Ajudando o Papai no Banho
Sadie?
Levantei os olhos do livro da faculdade e vi meu pai parado na porta do meu quarto.
Oi, pai — eu disse. — E aí?
Sei que você tá bem ocupada, mas se puder me dar uns minutos, preciso da sua ajuda de novo — ele disse.
Claro, pai — respondi. — Do que você precisa?
Sua tia ligou, e ela ficou presa no trabalho — ele explicou. — Eu tava esperando ela chegar pra tomar banho, mas agora que ela não vai conseguir vir até amanhã, só preciso fazer xixi e depois dormir.
Sem problema — falei com um sorriso. — Eu também já tava pensando em parar por hoje. Já tô relendo o mesmo parágrafo sem parar. Nesse ritmo, nunca termino minha tese.
Tava justamente pensando que devia ter te interrompido há uma hora — ele riu. — Tô quase explodindo.
Você devia ter falado — eu disse, levantando da escrivaninha e seguindo ele pelo corredor.
Achei que a Jean fosse chegar logo e pudesse me ajudar — ele admitiu. — Sei que não é exatamente normal tocar no pênis do próprio pai.
Como se fosse normal a sua irmã fazer isso — provoquei. — Além do mais, não é como se eu nunca tivesse tocado num pênis antes.
Nem me fala isso — ele riu, fingindo um arrepio exagerado. — Não quero detalhes das aventuras sexuais da minha filha tocando pênis.
Você que perde — declarei. — E só pra constar, já fiz mais do que tocar.
Ah, qual é! — ele exclamou em tom de horror fingido.
Umas semanas atrás, meu pai sofreu um acidente no trabalho, machucando gravemente as duas mãos e deslocando vários dedos em cada uma.
A parte boa foi que o dano não foi pior, mas a ruim foi que as duas mãos ficaram enfaixadas, e ele acabou dependendo da irmã e de mim pra um monte de coisa.
Tia Jean era enfermeira e mais do que qualificada pra ajudá-lo a enrolar as bandagens e se limpar no banho.
E, apesar dos protestos dele, minha carga de estudos tava tão leve esse semestre que eu consegui ficar na casa umas noites por semana e fazer quase toda a comida e limpeza sem problema nenhum.
A parte mais constrangedora era quando ele precisava fazer xixi. Jean tinha arranjado um urinol portátil, e depois da vergonha inicial, nós dois criamos um sistema em que eu colocava o urinol em cima da tampa fechada do vaso, abria o zíper dele, tirava o pênis pra fora e alinhava com o aparelho.
Aí eu saía do quarto e ele podia fazer xixi, e me avisava quando tivesse acabado de pingar o suficiente pra eu guardar ele de volta nas calças e depois esvaziar o urinol.
Os banhos eram um pouco mais intensos, mas a Jean tava cuidando deles.
Se você realmente precisa fazer xixi, vamos resolver isso primeiro — eu disse. — Depois ajudo você a se despir pra cama.
Parece bom — ele concordou, entrando no banheiro. — Mas não tô vendo o urinol.
Eu entrei atrás dele e olhei para a bancada onde a gente costumava deixar, e então lembrei.
Levei pra cozinha pra lavar bem — lembrei. — Tá de molho com água sanitária. Me dá cinco minutos que eu enxáguo e seco.
Não tenho cinco minutos — ele disse. — Vamos ter que usar outra coisa.
Passei por ele querendo olhar no armário embaixo da pia, mas ao fazer isso senti o cheiro dele e me virei.
Hã, sem ofensa, pai — eu disse —, mas você tá fedendo. Você realmente precisa se lavar antes de ir pra cama.
Eu sei que tô precisando tomar banho — ele disse. — Mas vou ter que aguentar até a Jean chegar de manhã.
Besteira — falei. — Acabei de lavar todos os lençóis hoje. Não me importo se é constrangedor, posso te ajudar. Para de ser um bebê chato.
Tá bom — ele disse. — Mas arruma algo pra eu fazer xixi, vai? Tô quase tendo um acidente aqui.
Deixa eu te despir e você pode fazer xixi no chuveiro — sugeri.
Que nojo — ele disse.
Não é nojo — rebati. — Muita gente faz xixi no chuveiro. A água vai estar correndo e vai tudo pelo ralo. Não é como se você fosse ficar parado em cima a noite toda.
Eu não quero ficar parado em cima da minha própria urina nem por um segundo — ele disse. — Nem com a água correndo.
Tá bom — falei. — Você pode fazer xixi no vaso como um adulto.
O que for que acabe logo com isso — ele concordou, o rosto ficando um pouco vermelho.
Puxei a camiseta dele por cima da cabeça e joguei no cesto de roupa suja enquanto ele chutava os chinelos.
Segurei a calça de moletom e as cuecas dele e puxei até o chão, me abaixando pra tirar as meias uma de cada vez enquanto ele levantava cada pé pra fora da calça. Joguei os chinelos no quarto e botei o resto no cesto, antes de levantar a tampa e o assento do vaso.
Ele foi pro lado do vaso e ficou parado, sem jeito, do meu lado.
Provavelmente consigo só pairar em cima — ele disse.
Ajudo a mirar — eu ri. — Se eu já vou lavar de qualquer jeito, segurar por uns segundos a mais não vai machucar nenhum de nós.
Você não precisa — ele disse. — Eu consigo.
E qual de nós vai limpar o assento, a caixa, a parede e o chão se acontecer de você não conseguir? — perguntei revirando os olhos. — Quando começar, eu fecho os olhos se te deixar mais confortável.
Tá bom — ele disse, fechando os olhos enquanto eu pegava o pênis dele com os dedos.
Já fazia semanas que eu tocava nele várias vezes por dia, e nós dois já tínhamos nos acostumado com aquele momento invasivo em que meus dedos mornos tocavam o pau quente dele, puxando pra fora e alinhando com a boca do urinol de plástico.
Mas isso era diferente. Eu não tava só posicionando, eu tava levantando e segurando, e mesmo agindo com naturalidade, eu tava extremamente ciente do contato maior.
Só... desculpa... — ele murmurou. — Pode demorar um pouquinho pra começar.
Tudo bem — eu disse, mirando ele pro vaso.
Meu instinto foi fazer uma piada, mas não queria deixá-lo ainda mais desconfortável.
Finalmente, com um suspiro, o pênis dele saltou na minha mão e um arco de urina quente jorrou pra dentro do vaso.
Oh! — exclamei sem querer, surpresa com a força da enxurrada.
Levantei ele só mais um pouco, centralizando melhor o jorro e gostando da sensação de mirar o fluxo de xixi apesar da situação estranha.
O fluxo continuou e continuou, e depois de vários segundos fiquei espantada por não estar diminuindo.
Você realmente tava apertado — eu disse baixinho.
Eu te falei — ele disse.
Nunca tinha segurado um pau que tava mijando antes, e precisei de toda minha força de vontade pra não apertar no meio do fluxo só pra ver o que acontecia.
Parecia que tava vibrando de leve enquanto a urina passava, e fiz uma nota mental de algum dia pedir pra um cara me deixar segurar enquanto ele mijava.
Eu definitivamente queria sentir aquilo de novo.
Por fim o fluxo começou a diminuir, e instintivamente levantei ele mais alto conforme cada vez menos escorria. Quando acabou de pingar, dei uma chacoalhada rápida.
Mais um pouco, por favor — ele pediu. — Sacode mais um pouco.
Assim? — perguntei, sacudindo de leve, impressionada com como ele continuava pingando.
É — ele murmurou. — Assim tá bom.
Sem pensar, dei um aperto leve, tentando tirar mais, e ele deu um arquejo e se afastou de mim.
Isso doeu? — perguntei ansiosa. — Me desculpa!
Não — ele me tranquilizou. — Não doeu. Você só me assustou. Já tá bom.
Vamos tomar banho então — eu disse.
Percebi que o pau dele tinha endurecido um pouco, e me virei de vergonha, entendendo que o aperto devia ter causado a ereção e feito ele se afastar.
Você não precisa — ele disse.
A gente já fez a parte mais esquisita — eu disse. — Vamos só terminar isso pra você poder dormir.
Tudo bem — ele concordou. — Liga a água pra esquentar.
Me inclinei pra dentro do box e girei a torneira, depois me virei pro toalheiro.
Toalhas de sobra — falei. — Você entra, se molha, e ela fecha a água e te ensaboa?
Era assim que ela fazia — ele disse. — Depois de umas semanas ela começou a entrar no box comigo e me lavar com o chuveirinho. Era bem mais rápido porque não precisava embrulhar minhas mãos em plástico antes.
Tia Jean entrou com você? — perguntei surpresa.
Ela usava maiô — ele riu. — Não é como se eu ensaboasse ela ou a gente se beijasse.
Que pena — eu ri baixinho. — Podia ter me dado um tema interessante pro meu próximo artigo de psicologia.
É melhor enrolar minhas mãos — ele disse. — Esquece fazer um artigo sobre minha vida sexual.
Vamos fazer o jeito mais rápido e fácil — eu disse. — Somos dois adultos aqui.
Tá — ele falou. — Pega seu maiô então.
Trago na próxima se isso virar rotina — eu disse. — Mas não tá exatamente clima de maiô lá fora. Não tá na minha mochila, pai.
Então como você vai entrar aí comigo? — ele perguntou. — Pretende tomar banho de roupa?
Não — respondi. — Entra e fica de frente pra parede que eu entro num instante. E mantém as mãos fora da água. Quanto mais rápido a gente fizer, mais rápido acaba.
Tá bom — ele murmurou. — Já sei.
Ele entrou no box, e eu tirei o moletom e a calça de ginástica, arranquei as meias e joguei no cesto com as roupas sujas dele.
Entrei no chuveiro com ele e peguei o chuveirinho, começando a molhá-lo.
Tenho que admitir que isso é bom — ele disse, ainda de frente pro azulejo. — Nada como água quente depois de um dia longo.
Não tá errado — concordei, colocando o chuveirinho de volta no suporte, apontado pros nossos pés.
Coloquei um pouco de sabonete líquido nas mãos e comecei a ensaboar as costas dele, massageando os ombros antes de lavar os braços e as axilas.
Isso é bom — ele disse. — Fico feliz que você me convenceu.
Eu também — falei. — Mas nunca tinha usado esse sabonete antes. Acho que vou sair cheirando a homem depois desse banho.
Você vai tomar banho também? — ele perguntou, quando eu me ajoelhei e comecei a lavar as pernas dele.
Claro — eu disse. — Tô pelada e com água quente nos pés. Não faz sentido me secar só pra tomar outro banho no corredor.
Você tá pelada? — ele perguntou.
Óbvio — falei. — Te falei que não ia entrar de roupa.
Achei que você pelo menos fosse ficar de sutiã e calcinha — ele disse.
Você não tá de cueca — lembrei, me levantando e pondo as mãos ensaboadas na bunda dele.
Mas é diferente — ele argumentou. — Eu não tenho escolha.
Vai ficar tudo bem — assegurei, pondo mais sabonete na palma. — Prometo não me aproveitar de você.
Passei os braços ao redor dele e comecei a lavar o peito, esfregando as palmas contra o peito peludo enquanto fazia espuma. Sempre adorei passar os dedos nos pelos do peito de um homem, e mesmo sendo meu pai, ainda gostei da sensação.
Tem certeza que devia estar fazendo isso? — ele perguntou, com a voz rouca.
Fazendo o quê? — respondi.
Se esfregando em mim desse jeito? — ele disse.
Percebi que meus seios tavam encostando nas costas ensaboadas dele e ri baixinho.
Não é culpa minha se sua banheira é pequena — expliquei. — Além do mais, se isso te excitar, vai ser mais fácil de lavar, não vai?
Tô tentando não pensar nisso — ele disse.
Vira e fecha os olhos — falei. — Tô quase terminando e logo acaba.
Ele se virou pra mim e eu ensaboei a mão de novo, levantei o pênis dele e segurei pra fora do caminho enquanto lavava a parte interna das coxas, movendo a mão ensaboada o mais rápido que conseguia, mas sendo cuidadosa.
Lavei as bolas dele e senti ele começar a engrossar nos meus dedos, reagindo ao toque. Tentei ignorar e só limpá-lo, mas em instantes ele ficou totalmente ereto e apontado pra mim, enquanto eu deslizava os dedos escorregadios pelo saco.
Emily, me desculpa — ele murmurou. — Tô tão envergonhado. Não queria que isso acontecesse.
Não é algo que você controle — eu disse. — Tá quase acabando. Tenta pensar em outra coisa.
Ele mudou o peso nos pés e, com um arquejo, começou a escorregar. Agarrei-o quando ele se inclinou pra frente e pôs os braços nos meus ombros, e ele rapidamente se firmou.
Você tá bem? — perguntei.
Só perdi o equilíbrio de pé com os olhos fechados — ele disse.
Mantém eles abertos então — ri. — Não tenho nada que você já não tenha visto, tenho certeza.
A gente devia sair e se secar — ele disse.
Deixa eu terminar — falei. — Não é como se pudesse ficar mais duro ainda, né?
Reensaboei os dedos e o agarrei, deslizando-os pra cima e pra baixo pelo pau enquanto ele estremecia. Suspeitei que era a ereção mais longa e grossa que eu já tinha tocado, e o pensamento de que minha mãe tinha sido uma mulher de muita sorte enquanto era viva passou pela minha cabeça.
Peguei o chuveirinho de novo e direcionei o jato pra ele, enxaguando o corpo todo, usando a mão esquerda pra tirar o sabão no fluxo de água quente.
Durante todo esse tempo, ele continuou duro como pedra, apontado pra mim como se a cabeça do pau fosse magneticamente atraída pelos meus seios.
Deixa eu lavar seu cabelo rapidinho — falei. — Já que estamos aqui.
Ele levantou os braços e eu coloquei o chuveirinho no suporte enquanto ele inclinava a cabeça pra trás no fluxo de água.
Fiquei de frente pra ele, levantando os braços pra colocar xampu no cabelo dele.
É gostoso — ele murmurou.
Bom — eu disse. — Você merece um alívio depois de todas essas semanas. Inclina a cabeça e enxágua.
Ele pôs a cabeça na água e eu levantei as duas mãos pra esfregar o xampu do cabelo. Enquanto fazia isso, cheguei mais perto e de repente senti o pau dele encostar na minha barriga.
Desculpa — ele repetiu.
Não pede desculpas — eu disse, passando as mãos pela cabeça dele. — Só me faz perceber como a mamãe tinha sorte.
O quê? — ele perguntou quando me afastei.
Ele tava olhando diretamente pra mim e não pude evitar sorrir.
Não seja modesto — falei, apontando pra ereção. — Até que você é bem dotado pra um pai.
Queria que isso não tivesse acontecido — ele murmurou. — Você não devia ver isso assim.
Não é nada demais — assegurei. — Quer dizer, é grande. Na verdade, é grande pra caralho. Mas não foi algo que a gente pudesse controlar.
A culpa é sua — ele disse com um sorriso. — Você e seus peitos colados em mim.
Bem, não dá pra tomar banho sem eles — ri. — Você esperava que eu os deixasse na cômoda enquanto fazíamos isso?
Fecha a água e vamos sair daqui — ele sorriu. — Tenho uma longa noite de revirar na cama pela frente.
Troca de lugar comigo pra eu me lavar rapidinho — falei. — Assim não preciso te secar e ligar a água de novo. Fica aí e não escorrega.
Peguei o sabonete e comecei a me ensaboar, e por razões que não sei explicar, fiquei de frente pra ele e pro pau duro, em vez de me virar pro chuveirinho.
Apertei os olhos pra fechar enquanto punha o cabelo na água, e com os olhos quase fechados vi ele olhar pro meu corpo, os olhos subindo e descendo.
Você anda tendo dificuldade pra dormir? — perguntei tentando não sorrir.
Só quando fico com tesão — ele admitiu.
Tem alguma coisa te deixando com tesão? — perguntei inocentemente.
Me virei pra molhar a frente e depois me virei de novo, ensaboando os seios na frente dele.
Não consegui fazer nada pra me aliviar desde antes do acidente — ele disse. — Um banho quente causaria isso em circunstâncias normais. Uma mulher sexy ensaboando os seios lindos a vinte centímetros de mim com certeza piora as coisas.
Lindos, é? — perguntei, levantando-os e dando uma piscadela. — Me lembra de tomar banho com meu papai mais vezes.
Junto com os seios, você tem o senso de humor da sua mãe — ele riu.
Baixei o olhar enquanto me enxaguava.
— Certamente não parece que vai passar sozinho — comentei. — Isso acontece com a tia Jean?
— Acontece — ele disse, me observando ensaboar e enxaguar as pernas. — Mas ela diz que é normal e simplesmente ignora.
— Desculpe se te deixei desconfortável ao comentar — falei, começando a lavar o cabelo. — É que acho impressionante o suficiente para mencionar. A tia Jean deve estar fazendo muito sexo se não se impressiona com isso.
Olhei de novo por entre os olhos quase fechados, e ele encarava meus seios enquanto eu ensaboava e enxaguava o cabelo, o olhar fixo.
— Pronto — anunciei, fechando a água. — Deixa eu passar por você e pego umas toalhas.
Dei um passo em direção ao fundo da banheira e, sem querer, me esfreguei nele quando ele recuou contra os azulejos, o pau duro cutucando minha barriga enquanto eu me apertava contra ele.
Olhei para cima, com a intenção de pedir desculpas, e nossos olhos se encontraram; de repente, eu era uma mulher de pé, com o corpo molhado pressionado contra um homem bonito, o pau latejando contra mim.
Naquele instante, uma sexualidade primal tomou conta, e senti meu próprio corpo responder da forma natural quando a excitação de um homem é tão óbvia.
Ele subitamente se tornou um homem excitado e frustrado, e senti minha boceta latejar de desejo enquanto o encarava.
Sem pensar, passei os braços em volta do pescoço dele e me ergui para beijá-lo. Rocei os lábios nos dele rapidamente, me perguntando o que exatamente eu estava fazendo.
Quando comecei a me afastar, balbuciando uma desculpa envergonhada, ele se inclinou contra mim e abriu a boca, e o beijo rápido se tornou íntimo e eroticamente apaixonado.
Senti a língua dele invadir minha boca e a chupei enquanto lambia a minha contra os lábios dele, e os pelos do peito dele roçando meus mamilos os fizeram endurecer em pontinhos sensíveis enquanto começávamos a ofegar.
Por trinta segundos nos beijamos, os corpos colados no banheiro cheio de vapor.
Recuei e olhei para ele, e ele rapidamente desviou o olhar.
— Me desculpe — ele disse depressa. — Não sei que porra deu em mim. Sinto muito, Sadie.
— Aconteceu simplesmente — sussurrei. — Uma combinação de excitação, calor e tensão. Tomar banho junto não foi feito para ser nada além de sexy.
Saí da banheira e peguei uma toalha e, quando ele saiu, comecei a esfregá-lo para secá-lo, nós dois tentando fingir que o pau dele não estava latejando duro entre nós.
— A gente provavelmente nunca deveria mencionar isso para ninguém — ele disse. — Vão achar que tem algo errado com nós dois.
— Provavelmente tem algo errado com a gente mesmo — ri. — Mas isso não é da conta de ninguém, só nossa.
— Não posso discordar — ele concordou.
— Deixa eu pegar algo para você dormir — falei, conduzindo o caminho de volta para o quarto.
Abri a cômoda dele e encontrei uns shorts de ginástica, e me virei para ele enquanto os segurava.
— Esses servem? — perguntei.
— Claro — ele respondeu, parado nu na minha frente, o pau ainda apontado para mim.
— Nunca vão caber com esse monstro aí — ri.
— Desculpa — ele riu. — Se eu pudesse controlar, teria evitado que ficasse assim. Vai passar depois de um tempo.
— Mas não vai doer? — perguntei curiosa.
— Dói — ele admitiu. — Mas ele faz isso quase toda noite. Eu sobrevivo.
— Precisa de alívio — eu disse.
Eu tentava desesperadamente não encarar, mas não conseguia desviar o olhar. Estava duro como pedra e reto como uma flecha, e parecia prestes a se rachar de tanto sangue latejando ali.
— Bom, se você conhecer alguém disposta e capaz de ajudar, me avise, tá? — ele riu. — Porque ainda vão ser mais algumas semanas até eu poder fazer algo a respeito.
— Eu te ajudo — falei depressa.
— O quê? — ele perguntou, os olhos arregalados.
— Certamente sou capaz — respondi baixinho. — E estou disposta. Parece que está doendo.
— Você sabe o que está dizendo? — ele quis saber.
— Sei que te amo e estou disposta a te ajudar a ter uma noite de sono relaxada — respondi.
— Isso seria estranho demais — ele disse.
— Pensa como se fosse uma massagem — sugeri. — Fisioterapia para aliviar estresse e tensão.
— Seria errado — ele murmurou.
— Será? — perguntei. — Seria só alguém que te ama te ajudando a ficar mais confortável. Você mesmo disse que vai te impedir de dormir bem.
— Você é minha filha — ele sussurrou.
— Eu sei, papai — respondi. — Está duro assim há pelo menos dez minutos. Se você tivesse uma esposa ou namorada, ela te ajudaria. Estou aqui e estou disposta. Ninguém vai saber nunca.
Dei um passo à frente, peguei a mão dele e o puxei para a cama, e ele me seguiu sem hesitar. Empurrei-o suavemente para trás, fascinada ao ver o pau dele balançar enquanto ele se movia para apoiar a cabeça no travesseiro.
Apaguei o abajur, deixando apenas a luz do banheiro com a porta entreaberta.
Engatinhei para perto dele e coloquei a mão na coxa dele suavemente.
— Só relaxa e deixa que eu cuido de tudo — sussurrei. — Feche os olhos e aproveite.
Agarrei o pau duro dele e apertei enquanto ele gemia, e então comecei a esfregar suavemente para cima e para baixo, mantendo um aperto firme enquanto ele me encarava.
— Feche os olhos e aproveite — repeti. — Ou olhe para os meus peitos, se quiser.
Ele desviou o olhar para eles e depois voltou para mim, um embaraço nos olhos.
— Tudo bem, papai — falei suavemente, acariciando-o devagar. — Eu gosto quando você olha para eles.
Continuei acariciando enquanto me movia e posicionava os seios ainda mais perto do rosto dele.
— Agora você pode dar uma olhada de verdade — comentei.
— São lindos — ele sussurrou.
— Dá para ver que você gosta — ri baixinho. — Está vazando por todos os meus dedos.
— Não consigo evitar — ele disse. — Você é linda, Sadie. Você é tão gostosa. Seu corpo me deixa louco.
— Te amo, papai — sussurrei, soltando o pau dele e esfregando os dedos nas bolas.
— Também te amo — ele respondeu, encarando meus seios.
Continuei mexendo nas bolas dele enquanto observava seus olhos nos meus peitos.
— Você tem os mamilos mais perfeitos — ele disse depois de um tempo.
— Perfeitos e sensíveis — provoquei. — Precisam tanto ser tocados.
— Queria poder tocá-los — ele respondeu, erguendo o olhar para o meu.
Coloquei a mão de volta no pau dele e apertei, espalhando o pré-gozo escorregadio pela ponta quente.
— Se você não pode tocá-los, deveria prová-los, papai — falei, empurrando meu seio contra a boca dele.
Com um gemido, ele fechou os olhos e chupou meu mamilo duro para dentro da boca, e eu gemi ao sentir uma onda de excitação percorrer meu corpo.
Continuei movendo a mão lentamente para cima e para baixo no membro, sentindo o corpo dele ficar cada vez mais tenso enquanto a língua rodopiante na minha auréola me fazia tremer.
— Por favor, mexe mais rápido — ele sussurrou ao redor do meu mamilo. — Me masturba mais rápido.
A respiração dele estava quente contra meu peito, meu mamilo doendo sob a pressão úmida da língua.
— Estou tentando fazer durar para você — sussurrei, a voz trêmula.
Eu sentia minha própria excitação nas coxas internas, e as contraí levemente, sentindo uma onda quente de desejo pulsar pela parte inferior do corpo.
— Você está me deixando louco — ele ofegou. — Preciso gozar, está doendo tanto.
— Eu também, papai — sussurrei, mexendo para esfregar meu outro mamilo na boca quente dele.
Ele me chupou com uma intensidade que me surpreendeu, a boca causando faíscas que iam do meu mamilo até o clitóris, me fazendo suspirar e gemer.
— Você tem um gosto tão bom — ele disse.
— Sua boca está me deixando louca — gemi, flexionando a mão em volta do pau.
— Gosto de usar minha boca para fazer você se sentir bem — ele falou.
Parei de acariciá-lo e olhei para baixo, encarando meu pai com meu mamilo em brasa entre os dentes dele.
— Quer realmente usá-la para me fazer sentir bem? — perguntei suavemente.
— Sim! — ele concordou balançando a cabeça. — Me deixa te provar! Me deixa te lamber antes de eu gozar.
Como uma mulher possuída, me movi por cima dele, montando no rosto, e ele se esticou para pressionar a boca no meu buraco encharcado.
Agarrei a cabeceira com as duas mãos, deslizando sobre a boca dele enquanto um orgasmo subitamente me atingia.
— PORRA, PORRA, PORRA! — gritei, balançando a cama enquanto fodia a cara dele, sentindo a língua sondando ao redor e sobre meu clitóris duro.
Tentei me firmar contra a cabeceira, mas era impossível. Meus membros tremiam e meu corpo inteiro pulsava de necessidade e luxúria, e no fundo do cérebro o desejo mais animalesco que já tive de ser preenchida por um pau me consumiu.
Incapaz de me controlar, desci e me empurrei contra o pau dele, nós dois gemendo enquanto minha boceta ainda espasmando se esticava ao redor da ereção quente, eu o envolvendo com meu calor molhado.
— Ai, meu Deus — ele ofegou, sentando-se e mordendo meu seio enquanto eu passava os braços ao redor da cabeça dele.
Ele se empurrou para cima e dentro de mim e nós rolamos juntos, até ele ficar por cima, e eu levantei as pernas quando ele começou a foder dentro de mim.
O pau enorme dele batia em mim enquanto eu enrolava as pernas ao redor dele. Senti minha boceta apertar e gritei, sentindo-me mais preenchida do que qualquer outro homem já tinha me feito sentir.
— Não vou aguentar — ele disse entre dentes cerrados, me encarando.
Olhei bem nos olhos dele e senti meu corpo responder ao pau com a mais deliciosa série de tremores antecipatórios que já sentira.
— Goza para mim, papai! — gritei. — Enche a boceta da sua filha!
De repente, ele gemeu profundamente no peito e eu o senti latejar dentro de mim, seguido por uma explosão escorregadia do seu gozo que pulsou para dentro do meu buraco, fazendo pela minha boceta o que um balde de gasolina faria por uma fogueira.
Gritei de novo enquanto ele continuava jorrando dentro de mim, minha boceta se contraindo no ritmo da liberação latejante, nós dois nos debatendo um contra o outro como se estivéssemos sendo eletrocutados.
Ele se inclinou e me beijou, e eu chupei a língua dele enquanto sentia outro jato de sêmen em mim, cravando as unhas nos ombros dele enquanto outra série de explosões orgásticas me sacudia.
Fechei os olhos com força e vi uma luz branca ofuscante, e depois de um tempo me dei conta de que ele estava na cama ao meu lado, beijando meu ombro enquanto minha pele suada secava no ar frio.
— Porra — sussurrei, sentindo-me tonta.
— Você fala essa palavra demais — ele murmurou.
— Vou ter que parar, porra, de, porra, falar essa, porra, de palavra toda, porra, de hora então — respondi sussurrando, rolando de lado.
Senti um filete do gozo dele escorregar para fora do meu buraco e deslizar pelos lábios, e a sensação me fez sorrir.
— Você está bem? — ele perguntou. — Sou a pior pessoa do mundo?
— Não ligo para o mundo — falei suavemente, arrastando os dedos pelos pelos do peito dele. — Só ligo para o aqui e agora. E aqui e agora você é a melhor pessoa que eu já conheci.
Ele se inclinou e me beijou de novo, e nós fechamos os olhos e aproveitamos o beijo, sentindo a tensão sexual pós-coito entre nós se intensificar em vez de diminuir.
— Queria poder te tocar — ele sussurrou por fim, passando a mão enfaixada pela minha coxa.
— Talvez isso te dê algo para se esforçar — ri, abaixando a mão para fazer cócegas no pau dele.
Para minha surpresa, ainda estava meio duro, e eu envolvi o membro melado com a mão e puxei.
— Nunca vou dormir se você recomeçar isso — ele riu.
— Ou talvez você esteja ganhando um descanso muito bom — sorri, deslizando na cama.
Coloquei o pau meio duro na boca e chupei, sentindo-o engrossar contra minha língua enquanto ele empurrava para cima.
Comecei a subir e descer a cabeça, adorando a sensação dele voltar à rigidez máxima enterrado na minha boca, e comecei a puxar as bolas com os dedos.
— Já estou quase lá — ele gemeu. — O que você está fazendo comigo?
— O que você merece — respondi com um sorriso, olhando para os olhos dele enquanto usava uma mão para bater o pau na minha bochecha.
Abri bem a boca e a mergulhei de volta sobre o membro, e ele começou a foder de encontro ao meu ritmo, então agarrei as bolas com força e chupei, sabendo que ele estava prestes a perder o controle.
— Ai, Jesus — ele sussurrou, as pernas tremendo debaixo de mim.
Mexi a cabeça mais rápido quando o senti começar a latejar, e com um grunhido senti um jato quente de gozo encher minha garganta, seguido por uma série de jatos menores enquanto ele pulsava contra minha língua.
Engoli o mais rápido que pude, a garganta esfregando a cabeça do pau enquanto eu fazia isso, e o corpo dele teve um espasmo na cama antes de ficar totalmente mole.
Chupei gentilmente o pau dele enquanto encolhia de volta à flacidez total, parecendo fofo e exausto na luz fraca do banheiro.
Coloquei a cabeça na coxa dele e fechei os olhos, ouvindo-o roncar suavemente enquanto eu sorria, sabendo que ficaria mais do que feliz em ajudá-lo em todos os banhos dali em diante.
Mesmo depois que as mãos estivessem curadas.
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Obrigado por ler até o fim.
Espero que você tenha gostado um pouco deste conto. É sempre divertido colocar em palavras as coisas pervertidas que me excitam.