A Substituta da Mamãe
O dedo de um homem pressionou o botão de gravar da câmera de vídeo.
"Você já fez a lição de casa?" A voz de Linda crepitou pelo fone, soando distante, porque ela estava. Seu trabalho exigia que ela viajasse com frequência, e essa era uma dessas ocasiões. Ela deixara para trás sua filha, Sarah, prestes a se formar no ensino médio, e seu marido.
"Claro, mãe," a jovem respondeu. Ela havia empurrado livros e papéis para o lado. Agora segurava o fone de plástico bege contra a bochecha corada. "Você sabe que o papai não nos deixa fazer nada até que esteja terminado."
"Bom, bom." Após vinte anos de casamento, Linda sabia, como uma boa mãe, que seu marido insistia em trabalho antes de lazer. Ela também conhecia intimamente suas necessidades e desejos.
"Já é hora?" Sarah perguntou, seus lábios carnudos e vermelhos a centímetros do bocal.
"Seu pai está aí?"
"S-sim." A voz dela tremeu.
"Ele já está tocando em você, não está?"
Uma longa pausa. Linda sabia o que estava acontecendo.
"A-ham."
"O que você está vestindo?"
"Uma blusa e saia."
"A saia curta xadrez que compramos na Newberry's? Aquela que é pequena demais e mal cobre sua bunda?"
"Siiim..." Sarah exalou no bocal enquanto dedos masculinos fortes desabotoavam lentamente sua blusa branca engomada. "Deixei meus sapatos e meias no chão."
"E por baixo?"
"Só meu sutiã e calcinha."
As mãos exploradoras abriram a blusa da jovem, expondo um par de seios pequenos e delicados envoltos em um sutiã de nada, quase transparente. Seus peitinhos empinados não precisavam de muito suporte, se é que precisavam.
"É o sutiã transparente que você gosta tanto, aquele que me deixa ver suas lindas auréolas rosadas e mamilos delicados?" Linda adorava a ideia do marido despindo sua única filha.
"Sim, mãe. O que você me disse para usar para o papai."
A próxima coisa que Sarah soube, uma das mãos deslizou sob o tecido, acariciando delicadamente um mamilo até ficar ereto. Ela soltou um longo suspiro.
"Ele está brincando com seus peitos agora?"
"Mmmm, a-ham." Sua respiração tinha aumentado. Outra mão subiu lentamente, amorosamente, por sua perna, passando pelo joelho, até sua coxa interna macia. "Ele está me tocando lá embaixo também."
"Que tipo de calcinha você está usando para ele?" Linda sentiu sua boceta começar a formigar, umidade se formando.
"E-eu..." Sarah teve que respirar fundo enquanto as pontas dos dedos do pai esfregavam para cima e para baixo no tecido fino e sedoso que cobria seu monte púbico aveludado. "A-as roxas de renda."
Como o sutiã revelador, Linda comprara para a filha uma calcinha cara especialmente para essa ocasião.
"Isso é bom, minha querida," Linda respondeu, a excitação subindo em sua garganta. Ela deslizou seus próprios dedos delicados sob o elástico de sua calcinha de algodão branco, sensata. "Você precisa mostrar a ele como tocar sua boceta. Não permita que ele faça nada que você não goste. É seu corpo e você está no comando, não importa o que ele diga." Sempre a mãe atenciosa.
"Sim, mãe, mas estou gostando do que ele está fazendo agora." A jovem ofegou. "Deus, é tão bom."
"Excelente, meu amor." Linda não acreditava que sua filha fosse tão receptiva a ser sua substituta. Ela esperava resistência, e estava totalmente preparada para rejeição, mas nada disso aconteceu. A jovem estava mais do que disposta. Linda enfiou um dedo dentro de sua boceta molhada. "É importante que você aproveite isso tanto quanto ele." Ela usou o ombro para pressionar o fone contra a bochecha enquanto desabotoava sua própria blusa de flores azuis e amarelas.
"Seu pai ainda está vestido?"
Mais arquejos suaves e leve farfalhar de tecido.
"Não, mãe. Ele veio para o meu quarto nu."
"Mmmm, já duro na medida certa, tenho certeza."
"A-ham."
Linda puxou o sutiã, expondo um mamilo duro cercado por uma auréola grande e vermelha. "Como vocês dois estão posicionados?"
"Ele está apoiado nos meus travesseiros e eu estou recostada contra ele."
"Entre as pernas abertas dele?" Linda visualizou seus corpos descansando juntos.
"Sim, mãe. Agora ele está tirando minha blusa, e meu sutiã."
"Bom, bebê... bom." Linda lutava para não se masturbar. Ela queria prolongar as coisas o máximo possível. Ela brincou com o seio exposto, puxando um mamilo. "Agora só restou sua calcinha?"
"Sim, mãe." Sarah ofegou. "A mão dele está dentro dela e ele está massageando minha boceta."
"Como está a sensação, anjo?"
"Ahhh..." Sarah gemeu. "Ele está brincando com meu clitóris."
"Seu pai sabe como tocar sua boceta, hein?"
"Oh, siiim..."
"Diga a ele para tirar sua calcinha, para você ficar totalmente nua."
"Tá."
Linda pôde ouvir sua filha murmurando para o pai, depois barulhos fracos quando Sarah colocou o telefone de lado por um momento. Logo, ela retornou.
"Pronto, mãe." Sarah disse. "Agora estamos os dois nus."
"Ah, sim, meu amor." Linda se conteve de massagear o próprio clitóris, para não gozar cedo demais. "O pau do seu pai ainda está duro?" Como se ela precisasse perguntar, mas adorava descrever cada detalhe para fixar as imagens eróticas em seu cérebro.
"Hum," Sarah fez uma pausa, como se estivesse verificando. "Sim, muito duro."
"Está pressionando suas costas?" Linda conhecia o pau do marido como as linhas do próprio rosto. Ele não era dotado como um cavalo, mas tinha pelo menos vinte centímetros grossos e nobres. Ela imaginou sua ereção protuberante dobrada para trás, espremida entre o estômago dele e as costas da filha, o corpo do pau cheio de veias encimado por um capacete roxo contrastando com a pele branca e pálida dela.
"Sim, e..." A jovem arfou contra o bocal. "Ele está beijando meu pescoço e ombro." Ela suspirou de prazer.
"Seu pai adora preliminares." Linda olhou para o teto do quarto de hotel, imaginando a boca do marido pressionando a pele lisa e delicada da filha.
"Mãe... hum..." Sarah hesitou.
"Continue, meu amor."
"O papai vai tirar meu cabaço?"
Linda esperava que a filha dissesse aquilo. Ela sentiu uma onda de alegria e excitação brotar em seu peito, mas conseguiu manter a calma e o controle exteriormente, extremamente atenta ao que diria em seguida. "Bem, meu amor, se você quiser." Isso era, sem dúvida, um grande passo para todos os três como família e ela queria que fosse perfeito. "Só saiba que você não precisa dar seu cabaço a ele. Há outras coisas que você pode fazer para satisfazê-lo."
"Mas eu quero. Quero que o papai me foda."
"Oh, Deus." Linda não pôde deixar de reagir, suas emoções transbordando. O simples pensamento do marido montando sua filha virgem fez sua boceta doer de necessidade. "De novo, não se esqueça que você está no controle, mocinha. Seu pai não vai fazer nada que você não queira."
"Eu entendo, mãe." A voz de Sarah havia se tornado leve e etérea, cheia de respiração, e Linda sentiu que sua filha estava igualmente excitada. "Preciso que o papai me foda como faz com você. Quero fazer tudo com ele que você faz."
"É por isso que discutimos isso, Sarah. Seu pai ainda precisa foder enquanto estou fora. Ele precisa foder muito, ou fica com dores de cabeça."
"Eu sei, mãe. Vou garantir que isso não aconteça." Sarah ofegou de novo, gemendo baixinho.
"O que está acontecendo?"
"Ele está me dedando de novo. Ai, porraaa..."
Embora sua filha tivesse dezoito anos e fosse adulta, Linda nunca a ouvira usar essa palavra. Isso só serviu para aumentar sua excitação.
"Sarah, que linguagem!" Linda provocou.
"Desculpa, mãe."
"Só estou brincando com você, mocinha. Você é adulta agora."
Sem resposta, apenas respiração pesada.
"Está na hora de vocês dois se esticarem na cama."
"Tá." De novo, o fone foi colocado de lado enquanto os corpos se reposicionavam. "Voltei."
"Coloque seu telefone no viva-voz e eu faço o mesmo aqui." Linda soltou o seio e apertou um botão no telefone, devolvendo o fone ao seu suporte de plástico.
"Pronto."
Após um momento, Linda falou. "Você está me ouvindo?"
"Sim, mãe. Você está me ouvindo também?"
"Sim." Linda aproveitou a oportunidade para tirar a roupa até a cintura, ficando só de calcinha. Ela voltou a torturar os mamilos, mas agora evitava o clitóris. Por mais excitada que estivesse, a mãe tarada sabia que no momento em que o tocasse, explodiria. "Deixe seu pai te mostrar como nos beijamos."
"Ohhh, sim!"
Linda pôde ouvir gemidos e sons de beijos estalados, de novo, imaginando a filha sendo tomada nos braços fortes do marido enquanto eles se beijavam intensamente. Após vários minutos, a voz de Sarah voltou.
"Ai... Deus... p-porra." A jovem gemeu. "Isso, papai, chupa meus peitos."
"Isso, sim!" Linda teve que intervir. "Chupa esses mamilos lindos e delicados."
"Ai... aihhh, porra!" A voz de Sarah soava como a de uma garotinha submissa, de tão excitada que estava. "Agora ele está descendo beijando minha barriga."
Linda pensou no monte púbico loiro e aveludado da filha, tão macio e delicado, e tão convidativo, mal escondendo seus lábios da boceta. "Abra as pernas, querida. Faça o que eu digo."
"Sim, mãe." Mais um momento se passou, então Linda pôde ouvir Sarah respirar fundo várias vezes.
"Mãe... m-mãe, ele está..."
"Eu sei, amor. Seu pai adora chupar boceta. Como está a sensação?"
A princípio, Sarah não conseguia dizer mais nada, estava quase soluçando de prazer. Então ela falou. "A barba dele está roçando na minha pele. Deus, a boca dele está grudada na minha boceta. É tão bom, mãe!"
"A língua dele está esfregando ao redor do seu clitóris?"
"Po-porra, sim! Sim! Ele está brincando com meus peitos também!"
"Eu sei, querida. Ele adora apertar meus peitos enquanto me chupa." As pontas dos dedos de Linda puxavam suavemente seus pelos pubianos escuros e espessos, ainda evitando a boceta.
"Só relaxe, meu amor. Relaxe e deixe vir."
"Mmmm, sim, mãe."
Vários momentos se passaram enquanto Linda ouvia sua filha arfar e gemer, sabendo que seu marido estava se esmerando, torturando os mamilos de Sarah, saboreando sua doce e suculenta excitação. Finalmente, ela se rendeu à sua própria necessidade, e um dedo deslizou em sua umidade enquanto ela estremecia. Imediatamente, seus dedos começaram a dançar, curvando-se repetidamente atrás do clitóris, esfregando a massa esponjosa ali. Seus quadris responderam, ondulando suavemente enquanto sons molhados e estalados enchiam seus ouvidos. Ela já estava a meio caminho do orgasmo quando a voz da filha soou do telefone próximo.
"Mãe?"
Linda, perdida em êxtase masturbatório, lutou para responder. "S-sim, meu amor."
"Estou quase... estou... uhg... AHHHGGGG!!!"
Isso resolveu. Linda gozou junto com a filha. Ela gritou enquanto fluido esguichava de seu corpo, salpicando as roupas de cama. "Porra, sim, Sarah!" Ela rosnou, ainda totalmente envolvida pelo prazer percorrendo seu corpo. "Goza na boca do seu pai. Goza para ele, e para mim!"
Tudo que a jovem pôde fazer foi guinchar enquanto onda após onda de prazer sacudia seu corpo jovem. "Você está gozando também?" Ela finalmente perguntou à mãe.
"Sim... caralho, SIM!!!"
Por um minuto deliciosamente longo, as duas mulheres compartilharam seu prazer, todas as palavras e sons viajando à velocidade da luz por milhas e milhas de fio de cobre enterrado. Com o tempo, Sarah caiu em silêncio, e Linda pôde ouvir o leve estalar de uma boca. Conhecendo seu marido, ele estava lambendo os sucos pós-orgásmicos da filha. Ela se recompôs o suficiente para falar, tentando recuperar o controle. Linda colocou os dedos molhados na boca, provando seus próprios fluidos orgásmicos, depois os tirou com um leve estalo.
"Faça ele te beijar para você sentir seu próprio gosto." Ela lambeu os lábios.
"Hum, tá, eu... mmmphhh."
Linda sabia que seu marido já estava dando um beijo de língua na filha.
"Lamba seus sucos do rosto do seu pai, meu amor." O dedo indicador de Linda havia retornado à sua boceta, novamente se curvando languidamente atrás do clitóris, bem devagar. A outra mão cobriu um seio. Ela percebeu que deveria ter colocado uma toalha grossa sob sua bunda, já que a umidade agora escorria pelo rego. Tarde demais.
"Mmmmph... mmmm."
"Qual é o gosto?"
Mais estalos e respiração pesada.
"Eu gostei, mãe. É isso que ele faz com você?"
"Sim, bebê." Nessa altura, a boceta de Linda já tinha se recuperado, e novamente fervilhava com calor úmido. Ela sabia que sua filha estava tão molhada e pronta como jamais estaria. Agora era a hora.
"Nós vamos foder agora?" Sarah falou como se estivesse pronta, embora sua voz estivesse um pouco hesitante.
"Sim, amor." Linda novamente esfregou os dedos molhados sob o nariz, inalando seu próprio aroma inebriante. "Mas só se você estiver pronta. Você está?" Ela lambeu mais líquido dos dedos.
"A-ham."
"Ok, querida. Que posição você quer? Papai e mamãe? De quatro? Que tal cowgirl?" Linda já havia discutido com a filha as diferentes posições que poderiam tentar.
"Mãe, eu..." Sarah fez uma pausa. Linda pôde ouvir murmúrios ao fundo, depois a filha voltou. "Acho que devemos começar com cowgirl. Eu posso controlar melhor."
"Sim, meu amor. Como quiser."
"O papai já está de costas. Deus, o pau dele está tão duro!"
"Nenhuma surpresa, mocinha, com seu corpo nu e sexy finalmente ao alcance dele."
Sarah riu. Linda continuou.
"Eu sei que você está molhada, mas ainda é virgem, então pode não ser fácil." Linda imaginou a boceta incrivelmente apertada de sua filha adolescente. Ela retornou os dedos à sua umidade. "Pegue na gaveta do seu criado-mudo. Coloquei lubrificante lá."
"Tá." Uma pausa. "Peguei."
"Esfregue tudo no pau do seu pai."
Outra pausa. "Tá, estou fazendo." Linda pôde ouvir o marido gemendo ao fundo. "Deus, é tão escorregadio!"
"Claro, querida. Só para facilitar para você. Use bastante, mas não esfregue o pau dele demais." Linda bufou. "Você pode ter uma surpresa prematura."
"Já estou vendo algo escorrendo da ponta."
"Então é hora de parar."
"Tá, mãe."
A todo vapor, Linda pensou. "Bem, vá em frente e agarre-o." Linda fechou os olhos, visualizando a mão diminuta da filha envolvendo a ereção urgente do marido. "Você está se posicionando?"
"Sim, mãe. O papai está me ajudando."
"Bom, bom. É isso que eu gosto de ouvir." Linda usou as palavras da filha para criar imagens detalhadas em sua mente.
"Ok, agora nós..." Sarah fez um som como ar escapando de um pneu. "Ahhhh... mmmm, d-deus, sim!"
"Me conte o que está acontecendo." De novo, Linda deslizou o dedo bem fundo.
"Ele está esfregando a ponta para frente e para trás no meu clitóris. Caralho, é tão bom."
Linda adorava quando a filha falava palavrão. "Oh, minha doce, querida menina, SIM!" A excitação formou pressão em seu peito e garganta enquanto sua respiração aumentava. "Vocês vão foder." Ela começou a apertar o seio mais agressivamente, provocando um mamilo duro. Ela percebeu que era o mesmo mamilo que a filha mamou apenas dezoito anos atrás. "Seu pai vai te foder agora." Ela não pôde deixar de sorrir, saboreando aquela palavra singular. "FODER."
"A-ham, eu... ahhhh!!!" Sarah gritou. Linda não sabia dizer se era de prazer ou dor.
"Você está bem, bebê?"
"Sim, mãe. E-eu estou começando a me abaixar no pau dele."
"Ok, querida. Só vá com calma." Linda começou a se masturbar de novo, ainda que lentamente. "Temos muito tempo."
"A-ham." A jovem ofegou e gemeu de novo. "Dói um pouco, mas tudo bem."
"Você controla o que acontece, querida. Não se esqueça disso."
"A-h-ham... oh, m-merda."
"Não tenha medo se tiver um pouco de sangue, ok? Lembra do que nós conversamos."
"Sim, eu sei, mãe." Sarah arfou.
Linda imaginou a bundinha fofa da filha se abaixando, bem devagar, centímetro por centímetro, no poste escorregadio do pai. "Devagar... devagar."
"O papai está ajudando. Ele está se mexendo embaixo de mim."
"Ok, bebê."
"E-está... ahhhhggghhh... entrando." Outro gritinho. "Mais fundo... mais fundo."
"Sim... sim!" O dedo de Linda acelerou contra sua umidade enquanto o prazer percorria seu corpo.
"Deus... p-porra... está indo tão fundo! Nnnnngggg... eu... eu não sabia que aguentava tanto pau!"
"Você foi projetada para dar à luz, meu amor. Você ficaria surpresa com o quanto sua boceta aguenta."
"A-ham! Ai, sim, mãe, sim!" O ranger das molas da cama acompanhou sua voz trêmula. "Estou sentindo as bolas dele pressionando minha bunda!"
"Ai, porra, SIM!" Os dedos de Linda batiam contra seu sexo ardente.
"Hum... hum... hum... hum..."
Linda não precisou perguntar. Ela sabia que sua filha finalmente tinha recebido todo o pau do pai, desenvolvendo um ritmo constante. "Isso, meu amor. Fode seu pai. Fode ele!"
"Sim, mãe, SIM!!! Porra, nunca me senti tão bem. Caralho, minha boceta... minha boceta!"
Em seu próprio êxtase masturbatório, Linda começou a pensar nos próximos minutos, e no que ela havia sonhado desde que sua filha se tornou legalmente adulta, para todos os três gozarem juntos!
"Hum, m-mãe, acho que... eu..."
"Você está?" Linda estava quase lá também. Ela também não acreditava que seu marido ainda não tinha estourado, com a boceta apertada da filha ordenhando seu pau.
"Ch-chegando lá, sim."
"E seu pai?"
"Ele está acenando... ungh... ohhh!"
"Ok, então." A boceta de Linda estava à beira. Ela lutou para manter suas palavras coerentes. "Vamos todos tentar gozar juntos."
"Ai, sim, mãe! Eu adoraria! Estou quase lá, então se apresse!"
"Querida, estique a mão e brinque com os mamilos do seu pai, ok?"
"S-sim, mãe. E-eu... estou... quase..."
"Puxe e aperte-os suavemente. Isso vai resolver." Linda sabia do que estava falando. Seu marido adorava ter seus mamilos tocados e provocados. Quanto a ela, eram apenas alguns segundos enquanto ela puxava seu próprio botão latejante.
Então aconteceu.
"GOZAAAANNDDOO!!!" Sarah gemeu, soluçando de prazer.
Linda pôde ouvir um gemido alto se juntar aos ruídos animalescos da filha enquanto os orgasmos atingiam. Foi uma orquestração perfeitamente sincronizada, e por um minuto delicioso, todos eles cavalgaram seus orgasmos juntos.
"Mãe! Papai! Porra... PORRA!!!" Sarah arfou. "Porra, isso é tão bom... TÃO BOM PRA CARALHO!"
"Porra, é, Sarah... PORRA!!!"
Com o tempo, os arquejos e ofegos se transformaram em gemidos enquanto todos se deleitavam no doce pós-gozo. A voz de Sarah, baixa e calma, foi a primeira a quebrar o feitiço.
"Ai, Jesus, mãe, a porra dele está escorrendo da minha boceta. Tem tanto."
"Eu imaginei, querida. Ele está segurando há alguns dias."
"Tão branco e pegajoso."
"Prove."
"Não quero que o papai tire. Não agora."
"Estique a mão e pegue um pouco nos seus dedos."
"Tá."
Linda ouviu lábios estalando e imaginou a língua sexy da filha lambendo a porra do pai.
"Qual é o gosto?"
"Mmmm..." Mais estalos. "Amargo, mas não é ruim."
"Essa é a mesma semente que fez você, meu amor."
"A-ham. Agora estamos nos abraçando."
"Você ainda está dentro?"
— Sim, ainda estou por cima.
— Ótimo. Fique aí o quanto quiser. Tenho certeza de que ele vai se recuperar rapidinho, então seu trabalho ainda não acabou, mocinha.
— Eu sei, mãe. Sei que ele vai me foder muito, assim como fode você.
— Sim, vai mesmo.
Com grande relutância e pesar, Linda se sentou, tirando o telefone do gancho. — E com isso, preciso ir. Tenho um dia importante amanhã.
Um suspiro da filha. — Tá bom, mãe, se você precisa.
— Você está bem?
— Sim, mãe.
— Vamos ter uma conta de telefone interestadual absurda este mês, mas valeu a pena. Você percebe que não é mais virgem.
— Claro, mãe. Era o que eu queria.
— Estarei em casa neste fim de semana, então podemos conversar e continuar nossas aulas. Seu pai e eu temos muitas coisas que queremos te ensinar.
— Ah, sim, mãe. Meu Deus, mal posso esperar!
Com essa afirmação, Sarah pegou um pequeno controle remoto da mesa de cabeceira e desligou a câmera de vídeo.