Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Ajudando o Papai no Banho

Katarina_dark27 min

Sadie?

Levantei os olhos do livro da faculdade e vi meu pai parado na porta do meu quarto.

Oi, pai — eu disse. — E aí?

Sei que você tá bem ocupada, mas se puder me dar uns minutos, preciso da sua ajuda de novo — ele disse.

Claro, pai — respondi. — Do que você precisa?

Sua tia ligou, e ela ficou presa no trabalho — ele explicou. — Eu tava esperando ela chegar pra tomar banho, mas agora que ela não vai conseguir vir até amanhã, só preciso fazer xixi e depois dormir.

Sem problema — falei com um sorriso. — Eu também já tava pensando em parar por hoje. Já tô relendo o mesmo parágrafo sem parar. Nesse ritmo, nunca termino minha tese.

Tava justamente pensando que devia ter te interrompido há uma hora — ele riu. — Tô quase explodindo.

Você devia ter falado — eu disse, levantando da escrivaninha e seguindo ele pelo corredor.

Achei que a Jean fosse chegar logo e pudesse me ajudar — ele admitiu. — Sei que não é exatamente normal tocar no pênis do próprio pai.

Como se fosse normal a sua irmã fazer isso — provoquei. — Além do mais, não é como se eu nunca tivesse tocado num pênis antes.

Nem me fala isso — ele riu, fingindo um arrepio exagerado. — Não quero detalhes das aventuras sexuais da minha filha tocando pênis.

Você que perde — declarei. — E só pra constar, já fiz mais do que tocar.

Ah, qual é! — ele exclamou em tom de horror fingido.

Umas semanas atrás, meu pai sofreu um acidente no trabalho, machucando gravemente as duas mãos e deslocando vários dedos em cada uma.

A parte boa foi que o dano não foi pior, mas a ruim foi que as duas mãos ficaram enfaixadas, e ele acabou dependendo da irmã e de mim pra um monte de coisa.

Tia Jean era enfermeira e mais do que qualificada pra ajudá-lo a enrolar as bandagens e se limpar no banho.

E, apesar dos protestos dele, minha carga de estudos tava tão leve esse semestre que eu consegui ficar na casa umas noites por semana e fazer quase toda a comida e limpeza sem problema nenhum.

A parte mais constrangedora era quando ele precisava fazer xixi. Jean tinha arranjado um urinol portátil, e depois da vergonha inicial, nós dois criamos um sistema em que eu colocava o urinol em cima da tampa fechada do vaso, abria o zíper dele, tirava o pênis pra fora e alinhava com o aparelho.

Aí eu saía do quarto e ele podia fazer xixi, e me avisava quando tivesse acabado de pingar o suficiente pra eu guardar ele de volta nas calças e depois esvaziar o urinol.

Os banhos eram um pouco mais intensos, mas a Jean tava cuidando deles.

Se você realmente precisa fazer xixi, vamos resolver isso primeiro — eu disse. — Depois ajudo você a se despir pra cama.

Parece bom — ele concordou, entrando no banheiro. — Mas não tô vendo o urinol.

Eu entrei atrás dele e olhei para a bancada onde a gente costumava deixar, e então lembrei.

Levei pra cozinha pra lavar bem — lembrei. — Tá de molho com água sanitária. Me dá cinco minutos que eu enxáguo e seco.

Não tenho cinco minutos — ele disse. — Vamos ter que usar outra coisa.

Passei por ele querendo olhar no armário embaixo da pia, mas ao fazer isso senti o cheiro dele e me virei.

Hã, sem ofensa, pai — eu disse —, mas você tá fedendo. Você realmente precisa se lavar antes de ir pra cama.

Eu sei que tô precisando tomar banho — ele disse. — Mas vou ter que aguentar até a Jean chegar de manhã.

Besteira — falei. — Acabei de lavar todos os lençóis hoje. Não me importo se é constrangedor, posso te ajudar. Para de ser um bebê chato.

Tá bom — ele disse. — Mas arruma algo pra eu fazer xixi, vai? Tô quase tendo um acidente aqui.

Deixa eu te despir e você pode fazer xixi no chuveiro — sugeri.

Que nojo — ele disse.

Não é nojo — rebati. — Muita gente faz xixi no chuveiro. A água vai estar correndo e vai tudo pelo ralo. Não é como se você fosse ficar parado em cima a noite toda.

Eu não quero ficar parado em cima da minha própria urina nem por um segundo — ele disse. — Nem com a água correndo.

Tá bom — falei. — Você pode fazer xixi no vaso como um adulto.

O que for que acabe logo com isso — ele concordou, o rosto ficando um pouco vermelho.

Puxei a camiseta dele por cima da cabeça e joguei no cesto de roupa suja enquanto ele chutava os chinelos.

Segurei a calça de moletom e as cuecas dele e puxei até o chão, me abaixando pra tirar as meias uma de cada vez enquanto ele levantava cada pé pra fora da calça. Joguei os chinelos no quarto e botei o resto no cesto, antes de levantar a tampa e o assento do vaso.

Ele foi pro lado do vaso e ficou parado, sem jeito, do meu lado.

Provavelmente consigo só pairar em cima — ele disse.

Ajudo a mirar — eu ri. — Se eu já vou lavar de qualquer jeito, segurar por uns segundos a mais não vai machucar nenhum de nós.

Você não precisa — ele disse. — Eu consigo.

E qual de nós vai limpar o assento, a caixa, a parede e o chão se acontecer de você não conseguir? — perguntei revirando os olhos. — Quando começar, eu fecho os olhos se te deixar mais confortável.

Tá bom — ele disse, fechando os olhos enquanto eu pegava o pênis dele com os dedos.

Já fazia semanas que eu tocava nele várias vezes por dia, e nós dois já tínhamos nos acostumado com aquele momento invasivo em que meus dedos mornos tocavam o pau quente dele, puxando pra fora e alinhando com a boca do urinol de plástico.

Mas isso era diferente. Eu não tava só posicionando, eu tava levantando e segurando, e mesmo agindo com naturalidade, eu tava extremamente ciente do contato maior.

Só... desculpa... — ele murmurou. — Pode demorar um pouquinho pra começar.

Tudo bem — eu disse, mirando ele pro vaso.

Meu instinto foi fazer uma piada, mas não queria deixá-lo ainda mais desconfortável.

Finalmente, com um suspiro, o pênis dele saltou na minha mão e um arco de urina quente jorrou pra dentro do vaso.

Oh! — exclamei sem querer, surpresa com a força da enxurrada.

Levantei ele só mais um pouco, centralizando melhor o jorro e gostando da sensação de mirar o fluxo de xixi apesar da situação estranha.

O fluxo continuou e continuou, e depois de vários segundos fiquei espantada por não estar diminuindo.

Você realmente tava apertado — eu disse baixinho.

Eu te falei — ele disse.

Nunca tinha segurado um pau que tava mijando antes, e precisei de toda minha força de vontade pra não apertar no meio do fluxo só pra ver o que acontecia.

Parecia que tava vibrando de leve enquanto a urina passava, e fiz uma nota mental de algum dia pedir pra um cara me deixar segurar enquanto ele mijava.

Eu definitivamente queria sentir aquilo de novo.

Por fim o fluxo começou a diminuir, e instintivamente levantei ele mais alto conforme cada vez menos escorria. Quando acabou de pingar, dei uma chacoalhada rápida.

Mais um pouco, por favor — ele pediu. — Sacode mais um pouco.

Assim? — perguntei, sacudindo de leve, impressionada com como ele continuava pingando.

É — ele murmurou. — Assim tá bom.

Sem pensar, dei um aperto leve, tentando tirar mais, e ele deu um arquejo e se afastou de mim.

Isso doeu? — perguntei ansiosa. — Me desculpa!

Não — ele me tranquilizou. — Não doeu. Você só me assustou. Já tá bom.

Vamos tomar banho então — eu disse.

Percebi que o pau dele tinha endurecido um pouco, e me virei de vergonha, entendendo que o aperto devia ter causado a ereção e feito ele se afastar.

Você não precisa — ele disse.

A gente já fez a parte mais esquisita — eu disse. — Vamos só terminar isso pra você poder dormir.

Tudo bem — ele concordou. — Liga a água pra esquentar.

Me inclinei pra dentro do box e girei a torneira, depois me virei pro toalheiro.

Toalhas de sobra — falei. — Você entra, se molha, e ela fecha a água e te ensaboa?

Era assim que ela fazia — ele disse. — Depois de umas semanas ela começou a entrar no box comigo e me lavar com o chuveirinho. Era bem mais rápido porque não precisava embrulhar minhas mãos em plástico antes.

Tia Jean entrou com você? — perguntei surpresa.

Ela usava maiô — ele riu. — Não é como se eu ensaboasse ela ou a gente se beijasse.

Que pena — eu ri baixinho. — Podia ter me dado um tema interessante pro meu próximo artigo de psicologia.

É melhor enrolar minhas mãos — ele disse. — Esquece fazer um artigo sobre minha vida sexual.

Vamos fazer o jeito mais rápido e fácil — eu disse. — Somos dois adultos aqui.

Tá — ele falou. — Pega seu maiô então.

Trago na próxima se isso virar rotina — eu disse. — Mas não tá exatamente clima de maiô lá fora. Não tá na minha mochila, pai.

Então como você vai entrar aí comigo? — ele perguntou. — Pretende tomar banho de roupa?

Não — respondi. — Entra e fica de frente pra parede que eu entro num instante. E mantém as mãos fora da água. Quanto mais rápido a gente fizer, mais rápido acaba.

Tá bom — ele murmurou. — Já sei.

Ele entrou no box, e eu tirei o moletom e a calça de ginástica, arranquei as meias e joguei no cesto com as roupas sujas dele.

Entrei no chuveiro com ele e peguei o chuveirinho, começando a molhá-lo.

Tenho que admitir que isso é bom — ele disse, ainda de frente pro azulejo. — Nada como água quente depois de um dia longo.

Não tá errado — concordei, colocando o chuveirinho de volta no suporte, apontado pros nossos pés.

Coloquei um pouco de sabonete líquido nas mãos e comecei a ensaboar as costas dele, massageando os ombros antes de lavar os braços e as axilas.

Isso é bom — ele disse. — Fico feliz que você me convenceu.

Eu também — falei. — Mas nunca tinha usado esse sabonete antes. Acho que vou sair cheirando a homem depois desse banho.

Você vai tomar banho também? — ele perguntou, quando eu me ajoelhei e comecei a lavar as pernas dele.

Claro — eu disse. — Tô pelada e com água quente nos pés. Não faz sentido me secar só pra tomar outro banho no corredor.

Você tá pelada? — ele perguntou.

Óbvio — falei. — Te falei que não ia entrar de roupa.

Achei que você pelo menos fosse ficar de sutiã e calcinha — ele disse.

Você não tá de cueca — lembrei, me levantando e pondo as mãos ensaboadas na bunda dele.

Mas é diferente — ele argumentou. — Eu não tenho escolha.

Vai ficar tudo bem — assegurei, pondo mais sabonete na palma. — Prometo não me aproveitar de você.

Passei os braços ao redor dele e comecei a lavar o peito, esfregando as palmas contra o peito peludo enquanto fazia espuma. Sempre adorei passar os dedos nos pelos do peito de um homem, e mesmo sendo meu pai, ainda gostei da sensação.

Tem certeza que devia estar fazendo isso? — ele perguntou, com a voz rouca.

Fazendo o quê? — respondi.

Se esfregando em mim desse jeito? — ele disse.

Percebi que meus seios tavam encostando nas costas ensaboadas dele e ri baixinho.

Não é culpa minha se sua banheira é pequena — expliquei. — Além do mais, se isso te excitar, vai ser mais fácil de lavar, não vai?

Tô tentando não pensar nisso — ele disse.

Vira e fecha os olhos — falei. — Tô quase terminando e logo acaba.

Ele se virou pra mim e eu ensaboei a mão de novo, levantei o pênis dele e segurei pra fora do caminho enquanto lavava a parte interna das coxas, movendo a mão ensaboada o mais rápido que conseguia, mas sendo cuidadosa.

Lavei as bolas dele e senti ele começar a engrossar nos meus dedos, reagindo ao toque. Tentei ignorar e só limpá-lo, mas em instantes ele ficou totalmente ereto e apontado pra mim, enquanto eu deslizava os dedos escorregadios pelo saco.

Emily, me desculpa — ele murmurou. — Tô tão envergonhado. Não queria que isso acontecesse.

Não é algo que você controle — eu disse. — Tá quase acabando. Tenta pensar em outra coisa.

Ele mudou o peso nos pés e, com um arquejo, começou a escorregar. Agarrei-o quando ele se inclinou pra frente e pôs os braços nos meus ombros, e ele rapidamente se firmou.

Você tá bem? — perguntei.

Só perdi o equilíbrio de pé com os olhos fechados — ele disse.

Mantém eles abertos então — ri. — Não tenho nada que você já não tenha visto, tenho certeza.

A gente devia sair e se secar — ele disse.

Deixa eu terminar — falei. — Não é como se pudesse ficar mais duro ainda, né?

Reensaboei os dedos e o agarrei, deslizando-os pra cima e pra baixo pelo pau enquanto ele estremecia. Suspeitei que era a ereção mais longa e grossa que eu já tinha tocado, e o pensamento de que minha mãe tinha sido uma mulher de muita sorte enquanto era viva passou pela minha cabeça.

Peguei o chuveirinho de novo e direcionei o jato pra ele, enxaguando o corpo todo, usando a mão esquerda pra tirar o sabão no fluxo de água quente.

Durante todo esse tempo, ele continuou duro como pedra, apontado pra mim como se a cabeça do pau fosse magneticamente atraída pelos meus seios.

Deixa eu lavar seu cabelo rapidinho — falei. — Já que estamos aqui.

Ele levantou os braços e eu coloquei o chuveirinho no suporte enquanto ele inclinava a cabeça pra trás no fluxo de água.

Fiquei de frente pra ele, levantando os braços pra colocar xampu no cabelo dele.

É gostoso — ele murmurou.

Bom — eu disse. — Você merece um alívio depois de todas essas semanas. Inclina a cabeça e enxágua.

Ele pôs a cabeça na água e eu levantei as duas mãos pra esfregar o xampu do cabelo. Enquanto fazia isso, cheguei mais perto e de repente senti o pau dele encostar na minha barriga.

Desculpa — ele repetiu.

Não pede desculpas — eu disse, passando as mãos pela cabeça dele. — Só me faz perceber como a mamãe tinha sorte.

O quê? — ele perguntou quando me afastei.

Ele tava olhando diretamente pra mim e não pude evitar sorrir.

Não seja modesto — falei, apontando pra ereção. — Até que você é bem dotado pra um pai.

Queria que isso não tivesse acontecido — ele murmurou. — Você não devia ver isso assim.

Não é nada demais — assegurei. — Quer dizer, é grande. Na verdade, é grande pra caralho. Mas não foi algo que a gente pudesse controlar.

A culpa é sua — ele disse com um sorriso. — Você e seus peitos colados em mim.

Bem, não dá pra tomar banho sem eles — ri. — Você esperava que eu os deixasse na cômoda enquanto fazíamos isso?

Fecha a água e vamos sair daqui — ele sorriu. — Tenho uma longa noite de revirar na cama pela frente.

Troca de lugar comigo pra eu me lavar rapidinho — falei. — Assim não preciso te secar e ligar a água de novo. Fica aí e não escorrega.

Peguei o sabonete e comecei a me ensaboar, e por razões que não sei explicar, fiquei de frente pra ele e pro pau duro, em vez de me virar pro chuveirinho.

Apertei os olhos pra fechar enquanto punha o cabelo na água, e com os olhos quase fechados vi ele olhar pro meu corpo, os olhos subindo e descendo.

Você anda tendo dificuldade pra dormir? — perguntei tentando não sorrir.

Só quando fico com tesão — ele admitiu.

Tem alguma coisa te deixando com tesão? — perguntei inocentemente.

Me virei pra molhar a frente e depois me virei de novo, ensaboando os seios na frente dele.

Não consegui fazer nada pra me aliviar desde antes do acidente — ele disse. — Um banho quente causaria isso em circunstâncias normais. Uma mulher sexy ensaboando os seios lindos a vinte centímetros de mim com certeza piora as coisas.

Lindos, é? — perguntei, levantando-os e dando uma piscadela. — Me lembra de tomar banho com meu papai mais vezes.

Junto com os seios, você tem o senso de humor da sua mãe — ele riu.

Baixei o olhar enquanto me enxaguava.

— Certamente não parece que vai passar sozinho — comentei. — Isso acontece com a tia Jean?

— Acontece — ele disse, me observando ensaboar e enxaguar as pernas. — Mas ela diz que é normal e simplesmente ignora.

— Desculpe se te deixei desconfortável ao comentar — falei, começando a lavar o cabelo. — É que acho impressionante o suficiente para mencionar. A tia Jean deve estar fazendo muito sexo se não se impressiona com isso.

Olhei de novo por entre os olhos quase fechados, e ele encarava meus seios enquanto eu ensaboava e enxaguava o cabelo, o olhar fixo.

— Pronto — anunciei, fechando a água. — Deixa eu passar por você e pego umas toalhas.

Dei um passo em direção ao fundo da banheira e, sem querer, me esfreguei nele quando ele recuou contra os azulejos, o pau duro cutucando minha barriga enquanto eu me apertava contra ele.

Olhei para cima, com a intenção de pedir desculpas, e nossos olhos se encontraram; de repente, eu era uma mulher de pé, com o corpo molhado pressionado contra um homem bonito, o pau latejando contra mim.

Naquele instante, uma sexualidade primal tomou conta, e senti meu próprio corpo responder da forma natural quando a excitação de um homem é tão óbvia.

Ele subitamente se tornou um homem excitado e frustrado, e senti minha boceta latejar de desejo enquanto o encarava.

Sem pensar, passei os braços em volta do pescoço dele e me ergui para beijá-lo. Rocei os lábios nos dele rapidamente, me perguntando o que exatamente eu estava fazendo.

Quando comecei a me afastar, balbuciando uma desculpa envergonhada, ele se inclinou contra mim e abriu a boca, e o beijo rápido se tornou íntimo e eroticamente apaixonado.

Senti a língua dele invadir minha boca e a chupei enquanto lambia a minha contra os lábios dele, e os pelos do peito dele roçando meus mamilos os fizeram endurecer em pontinhos sensíveis enquanto começávamos a ofegar.

Por trinta segundos nos beijamos, os corpos colados no banheiro cheio de vapor.

Recuei e olhei para ele, e ele rapidamente desviou o olhar.

— Me desculpe — ele disse depressa. — Não sei que porra deu em mim. Sinto muito, Sadie.

— Aconteceu simplesmente — sussurrei. — Uma combinação de excitação, calor e tensão. Tomar banho junto não foi feito para ser nada além de sexy.

Saí da banheira e peguei uma toalha e, quando ele saiu, comecei a esfregá-lo para secá-lo, nós dois tentando fingir que o pau dele não estava latejando duro entre nós.

— A gente provavelmente nunca deveria mencionar isso para ninguém — ele disse. — Vão achar que tem algo errado com nós dois.

— Provavelmente tem algo errado com a gente mesmo — ri. — Mas isso não é da conta de ninguém, só nossa.

— Não posso discordar — ele concordou.

— Deixa eu pegar algo para você dormir — falei, conduzindo o caminho de volta para o quarto.

Abri a cômoda dele e encontrei uns shorts de ginástica, e me virei para ele enquanto os segurava.

— Esses servem? — perguntei.

— Claro — ele respondeu, parado nu na minha frente, o pau ainda apontado para mim.

— Nunca vão caber com esse monstro aí — ri.

— Desculpa — ele riu. — Se eu pudesse controlar, teria evitado que ficasse assim. Vai passar depois de um tempo.

— Mas não vai doer? — perguntei curiosa.

— Dói — ele admitiu. — Mas ele faz isso quase toda noite. Eu sobrevivo.

— Precisa de alívio — eu disse.

Eu tentava desesperadamente não encarar, mas não conseguia desviar o olhar. Estava duro como pedra e reto como uma flecha, e parecia prestes a se rachar de tanto sangue latejando ali.

— Bom, se você conhecer alguém disposta e capaz de ajudar, me avise, tá? — ele riu. — Porque ainda vão ser mais algumas semanas até eu poder fazer algo a respeito.

— Eu te ajudo — falei depressa.

— O quê? — ele perguntou, os olhos arregalados.

— Certamente sou capaz — respondi baixinho. — E estou disposta. Parece que está doendo.

— Você sabe o que está dizendo? — ele quis saber.

— Sei que te amo e estou disposta a te ajudar a ter uma noite de sono relaxada — respondi.

— Isso seria estranho demais — ele disse.

— Pensa como se fosse uma massagem — sugeri. — Fisioterapia para aliviar estresse e tensão.

— Seria errado — ele murmurou.

— Será? — perguntei. — Seria só alguém que te ama te ajudando a ficar mais confortável. Você mesmo disse que vai te impedir de dormir bem.

— Você é minha filha — ele sussurrou.

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