Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

Abigail Vai Fundo

Glf9617 min

Abigail cavalgava o pau do pai como se sua vida dependesse disso. A respiração pesada de ambos, o som cremoso da boceta ecoando pela área arborizada e deserta ao redor. Ele era grande — muito maior que o namorado dela — e a preenchia completamente. Ela nunca havia sentido nada parecido. Ele a alcançava muito mais fundo e a abria muito mais. Ela estava cheia e amava cada segundo daquilo.

— Ai, papai — ela disse sem fôlego enquanto as mãos dele guiavam seus quadris mais rápido e com mais força.

Eles estavam no fundo do acampamento, numa clareira que haviam encontrado juntos numa caminhada no ano anterior. O pai não se lembrava, mas Abigail com certeza se lembrava. Ela vinha planejando esse momento havia tempo demais. Desde que flagrara o pai transando com a jovem tutora de matemática do irmão mais novo, que mal tinha dezenove anos... e como Abigail agora tinha dezoito, sabia que era hora de tentar a sorte.

— Isso é tão errado, Abigail. Ah, porra. — Fraser rosnou de dentes cerrados enquanto ela quicava febril e desesperadamente em seu pau.

— Mmm, ai, papai! — ela gritou ao gozar em volta do pau do pai, sem fôlego e suada.

— Porra! Isso aí. Cavalga o pau do papai. — Ele começou, de algum jeito, a erguer os quadris para enfiar o pau com força na boceta trêmula da filha.

Quando o casal parou por um segundo, Abigail segurou o rosto dele nas mãos e o encarou sombriamente: — E transar com a Cynthia era o quê?

— Não era incesto, Abigail — ele disse em tom cortante antes de capturar os lábios dela num beijo duro.

— Ainda assim, traindo a mamãe com uma adolescente. Então me fode ou você não goza. E aí? Você vai ter que voltar pra mamãe de saco azul, e nós dois sabemos que ela não aguenta esse pauzão grosso como eu aguento. — Abigail sussurrou sombria e sedutoramente contra os lábios dele enquanto os olhares se encontravam e se mantinham.

Ele sabia que ela não estava errada. A mãe dela não conseguia lidar com a grossura e o comprimento dele tão bem assim. O pau não circuncidado dele estava no paraíso, enterrado na boceta da filha de dezoito anos. Ambos sabiam disso, e Abigail estava usando isso contra ele. Naquele momento, porém, ele não se importava, porque ia conseguir o que queria quantas vezes quisesse.

— Mmm, sim, papai. Você é tão gostoso enterrado tão fundo. Ai, Deus, você é tão grande, papai. Estou tão molhada por você. Ah, sim. — Ela começou a cavalgá-lo, as mãos dele firmes em seus quadris ajudando os movimentos.

— Você ama o pauzão do papai, não ama? — Ele falou com força e sentiu os fluidos dela começarem a escorrer por suas coxas enquanto a ajudava a cavalgá-lo mais rápido e com mais força. — Porra, vou gozar.

— Sim! Goza dentro de mim, papai! Ah, merda, sim, estou gozando de novo! Em. Cima. Desse. Pauzão. Grosso. Do. Papai! Ai, Deus! — Ela desceu até o fundo sobre ele com força, repetidas vezes, enquanto o orgasmo a atingia, fazendo seus fluidos jorrarem livremente e seu creme cobrir o pau do pai com uma bela camada de gozo pegajoso.

— PORRA! — ele gritou num grunhido alto antes de agarrar os quadris dela com mais força, fazê-la quicar com força e rapidez em seu pau monstruoso por mais alguns segundos, e então puxá-la para baixo com força enquanto ele empurrava para cima com a mesma intensidade, o pau enrijecendo. — Ah, porra, sim, recebe a semente grossa do papai! Ah, garotinha, sim!

O gozo de Fraser cobriu as entranhas da filha enquanto o pau dele pulsava, mas ela ainda não havia terminado e deixou isso claro ao cavalgá-lo suavemente. Ela puxou o rosto dele para outro beijo desesperado enquanto usava as mãos nos ombros largos e musculosos dele para se erguer e se deixar cair de novo. Ele sibilou e usou um abraço forte para detê-la momentaneamente.

— Querida, eu preciso de um segundo — Fraser disse contra o pescoço dela enquanto o beijava, lambia e chupava.

— Mas eu preciso de você, papai. Você é tão maior que o Elliot. Eu amo como você é duro. — Ela falou contra a orelha dele, sem fôlego, antes de capturar o lóbulo da orelha com a ponta da língua e esfregar a boceta faminta no pau ainda duro. — Eu amo como você me enche completamente. Me dá outra dose, papai. Eu sei que você quer. — Ela falou sombriamente, sedutoramente, em tom abafado.

Fraser a deixou esfregar para frente e para trás enquanto agarrava os quadris dela e seus olhos se fixavam um no outro. Abigail mordeu o lábio inferior e a cabeça caiu para trás enquanto começava a quicar em seu membro ereto mais uma vez. Ela gemeu alto enquanto a boceta cremava e se molhava em volta dele, seus fluidos cobrindo ambos. O gozo do pai escorrendo de sua boceta lambuzada, mas faminta, enquanto ela quicava tão deliberada e lascivamente.

— Ai, papai — ela disse num gemido agudo e sem fôlego antes de seus lábios colidirem num beijo apaixonado e faminto. — Ai, PAPAI! — Abigail gozou com força e então Fraser foi rápido, levantando-se com ela, movendo-os para que a filha ficasse deitada de costas na mesa de piquenique, as pernas pressionadas para trás e bem abertas.

— Caralho, essa boceta é boa, bebê Abi. Ah, merda. Isso é tão errado. Você quer, não quer? Você quer que o papai te foda, não quer? — Ele falou de dentes cerrados. — Ah, porra, sim. Tão apertada. Tão molhada. Mmm, garotinha. Papai já ama tanto essa boceta.

— Eu quero, papai. Tudo. Você é tão grande. Eu amo esse pau grosso. Mmm, sim, isso aí. Ah, porra, sim. — A voz dela era sombria, mas calma, enquanto Fraser começava a bombar para frente em sua boceta, alcançando o fundo de seu centro — um ponto doce que Elliot, seu namorado, não conseguia alcançar nem em seus sonhos mais loucos. — Ah, sim. Me fode com esse pauzão. Ai, sim, papai. Eu amo. Me fode, papai. Me fode com força!

Abigail gritou alto quando Fraser começou a martelar seu centro suculento e vadia pelo que ambos valiam. Nem pai nem filha ficaram quietos enquanto ele a fodia ao esquecimento. Gemendo, grunhindo, sussurrando, ofegando. Seus corpos batendo juntos. A boceta dela fazendo barulhos altos de pancada e sucção enquanto outro orgasmo se aproximava rapidamente. Ele gemeu enquanto observava Abigail levar a mão para baixo e começar a esfregar o clitóris latejante e rosado em círculos constantes.

— Mmm, sim. Esfrega esse clitóris para o papai. Ah, garotinha, isso mesmo. Ah, merda. Você vai gozar no pau do papai de novo? — Ele estocava a boceta dela tão rápido, afundando seu pau grosso e comprido até as bolas a cada vez.

— Ai, papai. Você vai me fazer esguichar em todo esse pau grosso! Sim, bem aí! Mais forte! Mais fundo! — Ela disse com força e seu orgasmo veio com intensidade, a boceta se soltando de um jeito que encharcou ambos, a mesa e o chão. — Mmm, sim! Ai, Deus, você faz minha bocetinha se sentir tão bem, papai! Ah, sim! Me faz gozar de novo! Por favor, por favor, por favor! Eu preciso!

— Mmm, é? Você quer outro orgasmo? Vai esguichar para o papai de novo? — Ele grunhiu e então diminuiu o ritmo, sendo deliberado, mas gentil com os movimentos. — Você agora é a putinha do papai, não é?

— Mmm, sim, papai. Eu sou sua putinha. Ah, sim. Vou esguichar de novo. Em cima de você. Ai, papai!! — A boceta dela se soltou do nada e seus fluidos os encharcaram mais uma vez enquanto ela gozava com força, o corpo tremendo e encharcado de suor de ambos.

— Mmm, ah, garotinha — ele sussurrou de dentes cerrados enquanto parava lentamente quando o orgasmo dela havia quase passado, enterrando-se até as bolas, arrancando gemidos baixos de ambos.

Seu membro estava duro como pedra e Fraser tirou-o, puxou a filha gentilmente da mesa e virou-a. Ele a pressionou para baixo, de modo que ficasse curvada diante dele, e seu pau encontrou o centro pegajoso dela sem muita ajuda. Abigail arrulhou quando ele encontrou a entrada e enfiou apenas a cabeça grossa e bem definida de seu pau não circuncidado em seu buraco faminto, faminto.

— Você ainda não se cansou, não é? — Ele a fodeu apenas com a cabeça coberta de prepúcio, gentil e doce, enquanto pressionava a parte superior do corpo dela para baixo com a mão entre as omoplatas.

— Nunca. Me dá tudo, papai. — Ela falou sombria e quietamente enquanto tentava empurrar para trás, tentando conseguir mais do pau comprido e grosso enterrado fundo em sua boceta faminta.

— Você quer tudo? — Ele enfiou mais uma polegada, depois duas, e a fodeu apenas com essa quantidade de carne, sendo gentil e lento, o creme dela cobrindo-o generosamente.

— Ah, sim, papai. Tudo. — Abigail gemeu sem fôlego e engasgou quando o pai enfiou o resto de seu pau comprido nela, ele esfregou os quadris nela para se enterrar ainda mais fundo.

— Como é isso? Você gosta do pau do papai, sua putinha? — Seus dentes estavam cerrados e suas palavras suaves, mas duras, enquanto falava.

— Mmm, ai, papai. Você vai me fazer gozar de novo, porra. Eu amo esse pau. Eu amo recebê-lo todo. Não para. Me fode, me fode, me fode. — Abigail pressionou a bunda para trás com força enquanto gozava, a boceta apertada ordenhando o membro pesado e grosso do pai.

— Ah, merda, sim. Goza em todo o pauzão do papai de novo. Seja uma boa putinha para o papai. — Fraser começou a fodê-la com força, rápido; seu pau castigando a boceta dela.

— Mmm, ah, merda, sim. Ai, papai! Você vai fazer minha bocetinha gozar de novo! Ai, papai! Sim! Me fode! Ai, Deus! — Abigail gozou com força e intensidade, sugando o pau do pai para dentro de si mais apertado, enquanto simultânea e involuntariamente o expulsava com os músculos da boceta.

— Ah, caralho, sim! Ah, porra, sim! Goza no pau do papai, bebê! Você quer outra dose? Hein? — Fraser estava enlouquecendo, seu pau enfiando nela repetidamente enquanto outra dose começava a se aproximar, suas bolas grossas e pesadas se apertando mais uma vez ao baterem com força contra o lindo clitóris rosado dela.

— Sim! Me enche de gozo, papai! Goza fundo dentro de mim! — Abi gozou de novo suavemente e então os quadris do pai ficaram espasmódicos enquanto seu pau de britadeira convulsionava.

— Recebe! Ah, porra! Recebe todo o gozo do papai, Abigail! — Ele berrou com um grunhido/rugido e enterrou o pau mais fundo do que nunca num impulso forte para frente e deixou sua dose jorrar fundo dentro da boceta encharcada da filha. — Ah, merda! Ah... Ah, porra, sim! Recebe, Abigail! Recebe toda a dose grossa do papai! Ah, porra. — Ele terminou num sussurro sem fôlego enquanto seu pau continuava a soltar jato após jato de sua semente.

— Mmm. Ah, merda, sim, me dá todo esse gozo de papai. — A boceta de Abigail saltou, mas o pau do pai já estava amolecendo.

***

— Papai, para! A mamãe tem sono leve. — Ela sussurrou enquanto ele agarrava seus quadris e puxava a camiseta larga para cima, revelando a falta de calcinha e uma boceta depilada e já brilhando.

Os dedos de Fraser encontraram a fenda dela e ela já estava encharcada quando ele a curvou sobre o balcão da cozinha e dedilhou seu clitóris com dois dedos enquanto acariciava o próprio pênis já duro como pedra com a mão livre. Ele não podia esperar. Fraser encontrou a entrada dela e enfiou a cabeça grossa de seu membro lenta e gentilmente. Então, lentamente — dolorosamente — enfiou o resto de seu comprimento na boceta pequena e suculenta da filha. Ambos gemeram suavemente quando ele chegou até as bolas e ficou lá, imóvel.

— Ah, merda — Abigail ofegou com uma risada suave e sardônica quando o pai começou a fodê-la com movimentos pequenos e constantes. — Ah, porra, papai. Escuta como eu já estou molhada por você. Ai, sim. Fode minha bocetinha linda. Mmm, ai, papai. — Ela gemeu e choramingou enquanto o ritmo dele acelerava e ele fechava a mão em suas ondas loiras e exuberantes, puxando-as pela raiz.

— Ah, sim. A preciosa putinha do papai. Aguenta esse pau, querida. — Ele começou a fodê-la mais rápido e com mais força, o creme da boceta dela se acumulando entre eles, seus fluidos escorrendo pelas coxas finas. — Você gosta do pau do papai, não gosta, Abigail?

— Ah, sim. Eu amo tanto o seu pau, papai. Me dá isso. Me fode. Mmm, sim. Mais forte. Mais rápido. Não se segura. Tudo! — Ele começou a estocá-la e o orgasmo de Abigail a atingiu como uma tonelada de tijolos, a mão dele sobre a boca dela enquanto ele aravava sua boceta suculenta por tudo o que valia.

— Isso aí, querida. Goza no pau do seu papai. Ai, sim, Abigail. Mmm, ah, porra, querida. Papai vai te dar toda a sua dose. Ah, porra.

A boceta dela estava tão barulhenta que ela teve certeza que acordaria a mãe enquanto o pai a fodia por trás, sem se conter mais. Ela gozou de novo, a boceta jorrando e esguichando por todo o chão de mármore, as unhas tentando cavar as bancadas de laje de mármore. Suas coxas tremeram violentamente.

— Ai, Deus, querida. Ah, porra. Sim. Recebe a dose do papai! — Ele grunhiu, gemeu suavemente, então enterrou seu pau gordo até as bolas dentro da boceta grudenta da filha de dezoito anos, deixando sua dose ir fundo dentro dela. — Ah, merda, é. Toda ela. Mmm.

Ele nem deu segundos antes de começar a fodê-la de novo, tentando impedir que seu pau duro como concreto amolecesse. Ele teve sucesso, tendo perdido momentaneamente um pouco de firmeza no membro, e então estava estocando-a como se suas vidas dependessem disso mais uma vez.

— Ah, merda, papai, eu amo como você fode essa bocetinha de depósito de porra. Sim, sim, sim, sim. Ai, Deus, sim, me dá outra dose. Eu preciso de tudo. — Abigail levantou uma perna involuntariamente e Fraser a agarrou, puxando-a para cima, fazendo ambos engasgarem enquanto ele martelava sua caverna com seu pau de aríete ainda mais fundo do que antes.

— Mmm, garotinha, goza no pau do papai. Ai, bebê. Mmm, ah, Abigail. Ah, porra, papai precisa que você o encharque de novo. Ai, Deus, você aguenta esse pauzão como se não fosse nada. Muito melhor que sua mãe. Ahhh, sim, porra, sim! — Ele sentiu a boceta dela se contrair e soube que ela estava gozando mais uma vez.

Abigail gozou silenciosamente, incapaz de fazer barulho ou até mesmo funcionar. Sua boceta jorrou como nunca antes e enquanto Fraser a fodia ainda mais forte — nenhum dos dois sabia que era possível — Abi foi empurrada instantaneamente para outro orgasmo logo atrás do último.

— Ah, porra! Merda! Toma outra dose do papai! Ah, porra, sim! Ah, garotinha, sim! Ah, Abigail, bebê. Ah, porra. Recebe a semente grossa do papai. Mmm, garotinha, sim. — Ele diminuiu o ritmo enquanto enterrava o pau em casa e soltava outra dose grossa em seu útero à espera.

***

— Ah, é? Você gosta dessa boceta, não gosta, papai? — Abigail murmurou sombriamente contra a bochecha dele enquanto cavalgava seu membro duro como pedra no jipe estacionado num estacionamento na cidade onde ele disse à esposa que tinha uma reunião de negócios, mas na verdade só queria estar enterrado dentro da boceta sensual da filha. — Ai, papai. Eu quero gozar pra caralho em todo o seu maldito pau de papai. Eu senti tanta falta. Já faz tempo demais.

Fazia seis meses. Eles não tinham podido arriscar desde a rapidinha na cozinha. Quase foram pegos pela esposa dele e mãe de Abigail — algo que não teria terminado bem, no mínimo. O que estavam fazendo era proibido e ambos sabiam... mas não conseguiam evitar.

— Mmm, sim. Quica no pau do papai, Abigail. Que bocetinha apertada. Tão molhada e cremosa. Escuta como você está molhada para o papai — ele disse enquanto devorava o pescoço dela e beliscava e torcia seus mamilos com as mãos sob a regata folgada. — Ai, garotinha. Papai sentiu falta dessa boceta doce.

— Ai, papai. Eu vou gozar. — Abigail estendeu a mão entre seus corpos suados e começou a esfregar o próprio clitóris enquanto seus lábios se encontravam num beijo profundo, apaixonado e faminto, suas línguas dançando enquanto ela começava a quicar mais forte e rápido.

— Isso mesmo. Ah, é. Mmm, sim, Abigail. Que boa putinha do papai. Goza no pau do papai. — Ele falou de dentes cerrados enquanto movia as mãos para os quadris dela e a guiava para quicar mais forte e rápido enquanto seu orgasmo se construía a alturas impossíveis.

— Ai, papai! Eu estou gozando! Em todo esse pauzão grosso de papai! Ah, meu Deus! Sim! — Ela gritou quando a boceta se soltou, encharcando o banco abaixo deles e as calças sociais do pai. — Ai, sim! Ah, porra! Ai, meu Deus, papai!

— Eu preciso te foder. Sai. — Ele a puxou rapidamente, seus fluidos escorrendo e pingando por toda parte.

Abigail saiu e então Fraser saiu. Ela se curvou para que a parte superior do corpo ficasse dentro do jipe, a bunda para fora e a boceta totalmente exposta. Fraser veio por trás e enterrou o pau em casa sem perder um segundo. Ambos gemeram e sibilaram quando ele ficou enterrado até as bolas dentro da vagina apertada e suculenta da filha.

— Mmm, sim, papai — Abigail disse com uma risada ofegante enquanto ele começava a fodê-la lenta e gentilmente, sua boceta escorregadia e grudenta recebendo-o facilmente. — Ah, merda, sim, você é tão gostoso. Tão. Maldito. Gostoso. Você quer gozar dentro da minha boceta de menininha, não quer? A putinha do papai.

— Que boa putinha para o papai. Eu vou te encher tão cheia de gozo, Abigail. — Fraser falou em tom cortante e então, sem aviso, ele a puxou para cima para que ficasse ajoelhada no banco e ele ficasse mais no nível da boceta dela, permitindo-lhe mais profundidade e melhor acesso dentro de sua caverna pegajosa.

— Ah, merda! — Abigail gritou enquanto ele a martelava como se não houvesse amanhã — e talvez não houvesse, no que dizia respeito às fodas deles. — Sim, fode essa bocetinha! Ai, papai! Eu vou esguichar de novo!

Os sons ecoavam alto, mas não havia ninguém no estacionamento. Eles tinham se certificado disso, dando voltas para garantir que estava vazio. Não ficava numa boa parte da cidade, então raramente era usado, e não havia vigia de plantão havia anos. Seus gritos, gemidos, berros provavelmente podiam ser ouvidos na rua, mas nenhum dos dois se importava.

— Ah, Abigail, goze para o papai de novo. Esguiche para mim. Antes que eu encha essa bucetinha com uma carga grossa e farta de porra. — Fraser enfiou a mão no cabelo dela, na raiz, e puxou para trás enquanto martelava a boceta dela repetidamente.

— Ah, sim. Ah, sim. Ah, sim! AI, CARALHO, SIM! — Abigail jorrou e se soltou mais uma vez, encharcando os dois e os bancos de couro do Jeep enquanto gozava intensamente.

— Ah, porra! — Fraser rugiu enquanto martelava a boceta dela por mais alguns segundos e então se enterrou até o talo e liberou sua carga de esperma. — Ah, sim! Recebe essa porra de carga, sua putinha do caralho. A putinha do papai.

Ele se manteve enterrado enquanto jato após jato de porra jorravam de seu pau. Cobriu o corpo dela com o seu e então beijou seus ombros, costas e pescoço. Segundos depois, ele saiu e os dois se ajeitaram, a carga dele pingando da boceta cremosa dela, e foram embora de volta para casa. Sem saber quando poderiam desfrutar novamente do corpo um do outro.

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