A Vingança Calamitosa de Mary
— Não entra aí. Por favor. Mary, você está emotiva. Você não sabe o que está fazendo. Por favor, não vá com ele.
Shelley implorou à amiga — mas Mary não estava ouvindo. A cabeça de Mary estava nebulosa havia dias. Shelley sabia que, se Mary passasse por aquela porta, para uma garota tão jovem e bonita, seria encrenca. Os longos cabelos castanhos ondulados cobriam metade do rosto de Mary enquanto ela não dizia nada em resposta, apenas olhou para trás com um olhar vazio enquanto Bud a puxava e a levava pelo meio da multidão. A bundinha linda e as coxas firmes de Mary foram engolidas pelo saguão da boate. Shelley não estava com o documento, não esperava sair naquela noite. O segurança não a deixou segui-las para dentro.
Mary era uma jovem de dezoito anos, ainda uma criança em muitos sentidos. Fazia o que os pais pediam, vivia pela aprovação deles. Não tinha sido rebelde, evitava conflitos e controvérsias. Sua beleza deslumbrante e sexualidade latente eram ignoradas e não comentadas, escondidas em roupas recatadas e um estilo de vida tímido. E, no entanto, Mary sabia o que havia feito ao segurar a mão de Bud e não soltar. Não importava. Tudo o que era importante já não era mais importante. Era o que as garotas faziam, certo? Deixar os caras usá-las como brinquedos.
A música lá dentro era tum-tum-tum-tum-bum no cérebro dela. As luzes piscando e pulsando mascaravam seu rosto. Estava alto demais para falar com alguém. Mary se viu num reservado bebendo algo horrível e forte. Estava sendo beijada e apalpada pelo grandão malvado Bud. Entre beijos de língua, ele ria com os amigos e fazia todo mundo beber. Mary estava em silêncio, atordoada. Na pista de dança, deixou Bud segurar sua bunda e empurrar a ereção contra ela. Ele não dizia nada, simplesmente passava as mãos por todo o corpo dela enquanto beijava seu pescoço e enfiava a língua na boca dela.
A boate foi um borrão alcoólico; Mary bebeu mais do que jamais havia bebido, de propósito, para se fortalecer. Depois, lá fora estava quente, mas o ar-condicionado dentro do táxi que dividiam estava gelado em sua barriga nua. Bud estava com a mão por dentro da blusa dela, chupando seu pescoço, apertando seu seio por cima do sutiã, sem se importar que o amigo dele estava sentado ao lado dela no banco de trás. Haveria uma festa pós-balada num apartamento com terraço. Pelo menos Bud encontrou um quarto reservado para eles, em vez de despir Mary no sofá como aquela outra garota coitada por quem passaram; nua da cintura para baixo, garotos circulando, olhando enquanto a dedavam.
As luzes do quarto eram totalmente azul neon, era surreal e estranhamente brilhante, e não havia sombras para se esconder.
— Você não tem noites assim com frequência, tem? — Bud sorriu radiante, segurando-a, as mãos na bunda dela. Mary não era apenas bonita, seu corpo era deslumbrante. Todos os garotos tinham inveja de Maxwell havia anos. Aquele bocó. Como um nerd daqueles conseguira manter uma das mais belas e brilhantes por tanto tempo? Era um milagre. Mary tinha um corpo tão apertado, de jeans dava para ver cada linha das pernas e da bunda; Mary era um afrodisíaco ambulante. Seus seios eram magníficos. Ela era magra e em forma. Seu longo cabelo castanho claro era macio e ondulado, e Mary tinha os olhos mais adoráveis. Com lábios lindos, você pode imaginar as ereções que ela causava.
Bud soube que Mary e Maxwell tiveram uma briga séria, então agiu rápido. Ficou surpreso que Mary aceitou tão facilmente. Ele não ia hesitar.
Mary não respondeu à pergunta dele. Nunca tinha tido noites assim. Recostou a cabeça no peito dele e fechou os olhos. Perdoe-me, pediu ao seu eu futuro, pelo que está prestes a acontecer.
Quase imediatamente houve um puxão na blusa dela. Seus braços subiram e a blusa voou por cima da cabeça. Tão rápido quanto sumiu, a calça jeans estava sendo desabotoada e puxada pelas coxas. Bud não perdeu tempo, puxou as pernas dela para fora e depois jogou a própria camisa, calça e meias num monte ao lado das dela no chão. Se ela se importasse, a barraca na cueca dele a teria aterrorizado. Em vez disso, ela ofereceu a língua quando ele enfiou a sua na boca dela. As mãos de Bud estavam dentro da calcinha dela, na bunda, puxando-a para baixo. Com a calcinha nas coxas, ele desengatou o sutiã, arrastando as alças pelo ombro e tirando. Bud baixou a própria cueca e saiu dela. Voltou a beijá-la, o corpo pressionado contra o dela, seu monstro ardente na barriga dela.
Mary nunca tinha ficado nua com outra pessoa, muito menos com um garoto com uma ereção furiosa. Se não fosse pelo álcool, a ansiedade a teria deixado louca. Do jeito que estava, arrepios cobriam sua pele enquanto Bud apalpava toda a sua nudez com as mãos.
— Vou te foder até você perder os sentidos — Bud sorriu.
— Eu sei — Mary suspirou em resposta. Esse era o destino ao qual ela se rendeu no momento em que disse sim ao encontro com Bud. Ela sabia que ele não gostava dela pelo que ela era, ele gostava do corpo dela. Qualquer encontro que ele quisesse com ela era por um motivo: entrar nas calças dela. E Mary havia cedido as calças, conforme o esperado.
— Você é uma putinha — Bud riu.
A calcinha de Mary ficou presa nos joelhos enquanto Bud a guiava de costas para a cama, empurrando-a para baixo. Bud puxou a calcinha e pulou em cima, a pélvis entre as pernas nuas dela. O pau ereto empurrou direto na boceta dela. Ficou preso na entrada. Não ia ser tão fácil.
Bud se levantou e parou um momento para admirar a linda garota nua com quem estava prestes a acasalar. Banhada naquela luz azul estranha, Mary estava deslumbrante. Ela tinha uma penugem minúscula, e Bud via claramente onde entrar nela. Nem na imaginação ele percebeu como seria fácil. Virou Mary pelos quadris, colocando-a de bruços na cama. Puxou a bunda dela para o ar, deixando-a de quatro. Mary arfou quando o sentiu ajoelhar e colocar o rosto na vagina dela. Não era o que esperava. Bud segurou a cintura dela com força e chupou. Foi tudo o que ela pôde fazer para não gritar com o primeiro garoto tocando sua vagina, com a boca e a língua, de todas as coisas.
Bud se levantou quando ficou satisfeito que ela estava molhada. Segurou o pau na entrada e empurrou. A boceta de Mary não cedeu. Será que ele devia saber que era a primeira vez dela enquanto batalhava para entrar na boceta? Normalmente não podia ser tão difícil transar com uma garota, podia? Mary deixou o rosto cair no colchão e gemeu alto com a longa e arrastada defloração. Olhou para a própria nudez e estremeceu. Nua, com Bud, banhada na luz azul estranha. Era impensável. Inimaginável. Pensou no namorado Maxwell enquanto os grunhidos animalescos atrás dela empurravam mais forte e mais fundo. Ela havia dito não a Maxwell e ele a dispensou. Depois de todos aqueles anos juntos, ele não pôde esperar só mais um pouco. Ele a chamou de frígida. Chamou de provocadora. Disse que ela deixava os caras na mão. Mary achava que ia se casar com Maxwell um dia. Isso acabou.
Ela empurrou a pélvis para trás contra o pau de Bud, por despeito a Maxwell, dando encorajamento e permissão para continuar. Se Maxwell queria tanto que ela fodesse, então tudo bem, ela ia foder.
Mary olhou por cima do ombro para Bud pressionando a pélvis nela. Bud, um idiota atleta. Ele captou o olhar dela e se encararam brevemente enquanto ele bufava e grunhia. Deu um sorriso satisfeito e duas estocadas fortes.
— Gostou disso?
Mary assentiu, embora não soubesse por quê. Ardia. Doía. Não houve preliminares amorosas, nem aquecimento. As roupas dela saíram e eles estavam nus juntos. Transando. Simples assim.
Transando.
Uma semana atrás, o pensamento era absurdo. Ela e Maxwell planejaram ficar na casa dele sozinhos, pela primeira vez. Os pais dele tinham sido chamados para fora e os dela achavam que ela estava dormindo na casa de Shelley. Mary estava tão empolgada para passar a noite com ele, dormir nos braços dele. Mas tudo em que Maxwell pensava era tirar as calças dela. Ele sabia como ela se sentia sobre isso, mas a pressionou mesmo assim. Só porque os pais dele estavam fora não a fazia mudar de repente seus valores sobre sexo. Depois de muito choramingo e resmungo, Mary cedeu e tirou o pijama. Deixou apenas o sutiã em cima e a calcinha embaixo, já era mais do que jamais havia feito. Mas Maxwell queria mais. Queria que ela tirasse a roupa íntima. Ele literalmente a rasgou, deixando o sutiã pendurado frouxo no corpo dela. Tiveram uma briga horrível e Mary acabou dormindo vestida e sozinha no quarto de hóspedes. Ela ficou tão decepcionada.
Quando Maxwell começou a contar cruelmente aos amigos na segunda-feira que ela era frígida, uma provocadora, que esperara anos por nada, a dor piorou. Quando ela começou a encontrar pares de bolinhas azuis de Nerf deixadas na bolsa ou no armário, tornou-se vingativo. Mary queria machucá-lo tanto quanto se sentia machucada. Só conseguia pensar nisso. Bud, um cara que Maxwell odiava. Nua. O pau dele dentro dela. Era aterrorizante como sua vida tinha descarrilado em uma semana.
Agora que a dor e o esforço de colocar o inimigo dentro dela tinham acabado, a foda era surpreendentemente suave. Bud deslizava para dentro e para fora com facilidade. Não havia afeto, apenas sexo bruto. Ele agarrava os quadris dela com força e bombeava. O corpo inteiro dela sacudia. Bud a empurrava cama acima a cada batida, tanto que ele a seguiu para cima do colchão de joelhos. Ele a fodeu por trás até que o rosto dela ficasse esmagado de forma estranha contra a cabeceira. Ela ficou presa, sentindo todo o grunhido do garoto atrás dela.
— Você adora, não adora! — Bud gritou.
— Aah — Mary soltou de dor, o pau batendo para dentro e para fora dela.
— Você adora pau, não adora? Olhe para você — ele repetiu.
Mary assentiu contra a cabeceira e gemeu, fingindo o melhor que podia. Ela não sabia direito como devia ser o sexo bom, mas certamente não era isso. Bud era super em forma. Para conseguir bater na bunda dela com a pélvis repetidamente como fazia, como ele conseguia manter aquilo por tanto tempo? A boceta dela estava ficando dormente com a ereção. Bud estava enfiando e tirando a noventa bombadas por minuto.
As estrelas que Mary viu não foram orgásticas, foram de medo. O plano dela não foi bem pensado. Ela sabia que ia tirar a roupa. Sabia que ia deixar esse garoto colocar o pau nela. Mas e depois? Como fazer parar? Durou e durou por um tempo inesperadamente longo. Bud estava batendo nela com tanta força que os seios doíam de sacudir para frente e para trás. E Bud confundia os gemidos constantes dela com prazer.
Depois de muito tempo, Bud grunhiu com urgência:
— Você toma pílula?
— Hã? O quê...?
— Você toma pílula? — ele gritou de novo. Estava sugando a respiração.
— Não! — Mary gritou, de repente acordando para o problema. — Não tomo!
— Merda. Tarde demais — Bud disse, então gritou com brutalidade. Segurou os quadris de Mary com força contra o corpo enquanto ele tremia. Ela sentiu os espasmos primeiro, depois um pulso no pau dele seguido por uma erupção ardente no fundo. Mary apertou os olhos com força. Ai, não.
— Oh oh oh — Bud gritou enquanto os espasmos continuavam. — Porra!
Houve três jatos, o primeiro o maior. A mente meio bêbada de Mary ficou nebulosa com o pensamento do que acabara de acontecer com ela. Esperma no fundo, dentro dela. — Ai, merda.
Ele ficou dentro dela por um tempo antes de recuar. Quando saiu, pareceu que uma tora havia sido removida. Foi um alívio.
Depois, o esperma se moveu e borbulhou dentro dela. Por instinto, Mary usou a mão para alcançar e segurar dentro enquanto se ajoelhava na cama, consciente de não sujar a colcha. Ela se arrastou pelo colchão e andou pelo quarto procurando lenços ou um substituto. A única coisa que encontrou foram as próprias roupas. Segurou a blusa contra a boceta. O azul de toda a experiência tornou tudo ainda mais estranho.
Bud estava de costas na cama, ofegante.
— Vem aqui — ele disse, estendendo a mão. Mary terminou de limpar os vazamentos. Nervosa, voltou para a cama. Bud a puxou para si, deitando o corpo nu dela sobre o dele. Eles se beijaram enquanto ele apertava a bunda dela.
— Não conta para ninguém que fui eu que te engravidou — ele disse.
— Não vou — Mary respondeu estupidamente.
— Boa garota. Diga que foi o Maxwell.
— Nós terminamos.
— Eu sei — ele riu. — Semana passada, né? É perto o suficiente, ainda pode ser filho dele. Diga que você já estava grávida quando a gente fez isso, tá?
— Tá — Mary disse, sabendo que não podia ser. Era mesmo tão difícil para Bud perceber que ela era virgem?
Perversamente, foi depois do sexo que Bud começou as preliminares. Ele a beijou e passou as mãos por todo o corpo. Fez um chupão no pescoço dela e outro no seio perto do mamilo. Fez Mary apertar o pau dele enquanto a dedava. Ela quase gostou quando ele brincou com o clitóris dela, cravando as unhas no ombro dele e gemendo.
— Você é uma putinha de verdade — Bud sorriu, abrindo bem as coxas dela para engatinhar por cima. Ele enfiou a ereção de novo. Foi mais fácil na segunda vez.
Dessa vez Bud ficou cara a cara com ela enquanto sua parte mais íntima e pessoal invadia a dela sem cerimônia. Ele perguntou se ela o amava e ela disse que sim, perguntou se ela adorava ser fodida e ela confirmou com um gemido. Ele quis saber se aquilo era melhor do que foder Maxwell e ela disse que sim. Isso o deixou feliz.
Bud parecia ansioso para provar sua aptidão sexual, bombeando até suar. De alguma forma, ele interpretou os lamentos, as contorções e os gritos de Mary como prazer.
Foi uma ideia estúpida, ela pensou consigo mesma. O pau dentro dela não dava trégua. Plano mais idiota de todos, todo encenado em azul neon brilhante.
Bud os rolou e colocou Mary por cima. Por um tempo, o sexo foi suave e relativamente sem dor. Por cima, Mary tinha mais controle do ritmo, e se ela se sentasse bem reta, Bud parecia feliz só de estar lá dentro sem bombear. Foi um alívio para Mary, e tolerável.
— O que você acha do meu pau? — Bud perguntou, estendendo a mão para apertar os seios dela com força.
— Bom — ela disse. O que queria dizer era 'já chega'.
— Estes peitos são ótimos. O chupão ficou muito louco nessa luz azul. Deixa eu tirar uma foto.
Bud os arrastou pela cama grande, ainda conectados, até que ele estivesse perto o suficiente para alcançar a calça no chão. Ele mexeu por um tempo no bolso antes de pegar o telefone. Ele os endireitou de novo e fez Mary sentar reta no pau dele.
— Sorria — ele disse, franzindo a testa para ela. — Você deveria estar gostando disso. Inclina um pouco para trás para seus peitos ficarem... isso, isso, bom.
Bud tirou todos os tipos de fotos da nudez de Mary, até algumas com as mãos dele aparecendo apertando-a. Ele mandou ela parecer feliz com aquilo, e ela fez o melhor que pôde. Ela se apoiou num braço para mostrar como o pau estava todo dentro dela, com um sorriso e a outra mão levantada fazendo um símbolo fofo da paz.
Bud colocou o telefone na mesinha de cabeceira e apertou para gravar. Já tendo gozado, ele tinha uma resistência tremenda. Por uma eternidade, Mary foi filmada trabalhando o corpo nu no pau do cara errado.
— Mostra o rosto — ele ficava dizendo. — Fode direito. Isso.
Bud segurou os quadris dela e acelerou o ritmo. Ele orgulhosamente fez mais chupões no pescoço, ombro e seios dela enquanto bombeavam. Ele sussurrou no ouvido dela, pedindo para ela olhar para a câmera enquanto chupava o mamilo dela e dizer "Eu amo como você me fode", cada vez mais alto até ter certeza de que estava claro na gravação. O que ela queria dizer era 'Estou muito dolorida', mas ela segurou a dor.
Mary podia ver o que estava sendo gravado, a câmera e a tela estavam viradas para ela. O enquadramento ia do topo da cabeça dela até mais ou menos os joelhos de Bud. Não mostrava o pau dele entrando e saindo dela, mas pela expressão no rosto dela a cada vez que ela descia com força, o impacto era claro. As mãos na bunda nua dela e a boca grudada no seio estavam claramente à mostra.
Mary olhava a telinha, maravilhada consigo mesma sentada nua num cara nu. Foi surpreendente ver o que acontecia com ele quando estava prestes a gozar, e como ele arqueava o corpo enquanto o esperma jorrava dentro dela, o aperto que ele tinha na bunda dela. Foi fascinante. Consciente da gravação, ela se inclinou e beijou o rosto dele, virando-se para a câmera e murmurando 'Você me deu meu bebê'. Se Bud algum dia deixasse o vídeo vazar, pelo menos não haveria dúvidas sobre quem foi o responsável pela gravidez dela.
Bud a virou. Ele tentou continuar fodendo-a por cima, mas lentamente o pênis encolheu e saiu. Ele caiu ao lado dela e ofegou.
— Passa o telefone — ele pediu. Mary esticou o braço, pegou e entregou a ele. Bud fez um vídeo rápido do corpo dela, abrindo suas pernas para mostrar o esperma escorrendo, depois subiu até seu rosto. Ele a fez mandar um beijo para a câmera e dizer "Obrigada pela foda", então desligou.
Levantando-se às pressas, ele começou a catar suas roupas.
— A gente vai? — Mary perguntou.
— Fica aí. Só vou pegar mais bebida pra gente. Já volto.
Bud olhou para baixo com certa satisfação para o corpo nu dela. A vagina de Mary estava dolorida demais para fechar as pernas, o esperma ainda pingando. Ela era um belo troféu. Mas era hora de ele ir embora. Ele tinha que estar na casa dos pais da namorada de manhã.
— Vou pegar umas cervejas. Só deita. Não demoro.
Depois que ele saiu, Mary esticou o braço de novo para pegar sua camiseta e a pressionou contra sua boceta vazando. Ela se deitou na cama e suspirou.
— Pronto — disse para si mesma. — E agora?
Ela não gostava de Bud. Não queria ser namorada dele, especialmente com aquele relacionamento intermitente com Louise, fosse lá qual fosse o sobrenome dela, como pano de fundo.
Ela estava tão cansada. Olhando para seu corpo na luz azulada, a única coisa que vestia era o relógio. Focou os olhos nos números pequenos. 1h55 da madrugada. Quanto tempo ela passou transando? Quase desejou que Bud não voltasse, só que ela não sabia de quem era aquela casa. Era para ela estar dormindo na casa da Shelley. De jeito nenhum podia aparecer lá tão tarde. Ou em casa. Rezou para que Bud ficasse com ela até de manhã, pelo menos, e depois a levasse para a casa da Shelley no café da manhã.
Mary manteve a camiseta pressionada contra a boceta por mais tempo do que o necessário, escondendo-a, cobrindo-a. Toda vez que se mexia, doía. Sua entrada estava inchada e ardia. De vez em quando sentia um escape de ar, o que era sinistro. Não era para ser assim na primeira vez, nessa luz azul forte esquisita com o inimigo do seu namorado. Como ele ousou gozar dentro dela? Quão fraca ela foi para deixar. Mary disse que o amava, disse obrigada, e deixou ele tirar fotos e filmar ela pelada e transando — tudo que te dizem para não fazer. Gravidez? Doença? Possível. Humilhação? Certa. E agora estava sozinha em uma cama estranha, numa casa estranha, sem ter para onde ir. Não faltava mais muita coisa. Aquilo foi uma cagada monumental.
Mary se virou de lado e fechou os olhos por um instante. Sua boceta doía, assim como as marcas roxas nos seios e no pescoço. Sua bunda doía de ser apertada pelas mãos de Bud e martelada pela pélvis dele. Os músculos da parte interna das coxas estavam doloridos de tão esticados. Sua cabeça doía por causa do álcool. Fisicamente, ela era um caco. Emocionalmente, estava vazia; aquela dor ela deixaria para depois, para quando estivesse em algum lugar seguro o bastante para chorar.
Mary não queria, mas adormeceu.
(Próximo capítulo "Mary é descoberta na cama" será enviado para aprovação no início de janeiro de 2024)