Contos eróticos para ler inteiros.

Trans e Travestis

A Reviravolta de Oliver

Historiasiani19 min

Olá! Obrigado por clicar na minha história, espero que goste! Contém muitos atos obscenos, devo avisar. Incluindo, mas não se limitando a, um grande pau preto e transgênero entrando em uma bundinha branca e apertada de um garoto. Garotos brancos sendo estrupados em dupla. Garoto branco chupando o pau de uma mulher. Um pouco de chantagem e coerção, mas o garoto branco acaba amando. Todos os personagens têm mais de 18 anos. Isso é puramente ficção baseada em eventos reais que acontecem em algum momento no futuro.

*****

Cheguei na casa mais suspeita que já vi... Persianas nas janelas praticamente caindo, a pintura do revestimento está toda descascada...

Espero que Becky tenha me dado o endereço certo...

Becky e eu estamos na mesma fraternidade mista de negócios na Universidade Gennecho. Ela é uma das garotas mais lindas que já vi. Tem cabelo castanho escuro que mal toca seus ombros delicados. Um corpo que só anjos poderiam comparar. Pequena é outra palavra que poderia descrevê-la. Mas ela tem o que se pode chamar de bumbum empinado. E pernas que não acabam mais. Mesmo sendo alguns centímetros mais alta que eu, isso não me impede de manter as esperanças. A maioria das pessoas é mais alta que eu.

Além disso, o corpo dela não é a única coisa que a diferencia. Ela é a pessoa mais inteligente que já conheci. Não estou falando só de inteligência de livros, embora ela tenha notas excelentes. Também é uma empreendedora. Até começou seu próprio negócio online. Tem uma loja de roupas online e está indo muito bem.

Enfim, se eu conseguir essas drogas para nossa festa da fraternidade, talvez eu tenha uma chance com ela.

Verificando novamente o endereço que ela me deu, solto um suspiro ao sair do meu Shelby GT500 1967, um clássico, é meu xodó... Relutantemente, caminho até a porta. Após vários minutos batendo, uma mulher com a pele negra como a noite atende.

"Você é o Oliver?" ela pergunta.

Aceno com a cabeça e ela me deixa entrar depois de dar uma olhada ao redor. "Aquele é o seu carro?"

"Sim!" digo com orgulho.

Um sorriso aparece no rosto dela. "Shelby GT500, clássico. Gostei. O garoto branco tem bom gosto."

"Deixa eu adivinhar... Seus pais ricos compraram isso para você?" ela pergunta com um sorriso malicioso.

Envergonhado, aceno com a cabeça... Sinto meu rosto ficar vermelho.

"Figura... garoto branco rico..."

O interior é tão decrépito quanto o exterior. O sofá está todo rasgado, o carpete cheio de manchas. O lugar todo parece que vai desabar.

Viro-me para a traficante... Nossa... Ela deve ter no mínimo 1,90m, quase 30 centímetros mais alta que eu. Mas ela é linda... De um jeito extremamente intimidador. Tipo, se você a irritar, ela com certeza vai te dar uma surra. Mas ela tem o rosto mais majestoso que já vi. E um par de seios quase do tamanho da minha cabeça. A bunda dela é firme e ao mesmo tempo é grossa. Ela é construída como um trem. Consigo ver a camiseta branca esticada sobre um abdômen duro como pedra, como se fosse rasgar a qualquer momento. Está usando uma calça jeans esfarrapada, esticada sobre um par de pernas grossas, mas magras.

"O que você quer, garoto branco?" ela pergunta com uma voz grossa e profunda, mas ainda feminina.

"Só vim comprar drogas para uma festa da fraternidade... Acho que minha amiga te mandou mensagem. Você conhece a Becky, certo?"

Um sorriso pervertido aparece no rosto dela. "Ah, eu conheço a Becky..."

Ela se inclina no sofá e olha pela janela... "Como sei que você não é policial?" ela pergunta.

Meu coração dá um salto... "Por que você acharia que sou policial, a Becky pode garantir por mim... Você a conhece."

"Eu conheço a Becky, mas não conheço você..." Ela se vira e senta no sofá. "Prove que não é policial."

"Como faço isso?"

Ela me entrega o celular, que na verdade é a última tecnologia em glifos. É basicamente um bastãozinho; você aperta um botão e hologramas são projetados, que você pode manipular. É maneiro pra caralho. Vejo onde vai o dinheiro das drogas dela. "Acesse uma das suas redes sociais."

Sem pensar muito, abro minha conta no Facebook e devolvo o celular. "Ainda usando o Facebook, vejo..."

"Me chame de tradicional, acho", respondo, dando uma risada sem graça. Meu celular vibra e eu saco ele. Tenho o mesmo modelo que ela. Acabei de receber uma solicitação de amizade da Natasha. É ela.

"Agora que isso está resolvido, tenho o dinheiro aqui." Pego minha carteira.

"Pera aí, garoto branco... Você ainda não provou que não é policial..." Ela diz com um sorriso sádico.

"Achei que esse era o objetivo da coisa da rede social..." gaguejo.

"Não, não, não..." ela diz enquanto se levanta e começa a desafivelar a calça. Ela abaixa a calça e pra fora salta o maior pau preto que já vi... Não que eu tenha visto muitos paus na vida. "Vou saber que você não é policial quando você se ajoelhar e chupar este pau..."

"O quê!? Nem fudendo... Não sou gay!" O pau tem facilmente 30 centímetros... E é grosso como uma lata de refrigerante!

"Não ligo para o que você é... Se quer drogas de mim, é melhor enrolar esses lábios neste grande pau preto." Porra! O que eu faço? Se eu não conseguir o ácido, minha fraternidade vai ficar puta... E a Becky vai ficar tão desapontada. Se eu não conseguir essas drogas, não vou ter nenhuma chance com ela. Mas vale a pena chupar um grande pau preto!?

Eu me ajoelho na frente dela... A ideia de decepcionar meus irmãos e irmãs da fraternidade mista é algo que talvez eu conseguisse enfrentar. Mas eu chuparia todos os grandes paus pretos do campus antes de decepcionar a Becky! Enrolo meus dedos brancos no pesado pau preto dela. O contraste é notável.

É tão grande... "Vai logo, chupador de rola! Não tenho o dia todo."

Olho para aqueles olhos castanhos escuros e, sem perder mais tempo, abro os lábios e deslizo a cabeça grossa do pau dela para dentro. Só a ponta ocupa quase minha boca inteira. Minha língua gira em volta da ponta antes de chupar como se fosse um picolé. "Porra, garoto branco... Tem certeza que nunca chupou um pau antes?"

Antes que eu possa responder, ela agarra um punhado de cabelo e enfia alguns centímetros daquela carne feminina para dentro, a ponta roça no fundo da minha garganta, me fazendo engasgar.

O pau dela sai da minha boca enquanto eu tusso saliva para todo lado. "Precisa trabalhar nesse reflexo de engasgo."

Ela puxa minha cabeça para cima e enfia aquele monstro de volta na minha boca. Desta vez ela só deixa lá. Começo a chupar de novo. "Isso aí, chupador de rola."

Ouço um clique e olho para cima para vê-la tirar algumas fotos de mim chupando o pau dela. "Sorria para a câmera!" Ela pisca para mim antes de começar a digitar no celular com uma mão.

Tento me soltar do pau dela, mas seu aperto de ferro me impede de me mover. Ela enfia o pau gordo para frente e mais uma vez ele atinge minha garganta. O impulso de engasgar é difícil de combater, mas isso não a impede. "Engole meu pau, sua puta."

Tento engolir e, de repente, a cabeça do pau dela afunda na minha garganta. Não consigo respirar! Mas ela continua empurrando... De repente, meu nariz bate na pélvis dela. 'Sem brincadeira! Pouca gente consegue engolir meu pau inteiro! Você é um tesouro...'

Lágrimas enchem meus olhos quando ela solta meu cabelo. Caio para trás, longe do pau dela, e imediatamente começo a tossir enquanto uma carga de saliva escorre da minha boca. Mais uma vez, ela me puxa para o pau e começa a me bater no rosto com ele. Não acredito que estou fazendo um boquete em um grande pau preto.

Isso é tão... errado! E ainda assim... Meu próprio pau está duro como um diamante. "Abre a boca, depósito de porra."

O jeito como ela me degrada assim faz meu pau latejar ainda mais. Que porra há de errado comigo? Claro que não sou gay. Eu deveria ter recusado. Mas, no final, minha boca se abre por conta própria.

Ela enfia aquele monstro de volta, enchendo minha boca com seu pau preto. Então começa a meter furiosamente, batendo aquele pau no fundo da minha garganta. Dando uma verdadeira foda na minha cara.

Engulo e o pau dela mergulha na minha garganta. "Isso aí, vadia. Engasga nesse pau."

Como se eu tivesse escolha...

"Ughhh, porra, isso é tão bom", ela geme enquanto continua a martelar minha garganta. "Hora de marcar minha propriedade."

Ela tira o pau e, de repente, o grande pau preto dispara uma carga de porra como uma mangueira de incêndio, pintando meu rosto de branco com a gozo dela.

Ela descarrega jato atrás de jato de sua porra branca e grudenta por todo o meu rosto. "Você é meu de agora em diante, entendeu, vadia?"

"O quê!?" pergunto, arregalando os olhos.

"Você me ouviu, eu sou dona da sua bundinha branca! A não ser que você queira que esta foto de você chupando um grande pau preto vá parar em todo o seu Facebook. O que a Becky pensaria disso?" Ela me lança o sorriso mais diabólico, me fazendo saber que ela tem domínio completo e total sobre mim.

"Por favor! Não faça isso, eu faço qualquer coisa! Só não mostre essa foto para ninguém!" imploro, sabendo muito bem que ela está no controle total. Como eu fui me meter nisso!?

"Tira a roupa, quero ver a bundinha branca que vou arrombar." Seu sorriso se alarga de luxúria enquanto ela começa a tirar suas próprias roupas.

"Por favor! Qualquer coisa menos isso!" eu imploro. Suplico. "Nunca tive nada no meu cu antes."

Não tem como eu aguentar um pau tão grande!

"Bem, é melhor você ir pegar o lubrificante e o vibrador naquela mesa ali e deixar esse seu cu bem arrombadinho e pronto para o meu grande pau preto..."

Olho hesitantemente para a mesa onde um vibrador roxo do tamanho de um pau normal está ao lado de um frasco de lubrificante, depois olho de volta para ela. "Você quer que eu enfie esse vibrador no meu cu?"

"Vadia, não foi o que eu acabei de falar?" Ela põe a mão na cintura enquanto fica na minha frente completamente nua. Até eu consigo admitir que ela é como uma deusa... Abdômen duro como pedra, seios do tamanho de melões, pernas musculosas e grossas e um pau quase tão comprido quanto meu braço. "Não me faça pegar meu celular e começar a enviar mensagens."

Engulo meu orgulho e começo a tirar minhas roupas. Quando estou completamente nu, ela olha para o meu corpo pequeno e sem pelos, com um brilho no olhar. "Porra, garoto branco! Você parece mais uma garota do que algumas das vadias que eu já comi. Com um pauzinho desses, você podia ser uma garota."

Meu rosto queima de vergonha enquanto desvio o olhar dela e abaixo a cabeça em completa e total humilhação. Mas, por alguma razão estranha, meu próprio pauzinho de 10 centímetros está duro como uma tábua.

"Agora pega aquele vibrador e começa a se foder como uma boa maricas."

Completamente derrotado, fico de pé e obedeço. Ela dá um bom tapa na minha bunda quando passo pela mesa. Pego o lubrificante e o vibrador e volto para o sofá.

Olhando de volta para a Natasha, ela tem aquele olhar possessivo e faminto. "Bem... vai logo, garoto branco. Enfia esse vibrador nesse seu cu. É melhor você se foder bem. Garoto vadio..."

Não acredito que estou fazendo isso... Nunca, nos meus sonhos mais loucos, imaginei que enfiaria um vibrador na minha bunda para alargá-lo para um grande pau preto. Só de pensar naquela cobra monstruosa no meu cu, um calafrio desce pela minha espinha.

Lubrificando o vibrador, levo os joelhos ao peito e alinho a ponta do vibrador roxo com meu cuzinho branco e apertado. Mordo o lábio enquanto a pressão aumenta. Dói...

A dor do vibrador abrindo meu reto é quase insuportável. "Não consigo..." arfo.

"Sim, você consegue, sua putinha. De qualquer jeito, vou foder esse seu cu, esteja ele alargado para mim ou não. É melhor começar a enfiar esse vibradorzinho no cu antes que eu fique impaciente e decida alargá-lo eu mesma com meu grande pau preto."

"Tá bem... Tá bem, por favor, não faça isso!" imploro.

"Então se mexe, garoto branco!" ela exige.

Mordo a bala e cerro os dentes enquanto forço aquele vibrador roxo a passar pelo meu esfíncter e entrar no meu cu. No começo a dor foi total, mas, quando o vibrador entrou, diminuiu bastante.

"Agora começa a se foder como uma boa vadiazinha", ela ordena. Lentamente, começo a puxar o pau falso para fora do meu cu; a sensação de vazio toma conta quando tudo, menos a ponta do vibrador, sai. Então começo a enfiar de volta e ele roça em algo muito sensível dentro do meu cu. Uma onda de prazer percorre meu corpo, fazendo um gemido escapar dos meus lábios.

O que foi isso!? Pareceu uma onda de água quente correndo pelo meu corpo pálido. Nunca senti nada igual!

"Ah, vejo que você encontrou o seu pontinho G!" ela diz. Olho para ela e vejo que está com o celular na mão, filmando tudo...

"Por favor, não grave isso", imploro, enquanto continuo a enfiar e tirar o vibrador do meu cu; o prazer é viciante!

"Até parece... Eu não te disse que você é meu, garoto branco?" Ela diz, lambendo os lábios. "Além disso, isso é para o meu próprio prazer..."

Não consigo nem pensar nisso agora; as sensações que o vibrador provoca ao continuar roçando naquele ponto são indescritíveis. É tão bom! Sinto a mão dela agarrar o vibrador e arrancá-lo. Olho para ela com decepção.

"Tá bem, vadia, acho que seu cu está pronto para um pau de verdade!" ela diz, guardando o celular. "Agora limpa esse vibrador com essa sua boca de chupador de rola enquanto eu fodo esse cuzinho apertado que me pertence."

Ela me entrega o vibrador e, sem hesitar, começo a chupá-lo. Ela agarra meus tornozelos e me puxa para ela, depois me vira de joelhos, usando apenas uma mão para me apoiar, enquanto a outra segura o vibrador que estava no meu cu, que agora estou chupando.

Sinto a cabeça de uma anaconda contra meu cuzinho. Ela dá um tapa forte na minha bunda, me fazendo gritar com o vibrador na boca. Meu rosto ainda está coberto de sua porra. De repente, meu cu é alargado ao máximo quando ela enfia a cabeça de seu pau mamute dentro do meu cuzinho branco e apertado.

"Uuurrrggghhh..." grunho e praticamente uivo em volta do vibrador que estou chupando, enquanto a dor volta, porque meu cu está sendo alargado ainda mais do que já estava.

Ela agarra um punhado do meu cabelo enquanto afunda o pau dentro do meu cu. A dor rapidamente se mistura ao prazer quando a cabeça do pau encontra meu "pontinho G", como ela chama...

Porra! Largo o vibrador e seguro o sofá com as duas mãos para tentar me preparar para o impacto.

Ela tira um pouco e depois continua sua conquista, tomando posse do meu cu. O vibrador cai da minha boca enquanto gemo alto. A mistura de dor e prazer me domina, me transformando em uma maricas gemedeira.

De repente, a porta se abre. Olho para cima e encontro os olhos de ninguém menos que Becky. Meu rosto arde de vergonha e humilhação. Por que ela está aqui!? Ela não pode me ver assim. Uggghhh, porra, esse pau é tão bom!

"Oi, amor", diz Natasha.

"Vejo que você recebeu meu presente", diz Becky.

"Sim... esse garoto branco é uma vadia e tanto... Ele conseguiu engolir meu pau todo, acredita?" Ela dá um tapa na minha bunda enquanto enfia o pau até o talo no meu traseiro. Sinto as bolas dela batendo no meu saquinho minúsculo. "Caralho, não acredito que este cuzinho aguentou todo o meu grande pau preto, sendo tão apertado!"

Que reviravolta... Becky e essa mulher negra, com o pau enfiado no meu cu, estão namorando?

"Eu te falei que ele era uma joia, não falei? Eu queria foder ele desde que bati o olho nele!" Becky diz, enquanto caminha até Natasha e lhe dá um beijo profundo e apaixonado. Natasha solta meu cabelo e não posso evitar assistir essas duas mulheres se beijarem enquanto Natasha está com o pau até as bolas no meu cu. Não acredito que isso está acontecendo!

Becky finalmente se separa. "Por que a gente não faz um estrupo duplo com a vadia?"

"Como se eu fosse dizer não a isso! Aliás, essa puta é profissional em chupar rola", diz Natasha.

— Eu sabia que ele era uma vadia de pau! — ela diz, levantando a saia e puxando a calcinha, revelando um grande pau branco. Não é tão grande quanto o da Natasha, mas é quase o dobro do tamanho do meu...

Ela caminha até a minha frente, trazendo aquele pau a poucos centímetros do meu rosto. — Ele fica tão gostoso com uma carga de porra na cara.

Não acredito que ela tem um pau, muito menos que está prestes a usar minha cara como uma fleshlight. Sem hesitar, abro a boca para o pau grosso dela. — Ele já sabe o lugar dele, você deve ter acabado com ele, Tasha.

— Eu só transformei ele na putinha que ele deveria ser. — Natasha continua de onde parou, arrombando meu cu.

— Deus, eu te amo! — Becky diz, deslizando o pau entre meus lábios.

Eu chupo como se fosse um pirulito. Enrolo a língua em volta da ponta e desço e subo no tronco. — Puta que pariu! Você não estava brincando, esse menino nasceu para chupar pau.

— Um chupa-pau nato! — Natasha diz, agarrando meus quadris e começando a me bombar no pau da Becky, que escorrega pela minha garganta pela força das estocadas da Natasha.

Sinto como um brinquedo de Newton, sendo rebatido entre dois paus. Becky e Natasha estão em completa sincronia: enquanto uma puxa, a outra empurra, me usando como uma serra de madeira alemã. Becky tem as duas mãos no meu cabelo enquanto fode minha cara do mesmo jeito que Natasha usa meu cu.

Consigo ouvi-las começarem a se beijar acima de mim, mas estou ocupado demais levando pica para realmente pensar nisso. Ainda em choque que Becky tem um pau e está namorando uma travesti negra enorme...

Mas meus pensamentos ficam em segundo plano com o prazer do pauzão da Natasha arrombando meu cu enquanto engasgo e me afogo no pau da Becky. Enquanto elas me usam como uma boneca sexual, meu próprio pau está dolorosamente duro. Estou gostando disso? Mais uma estocada do pau negro e grande da Natasha me leva ao limite e meu pau começa a jorrar porra por todo o sofá.

— Puta merda, Tash... acho que a vadiazinha acabou de gozar com nossos paus! — Becky suspira.

— Que vadiazinha de cu! — Tasha geme. — Falando em gozar, estou quase explodindo uma carga gorda no cu apertadinho da nossa putinha!

— Eu queria durar um pouco mais, mas acho que não vou conseguir. A garganta dele é tão apertada! — Becky geme, afundando o pau até as bolas. Meu nariz bate no pequeno tufo de pelos pubianos dela. De repente, o pau dela endurece antes de começar a pulsar. Um líquido quente explode na minha garganta, bem quando Natasha enfia o pau até o talo dentro do meu cu e enche meus intestinos com outra carga da porra dela.

Becky tira o pau, deixando a cabeça dentro da minha boca, e enche com outra carga de gozo. Consigo sentir o gosto salgado e almiscarado da semente dela enquanto engulo, abrindo espaço para mais uma carga encher minha boca. Quando ela tira o pau da minha boca, ela esguicha uma última carga no meu rosto, pegando um pouco no meu cabelo.

Natasha continua a girar lentamente os quadris, ordenhando aquele pau enquanto descarrega mais algumas linhas de porra dentro do meu cu antes que o pau amoleça. Ela sai e dá um bom tapa na minha bunda.

— Ele vai ser o brinquedo sexual perfeito, não é, amor? — Becky pergunta a Natasha.

— Ah, com certeza, nossa própria vadiazinha de cu... — Ela me dá outro tapa para martelar suas palavras.

— Não é, Oliver? — Becky pergunta, olhando nos meus olhos. Fui humilhado, envergonhado e completamente derrotado por essas duas mulheres. Mas... estar com Becky era a única coisa que eu sempre quis...

Nunca imaginei que seria assim. — Sim... sou o brinquedo sexual de vocês — digo, derrotado, desviando meus olhos cheios de lágrimas dela.

— Ah, não aja como se não quisesse isso. Além do mais, não vai ser tão ruim — ela diz, levantando meu queixo de volta para ela. — Apesar de todas as coisas embaraçosas, humilhantes e degradantes que vamos fazer com você... você vai ser nosso namorado! Não é o que sempre quis? Ser meu namorado?

Não posso negar... Ser namorado dela é a única coisa em que penso desde que ela entrou na minha vida. Mas vale a pena chupar pica e levar no cu?

Eu me abaixo e começo a lamber a porra do pau dela, me submetendo completamente às duas mulheres que me possuem.

— Era o que eu pensava. De agora em diante, você é nosso.

*****

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