A Senhora da Igreja Bate à Minha Porta
Meu nome é Reyna; tenho vinte e dois anos e sou lésbica convicta, mas, nas circunstâncias certas, posso parecer ter dezesseis. Não só sou lésbica, como minhas amantes preferidas são mulheres que nunca tiveram uma experiência lésbica antes. Adoro mulheres mais velhas, mulheres entediadas com suas vidas, seus maridos, suas rotinas. Adoro as que nunca me veem chegando, as que querem me maternar, fazer tudo ficar bem. O lance é o seguinte: elas, na maioria das vezes, se seduzem sozinhas. Eu não as forço; eu as guio para onde seus corpos querem ir.
Não tenho nenhum gaydar especial que me faça identificar as mais suscetíveis; eu me dou mal tanto quanto qualquer outra. Mas, quando acerto com uma que é curiosa, mesmo que ela não perceba totalmente, estou pronta, mais do que disposta e capaz de saciar essa curiosidade.
Às vezes, quando tenho sucesso, temos um caso que dura um tempinho. Esses, na maioria, acabam quando elas começam a se sentir culpadas e voltam correndo para suas vidas certinhas e chatas e para a cama do marido. Na maioria das vezes, porém, temos um par de horas tórridas e ardentes, depois das quais minha amante, percebendo o que fez, sai gritando da minha cama. Por pior que pareça, essas são minhas favoritas absolutas. Há sexo fantástico, alucinante e entusiasmado, seguido por nada de telefonemas preocupados, nenhum drama, nenhuma angústia sobre se eu as amo ou não; elas simplesmente somem. Nunca mais ouvi falar de nenhuma delas. Se as vejo por aí, numa loja, por exemplo, quando me reconhecem, elas viram e correm. Na verdade, é bem engraçado.
Minha primeira amante foi a melhor amiga da minha mãe. Ela provavelmente é uma grande parte do jeito que sou. Não houve nada planejado, simplesmente aconteceu enquanto trabalhávamos numa festa surpresa para minha mãe. Ficamos próximas por passarmos tanto tempo juntas. Um dia, quando um problema particularmente difícil foi resolvido, fiquei empolgada, joguei meus braços em volta dela e lhe dei um beijão. Rapidamente se tornou apaixonado e, quando vi, estávamos na cama dela com nossos rostos nas bocetas uma da outra. Até hoje, sempre que Evelyn está frustrada com o casamento ou irritada com o marido, eu a encontro na minha porta. Às vezes, ela dá de cara com um caso passageiro que estou tendo e, se minha amiga concordar, ela se junta. Na maioria das vezes, porém, ela e eu estamos apenas nos divertindo. Até hoje, ainda aprendo algo com ela cada vez que ficamos juntas.
Minha última sedução aconteceu no sábado passado. Acordei e me vesti para fazer a faxina semanal. Prendi meu longo cabelo castanho em maria-chiquinhas, coloquei uma saia jeans velha e bem curta e um top decotado em V que mostrava um baita decote e, se eu me inclinasse, a parte de baixo dos meus seios redondos, tamanho C. Não coloquei calcinha nenhuma, porque fiquei ocupada na semana passada, não lavei roupa e tinha usado meu último par limpo de calcinha e sutiã para trabalhar ontem. Imaginei que ficaria em casa sozinha o dia todo, de qualquer jeito.
A primeira coisa que fiz foi trocar os lençóis da cama e arrumá-la. Joguei os lençóis sujos em cima da pilha de roupas no cesto de roupa suja. Juntei tudo, tirei o pó e aspirei o quarto, que finalmente ficou impecável. Enquanto carregava a roupa suja para a lavanderia, olhei para o quarto de hóspedes, onde tem uma cama de solteiro, minha escrivaninha e o computador. Ainda estava uma bagunça, de quando eu tinha feito um trabalho que trouxe para casa no começo da semana. Suspirei, porque tenho o problema de largar as coisas quando termino de usá-las. É um hábito antigo de quando morava com meus pais e minha mãe arrumava tudo para mim. Odeio isso em mim, mas não consigo parar.
Parei na sala de estar e olhei para a bagunça ali e percebi que teria que limpar aquele cômodo enquanto a máquina de lavar e a secadora estivessem funcionando.
Enfim, terminei de arrastar toda a roupa suja para a lavanderia e estava separando as diferentes pilhas quando a campainha tocou. Resmungando com a interrupção, me arrastei dos fundos do duplex até a porta da frente. A mantenho fechada para que, quando eu olhe pelo olho mágico e tenha alguém que não quero ver, eu não atenda.
Esta manhã, porém, dei de cara com uma visão de trinta e poucos anos vestida de branco. Quando abri a porta, pude ver que ela tinha cabelo loiro preso num coque francês, um grande chapéu branco e maleável, um vestido de verão branco muito, muito recatado, meia-calça branca e sandálias brancas, elegantes mas confortáveis. Ela tinha olhos azul-centáurea com longos cílios loiros (então ela é loira natural, será que é loira em todo canto?, pensei com safadeza), um narizinho fofo e covinhas perfeitas. Ela parecia uma líder de torcida adulta, e eu adoro líderes de torcida. O sol brilhando por trás do vestido branco revelava uma silhueta de ampulheta apetitosa. Suas pernas eram perfeitas nas meias brancas que apareciam por baixo do vestido na altura do joelho.
Ela segurava uma bolsinha, uma bíblia e o que parecia um monte de panfletos. Sua primeira pergunta decidiu por mim e selou minha resposta.
Antes que eu pudesse falar, ela disse: "Oi, docinho, seu pai ou sua mãe estão em casa?"
Meu primeiro pensamento foi: 'Sim, provavelmente, na casa deles.' Mas, em vez disso, colocando um leve tremor na voz, eu disse: "Papai não mora aqui e minha mãe não está." As duas afirmações eram verdadeiras, só que totalmente fora de contexto.
Fingi soluçar um pouco e a expressão no rosto dela ficou solidária. 'Te peguei!', pensei com maldade.
"Qual é o problema, docinho?" A simpatia na voz dela era sincera, e o toque no meu braço foi elétrico.
Solucei uma vez e me virei, permitindo que ela visse a única lágrima gorda escorrendo pela minha bochecha. "N-n-nada. V-v-você n-n-não q-q-quer o-o-ouvir m-m-meus p-p-problemas."
"Docinho, qual é o seu nome?" ela perguntou suavemente. "Talvez eu possa te ouvir e fazer você se sentir melhor."
"R-r-reyna L-l-lucas," gaguejei. "Qu-qu-qual é o s-s-seu n-n-nome?"
"Belle Thompson," ela disse, estendendo a mão.
Sorri um pouco, pegando a mão dela. "Belle, tipo uma bela sulista?"
"Viu, não é tão ruim, eu te fiz sorrir," Belle disse, sorrindo também. "E sim, Belle como uma bela sulista. Quer que eu entre para conversarmos?"
'Puta merda! Ela está facilitando, se oferecendo.' Eu ficava mais animada a cada momento que passava.Apenas balancei a cabeça e me virei, largando relutantemente a mão macia e lisa dela. Enquanto andava para a sala de estar, agi como se a bagunça fosse me causar problemas.
"Ai, meu Deus!" guinchei. "Minha mãe vai me matar por deixar alguém ver a sala assim!"
(Novamente, verdade, mas fora de contexto. Minha mãe me mataria por permitir que uma visita visse minha casa assim, mesmo sendo a minha casa.)
Comecei a correr de um lado para o outro, catando coisas. Tomei cuidado para que meus seios saltassem para fora da blusa e me inclinei o suficiente para que Belle visse que eu estava sem calcinha. Me torci para pegar mais coisas e para ver onde os olhos dela estavam.
'Isssso!' pensei, quando vi que os olhos dela estavam claramente grudados na minha bunda.Ela não me viu olhando para ela e pareceu um pouco perturbada. Me movi alguns passos para ter certeza de que ela estava me observando atentamente e tive a confirmação, porque os olhos dela não saíram da minha bunda. Saí correndo do cômodo com um monte de coisas nos braços e as coloquei na lavanderia. Fiz uma pausa na lavanderia para avaliar minha situação e minhas chances. Ela definitivamente estava olhando para minha bunda. Então, ou ela estava chocada ou intrigada, e eu precisava descobrir qual. Puxei o lado esquerdo do meu top para cima e o prendi por baixo, deixando à mostra, por pouco, a auréola rosa-escura do meu mamilo enrijecido.
Voltei correndo para a sala de estar e a encontrei paralisada no lugar onde a deixei. Ela estava olhando para o chão, e o barulho que fiz ao entrar a assustou. Os olhos dela dispararam para o meu rosto, mas não antes de pausarem e se arregalarem ao ver o seio parcialmente exposto.
"Eu, hã, p-p-provavelmente p-p-preciso i-i-ir..." ela gaguejou.
'Provavelmente? Então ela está insegura? Legal!' pensei.Comecei a chorar. "Nããão, por favor, não vá..." implorei. "Minha mãe vai me matar se eu fiz tanta bagunça que uma visita foi embora..."
Me joguei no sofá, mãos sobre o rosto, dedos cuidadosamente separados para que eu pudesse observá-la, pernas escarrapachadas, expondo minha boceta lisinha, depilada e molhada, reluzente. Quase ri; os olhos dela ficaram comicamente arregalados, quase saltando da cabeça. Me remexi, esfregando brevemente as pernas uma na outra, escondendo minha boceta por um instante. Quando a expus de novo, a ponta da língua rosada dela escapou maldosamente dos lábios e os lambeu, deixando-os úmidos.
Afastei as mãos do rosto para mostrar a ela as lágrimas grossas escorrendo pelas minhas bochechas. Como eu esperava, o instinto maternal dela assumiu, e ela correu para se sentar ao meu lado e me puxou para seus braços.
"Shhh, neném, não chore," ela murmurou com uma voz calmante. "Está tudo bem; não vamos deixar você se meter em encrenca. Deixa a Belle fazer você se sentir melhor."
Ela puxou minha cabeça para o peito, minha bochecha apoiada em seu seio bonito, redondo e macio. Ficamos sentadas ali por alguns momentos antes de eu esticar o pescoço para beijá-la no pescoço. Deixei minha língua deslizar entre meus lábios para dar uma lambidinha mínima. Não o suficiente para ser óbvio, mas o suficiente para fazê-la se perguntar se foi aquilo que aconteceu. Ela ficou tensa.
"Eu, hã, não acho que isso seja apropriado, Reyna," ela disse baixinho. Mas seu tom não era de rejeição; era mais suplicante, como se ela tivesse gostado, mas achasse que não deveria. Beijei seu pescoço de novo, desta vez com mais língua, e sua respiração ficou presa.
"Desculpa," murmurei. "Eu estava tentando agradecer por você ser legal e achei que um beijo seria legal."
Fingi ter dificuldade para ficar de pé, fazendo o vestido dela subir acima dos joelhos. Joguei minha perna sobre as pernas dela e esfreguei minha boceta em seu joelho. Fiquei de pé e olhei para o joelho dela. Estava úmido, e sorri para mim mesma enquanto olhava para os olhos dela que observavam aquilo. Seus olhos se desviaram para meu rosto, e rapidamente voltei à expressão entristecida.
"Eu, eu, eu sinto muito, muito," murmurei enquanto corria para o quarto de hóspedes.
Me joguei na cama, que mal era grande o suficiente para mim, abrindo braços e pernas. Queria exibir minha bunda nua e a boceta, mas também queria fazer a cama parecer a menor possível. Escutei atentamente enquanto, a princípio, houve silêncio na sala de estar, depois os sons de Belle se levantando do sofá. Houve silêncio novamente, enquanto ela obviamente decidia o que queria fazer. Este era o primeiro momento crucial da minha sedução. Ela tinha que entrar ali por vontade própria. Finalmente, a ouvi se mover, e não consegui dizer para onde ela estava indo. Foi angustiante apenas esperar por ela, mas também era absolutamente necessário. Isso também aumentava a expectativa e meu desejo. Eu estava encharcada a essa altura. Então, na porta do quarto de hóspedes, ouvi a voz dela.
"Reyna?" ela sussurrou. "Você está bem?"
Balancei a cabeça no travesseiro. "Estou com tanta encrenca," murmurei dentro do travesseiro.
Ouvi ela dar vários passos e se sentar na beira da cama. A mão dela pousou na pele nua das minhas costas, abaixo do top e logo acima do cós da saia jeans.
'Ai, Deus, a mão dela é tão quente e macia. Se controle, Reyna, você está quase lá.' pensei."Está tudo bem, docinho," Belle disse calmamente. "Nós vamos garantir que você não fique encrencada. Deixa eu te ajudar a se sentir melhor."
Ela gentilmente esfregou minhas costas e tentou me fazer rolar. Resisti por um momento e, então, quando ela deslizou a mão para o meu lado, eu de repente me sentei, enchendo a mão dela com o seio nu e o mamilo duríssimo. Não dei a ela chance de reagir e retirar a mão, prendendo-a entre nós enquanto me jogava em seus braços. A mão dela não se moveu, mas fui muito brusca e nos derrubei no chão.
Eu estava deitada em cima dela, a mão dela agora agarrando meu seio, e nós duas começamos a rir. "Ops," eu disse, "desculpa por isso."
Comecei a me sentar e notei que a mão dela não saiu do meu seio. Respirei fundo, garantindo que a mão dela estivesse cheia de seio quente e macio. Soltei o ar, interrompendo com um soluço enquanto o fazia.
"Docinho?" Belle murmurou. "O que foi?" Notei que a mão dela ainda não tinha saído do meu seio.
"Desculpa," murmurei. "Você estava sendo legal, e eu sou tão desastrada que agora estamos no chão e seu vestido bonito vai ficar sujo."
"Tudo bem, então," ela disse, finalmente soltando meu seio. "Vamos levantar."
Fiquei deitada ali por um momento, sem me mexer. Levantei a cabeça e disse: "Desculpa, é tão bom ter alguém perto de mim, e a mamãe não me abraça faz muito tempo."
"Ohhh, neném," Belle murmurou. "Eu te abraço, se você quiser."
Deitei minha cabeça no ombro dela, e ela riu. "Mas não no chão."
Eu também ri. "Desculpa."
Enquanto nos levantávamos com dificuldade, ela disse: "Por favor, pare de se desculpar, você não fez nada de errado."
"Tá, des..., hã, tá," murmurei.
Ela olhou com dúvida para a cama minúscula. "A gente pode voltar para a sala? Tenho medo de acabar no chão de novo."
"Não, a sala está tão bagunçada," eu disse, pegando-a pela mão. "O outro quarto está limpo; sempre tenho que arrumar aquele primeiro. Vamos lá."
Ela parou, ainda segurando minha mão. "Você tem certeza de que não tem problema com a sua mãe? Não quero que ela chegue em casa, nos encontre e entenda mal."
"Sim, está tudo bem," eu assegurei. "Ela saiu e não vai estar aqui até amanhã a alguma hora." (Mamãe geralmente visita no domingo à tarde, enquanto papai assiste a qualquer esporte que esteja na temporada.)
Belle permitiu que eu a guiasse para o meu quarto. Minha cama com dossel, tamanho queen, era a peça central do quarto. Quando me mudei para cá, fiz o quarto que sempre quis.
"Uau, este quarto é lindo," Belle disse.
Comecei a agradecer, mas lembrei que este era o quarto da "minha mãe". "Sim, minha mãe gosta de coisas com babados."
Puxei o edredom branco, revelando os lençóis vermelho-escuros que combinavam com as paredes. Subi correndo na cama, dando a Belle uma boa visão da minha bunda e boceta. Rapidamente me virei para poder ver a reação dela. Ela tinha aquele olhar de 'cervo no farol' que é tão impagável. Ela me viu observando-a e rapidamente se recompôs. Ela se curvou, tirou as sandálias e se aproximou da cama.
Ela começou a subir na cama, e eu a impedi. "Você vai amassar todinho esse vestido bonito. Por que não o tira e o pendura?" Ela hesitou, obviamente achando que seria errado.
Eu sussurrei, encorajando: "Não seja tímida; somos todas garotas aqui."
Ela tinha parado com um joelho ainda em cima da cama. A dúvida e a confusão estavam evidentes em seu rosto. Finalmente, ela puxou a perna para baixo e andou até o closet. Outro momento crítico havia chegado. Assim como entrar no quarto, ela tinha que tirar o próprio vestido. Com sorte, a mente dela não registraria que as roupas no closet eram muito jovens para uma mulher da idade da minha mãe.
Ela puxou um cabide sem prestar atenção nas roupas do closet. Pendurou o cabide num gancho do lado de dentro da porta do closet. Alcançando as costas, ela hesitou antes de puxar o zíper. Tentei não encarar enquanto o vestido de verão branco ficava pendurado em seus ombros, antes de ela dar de ombros e ele cair até sua cintura. Fiquei atônita com o que foi revelado. Esperava ver um sutiã simples, de algodão branco e reforçado; em vez disso, ela estava usando um Victoria's Secret Very Sexy Demi Bra. Eu sabia qual era porque tinha um igual. O leve push-up dava a ela um decote, e o nome do sutiã era extremamente apropriado; ela estava muito sexy.
Ela se curvou na cintura e empurrou o vestido para baixo, passando pelos quadris. Segurou-o antes que caísse no chão e saiu dele. Virou-se e pendurou o vestido no cabide. Eu já estava respirando com dificuldade nesse ponto, tentando me controlar. Eu esperava meia-calça, mas, incrivelmente, ela usava meias até a coxa, presas por uma cinta-liga de renda branca, sobre calcinhas de renda branca estilo boy short. Sua pele bonita estava corada de vergonha enquanto se virava para me encarar completamente.
— Agora é a minha vez de me desculpar — ela murmurou, com os olhos fixos no chão. — Até eu abaixar o vestido, tinha esquecido o que estava usando por baixo. Comprei estas peças por impulso quando uma velha amiga me arrastou para a loja. Escondo do meu marido; ele não aprovaria. Estou tão envergonhada. Normalmente não me visto assim, mas hoje me deu vontade. Não sei por quê.
— Belle — sussurrei, mal conseguindo respirar —, não fique envergonhada. Você é incrivelmente linda e eu me sinto um sapo ao seu lado.
Ela sorriu e disse:
— Obrigada, mas você não deveria se sentir outra coisa senão uma princesa. Você é uma garota linda.
Ela foi até a cama, subiu e se deitou. O contraste entre a pele clara de Belle, seu cabelo loiro, a lingerie branca e os lençóis vermelho-escuros me tirou o fôlego. Ela ergueu os braços e estendeu a mão para mim. Eu rastejei até ela, fazendo um percurso que deixou minha cabeça mais alta que a dela. Quando me deitei, soltei uma risadinha porque meus peitos estavam na cara dela, e então deslizei para baixo até minha cabeça ficar em seu ombro. Meu top cropped subiu e meus seios nus descansaram quentes contra a pele nua da lateral e da barriga de Belle. Minha saia também tinha subido, e eu pressionei minha boceta molhada contra a parte externa da coxa dela, entre sua calcinha e o topo de suas meias. Belle ofegou, mas não se afastou. Eu me aninhei no pescoço de Belle e joguei frouxamente meu braço esquerdo sobre a pele macia de sua barriga firme. Belle envolveu-me com o braço esquerdo e sua mão pousou na minha lateral, logo abaixo do meu peito, me apertando contra ela. Meu coração bateu mais rápido e minha boceta ficou ainda mais molhada.
— Como isso está gostoso, querida? — Belle perguntou gentilmente.
— Ahhh, é tão booom. — gemi. — Tinha esquecido como é gostoso ser abraçada.
Belle pegou a mão livre e pegou a trança que estava caída sobre seu peito. Observei enquanto ela brincava com o cabelo, passando os dedos pelos fios sedosos.
— Seu cabelo é tão lindo e macio — murmurou Belle.
— Obrigada — sussurrei, passando os dedos pela pele da barriga dela. — Sua pele é incrível. É tão lisa e quente.
Ela não disse nada, mas continuou passando os dedos pelo meu cabelo. Deslizei meus dedos até a parte de baixo do sutiã dela e passei pela borda. Senti sua respiração pausar, mas ela não falou nada.
— Sua lingerie é tão bonita, Belle, eu gosto muito. — falei baixinho.
— Obrigada, querida. — ela respondeu.
Encorajada pela falta de resistência dela, contornei completamente o bojo do sutiã, passando meus dedos pela borda superior e roçando seu decote. Ela ofegou, mas além disso não respondeu nem resistiu ao toque suave e leve dos meus dedos. Virei a cabeça e beijei o decote do seio mais próximo dos meus lábios. Deixei minha língua traçar a pele, antes de retirar os lábios. Dessa vez ela não ofegou, apenas ficou muito quieta, com as batidas rápidas do coração evidentes através do peito.
Fiquei mais ousada, beijando a pele do topo do seio dela com beijinhos leves e acariciando a pele do outro seio com os dedos. A respiração dela mudou, ficou mais profunda e lenta. Sua mão esquerda começou a acariciar minha lateral, se aventurando até a parte exposta de baixo do meu peito. Sua mão direita abandonou meu cabelo e acariciou a lateral do meu rosto. Deslizei os dedos da minha mão esquerda para dentro do topo do sutiã dela e ela congelou brevemente, e então continuou acariciando minha bochecha e lateral. Sua mão esquerda ficou mais ousada e acariciou a parte de baixo do meu seio. Ela segurou meu queixo e ergueu meu rosto para que eu olhasse para o seu.
Seus olhos estavam brilhando, as pupilas dilatadas e os lábios entreabertos. Sua língua saiu e umedeceu os lábios. Eu soube naquele momento que ela era minha. Ergui meu rosto para o dela e ela encontrou meus lábios num beijo suave e hesitante. Enquanto nos beijávamos, passei minha língua pelos meus lábios e rocei o lábio inferior dela. Ela gemeu, abrindo os lábios e me permitindo acesso total à sua boca. Ela não encontrou minha língua, contente em me permitir explorar suavemente seus lábios e dentes. Enquanto a mantinha ocupada com meus lábios e língua, deslizei minha mão direita atrás das costas dela e, num movimento bem praticado, soltei o fecho do sutiã. Ela ofegou, mais uma vez, e afastou os lábios dos meus. Rolei para cima, apoiando-me no cotovelo, de modo que fiquei olhando para o rosto dela.
— Reyna? — ela sussurrou. — O que você está fazendo?
Antes de cobrir sua boca com a minha, deslizei minha mão esquerda para dentro do sutiã dela e apertei suavemente seu mamilo ereto. Então murmurei:
— Exatamente o que você quer que eu faça — antes de baixar minha boca na dela.
Ela gemeu dentro da minha boca e enfiou a língua na minha boca. Puxei meu braço direito de sob as costas dela e me sentei. Ela seguiu meus lábios com os seus, sem querer quebrar o contato.
Finalmente me afastei e me sentei completamente. Ela gemeu de decepção. Peguei o sutiã branco e delicado dela com as mãos e puxei-o de seu corpo, jogando-o de lado. Ela corou de um jeito fofo e cobriu os seios com as mãos. Puxei meu top cropped sobre minha cabeça e ficamos as duas de peito nu.
— Não se cubra. — sussurrei, puxando as mãos dela para longe, expondo seus seios perfeitos de tamanho B. — Você é incrível. Adoro seus mamilos grandes, rosados e carnudos.
Inclinei-me para frente e peguei um deles com os lábios, sugando-o suavemente para dentro da boca, raspando-o com os dentes. Meus olhos nunca deixaram os dela. Ela empurrou o peito contra mim num desejo lascivo. Então, quando ela estava prestes a perder todo o controle, uma nuvem passou por seus olhos.
Ela me empurrou e cobriu os seios novamente.
— Não podemos fazer isso! Você é muito jovem! Eu não sou pedófila!
Eu gentilmente puxei as mãos dela e disse:
— Não, você não é. Eu tenho vinte e dois anos. Este é o meu apartamento.
A confusão tomou o lugar da preocupação em seus olhos e foi rapidamente substituída por um toque de raiva.
Antes que pudesse falar, eu disse suavemente:
— Eu não menti. Tudo que você pensa que sabe sobre mim foi sugerido e você preencheu as lacunas presumindo.
Esse era o ponto de ruptura: ou seus hormônios venceriam, ou sua racionalidade venceria. Empurrei as mãos dela para longe dos seios e esperei, acariciando seus mamilos enquanto ela considerava suas opções. Suas mãos estavam frouxamente em meus pulsos, sem me impedir de forma alguma. Após vários longos momentos, seus olhos fecharam lentamente e ela puxou minhas mãos com mais força contra seu peito.
"Ela é minha!" pensei triunfante.
Inclinei-me novamente e levei meus lábios aos dela, suave, gentilmente. Suas mãos deixaram meus pulsos e foram para a nuca, me puxando para um beijo mais profundo. Seus lábios eram macios, mas insistentes, sua língua ativa. Eu brincava com seus mamilos e ela gemia enquanto eu aumentava a pressão sobre eles e sobre seus lábios. Suas mãos deixaram minha cabeça e encontraram a pele nua dos meus ombros e esfregaram gentilmente, mas hesitantemente.
Eu sabia que ela queria explorar, mas estava insegura. Sentei-me, relutantemente quebrando nosso beijo terno. Mais uma vez, ela gemeu de decepção, mas eu precisava que ela me tocasse. Gentilmente, peguei suas mãos e as coloquei sobre meus peitos. Seus olhos se arregalaram e ela não as retirou, mas deixou-as paradas. Meus mamilos endureceram ainda mais nas palmas dela e seus olhos se arregalaram ao senti-los. Puxei meu peito um pouco para trás, e então girei meu torso, fazendo meus mamilos arrastarem em círculos nas palmas de suas mãos. Ela ofegou e começou a mover as mãos na direção oposta à minha rotação. A fricção nos meus mamilos estava deliciosa.
Enquanto ela estava absorta nas sensações de sentir seios que não eram os seus pela primeira vez, comecei a me contorcer para tirar minha saia. Tomei cuidado para não afastar meus seios de sua exploração terna. Consegui passar a sainha pelos meus quadris e então pelas pernas. Finalmente, a saia passou pelos meus pés e a chutei para o chão.
Completamente nua, passei minha perna por cima de Belle e acomodei minha boceta quente e pingando na pele macia e quente de sua barriga. Observei enquanto os olhos dela mudavam de observar suas mãos acariciando meus peitos para minha boceta depilada se contorcendo em seu estômago firme. Seus olhos se arregalaram enquanto suas mãos paravam. Ela assistiu enquanto eu balançava meus quadris e deixava um rastro molhado em seu estômago. Suas mãos deixaram meus peitos e começaram a derivar em direção à minha boceta. De repente, ela parou e uma expressão de pânico tomou conta de seu rosto, obliterando o olhar de desejo que estava se formando ali.
— O que foi, bebê? — sussurrei gentilmente.
Ela engasgou:
— Eu não sei o que fazer... — Seus olhos suplicavam comigo.
Sorri para ela e disse:
— Apenas faça o que você faz a si mesma.
Ela ficou vermelha novamente, desta vez um vermelho lagosta. Com os olhos baixos, ela sussurrou, tão baixinho que quase não consegui ouvir:
— Eu não me toco, nunca me toquei, e não sei o que fazer...
Fiquei atônita.
— Quer dizer que você nunca se masturbou?
Não achei possível ela ficar mais vermelha, mas ficou. Ela balançou a cabeça violentamente. Não emitiu nenhum som.
Puxei-a para cima e a abracei.
— Tudo bem, bebê. Deixe-me ajudá-la, deixe-me mostrar o que fazer.
Saí de cima dela e rastejei para trás dela. Sentei-me sobre meus pés atrás dela e puxei-a para o meu colo. Beijei seu ombro e seu pescoço para tranquilizá-la enquanto a movia para a posição que eu queria. Ela estava sentada no meu colo, mas suas pernas estavam dobradas de modo que seus joelhos estavam na cama. Abri suas pernas para que ambas pudéssemos ver sua boceta.
Depois que terminei de arrumá-la, deixei minhas mãos brincarem sobre sua barriga e para baixo em suas coxas. Mantive-me longe da sua boceta, porque não queria que ela surtasse. Beijei e lambi e aconcheguei-me em seu pescoço, fazendo-a sentir-se confortável e amada. Pude sentir que ela estava relaxando em meus braços. Movi-me para cima e para baixo em seu ombro com meus lábios e língua, acariciando suavemente sua pele. Ela começou a fazer sons suaves de arrulho e gemido e eu sabia que ela estava totalmente de volta ao meu amor suave. Sua cabeça pendeu para trás e ela estava totalmente relaxada.
Minhas mãos flutuaram de volta sobre sua barriga macia e eu segurei gentilmente seus seios. Ela ergueu os braços e acariciou a nuca, puxando-me com força para ela. Continuei massageando suavemente seu seio com minha mão esquerda e movi minha mão direita para baixo até o tecido sobre sua boceta. Ela sibilou; um som de surpresa misturada com desejo. Esfreguei gentilmente sobre seu monte enquanto seus quadris começavam a balançar no meu colo. Eu sabia que ela queria algo, embora provavelmente não soubesse o que queria. Estendi a mão e peguei a mão dela, guiando-a para sua boceta.
— Oh! — ela guinchou baixinho, resistindo ao movimento.
— Não, você precisa fazer isso, Belle. — encorajei suavemente. — Para aprender o que o seu próprio corpo gosta e quer, você precisa se tocar.
— Mas... OK — o sussurro dela foi tão suave que mal o ouvi.
Coloquei minha mão sobre a dela e a guiei até sua boceta. Esfregamos suavemente sobre a renda macia de sua calcinha, a umidade atrás do tecido ficando evidente. Ela estava contente em continuar esfregando e eu tirei minha mão da sua e aproveitei para ver sua mão pequena se esfregando pela primeira vez, em toda a vida. Logo, soube que era hora do próximo passo.
— Belle — sussurrei em seu ouvido —, você precisa se tocar.
Mesmo sem conseguir ver seu rosto, pude ouvir a confusão em sua voz.
— Mas eu estou.
— Não, Belle — continuei a sussurrar —, você está tocando sua calcinha. Você precisa se tocar, dentro da sua calcinha.
— Ahhh... — ela gemeu.
Gentilmente, tirei a mão dela da frente da calcinha e puxei a faixa da cintura para fora. Espiei por cima do ombro dela e ela desviou a cabeça e os olhos, envergonhada por eu estar olhando. O que eu vi fez meu coração bater mais rápido. Ela era quase depilada, mas não de se barbear. Ela tinha apenas um pouquinho do que parecia seda de fios finos, cabelo loiro bem claro cobrindo seu monte, muito parecido com o de uma garotinha.
— Oh, bebê — arrulhei em seu ouvido —, sua boceta é tão linda quanto o resto de você. Toda delicada e pequena com lindos pelos loiros. Adoro isso.
Minha bochecha estava contra a dela enquanto eu me inclinava por cima do seu ombro. Senti-a sorrir e eu sorri também.
— Agora, coloque seus dedos lá embaixo e sinta como uma mulher excitada se sente. — Minha voz estava baixa e doce, não queria deixá-la nervosa.
Ela empurrou os dedos para dentro da calcinha e ofegou ao fazer contato com sua boceta.
— Ahhh, está tão molhada. Isso é certo? Eu me molhei?
Pude sentir o rubor de sua vergonha pelo contato de sua pele contra a minha.
— Não, bebê — sussurrei —, você não se molhou, é o seu corpo reagindo à excitação sexual, e estou supondo que é a primeira vez na vida. Agora, sinta ao redor aí embaixo. Você sente um carocinho duro? Toque nele e esfregue ao redor.
Ela saltou ao tocar seu clitóris pela primeira vez.
— Unghhh... — foi o único som que ela fez.
— Esse é o seu clitóris, bebê, e é parte do que faz o sexo ser tão gostoso. — continuei a explicar. — Se você continuar esfregando e brincando com ele, as sensações boas só vão continuar melhorando e ficando mais fortes.
Parei de falar e beijei a pele macia de seu pescoço. Minhas mãos flutuaram de volta para seus seios e seus mamilos grandes e carnudos haviam endurecido como pequenas balas. Segurei seus seios, acariciei-os e a beijei enquanto ela aprendia um pouco sobre sua feminilidade.
— Oh, oh, ohhh... — ela murmurou. — O que é isso... o que está a-a-acontecendo? Aaaaaeeeeeiiii! — Ela gritou quando experimentou seu primeiro orgasmo.
Segurei-a enquanto ela tremia e sacudia e finalmente desabava no meu colo. Deslizei-a para o lado e deitei-a na cama. Eu simplesmente precisava chegar à boceta dela, então me curvei sobre ela, desenganchando as ligas das meias. Queria deixar as meias e o cinto de ligas, então comecei a puxar seus shorts de menino, tentando tirá-los. Ela ficou deitada sem ajudar e finalmente ergueu os quadris, talvez sem querer reconhecer que queria aquilo. Puxei a calcinha de seus pés e joguei-a no chão.
Deslizei de volta para cima e comecei a reconectar a meia ao cinto de ligas. Belle levantou a cabeça e olhou para mim.
— O que você está fazendo? Você não me quer nua? — Sua voz tremia um pouco. — Pensei que você me quisesse nua como você.
— Não, bebê — arrulhei —, o que eu quero é você, com aparência toda virginal e sexy em suas meias brancas de noiva e cinto de ligas.
Inclinei-me e a beijei, suave e gentilmente, tranquilizando-a de que estava tudo bem. Ela se derreteu no beijo, seus braços roubando ao redor do meu pescoço, mais uma vez. Comecei a me sentar e me afastar, mas ela não permitiu. Ela me seguiu e acabou no meu colo, de novo.
Ela se afastou do beijo, olhando em meus olhos e corando.
— Aquilo foi um orgasmo? — ela perguntou timidamente.
— Sim, bebê — respondi calmamente —, aquilo foi um orgasmo. Você gostou?
— Ahhh, siiim — ela sibilou. — Posso fazer isso com você? Quero tocar sua... sua... — ela parou, envergonhada.
Eu sorri.
— Minha o quê?
— Sua vagina! — ela disse orgulhosa e um pouco desafiadora.
— Vagina? — perguntei, erguendo uma sobrancelha. — Isso não é um pouco clínico? Talvez vitoriano?
Ela bufou, parecendo exasperada.
— Bem, como você chama?!?!
— Boceta. — eu disse simplesmente.
Ela ficou vermelha brilhante.
— Isso é nojento!
— Não, não é — expliquei pacientemente. — É uma expressão normal, como xota, xana, fenda, perereca, ou grelo, tanto faz. São só palavras. Agora, quero que você diga. Me diga o que você quer fazer.
— Eu, eu, eu quero t-t-tocar sua b-b-b-b-boceta. — ela gaguejou, corando mais do que nunca.
— De novo — eu disse suavemente.
— Eu quero tocar sua b-boceta! — ela disse com muito mais confiança.
Beijei-a.
— Eu quero que você a toque também.
Suavemente, lentamente, Belle deslizou os dedos pela minha barriga, alcançando entre nós. Observei sua mão, mas dei uma olhada para observar seus olhos. Seus olhos eram tão expressivos, eu simplesmente amava observá-los. Seus olhos se arregalaram novamente quando seus dedos alcançaram a pele macia da minha barriga baixa, logo acima da minha fenda. Ela desacelerou de novo e a lentidão havia alcançado um nível excruciante. Minha boceta pingando estava praticamente uivando por atenção, mas eu não queria assustá-la expressando minha necessidade. Seus dedos pararam pouco antes da minha boceta e ela apenas esfregou para frente e para trás. A leve pressão que ela estava colocando na minha barriga estava se transferindo para meu clitóris e meus quadris pulsavam a cada movimento.
Finalmente, ela moveu lentamente a mão para baixo os últimos centímetros até minha fenda encharcada. Meus quadris involuntariamente se sacudiram, meu corpo buscando desesperadamente mais contato.
Assustada, Belle afastou a mão.
— Eu...
Ela parou de falar, interrompida pelo meu uivo.
— Nããão..., por favooor, não pare...
Belle riu, "OK, OK..."
Deslizando os dedos de volta para minha boceta carente, gananciosa, ela me beijou suavemente. "Está OK?" Ela sussurrou entre beijos doces e suaves.
"Ohhhh..." eu respirei, "Belle, amor, querida, isso é, isso é, ohhhh, ooooh, isso é p-p-perfeito..."
Seu toque era tão suave e doce quanto seus beijos. A doçura era o que me pegava, a ternura e a suavidade amorosa do seu toque. Ela dizia que nunca tinha feito isso antes, mas se não tinha, era um talento natural. Ela me tocava do jeito que eu amava ser tocada. Seus dedos vibravam na ponta do meu clitóris e ao longo das bordas dos meus lábios. Eu conseguia sentir a onda gigante do orgasmo se formando bem no fundo de mim. Mas também sentia formigamento nos dedos das mãos e dos pés. Havia um rugido surdo crescendo nos meus ouvidos e eu fechei os olhos para aproveitar o crescendo de sons e sensações que convergiam para o meu centro, provocados por aqueles dedos dançantes e provocadores. De repente, as ondas quebraram sobre mim e eu apertei Belle contra mim em um beijo amoroso e investigativo. Seu leve tremor mostrou que ela se assustou, mas se recuperou e jogou sua paixão no beijo, seus dedos nunca hesitando, docemente roçando sobre minha carne tensa. Finalmente, o orgasmo mais incrível da minha vida começou a diminuir e eu brevemente afastei meus lábios dos dela.
"Oh, Belle, isso foi m-m-maravilhoso, m-m-mas," eu gaguejei, "Eu, eu, eu... sensível."
Ela puxou a mão, compreendendo. Ela se inclinou de volta, seus lábios suaves e doces roçando os meus. Ela saiu do meu colo e eu me deitei. Bem, deitar implica muito controle... eu desabei.
Belle se aconchegou em mim, seus seios tocando os meus, mamilo contra mamilo. Os meus estavam muito duros e muito sensíveis. Os dela estavam quase tão duros e enviavam faíscas pelo meu corpo quando tocavam os meus. Eu abri os braços e rolei de lado. Ela deslizou para o meu lado e deitou a cabeça no meu ombro. Levei alguns momentos para me recuperar antes de me virar e colocar minha testa contra a dela, olhando profundamente naquelas piscinas azuis.
"Uau," eu murmurei, "você tem certeza que nunca fez isso antes?"
Os olhos dela se enrugaram em um sorriso. "Sim, tenho certeza que nunca coloquei meus dedos, uhh, dentro, uhh, das coisas de outra mulher."
Eu comecei a rir, "É, eu acredito em você... coisas?"
Ela ficou vermelha brilhante e era tão fofo que eu tive que beijá-la de novo. Seus lábios se derreteram nos meus, comunicando uma paixão que era real e mais do que um pouco surpreendente, dadas as circunstâncias. Nossos lábios se separaram, com relutância, e nós olhamos nos olhos uma da outra. Eu não conseguia resistir à sua doce disposição, ou corpo, por muito tempo. Eu me inclinei para outro beijo, antes de rolar por cima dela e roçar levemente nossos seios. Seus mamilos batendo asperamente contra meus próprios mamilos disparavam faíscas de excitação direto para minha boceta.
"Belle," eu murmurei, "o que você está fazendo comigo?"
Eu a beijei, longo e suave. Seus lábios macios e sabor doce me fizeram formigar toda. Eu virei a cabeça dela para o lado para beijar sua orelha e descer pelo seu pescoço longo e esguio. Sua pele tinha um leve gosto de suor salgado, e ainda assim, era doce. Eu cheguei na covinha do pescoço dela e lambi e beijei para seu aparente prazer. Ela estava se contorcendo e gemendo enquanto eu trabalhava descendo por sua pele lisa até seus seios suaves e macios.
Seus pequenos botões estavam me implorando para tomá-los entre meus lábios, e quem era eu para negar a mim mesma e a Belle aquele pequeno prazer? Eu suavemente chupei o mamilo ereto do seu seio esquerdo, e então o mordisquei com meus dentes.
Ela arqueou as costas, empurrando-o mais fundo entre meus lábios e dentes. "Ooooh, Reyna!" Ela gemeu, "O que foi isso?"
Eu raspei meus dentes sobre ele novamente enquanto beliscava fortemente o direito. "Ooooh, eu não ligo o que é, só nãããão p-p-pare!!!" Ela estava se contorcendo toda embaixo de mim e eu estava tendo dificuldade em acompanhá-la.
Seus quadris tinham começado a bater contra meu estômago e eu podia sentir a umidade da sua boceta batendo na minha barriga. Eu escapei com minha boca, imediatamente substituindo meus lábios pelos meus dedos e Belle deu um gritinho de decepção. Beijar suas costelas enquanto passava causou uma risadinha e ela se afastou um pouco. Eu descobri que seu pequeno umbigo era macio e quente e muito sensível.
"Ohhh, Reyna," ela murmurou, "Isso é tããão boooom! Faz minha b-b-boceta formigar e isso, isso, ohhhh..."
Todo o seu corpo estremeceu embaixo de mim enquanto um pequeno orgasmo a surpreendia. Eu não fiquei no umbigo dela, em vez disso desci para meu verdadeiro objetivo, sua bocetinha escorregadia. Eu não mergulhei de cara, não querendo assustá-la. Eu beijei acima dela e seus quadris balançaram para cima, buscando contato. Eu me movi habilmente para o lado, deslizando pela pele macia, sentindo seus pelos sedosos da boceta roçando minha bochecha. Eu flutuei pela parte interna da sua coxa, arrastando minha língua por uma pele ainda mais macia e suave. Suas mãos tinham encontrado meu cabelo, enredando seus dedos e acariciando meu couro cabeludo. Ela não estava tentando me guiar; parecia que estava apenas tentando manter algum tipo de contato.
No topo da sua meia-calça, eu troquei de lado e fui subindo lentamente de volta em direção à sua boceta visivelmente úmida. Meus olhos nunca deixaram seu centro vermelho rosado. Estava pulsando a cada toque dos meus lábios e cada lambidinha minúscula da minha língua. Eu deliberadamente mantive meu ritmo lento, tentando construir sua antecipação e necessidade. Finalmente alcancei meu objetivo e pausei, apenas olhando para a pequena fenda. Eu suavemente soprei um fluxo de ar frio e ela se contraiu e abriu um pouco. Eu soprei de novo e ela abriu mais. Eu nunca tinha visto uma boceta reagir assim à estimulação e eu estava fascinada. Eu tirei minhas mãos dos seios de Belle para um pequeno gemido de protesto. O gemido se transformou em um gritinho quando eu toquei os lábios florescendo com minha língua.
"Oh!" Belle gritou. "Reyna! Você não vai, vai, ohhhhh, ohhhh, AI MEU DEUSSSSS! Oh, eu, ooooh, oh, eu, v-v-você, ohhh..."
Ela se dissolveu em balbucios enquanto minha língua lambia de seus lábios até o topo do seu clitóris. Enquanto eu fazia cócegas no seu clitóris com a língua, deslizei um dedo em seu canal apertado. Seus quadris saltaram da cama enquanto ela puxava minha cabeça mais para perto do seu corpo. Eu chupei seu clitóris enquanto colocava outro dedo dentro dela e comecei a bombear para dentro e para fora. Em uma retirada, acrescentei um terceiro dedo, fazendo um pequeno pau grosso com o qual eu fodia sua bocetinha com força e o mais fundo que podia. Seus quadris estavam fora da cama e ela começou a tremer e de repente a umidade escorregadia da sua boceta aumentou enquanto minha mão e boca eram encharcadas. Ela não esguichou, mas eu pensei que ela estava mais molhada do que qualquer mulher com quem eu tinha feito amor.
Eu me surpreendi ao perceber que, na minha mente, eu tinha passado de foder esta linda e delicada criatura, para fazer amor com ela. Esse pensamento me estimulou a focar e garantir que ela recebesse o meu melhor. Eu retirei um dedo e virei minha mão, encurvando os dois restantes, e procurando seu Ponto G. Depois de algumas estocadas, eu devo ter encontrado pois ela começou a gritar.
"Ai meu deus, ai meu deus, ai meu deus, Reyna, REYNA, REYNA, Eu, eu, eu estou GOZANDOOOOOO!!!!" Belle estava gritando e puxando tanto minhas marias-chiquinhas que eu pensei que ela ia arrancá-las da minha cabeça.
Finalmente, seus quadris desabaram na cama e ela segurou firme as marias-chiquinhas, efetivamente me puxando para fora da sua boceta. "N-n-não, m-m-mais!"
Eu retirei meus dedos e ela soltou minhas marias-chiquinhas. Eu sentei sobre meus calcanhares e me ajoelhei entre suas pernas, observando-a. Seus olhos estavam fechados e seu peito arfava. Depois de alguns minutos, sua respiração voltou ao normal e ela abriu os olhos. Eu aproveitei a oportunidade para lamber os sucos restantes dos meus dedos e ao redor da minha boca.
Seus olhos se arregalaram, e então ela sorriu e me chamou com o dedo. "Me beije." Eu me inclinei, dando um grande beijo na sua boceta, garantindo lamber profundamente e me espojar para que meu rosto ficasse todo molhado.
Ela riu, "Aí não!" Ela apontou para o rosto, "Aqui!"
"Ohhhh," eu respondi com meu próprio sorriso.
Eu rastejei pelo corpo dela, beijando e lambendo enquanto ia, sendo cuidadosa para não perder muito da essência dela pelo caminho. Eu parei, a centímetros do seu rosto, e sorri. Inclinando-me, eu deslizei em um beijo suave e amoroso, deslizando minha língua coberta de Belle em sua boca.
Abruptamente, ela virou a cabeça. Eu fiquei surpresa e desapontada até ela lamber minha bochecha. Rindo, ela perguntou, "É assim que eu tenho gosto?"
Esfregando minha bochecha na dela, e então lambendo os restos, eu disse, "Sim, e eu amo o seu gosto!"
Rindo de novo, lambendo de novo, ela disse, "Sabe, acho que eu também amo."
De repente, me surpreendendo com sua força e velocidade, ela nos rolou, me colocando de costas. Encarando com seus olhos azuis brilhantes meus olhos âmbar, ela brevemente me imobilizou. Eu assisti, fascinada enquanto ela descia para beijar meus lábios e então começou a se mover em direção ao meu peito.
"Belle," eu murmurei. "Você não precisa fazer isso."
Ela puxou seu rosto para o meu, me beijando novamente. "Ah, sim eu preciso, 'Faça aos outros...' e tudo mais." Ela pausou, beijando meus lábios, então minhas bochechas, e então se movendo para meus seios. "Além disso, eu quero te dar o que você me deu... É justo, e já que estou aqui e pecando" ela riu, mostrando que não estava falando sério, "que eu devo fazer tudo. Além disso, eu realmente, realmente quero fazer tudo com você."
Ela subiu e me beijou novamente, brevemente, antes de se mover para meus seios. Como com seus dedos na minha boceta, o toque de seus lábios e língua era leve como pluma. Toda vez que ela tocava meu mamilo com seus lábios e língua parecia que uma fada estava dançando sobre ele. A leveza, a ternura era diferente de tudo que eu tinha experimentado. Mas, não era hesitante, eu podia dizer que era deliberado, era o jeito dela demonstrar afeto e começou a me excitar muito. Eu podia sentir minha boceta começar a pingar e espasmar toda vez que ela me tocava.
Quando sua língua e lábios não estavam dançando nos meus mamilos cortantes, as pontas dos seus dedos ou as costas macias como bebê das suas mãos estavam. Quando suas mãos estavam ativas nos meus mamilos seus lábios estavam igualmente ativos nos meus lábios. Mas, em vez de beijos intensos, seus beijos eram leves como borboleta, assim como nos meus mamilos. Ela estava começando a me deixar louca.
Ela curvou a cabeça para o meu peito e eu tinha cansado de ver seu cabelo preso firmemente na cabeça. Eu ansiava ver seu cabelo fluindo ao redor do rosto, então eu levantei a mão e comecei a tirar os grampos. Depois de vários grampos, uma mecha finalmente caiu, e então outra e mais até que eu encontrei o grampo chave e o resto do seu lindo cabelo loiro caiu ao redor do seu rosto. Havia uma quantidade surpreendente e parecia ser na altura dos ombros. Ela parou de ministrar aos meus peitos e timidamente olhou para mim através dos emaranhados. Era tão incrivelmente inocente e sexy que eu a puxei para mim e a beijei profundamente, minha boceta latejando em resposta.
Depois que ela se afastou e voltou para suas carícias esvoaçantes nos meus seios, eu disse, "Belle, seu cabelo é lindo e você é tão, tão inacreditavelmente sexy com ele solto, você nunca, nunca, deveria prendê-lo de novo."
Ela olhou para mim, brevemente, corando e não disse uma palavra, mas voltou para suas ministrações. Ela passou longos minutos apenas beijando e tocando e segurando meus seios. Esta era sua primeira oportunidade de brincar com seios que não eram os seus e parecia que ela estava determinada a tirar total proveito disso. O lado bom para mim é que eu posso gozar múltiplas vezes por ter meus mamilos estimulados e eu estava bem a caminho do meu segundo orgasmo do dia. Quando Belle experimentalmente mordeu meu mamilo esquerdo pela primeira vez, eu fui levada ao limite para um orgasmo agradável e efusivo. Não foi abalador; apenas me deixou quente e formigando toda, das pontas dos meus dedos dos pés até a ponta do meu nariz.
Belle se sentou e me olhou com uma expressão interrogativa no rosto. "Você acabou de gozar?"
Agora era a minha vez de corar. "Sim, eu posso gozar só com alguém brincando com meus mamilos. Você faz isso tão bem, tão, tão sexymente, que eu gozei. Foi um gozo pequeno e lindo..."
Ela me silenciou com um beijo antes de retornar aos meus mamilos. Ela continuou de onde tinha parado, embora desta vez ela começou a lamber a parte de baixo dos meus peitos. Ela parecia saber, instintivamente, onde eu amava ser tocada, como eu amava ser tocada. A parte de baixo dos meus peitos quase nunca recebia atenção dos meus amantes no passado. Quando alguém dava à parte macia e lisa qualquer tipo de atenção amorosa, eu normalmente ia como um foguete. O toque leve como pluma e amoroso de Belle logo após o pequeno orgasmo me fez subir a rampa para decolagem em um ritmo recorde. Quando ela começou a acariciar a parte de baixo de ambos os seios simultaneamente e então mordeu levemente meu mamilo novamente, o foguete decolou e me enviou para órbita. Meus quadris saltaram da cama e colidiram com Belle, tirando o ar dela com um pequeno 'oof' e eu agarrei sua cabeça e a puxei para um beijo profundo e investigativo. Eu comecei a descer e Belle se afastou, descendo pelo meu corpo mais uma vez.
Desta vez ela não parou nos meus peitos ou no meu umbigo, ela foi direto ao ouro; minha boceta aberta e fluindo livremente. Ela começou lambendo ao redor, limpando os restos do meu último gozo e então se moveu lentamente em direção ao meu centro. Eu estava latejando em antecipação ao seu toque e não fiquei desapontada. Sua língua tocou levemente as bordas dos meus lábios, assim como ela tinha feito com seus dedos. Ela roçou e vibrou e provocou, minha boceta se esforçando para ser tocada. Minhas mãos estavam cerradas ao meu lado, punhados de lençol segurados firmemente. Belle evidentemente tem paciência infinita; ela continuou usando o mesmo toque leve ao redor das bordas da minha boceta, aparentemente por horas.
Eu amava e odiava. Um orgasmo estava se formando bem no fundo de mim, mais uma vez, e ainda assim ela nunca aumentava a pressão na minha boceta ou sequer tocava meu clitóris. Ela continuava lambendo e roçando e vibrando, me mantendo no limite, mas não permitindo que eu explodisse sobre o precipício. Então, agonizantemente, ela deixou minha boceta completamente e começou a beijar minha barriga baixa e tocar a parte externa das minhas pernas. O fogo do orgasmo que estava queimando na minha barriga e por todo o meu corpo estava diminuindo para uma brasa e eu temi que ela deixasse se extinguir.
Depois de beijar toda a minha barriga, quadris e umbigo, ela voltou para baixo e tocou a ponta da sua língua na pontinha do meu clitóris. A brasa reacendeu e ela roçou sua língua sobre o botão cada vez mais sensível, de novo e de novo e de novo. Seus dedos deixaram minhas pernas e encontraram o caminho para dentro da minha boceta babando e, imitando o que eu tinha feito com ela, só que mais gentilmente, começou a estocar para dentro e para fora de mim. Ela empurrou um, então dois e finalmente três dedos suavemente, lentamente para dentro e para fora. Então apenas dois e então ela virou sua mão e encontrou aquele ponto áspero de terminações nervosas bem quando ela mordiscou meu clitóris com os dentes.
O orgasmo que ela estava nutrindo em mim pelos últimos dez anos (OK, OK, provavelmente vinte minutos) explodiu sobre meu corpo em um crescendo de luzes e sons e sentimentos incrivelmente quentes e brilhantes. Eu nunca gozei assim na minha vida. Simplesmente continuou subindo mais e mais até que eu simplesmente desabei na cama, delirante. Belle continuou lambendo e esfregando e tocando, e embora eu mal conseguisse aguentar mais, eu estava impotente para impedi-la. Tremores secundários continuavam pulsando pelo meu corpo e eu perdi a conta deles. Eu deitei na cama me contorcendo com o mero toque de seus lábios na minha pele quente. Eu fechei os olhos, assumindo que ela ia literalmente me foder até a morte.
Eu acordei algum tempo depois e Belle estava me segurando em seus braços, de frente para mim com uma expressão preocupada. "Reyna? Você está bem?" Ela sussurrou.
Eu empurrei minha cabeça para frente e a beijei, sentindo meu gosto em seus lábios. "Estou maravilhosa, amor. De onde aquilo veio?" Eu ri.
"Eu realmente não sei." Ela admitiu com sua própria risadinha. "Eu só comecei fazendo o que você fez comigo e eu estava me divertindo tanto e você era como uma maquininha de orgasmos, que eu só queria ver quanto tempo eu conseguia te manter. Eu queria ver quantos orgasmos você realmente poderia ter."
Eu levantei minha sobrancelha.
Ela riu de novo, "Não sei, perdi a conta."
Eu a beijei e saí da cama. Ela pareceu preocupada.
"Desculpa; preciso ir ao banheiro." Eu disse.
Ela assentiu e disse, "Eu fui enquanto você estava apagada."
Quando voltei, deitei de costas e abri os braços para ela. Ela se aninhou em mim e ficou deitada nos meus braços, o cabelo lindo, macio e loiro espalhado pelo travesseiro e pelo meu peito. Ficamos quietas por um longo tempo, sem falar. Eu estava simplesmente curtindo a proximidade com ela. Olhei para o rosto dela e fiquei preocupada com sua expressão. Ela parecia contente, mas um pouco introspectiva.
"Belle?" sussurrei, "O que há de errado? Você está se sentindo culpada?"
"Essa é a parte engraçada," ela murmurou. "Não me sinto culpada pelo que fizemos; na verdade, adorei." Ela fez uma pausa para me dar um beijinho e então riu com tristeza. "Me sinto culpada porque não me sinto culpada."
"Não tenho certeza se entendo," eu disse.
"Eu sei..." ela disse, fazendo uma pausa. "Meu pai é pastor batista, assim como o pai dele e o avô dele. O pai da minha mãe é pastor metodista, meu marido é diácono na igreja do meu pai, então fui criada e vivo em um ambiente muito, muito rigoroso, e homossexualidade é o maior tabu depois de matar alguém..."
Ela respirou fundo e hesitou. Eu esperei, deixando-a contar sua história.
Ela continuou. "Enfim, quando criança, eu estava sempre em algum evento da igreja ou outro. Muitos deles eram acampamentos, ou festas do pijama, qualquer coisa. Sempre havia momentos em que todas as garotas ficavam em um dormitório grande, ou barraca, ou chuveiro. Alguém estava sempre nua ou quase nua. Eu sabia que era errado, mas sempre dava uma espiada nas outras garotas. Eu gostava de como os peitos, as bundas e as b-b-bocetas pareciam em todas as outras garotas."
Ela corou quando disse 'bocetas' e eu achei adorável. "Não importava se a garota tinha peitos minúsculos, sabe, basicamente só mamilos, ou peitos gigantes. Eu adorava olhar para todas elas." Ela estava corando da cabeça aos pés com sua confissão. Eu beijei sua testa para tranquilizá-la. "Eu adorava como os pequenos não se mexiam nada, adorava como os médios e perfeitos balançavam e adorava como os grandes ondulavam pesadamente."
Ela fez outra pausa e levou a mão ao meu queixo, erguendo-o para me beijar. "Deus," ela gemeu, "eu amo te beijar."
Então ela riu. "Você já reparou que não tem nada que se mexe, balança e desliza como um peito grande? Isso é uma coisa que eu acho que quero fazer. Brincar com um par de peitos realmente, muito grande." Ela ficou quieta por um momento e então acrescentou, um pouco melancólica, "Como os da minha amiga, Misti..."
Ela fez outra pausa, pensando. "Sabe, agora que penso nisso, eu passava muito tempo olhando para os peitos. Estou surpresa por não ter sido pega."
Eu interrompi. "Provavelmente porque ninguém esperava que a filha do pastor fosse uma lésbica enrustida, secando todos os peitos e bundas jovens." Eu ri de novo, "Talvez você seja uma pedófila."
Ela fingiu choque. "Vadia!"
Eu ri, chocada com sua explosão. "Vadia? Que linguajar, mocinha, o que seu pai diria dessa boca?"
Ela me beijou de novo, a mão dela vagando até meu peito. "Não tanto quanto diria se soubesse onde essa boca esteve."
Eu ri, "Isso provavelmente é verdade..."
Ela terminou sua história. "Enfim, acho que sempre tive interesse por garotas, só não reconhecia o que era. Talvez a ameaça de condenação eterna fosse suficiente para me manter na linha. Não sei. Obrigada por abrir meus olhos. Mas agora, não sei se consigo voltar para aquela vida e me contentar."
Ela me virou e me beijou profundamente. Fechei os olhos para o beijo e os reabri quando ela se afastou. Ela estava debruçada sobre mim, o nariz a centímetros do meu. Seus olhos estavam brilhando de lágrimas.
"Não quero, mas preciso ir para casa," ela disse entre lágrimas.
Tentei beijá-la de novo e ela rapidamente escapou dos meus braços. "Não, amor, eu realmente tenho que ir." Ela olhou para a janela. "Está quase escuro e meu marido vai ficar preocupado. Posso explicar um atraso, mas não posso explicar passar a noite fora. Tenho medo de que, se nos beijarmos de novo enquanto estamos nuas, eu não saia mais dos seus braços ou da sua cama... nunca."
Ela começou a catar as roupas íntimas que estavam espalhadas pelo quarto. Eu saí correndo da cama e peguei o shortinho de renda das mãos dela assim que ela o apanhou.
"Este é meu, para o caso de você nunca mais voltar." Eu me endireitei e ela também.
"Belle, quero que você entenda uma coisa," confessei algo que nunca pensei que confessaria, "Eu sou uma conquistadora. Eu transo com mulheres mais novas e mais velhas do que eu. Meu hobby é fazer o que fiz com você hoje, seduzir virgens lésbicas, fazê-las implorar para que eu as faça gozar, e fazê-las amar o que eu faço com elas."
A dor que surgiu nos olhos dela foi quase demais para eu suportar. As lágrimas rolaram por suas bochechas, e ela se virou de mim. "Então eu fui só uma rapidinha? Nada além de uma conquista?"
Eu toquei gentilmente seu braço, virando-a para mim. "Belle, eu não te disse isso para te magoar, nem para me gabar. Eu nunca disse isso em voz alta para ninguém, nem para mim mesma. Eu te disse porque não quero que haja segredos entre nós. Eu te disse porque você é a primeira mulher que eu já conheci que meu coração deseja."
Ela estava olhando para o chão e levantou o olhar bruscamente para mim, os olhos estreitados. Ela examinou meu rosto em busca de qualquer sinal de falsidade; não encontrando nenhum, deixou cair as roupas e voou para os meus braços.
"É muito cedo para dizer se eu te amo ou não, mas você me faz sentir coisas que nunca senti antes. Se você decidir que quer deixar sua vida, saiba que estarei aqui." eu sussurrei em seu ouvido. Eu queria que isso fosse só para nós duas, nem as paredes podiam ouvir minha confissão ou desejo. "Você é a mulher mais doce, mais naturalmente amorosa e inocente que eu já conheci."
Ela me beijou na bochecha e saiu dos meus braços. "Não sei se consigo fazer isso." Ela disse tristemente, "Eu teria que deixar não só meu marido, mas minha família inteira."
Agora havia lágrimas nos meus olhos. Eu falava para as costas dela enquanto ela se vestia. "Eu sei; acredite em mim, eu entendo completamente. Quero que você saiba que aceitarei qualquer coisa que você puder me dar." Eu não podia acreditar que estava agindo com tanto desespero. "Uma vez por ano, uma vez por mês, uma vez por semana..." eu ri, "ou uma vez por dia..., qualquer coisa."
Ela não disse nada até estar completamente vestida e de frente para mim. "Não sei; é tanta coisa para absorver. Afinal, eu acabei de trair pela primeira vez na minha vida, não só meu marido, mas em qualquer aspecto da minha vida. Isso foi enorme para mim. Eu tenho que pensar. Você precisa entender que, por mais especial que isso seja para você, é simplesmente inacreditável para mim. Eu só preciso de tempo para processar."
Ela se aproximou de mim, me envolveu nos braços e me beijou profundamente. Ela me soltou e saiu correndo do quarto em direção à porta da frente. Eu a segui, pegando coisas pelo caminho.
"Belle?" eu disse e ela não diminuiu o passo.
"Belle!" eu disse com mais força.
"Reyna! Por favor, não!" ela disse ao se aproximar da porta da frente.
"Você não acha que vai precisar disso?" eu perguntei com um sorriso.
Ela parou e se virou. Eu segurava a bolsa dela, seu chapéu grande e mole, sua bíblia e os panfletos.
Ela riu, "Ai, meu Deus, eu nunca poderia explicar o que aconteceu com tudo isso. Obrigada."
Eu os entreguei a ela, beijando-a na bochecha. "Já vai ser difícil explicar onde você deixou sua calcinha."
Ela riu. "Você é tão má."
Ela se virou e saiu pela porta. Eu voltei e me joguei na minha cama, sentindo o cheiro dela, e chorei, me perguntando se a veria novamente.
****************
No sábado seguinte, comecei minha rotina semanal de limpeza. Eu estava usando um shortinho jeans bem curto e um top fininho. Meu cabelo estava preso em um rabo de cavalo. Enquanto eu arrumava a sala, a campainha tocou. Olhei pelo olho mágico e uma morena linda, vestida com uma saia lápis preta, blusa cruzada cinza e o que parecia um casaco de seda branco, estava parada na varanda. Abri a porta imediatamente. A primeira coisa que notei quando a vi por inteiro foi que os peitos dela eram enormes.
"Olá, menininha," minha visita disse com uma voz melodiosa, "Seu papai e sua mamãe estão em casa?"
"Não," eu respondi, "eles não estão aqui agora." (Não consigo evitar; é reflexo.)
"Bem," ela sorriu recatadamente, "eu poderia entrar e falar com você?"
"Acho que sim," eu disse rapidamente e me afastei.
Enquanto ela passava por mim e dizia, "Meu nome é Misti Stanton," eu olhei para baixo para ver o que ela estava carregando. Era uma bíblia e panfletos da igreja de Belle. Meus olhos se arregalaram enquanto eu pensava, 'Será que Belle...?'