, timidamente.
Ele pegou minha mão e a levou até a virilha, puxando o pau para fora da cueca boxer. Eu já tinha sonhado em ver o pau dele antes e até pesquisei imagens pornográficas na internet, mas ele era bem maior do que qualquer coisa que eu tinha visto ou sonhado. Minha mão mal envolvia a grossura dele.
— Isso mesmo. Você bate uma punheta no pau do papai, para cima e para baixo, e o papai vai continuar chupando esses lindos mamilos e talvez nós dois possamos nos sentir bem.
— Ah, sim. Eu quero isso. — Minha voz estava mais ansiosa agora enquanto ele se prendia novamente, sugando profundamente enquanto eu acariciava o pau duro. Não tinha certeza da velocidade, então experimentei diferentes ritmos até encontrar um que o fazia gemer contra o meu mamilo.
— Isso. Não para, — ele se afastou o suficiente para dizer, depois voltou a sugar. Senti meu próprio clímax começar a crescer de novo e não pude evitar gemer repetidamente. Era diferente de quando eu esfregava a boceta, mais suave e envolvente. Quando meu corpo começou a tremer, o dele também, e um fluido branco e cremoso jorrou sobre meu punho.
— Isso é tão bom, bebê. Tão bom. — Ele ficou deitado ofegante ao meu lado e me aninhou perto. Usou a cueca para limpar minha mão e sua barriga, depois me abraçou mais um pouco. Adormecemos assim, e de manhã, acordei com ele chupando meu mamilo de novo, apertando e provocando o outro mamilo enquanto sugava.
— Mmm. O papai simplesmente não resistiu, — ele disse, sorrindo para mim ao perceber que eu estava acordada.
— É tão gostoso, — confessei. — Normalmente tenho que esfregá-los antes de levantar.
— Bem, o papai vai cuidar de você agora. — ele disse ternamente. — Sempre que você precisar.
— Eu quero cuidar de você também. — Estiquei a mão entre nós para o pau dele de novo. — Eu gostei disso.
— Gostou, menina?
— Sim. — Comecei a acariciá-lo enquanto ele voltava a chupar meus mamilos. Não demorou muito para nós dois gozarmos, gemendo alto.
Depois disso, caímos numa rotina, comigo indo até ele várias vezes ao dia. Por sorte, ele trabalhava de casa com um horário flexível. Às vezes ele usava as mãos nos meus peitos e outras vezes sugava. Às vezes eu o masturbava e outras, ele queria sugar ou brincar comigo por um longo tempo antes de me fazer masturbá-lo até gozar. Nós dois adorávamos assistir TV juntos, e as brincadeiras com os peitos adicionaram uma nova dimensão às nossas noites, com ele chupando meus mamilos languidamente ou brincando comigo no colo.
Cerca de duas semanas depois que começamos, porém, acordei com mais dor do que nunca, os peitos duros como pedra e parecendo dois tamanhos maiores, com mamilos longos e rosa vivo.
— Papai, eu preciso de você, — eu disse ao entrar na sala. Não tinha me preocupado em colocar a camisola de volta depois que ele a tirou na noite anterior, então estava só de calcinha. Ele imediatamente desligou o noticiário.
— O que há de errado, bebê?
— Papai, eles doem. Como nunca doeram antes. Parece que vão explodir da minha pele. E estão... maiores.
— Posso ver. — Ele me chamou para mais perto. — Ah, bebê, acho que sei qual é o problema. Você está leitosa.
— Estou produzindo leite? — perguntei maravilhada. Eu já tinha fantasiado tantas vezes com aquilo, especialmente com ele sugando por horas a fio. A ideia de alimentar meu papai era intensamente erótica para mim.
— Tenho quase certeza. — Ele deu um tapinha no colo. — Deixa o papai chupar para ver se ajuda?
— Sim, papai. — Subi no colo dele e o montei, de frente para ele para que pudesse acessar facilmente meus mamilos. Ele levou um peito pesado e dolorido à boca e se prendeu como de costume, mas algo diferente aconteceu dessa vez. Uma sensação profunda e formigante que começou na minha barriga e subiu até os peitos e me fez tremer e então...
— Sim. Leite. — Ele recuou com um sorriso. — E muito. Não acredito como você ficou leitosa tão rápido, menina.
— Você vai beber, papai? — perguntei, sem fôlego.
— Ah, sim, bebê. O papai vai te drenar toda. Não se preocupe. — Ele se prendeu de novo, me sugando profundamente na boca, chupando ainda mais forte do que o normal e eu conseguia ouvi-lo engolir, o que fazia minha boceta se contrair repetidamente. O mamilo livre começou a pingar e eu fiquei hipnotizada com o fluido brilhante escorrendo pela minha barriga.
Sem nem perceber o que estava fazendo, comecei a me esfregar contra o pau duro dele que ainda estava dentro da calça de moletom, roçando no ritmo da sucção. Comecei a gemer alto enquanto ele me chupava mais forte, engolindo mais rápido. Minha boceta estava pegando fogo, e eu tinha que me mover cada vez mais rápido quando ele trocou de lado, levando o outro mamilo dolorido à boca. Eu podia senti-lo balançando para me encontrar, e quando meu corpo começou a se sacudir e convulsionar de prazer, ele soltou um gemido poderoso.
— Ah, princesa, você fez o papai gozar também, — ele disse, a respiração em arfadas fortes. — O papai ama seu leite doce, doce. O papai vai precisar dele o tempo todo agora. E acho que você também. Seus peitos foram feitos para isso, não foram?
— Sim, papai. — Arfei enquanto ele alisava minha barriga nua e lisa. — Papai... eu achava que só dava leite depois de ter um bebê?
— Ah, não, querida. Muita gente não consegue, mas peitos como os seus... sucção e atenção suficientes e o leite vem de qualquer jeito. Seus peitos foram feitos para serem leiteiros.
— Como uma vaca? — perguntei, ao mesmo tempo horrorizada e excitada.
— Minha doce vaquinha, — ele disse com carinho. — Sua mãe adorava ser minha vaquinha também, antigamente. Não é ruim ter peitos tão carentes que precisam da atenção do papai o tempo todo.
— Mmm. — Eu meio que gostei daquilo. — Mas... — abaixei a voz. — Vacas também não são emprenhadas?
— Sim, bebê. Vaquinhas precisam do touro papai para emprenhá-las. Mas não precisamos fazer isso.
— Não? — Fiquei estranhamente desapontada.
— Você é tão pequena, bebê. E o pau do papai não é. Emprenhar pode doer. E te dá uma barrigona de bebê. Você teria que querer isso.
— Eu quero, — sussurrei. Não havia nada que eu quisesse mais do que andar pela casa, nua assim, com a barrigona na frente, sabendo que carregava o bebê do papai. Eu tinha visto vídeos pornográficos na internet — eu sabia como era foder, e queria o pau do papai dentro de mim já fazia muito tempo. Talvez aquilo ajudasse a dor no fundo da minha boceta.
— Eu já estou leitosa, papai. Poderia alimentar você e nosso bebê. — Adorei aquele pensamento. Meus peitos já ficaram mais firmes com a ideia, mais quentes, e eu podia senti-los ficando mais ingurgitados com leite de novo.
— Mmmm. — A voz dele era um rosnado quente. — Gostei disso. Mas, princesa, não quero te machucar. Emprenhar pode ser bruto, até para vaquinhas que querem.
— Papai... — tive que sussurrar de novo. — Eu gosto de bruto. Meu favorito é quando você belisca e puxa meus mamilos mais forte do que o normal. Eu meio que gosto quando você brinca comigo tanto que dói depois.
— É mesmo? Você acha que ia gostar do meu pauzão de emprenhar, esticando sua bocetinha? Se você disser sim para ser emprenhada, vaquinha, o papai não vai parar depois que começar. Vai melhorar com o tempo, mas vai ser apertado.
Não precisei pensar muito. — Eu quero que você me emprenhe. Quero ficar leitosa com uma barrigona de bebê.
— Ah, princesa, — ele gemeu, levantando-se comigo nos braços. Ele me carregou escada acima até a cama dele e me depositou no centro. Puxou minha calcinha para baixo e para fora das pernas, deixando-me completamente exposta para ele. Depois de tirar as calças, ele se ajoelhou entre minhas pernas, mas não colocou imediatamente o pauzão na minha boceta como eu esperava.
Em vez disso, ele sugou ternamente cada um dos meus mamilos, fazendo minha boceta pulsar. Quando achei que não aguentava mais, os dedos dele começaram a esfregar minha boceta molhada pela primeira vez. Ele esfregou meu clitóris até eu estar respirando forte, com o clímax se aproximando, então parou.
— Mais, — gemi.
— Você está pronta? — ele perguntou. — Pronta para o papai emprenhar sua princesinha?
— Sim, — choraminguei, querendo tanto.
— Minha menina já colocou alguma coisa nesta boceta apertada antes? — Ele circulou minha entrada com um dedo grosso, mal entrando.
— Não, papai.
— Mmm. Gosto de saber disso. Quero que meu pau seja o primeiro. — Segurando o pau com uma mão, ele o esfregou para cima e para baixo na minha fenda, deixando-o todo molhado com meus sucos. Com a outra mão, levou meus dedos ao clitóris. — Esfrega seu clitóris para o papai, bebê. Isso vai facilitar quando o papai empurrar.
— Sim, — gemi, esfregando meu clitóris inchado do jeito que eu gostava quando estava sozinha, em círculos. Lentamente, ele empurrou para frente, e eu podia sentir meu corpo resistindo à invasão. A pressão tinha uma pontada aguda, quase, mas não totalmente, demais. — Dói, papai.
— Eu sei, bebê. Esfrega esse clitóris para mim. Vê como sua bocetinha está se esticando para mim? Isso é tão sexy.
Ele pressionou mais um pouco e eu senti algo ceder, a dor intensificando por um momento antes de amenizar para uma pressão intensa. Ele era tão grande, maior do que eu jamais imaginei e eu podia sentir o estiramento em todo lugar. Me senti tão cheia e ele nem estava totalmente dentro ainda. Meus lábios da boceta estavam se esticando ao redor dele enquanto ele empurrava mais e mais com pequenos grunhidos. Esfregar meu clitóris significava roçar em sua haste grossa, o que me excitava ainda mais, sabendo que ele estava dentro de mim pela primeira vez, nu e fértil.
Ele se inclinou para frente, sugando brevemente um mamilo, antes de empurrar com mais força, tão forte que o senti bem, bem fundo. Ele estava tocando um lugar dentro de mim que era tão, tão gostoso.
— Ah, bebê. O papai precisa foder sua vaquinha. Você quer isso?
— Sim, papai. — Esfreguei meu clitóris mais rápido.
— O papai vai encher sua barriga com porra. É disso que você precisa?
— Sim, — choraminguei enquanto ele enfiava mais forte. Ele estava metendo agora, saindo e entrando, cada investida mais fundo que a anterior, mais forte, cada retirada me fazendo ansiar por seu retorno.
— Você quer o bebê do papai, querida? Fala para o papai.
— Sim, papai. Eu quero uma barrigona de bebê. Toda sua. — Gemi e esfreguei meu clitóris com mais força, tão perto de gozar com aquele pau gigante em mim. Ele puxou um dos meus mamilos, fazendo leite esguichar, e foi o suficiente para me levar ao gozo mais intenso da minha vida, gemendo e tremendo e apertando forte ao redor daquele pau enorme que estava me fodendo com tanta força.
— Ah, porra, bebê, o papai está gozando. Gozando na minha vaquinha virgem. — Ele enrijeceu, então enfiou fundo mais uma vez, tão fundo que pude sentir o fluido quente e molhado dentro de mim. E ele ficou lá, segurando por o que pareceu uma eternidade, o pau ainda em mim, a boca encontrando meus mamilos novamente para sugar suavemente.
— Papai. — Empurrei seu ombro. — Estou tão cheia.
— Eu sei, bebê. Mas deixa o papai ficar mais um pouquinho. Precisamos que essa porra fique dentro. — Ele voltou a sugar, suspirando contente. E enquanto ele mamava nos meus peitos, com a porra bem fundo em mim, eu finalmente me senti exatamente onde deveria estar — sem mais dores estranhas ou sensações de vazio. Só o papai e eu e nosso momento especial. Mal podia esperar para ver o que aconteceria a seguir para nós.