Contos eróticos para ler inteiros.

Lésbicas

A Oração do Senhor

alandersonlouzeiro18 min

Kat acordou antes mesmo de o despertador tocar, com um suspiro de antecipação. Domingo de manhã. A melhor maldita manhã da semana inteira.

Ela começou a se arrumar para a igreja com facilidade, sem pressa ou preocupação. Não perdia uma visita ao Templo do Senhor havia cinco anos, e a essa altura ela sabia exatamente o que estava fazendo.

Ela sabia exatamente qual vestido apertado ia usar, embora tivesse acumulado uma bela coleção nos últimos anos. Sabia exatamente até onde puxar o decote para emoldurar seus seios deliciosos, e a quantidade certa de tecido para subir sobre a bunda e criar um vislumbre "acidental" da parte superior das coxas.

Kat se olhou no espelho enquanto retocava o batom. Ela parecia extremamente, inegavelmente gostosa. Ela franziu os lábios vermelho-rubi e se mandou um beijo, tentando conter o sorriso malicioso.

As velhinhas da igreja a adoram.

"Ela é tão corajosa", elas dizem. "Uma mulher daquele tamanho, se vestindo assim."

"Bem, ela precisa, sabe. De que outro jeito ela vai encontrar um marido?"

"Claro, claro. Mas é bom saber que, apesar do, uh, 'grande problema' dela, ela ainda está tentando - ela não... sabe... desistiu de encontrar um homem." E todas concordavam com a cabeça e chamavam Kat para pedir conselhos de moda para dar às netas.

Por favor. Como se Kat precisasse de um homem. Por que precisaria, quando o arnês do cintaralho se ajustava tão perfeitamente sob o vestido, e seu pequeno anel em O podia esticar para caber qualquer consolo que ela escolhesse? Kat já tinha paus demais para controlar e não precisava de outro, especialmente um que ela nem pudesse usar para foder garotas. Foder garotas. A única e verdadeira paixão que preenchia cada momento da vida de Kat. Ela passava cada hora acordada pensando nisso, querendo, fazendo, se recuperando. Garotas altas, baixas, magras, gordas, lindas, lindas, lindas garotas. Ela já tinha fodido centenas delas - em encontros, em parques, dentro e fora e embaixo de carros, empurradas sobre incontáveis sofás e camas - Mas os domingos... Os domingos eram seus favoritos.

**

Kat se deu uma última olhada no espelho. Seu cabelo preto caía suavemente pelas costas. Seu vestido preto, o favorito, insinuava a lingerie que usava por baixo. Suas tatuagens também ficavam logo abaixo da superfície do vestido, traçando suavemente partes do corpo que não seriam vistas até mais tarde nesta manhã. Suas feições pálidas eram realçadas com seu batom vermelho característico e maquiagem escura nos olhos. Seu pau favorito estava aninhado confortavelmente na bolsa, junto com alguns outros... itens. Ela estava pronta.

Uma vez na igreja, ela se acomodou em seu banco de sempre, no último banco, e passou os dedos sobre o programa de hoje. O coro da igreja se apresentaria às 10h45, e era uma sessão extra longa. Perfeito. Kat se ajeitou o mais confortavelmente que pôde no duro banco de madeira. Tinha mais de uma hora para esperar, mas mal se importava. Ir à igreja sempre lhe dava algo divertido para olhar.

Sinos e coisas tilintavam ao seu redor, e o Pastor caminhou lentamente até o altar, sua esposa parada ao lado, a uma distância respeitosa atrás dele.

"Bem-vindos", entoou o Reverendo, "a mais um dia, na Casa de Deus. Sou tão grato que todos vocês escolheram entrar em seu templo hoje, para se arrepender de seus pecados mais profundos, para serem purificados da negritude imunda que cerca todos os pecadores, e aprender o caminho sem pecado, para que algum dia possam levá-lo para suas próprias vidas, e finalmente se libertarem do pecado que nos cerca a todos, nos arrastando para baixo—"

Enquanto o Reverendo falava, sua esposa nunca levantava os olhos. No brunch semanal depois da igreja, ela seria uma borboleta social, mas sempre começava a igreja assim, sem expressar nenhuma emoção até muito mais tarde no sermão. A maioria supunha que ela fazia isso por dever de mulher para com o marido. Ela o honrava com seu silêncio enquanto ele falava à congregação, e entretinha por ele quando chegasse a hora.

A bela Sra. Sandy Michaelson era uma versão pitoresca de esposa de pastor. Seu cabelo loiro liso estava preso em um coque simples, acentuando suas feições suaves e pescoço longo e fino. Ela nunca usava muita maquiagem, mas tinha uma beleza mesmo assim, que irradiava sempre que escolhia se expressar. Usava uma blusa leve e simples que abraçava sua moldura esbelta e mal insinuava curvas por baixo, um colar fino que cintilava contra suas clavículas que se projetavam do peito, e uma saia rosa longa que parecia jamais sonhar em conter uma bunda. Como muitos membros da congregação diziam a suas filhas e esposas, ela era a mulher "perfeita". Bonita, mas recatada, gentil, mas quieta, apaixonada sem expectativas. Ela nunca saía da linha.

Enquanto o serviço religioso se arrastava, Kat sentia o calor subir em seu peito. A antecipação para isso era tão gostosa pra caralho. Era o tipo mais delicioso de tortura. Cada vez que Kat se mexia no banco de impaciência, sentia sua umidade se espalhar pelas duas coxas, e sua boceta começar a pulsar. Toda essa espera e observação a deixava louca. Ela esfregou as coxas levemente, sentindo o calor que rapidamente engolfava todo o seu corpo, mas ainda assim esperou. E encarou. E desejou.

Às 10h42, Kat se levantou e escapuliu pela porta dos fundos. Caminhou por um corredor vazio, o barulho alto de seus saltos anunciando sua chegada. Virou em outro corredor e acelerou um pouco, e o barulho de seus saltos altos contra o linóleo ficou ainda mais alto. Parou em uma porta sem identificação, se sacudiu um pouco e entrou na sala além.

Como sempre, ela estava esperando logo ali dentro. Porra, sim, obrigada, Jesus. Kat sempre ficava um pouco assustada de que algo desse errado e ela não pudesse fazer seu pequeno banquete. Seu alívio tomou conta quando agarrou a Sra. Sandy Michaelson pela cintura e a empurrou contra a parede, beijando-a apaixonadamente o suficiente para que os altos gemidos de ambas mal fossem audíveis.

Em segundos, Kat estava arrancando as roupas da esposa do pastor e se abaixando para esfregar o rosto em seus seios perfeitos. Eram pálidos, mas tinham um brilho quase rosado, pequenos o suficiente para transbordar apenas um pouco das mãos de Kat, e perfeitamente empinados, os mamilos castanhos escuros apontados para cima como se oferecessem ao espectador um deleite delicioso. Enquanto Kat deslizava avidamente os dentes sobre um deles, quase podia sentir gosto de chocolate.

Ela puxou Sandy para si mordendo suavemente e puxando, apoiando as costas com as duas mãos enquanto os músculos de Sandy relaxavam e ela ficava mole, movendo-se apenas para puxar o cabelo de Kat com mais força. Sandy choramingava e gemia profundamente, suas feições suaves já cobertas por uma fina camada de suor.

Sandy sempre tinha dificuldade em controlar sua voz perto de Kat, mas era por isso que a sala de ensaio do coro, diretamente abaixo de onde o coro cantava durante o serviço, era o lugar favorito delas. Por mais barulhentas que fossem, sabiam que ninguém descobriria seu segredo.

Kat mudou para o outro seio e deixou Sandy cair de volta contra a parede, usando a oportunidade para passar as mãos por seus quadris finos, prendendo-a. Enquanto Kat desenhava círculos sobre o pequeno broto, inspirou profundamente. Obrigada. Essa liberação era para o que ela vivia. Não a sua liberação, mas a de Sandy. Uma semana de tédio, de desespero silencioso, de fingimento e apaziguamento sem fim—jorrando em sua língua, em seu pau. E jorrando... e jorrando...

Kat deslizou as mãos sob a bunda de Sandy e a levantou, ouvindo um pequeno suspiro e sentindo o corpo pequeno da mulher relaxar completamente em seu peito enquanto a carregava. Colocou Sandy de volta ao lado do piano de ensaio do coro e a virou sobre ele, empurrando seu torso o suficiente ao longo dele para que os dedos dos pés mal alcançassem o chão. Mm... era exatamente assim que Kat gostava dela.

Ela puxou a saia de Sandy para cima e sorriu com o suspiro que provocou. Pesceu na bolsa com uma mão e tirou um vibrador de clitóris bastante versátil. Kat o passou lentamente pela parte de trás das coxas de Sandy, começando no joelho e subindo, até que toda a parte inferior do corpo de Sandy se enchesse de tremores. A loira recatada estava deitada com o rosto contra o piano, olhos bem fechados, mas a boca bem aberta. Ela tremia ao menor toque de Kat, e seus gemidos cada vez mais altos enchiam a sala. Sua atormentadora de cabelos escuros traçou até a linha de sua calcinha repetidamente, provocando tão deliberadamente que a maioria das mulheres teria perdido o controle. Mas Sandy conhecia as regras. Além de tremer, ela não moveu um músculo.

Kat deixou o vibrador de lado por um momento e lentamente, muito lentamente, puxou a parte de cima da calcinha de Sandy, baixando-a centímetro por centímetro sobre sua bunda macia. Como Sandy a escondia tão bem em suas roupas, Kat nunca saberia, e agora Kat mal conseguia evitar babar enquanto cada nádega redonda saltava livre da calcinha. Sua bunda estava emoldurada perfeitamente pela saia puxada para cima e pela borda superior da calcinha, e Kat encarou por um momento antes de tirar a calcinha do resto do caminho.

Ela foi ainda mais devagar quando finalmente arrastou a última camada de proteção da boceta nua de Sandy, e Sandy respirava tão erraticamente que a metade superior de seu corpo sacudia tanto quanto a inferior. Se ela pudesse falar, teria implorado.

Kat manteve o vibrador na configuração mais baixa e torturante, e o passou o mais levemente possível sobre o encontro dos lábios de Sandy. Sandy se sacudiu contra o piano, todo o seu corpo tenso com a necessidade de liberação. Sua atormentadora observou a pressão se acumular enquanto traçava os lábios de Sandy para cima e para baixo, não dando atenção suficiente ao seu clitóris para fazê-la gozar, mas, ela sabia, inundando sua moldura pequena com calor. Ela sorriu e, mantendo-o igualmente suave, atiçou o fogo.

O rosto de Sandy, agora coberto de gotas de suor, pressionou-se com força contra a superfície do piano enquanto ela esperava e esperava pela liberação. Ela arqueou as costas quase imperceptivelmente, gemendo repetidamente. Todo o seu rosto se contorceu com esforço, e seus olhos começaram a lacrimejar.

Kat sempre esperava a primeira lágrima sair do olho de Sandy antes de deixá-la ter o prazer que queria, mas uma vez que o dava a ela, dava completamente.

Ela abruptamente puxou Sandy do piano e para o chão com ela. Deitou-se de costas no chão e estendeu a mão para sua companheira de brincadeira, mas Sandy já estava juntando a saia e, com um olhar de exultação, colocando os quadris sobre o rosto de Kat. Kat olhou para sua boceta nos momentos antes de ela descer sobre si, em reverência. A boceta de Sandy estava de um rosa escuro e inchada, e o gozo quase pingava na língua de Kat, de tão molhada que ela estava. Mm... como néctar de uma flor. Kat esticou a língua plana e deixou Sandy criar um ritmo por alguns momentos, permitindo que seu corpo se acostumasse ao nível de sensação. Então ela cravou as unhas em seus quadris e deu a ela o que queria.

Kat puxou a boceta de Sandy ainda mais para perto de si, e envolveu seu clitóris com a língua. Ela girou em círculos, sua maneira favorita de excitar Sandy. Sentiu o corpo cada vez mais dominado de Sandy se curvar em sua direção, lutando para sustentar o próprio peso. A língua de Kat trabalhou mais forte e seus lábios se fecharam sobre seu clitóris. Ela começou a chupar suavemente, mas em minutos estava chupando com toda a força que podia e Sandy estava tremendo em cima dela, contorcendo-se tão intensamente que parecia que ia derrubar as duas. Kat deu uma puxada longa e constante com os lábios e Sandy gemeu profundamente, afundando-se na boca deliciosa de Kat. Kat sentiu o gozo jorrar em seus lábios e deu uma lambida apreciativa, dando umas batidinhas com a língua para garantir.

Ela puxou os quadris de Sandy para frente e girou a língua em volta de sua entrada. Então, pressionou para dentro e gentilmente inseriu a ponta da língua. As mãos de Sandy agarraram seu cabelo e puxaram forte enquanto Kat inseria a língua mais fundo. As inserções se aprofundaram rapidamente enquanto Sandy empurrava contra ela, cavalgando seu rosto com toda a força. Kat, sempre no controle, estendeu a mão e beliscou cada mamilo. Ela os segurou firme e moveu as mãos para cima e para baixo, puxando o corpo cada vez mais fora de controle de Sandy junto com ela. Sentiu as paredes de Sandy se apertarem em volta de sua língua e soube que ela estava perto de gozar novamente. Deu uma última estocada profunda e puxou Sandy de cima de si. Kat lambeu os lábios enquanto pegava a bolsa, tirando seu pau favorito e um pequeno frasco de lubrificante.

Sandy deslizou atrás dela, beijando seu pescoço e puxando a barra de seu vestido. Kat suspirou e se deixou afundar em seu toque. Sandy se moveu para a frente dela, beijando-a profundamente. Kat retribuiu o beijo, deslizando a língua na boca de Sandy, sabendo que ainda tinha gosto dela. Sandy puxou as roupas de Kat e as tirou, ansiosa para ver o que Kat usava por baixo.

Era a lingerie favorita de Kat, e conforme suas curvas transbordavam do vestido, era fácil ver por quê. O padrão de renda preta sobre branco acentuava perfeitamente sua pele pálida. Os sutiãs macios, sem aro, deixavam seus lindos seios tamanho E manterem sua forma redonda naturalmente. A renda quase transparente deixava Sandy ter um vislumbre dos mamilos duros de Kat.

A calcinha era ainda mais bonita. De cintura alta, renda branca sobre preta, esticava-se firmemente sobre cada curva bonita da bunda em forma de coração de Kat. A frente tinha um anel em O preto que a própria Kat costurou e segurava seus muitos paus firmes enquanto ela fodia suas muitas garotas bonitas, e a parte inferior tinha uma fenda aberta para ajudar as garotas a fodê-la.

As duas mulheres se encararam por um momento, sua fome aumentando enquanto absorviam os peitos pulsantes e quadris curvilíneos uma da outra, e então Kat puxou Sandy para seu colo, esfregando seu clitóris enquanto Sandy gemia em seu ombro, chupando-o e mordendo-o. Sandy agarrou os seios de Kat, embora duas mãos mal conseguissem cobrir um deles. Kat continuou a excitar Sandy enquanto puxava os seios de Kat para fora e beijava seus mamilos, roçando-os com os dentes. Elas gemeram uma na outra e Sandy agarrou o pau de Kat freneticamente, suas mãos tremendo enquanto o colocava no anel em O. Kat rapidamente o cobriu de lubrificante, parando para rir. "não que você precise, né?"

Sandy assentiu, ocupada demais absorvendo a figura de Kat para ouvir. As mãos de Kat deslizaram de volta para seus quadris e ela puxou Sandy suavemente para baixo em seu pau. A cabeça de Sandy rolou para trás e ela gemeu, deslizando os quadris facilmente para baixo. Elas travaram os olhos quando Kat empurrou até o fundo. Kat envolveu Sandy com os braços e a encarou, estocando ritmicamente para cima. Nenhuma das duas desviou o olhar enquanto Sandy começava a estocar de volta em uníssono, seu ritmo aumentando lentamente. Sandy deslizou os dedos pela fenda na calcinha de Kat e Kat quase quebrou o contato visual, ofegando de prazer. Sandy encontrou seu ponto ideal facilmente e Kat sentiu a pressão se acumular em sua barriga enquanto suas pernas tremiam. Ela deixou o prazer preenchê-la, mas isso só lhe deu o desejo de agradar Sandy mais. Ela esfregou a ponta de seu pau contra o ponto G de Sandy e ouviu a mulher meio gritar enquanto empurrava contra ela. Elas se encararam nos olhos enquanto o prazer as dominava, gozando juntas e gritando. Tremeram juntas por um longo momento antes de Sandy começar a se esfregar no pau de Kat novamente, com ainda mais energia do que antes. Kat se deitou e a deixou, observando seu corpo magro deslizar para cima e para baixo acima dela, os seios empinados balançando alegremente.

Sandy se inclinou para trás, dando-lhe uma visão ainda melhor de seu peito, e de sua boceta empurrando contra o pau de Kat enquanto entrava e saía.

Kat a deixou se estimular, traçando o caminho de seus peitos pelo ar. Quando as pernas de Sandy começaram a tremer, Kat a puxou de seu pau e a empurrou de volta sobre o piano, um pouco mais forte desta vez. Sandy abriu as pernas o máximo que pôde, choramingando, como se estivesse preocupada que Kat se esquecesse dela. Ela teria dado qualquer coisa para ter o pau de Kat dentro de si por mais 30 segundos... mais 5 segundos... ela estava tão perto do clímax que sentia como se estivesse em chamas.

Kat baixou os lábios para as costas de sua amante, e a tortura começou. Ela beijou suavemente pela espinha de Sandy, não oferecendo mais sensação do que a mordidinha mais leve. Beijou uma linha sob cada nádega, parando no meio como se talvez, quem sabe, deixasse Sandy ter o prazer que precisava. Mas, em vez disso, ignorou os tremores e choramingos da pequena mulher e seguiu em frente.

Kat traçou as unhas pelas coxas de Sandy, até o tornozelo, e de volta à base da bunda. Moveu-se em longas linhas retas, indo lentamente para dentro. Era uma área tão sensível, mas que não oferecia liberação, apenas acúmulo de tensão. Kat separou as nádegas de Sandy e soprou suavemente em sua boceta, rindo para si mesma quando aquela pequena quantidade de sensação fez Sandy ter espasmos. Sua pobre companheira de brincadeira estava tão tensa, mas Kat não conseguia parar de empurrá-la ainda mais longe. Ela queria fazer Sandy gozar mais forte do que jamais havia feito antes.

Kat puxou o vibrador de clitóris de novo e o colocou na configuração mais baixa, desta vez pressionando-o com força contra o clitóris de Sandy. Ela sabia que, se afastasse levemente o vibrador, Sandy gozaria quase imediatamente, mas se o mantivesse pressionado com firmeza, poderia fazer o corpo de Sandy aguentar até ficar superestimulado para um orgasmo massivo e avassalador.

Ela segurou o vibrador com uma mão e o aumentou suavemente uma configuração, usando a outra mão para empurrar o torso de Sandy para baixo contra o piano enquanto a jovem perdia o controle das pernas, chutando e se debatendo conforme as vibrações percorriam seu corpo.

Sandy gemia ritmicamente, brilhando de suor e olhando atordoada para Kat, parecendo exatamente um anjo.

Kat sorriu para ela e foi aumentando lentamente o vibrador até metade de sua capacidade, e conforme Sandy ficava cada vez mais barulhenta, elas podiam ouvir o coral ficando mais alto acima delas. Porra escorria pelas laterais das pernas de Sandy, e Kat, enlouquecida pela visão e pelo cheiro, girou o vibrador no máximo que pôde. Sandy gritou, agarrando as laterais do piano com os nós dos dedos brancos. Kat ouviu o coral acima delas começar a atingir um crescendo e soltou a mão das costas de Sandy, usando-a para enfiar dois dedos na boceta reluzente de Sandy, atingindo simultaneamente seu ponto G e empurrando Sandy para a frente contra o vibrador ainda mais forte.

Os "Aleluias" acima delas se tornaram quase ensurdecedores, e a cada um, Kat enfiava os dedos em Sandy e arrancava outro grito. Ela acelerou, os músculos do braço queimando enquanto ela dedilhava Sandy cada vez mais rápido e fundo, e o corpo de Sandy se entregou completamente. Seus músculos tremeram soltos e seus movimentos caíram totalmente sob o controle de Kat. Cada espasmo tomava cada músculo do seu corpo, e assim que o tremor se tornou insuportável, ele se acalmou. Ela estava gozando há tanto tempo que não conseguia mais gritar, apenas suspirava. A tensão que vinha se acumulando sob seu rosto lindo a semana toda foi completamente apagada. Ela estava em paz.

Kat soltou o vibrador, mas manteve os dedos dentro dela, movendo-os extremamente suavemente, transformando o orgasmo em algo longo, macio e maravilhoso, macio o suficiente para que não precisasse terminar.

Kat puxou os dedos suavemente e segurou o corpo mole de Sandy, puxando-a mais uma vez para o chão. Sandy já estava roncando quando chegaram ao chão, a cabeça recostada nos seios de Kat, a boca curvada num pequeno sorriso.

Kat a envolveu nos braços e a embalou, suavemente.

Em breve, o coral terminaria de se apresentar, e as crianças teriam vindo para a frente da igreja e sido conduzidas em suas canções. Seria hora de o pastor começar o sermão novamente, e para sua esposa retornar de sua contabilidade e ficar ao lado dele.

Em breve, tudo acabaria.

Mas elas podiam ficar assim. Pelo menos por um tempo.

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