A Mesa de Sinuca
— Jo, este é o Andy — falei, apresentando minha esposa de 34 anos ao meu aluno de dezoito.
Andy, em boa forma em sua camiseta branca e jeans azul desbotado, estendeu a mão e cumprimentou Jo, que estava incrível naquele vestido preto de seda Coco Chanel que comprara com o bônus de Natal. Eu me perguntara se a escolha de um vestido de mil libras para um evento estudantil na minha escola não seria exagero, mas tinha de admitir que ela estava deslumbrante, combinando com os saltos altos Jimmy Choo e lhe dando um ar de sofisticação misturada a uma pitada de vulgaridade que atraiu olhares de admiração dos meus colegas professores e fez muito bem ao meu ego quando entramos no ginásio da escola de braços dados para dar uma olhada nos trabalhos de arte por uma hora ou algo assim, antes de irmos ao nosso jantar no La Cave, no centro.
Andy fora uma das surpresas do trimestre. Um rapaz de boa aparência, mas completamente perdido quando se tratava de fazer qualquer escolha lógica sobre o futuro. Se você lhe perguntasse em setembro o que queria fazer da vida, ele diria: "Quero ser jogador de sinuca", e, para falar a verdade, era de longe o melhor jogador que eu já tinha visto, a julgar pelos jogos na hora do almoço na mesa da sala comum no andar de cima. Ele acumulara uma fortuna em partidas marcadas tanto por trapaça quanto por habilidade, e agora a sala comum estava trancada e proibida para todos os alunos depois de inúmeras reclamações de pais sobre seus filhos perderem grandes quantias de dinheiro para Andy em jogos de sinuca, nos quais ele costumava dar-lhes uma bola para encaçapar contra todo o resto do conjunto para ele e acabava dando uma surra neles com vantagens de sete ou oito para um. O diretor ficara tentado a expulsar Andy em outubro, mas foi persuadido a não fazê-lo, em parte por um apelo apaixonado da mãe de Andy e em parte porque vazaria que o chefe do departamento de história devia ao rapaz quase quinhentas libras e não poderia pagá-lo até pelo menos o pagamento de dezembro.
Ultimamente, Andy se endireitara, arrumara uma namorada, se dedicara aos estudos e começara a produzir obras de arte surpreendentemente competentes. Ele pintava em estilo grafite minimalista, inspirado na arte de rua, mas usando apenas duas ou três cores, e caracterizado por um senso de humor irônico que lembrava os primeiros trabalhos de Banksy. Eu não tinha muito a ver com isso, pois era de outro departamento, mas Pete, o chefe de arte, comentara comigo que achava que o rapaz tinha potencial. Na exposição de trabalhos dos alunos daquela noite, Andy tinha nada menos que três peças na parede, uma delas uma obra enorme de alvenaria que era quase uma instalação, em vez de uma declaração artística refinada. Ela dominava uma das extremidades do ginásio, e Jo, que não fora uma pintora medíocre na época em que nos conhecemos, dez anos antes, foi imediatamente dar uma olhada mais de perto enquanto eu ia pegar bebidas.
— Caralho, Steve! Essa é a sua esposa? Seu sortudo de merda, hein? — disse uma voz. Era Darren McTeague, o cara do TI. Um verdadeiro cretino, mas alguém que você precisa manter por perto se o seu trabalho depende de uma conexão decente e de equipamento atualizado. Seus olhos haviam seguido Jo enquanto ela caminhava até a peça de alvenaria de Andy. Eu tinha de admitir que não podia culpar Darren (embora fosse mais elegante se ele guardasse os comentários obscenos para si). Jo estava realmente gostosa quando deslizou até o fundo da sala e ficou ali admirando o trabalho e lendo as pequenas plaquinhas que os alunos haviam montado.
— Se algum dia vocês dois quiserem um ménage, me liguem, está bem? — Darren disse com lascívia. Ele riu sozinho, como se fosse o comentário mais engraçado desde Oscar Wilde. Eu o ignorei e levei as duas taças de vinho que havia servido até onde Jo estava. Passamos dez minutos conversando amenidades com o pequeno grupo de alunos. Notei Hannah, a pequena ruiva que me passava bilhetes de vez em quando. Ela era uma doce menina de dezoito anos e, se seus bilhetes fossem algum indicativo, certamente não lhe faltava imaginação. Eu tinha cinco anos de experiência como professor do ensino médio, então Hannah não era a primeira garota a ter uma queda por mim, mas era a mais persistente. Eu fora tolo o suficiente para aceitar ajudá-la depois da aula com o dever de casa uma vez. Ela esperou até que o último dos outros alunos do clube pós-aula tivesse ido embora e então desabotoou a blusa na minha frente, revelando os seios. Minha garganta ficou seca, e ela se aproveitou do meu choque para tirar a saia também e caminhar até mim. Eu consegui convencê-la a se vestir de novo e, de alguma forma, saí da sala sem me comprometer ou (igualmente perigoso) humilhá-la. Mas me perturbava que a imagem daquela ruiva inegavelmente estonteante, que claramente quisera que eu a desflorasse — e provavelmente ainda queria —, ocasionalmente flutuasse em minha consciência, e quando isso acontecia, eu me via visivelmente excitado e me perguntando se eu poderia ter transado com ela e mantido isso em segredo. Improvável, decidi.
Hannah agora estava em uma conversa animada com Jo, e ambas riam de alguma coisa. Eu mergulhei em uma conversa à minha esquerda sobre conexões entre arte popular e música contemporânea e, quando levantei os olhos, vi que Hannah havia desaparecido em algum lugar e Andy estava conversando com Jo em seu lugar. Observei minha esposa por alguns minutos. Ela estava maravilhosa. Seu cabelo loiro na altura dos ombros caía solto sobre as costas do vestido, e seus saltos faziam suas pernas (seu melhor atributo) parecerem ainda mais longas e sexy do que o normal. Ela falava com facilidade e confiança. Ela entendia de arte, e Andy parecia disposto a ouvir.
Uma voz sussurrou em meu ouvido: — Minha boceta está molhada por você, Sr. Davis. Sei que você quer me penetrar. Sua esposa é uma mulher de sorte. Mas podemos dar uma escapada até o dormitório das meninas e resolver isso. Estaríamos de volta em dez minutos e ninguém jamais saberia.
Eu não precisava me virar para saber que a voz era de Hannah. Eu podia sentir seu perfume e o leve aroma de vinho tinto que pairava em seu hálito.
— Hannah, eu estou...
— Shhhhh! — Ela colocou um dedo em seus lábios e então o moveu lentamente para os meus.
— Sua esposa disse que vai para Copenhague no próximo fim de semana. Eu poderia ir até sua casa no sábado à noite e impedir que você se sentisse sozinho naquela noite. O que você acha?
— Hannah, eu realmente não acho...
— Coloque isso no seu bolso. É um presente meu. Quero que você fique com eles. Estão molhados... — ela disse. Senti algo pequeno e de seda sendo enfiado na minha mão. Abaixei os olhos e vi que era uma calcinha.
— Se masturbe com elas esta semana — para praticar para sábado, Sr. Davis. Quero sentir seu pau na minha boceta. Quero que você tire minha virgindade e me encha de porra!
Eu corei. Mas ninguém nos viu. Estávamos meio escondidos por um grande painel. Antes que eu percebesse o que estava acontecendo, Hannah se inclinou para mim e me beijou na boca. Não deve ter durado mais do que um ou dois segundos, mas senti sua pequena língua quente passar pelos meus lábios e percorrer meus dentes. Instintivamente, minha própria língua encontrou a dela. Um ou dois milissegundos. Foi tudo o que bastou.
Rapidamente, enfiei a calcinha no bolso do meu paletó. Teria de me livrar dela discretamente. Por enquanto, eu precisava de outra bebida. Os últimos três minutos tinham me deixado seriamente abalado. Olhei de volta para onde Jo e Andy ainda conversavam. Eles estavam obviamente se dando bem e não sentiriam minha falta por um ou dois minutos. Fui até a mesa, mas já tinham acabado com o vinho e agora só serviam Sprite e 7 Up. Lembrei-me de que havia uma garrafa de Chablis na geladeira da sala dos professores. A escada dos fundos estava trancada, mas eu tinha uma chave mestra e poderia chegar à sala dos professores mais rápido pela escada dos fundos. Voltei, com o Chablis na mão, cinco minutos depois e fui até a mesa do bar no ginásio para pegar o saca-rolhas. Alguns goles depois, eu já tinha recuperado a compostura. O Chablis estava excelente e, embora eu achasse prudente pedir a Jo que dirigisse até o La Cave, já que eu havia tomado três taças de vinho, me senti um pouco mais tranquilo em relação aos acontecimentos de dez minutos atrás.
Olhei para onde Jo e Andy estiveram por último. Eles não estavam mais lá. Eu podia ver Hannah parada no salão, com um ar sensual e provocante em sua blusa branca, minissaia de couro vermelha e sandálias brancas. De todas as pessoas no salão, e já havia umas trezentas, apenas Hannah e eu sabíamos que ela estava sem calcinha sob aquela saia vermelha. Senti meu pau endurecer com o pensamento. Eu sabia que seria difícil manter a resolução. Pensamentos giravam em minha cabeça, sobre quantos homens de quarenta anos matariam pela oportunidade de foder aquela virgem de dezoito anos que estava dando em cima de mim com tudo. Mas eu também sabia que era uma temeridade sem limites. Eu precisava resistir.
Decidi devolver a garrafa para a sala dos professores. Voltei pela escada dos fundos e, ao fazê-lo, notei que o portão de treliça de metal que dava acesso à escada para a sala comum dos alunos mais velhos estava destrancado. Eu tinha certeza de que teria notado aquilo antes, então rapidamente guardei a garrafa na geladeira da sala dos professores e depois voltei para investigar. Com efeito, havia alguém na sala comum. Eu podia ouvir as bolas da mesa de sinuca se acomodando. Alguém estava lá em cima e se preparando para jogar uma partida de sinuca!
A porta no alto da escada estava trancada, mas havia um corredor lateral com uma pequena janela no final que dava para a sala comum. Tateei o caminho pelo corredor na penumbra e subi no radiador para ver através da janela. A sala comum estava iluminada por uma única lâmpada no canto que servia de cozinha. Mas, inconfundivelmente, os dois ocupantes eram Jo e Andy. Jo havia tirado os sapatos e Andy estava sem camisa. Eu agucei os ouvidos. Andy estava falando. Ele descrevia uma aposta sobre jogar sinuca. Pude ouvir as últimas palavras:
— ...então você só precisa encaçapar uma bola — qualquer bola. Eu tenho que encaçapar todas. Se você ganhar, leva quinhentas libras.
— E se você ganhar? — perguntou Jo.
— Bem, aí jogamos outra partida de sinuca, mas dessa vez você joga de topless para mim.
— O quê! De jeito nenhum! Você tem uma mente suja, Andy!
— Claro que tenho, Sra. Davis. Qualquer um teria uma mente suja olhando para você desse jeito. Você é um tesão. Todo garoto da minha idade te desejaria. Mas eu só quero ver seus peitos.
Tive de conter o riso. O garoto não tinha papas na língua. Jo também estava rindo.
— De qualquer forma, você já me viu sem camisa, então é justo! — Andy continuou. Mas pude ver que Jo estava pensando.
— Quinhentas libras? Sério? — ela disse.
— Sim. Está aqui. Vou colocar no seu sapato. Confio que você vai me devolver se eu ganhar — disse Andy, pegando um de seus sapatos.
Então o que eu havia perdido? — me perguntei. O que levara minha esposa a tirar os sapatos e o rapaz a carregá-los para ela enquanto subiam a escada dos fundos até a sala comum que deveria estar interditada, mas à qual, de alguma forma, Andy conseguira acesso — e trancara a porta? Além disso, ele havia tirado a camisa e agora estava fazendo uma proposta à minha esposa que, se fosse como era inevitável, a levaria a mostrar os seios para aquele adolescente fogoso de dezoito anos.
— Tá bom, fechado — disse Jo. — Mas já aviso: eu sei jogar.
— Ótimo, então. Você começa — disse Andy.
Os cinco minutos seguintes foram incríveis. Jo deu a tacada inicial e esse foi o único arremesso que ela fez. Andy limpou a mesa inteira em uma única visita, encaçapando com facilidade consumada e, em dois lances, encaçapou na tabela com tacadas audaciosas que eu só tinha visto em "Desafio à Corrupção".
Quando a bola preta afundou na caçapa lateral e a bola branca ficou perfeitamente parada no centro, Andy se virou para Jo.
— Então, como vamos fazer isso? — ele perguntou.
— Acho que vou ter que tirar este vestido — disse Jo, com naturalidade. — Abre o zíper para mim.
Era óbvio que ela se resignara ao que estava prestes a acontecer assim que as primeiras três ou quatro bolas haviam entrado. Andy nunca erraria, e ela prometera aquilo como sua aposta. Observei Andy abrir o zíper do vestido que apenas duas horas antes eu mesmo havia fechado. Jo deslizou o vestido pela cabeça e o dobrou cuidadosamente antes de colocá-lo em uma cadeira próxima. Ela se virou para ele, os mamilos eretos no ar fresco da noite. Nua, exceto pela calcinha, pelos brincos e pela aliança de casamento.
Andy a olhou de cima a baixo.
— Você tem os peitos mais magníficos que eu já vi, Sra. Davis — ele disse. Então fez um gesto com a cabeça em direção à mesa. — Arme as bolas. Tenho a sensação de que vou me lembrar deste jogo por muito tempo e ele pode durar bem mais que o último.
Lembrei-me de que uma vez Andy mantivera um jogo por uma hora inteira como parte de outra aposta. Eu não sabia que isso era possível, mas, aparentemente, a habilidade necessária para prolongar uma partida de sinuca é igual à habilidade para terminá-la rapidamente. Jo pareceu pressentir como aquilo poderia transcorrer.
— Meu marido vai estar esperando — disse Jo. — Não tem algo mais rápido que possamos fazer?
Andy sorriu. — Bem, Sra. Davis. Você poderia me deixar beijá-los. Depois você pode ir.
Ele se aproximou dela. Eu a vi dar um passo para trás, na direção da mesa de sinuca. Aquilo não era algo com que ela havia contado.
— Não, acho que não — ela começou, mas ele já tinha a mão erguida e estava tocando seu mamilo esquerdo. Ela soltou um gemido suave. Seu mamilo esquerdo era sua zona mais erógena, e ela estava no período mais fértil naquele momento. Era sempre mais fácil excitá-la, eu descobrira, quando ela estava ovulando.
Ele deu um passo à frente e falou em seu ouvido, mas eu podia ouvir cada palavra.
— Só cinco minutos. Alguns beijos, e você pode ficar com o que está no seu sapato. Posso ganhar mais a qualquer hora, mas a chance de beijar seios tão perfeitos como os seus nunca mais vai aparecer na minha vida, Sra. Davis. Só me deixe fazer isso.
Ele colocou a mão atrás da cabeça dela e seus dedos se fecharam em seu cabelo enquanto sua boca descia até seu seio. Jo ficou tensa e então, de repente, gemeu e se inclinou para trás enquanto a língua dele acariciava seu mamilo e ele o sugava para dentro da boca, começando a chupá-lo.
Enquanto Jo se recostava, ele a empurrou para a mesa de sinuca e a ergueu com um braço sob suas coxas. Ela se sentou na almofada da mesa enquanto a língua dele trabalhava em seu seio, beijando, mordiscando, chupando e lambendo, enquanto ela gemia alto com os olhos fechados e colocava uma das mãos atrás de si no feltro verde, enquanto a outra segurava a cabeça dele contra seu seio.
— Oh, Deus! — eu a ouvi gemer baixinho. — Oh, Deus, isso é tão bom.
Ele passou para o seio direito e, ao fazê-lo, a empurrou suavemente até deitá-la de costas na mesa. A cabeça dela bateu na bola branca e esta caiu em uma caçapa, e ele se inclinou para chupar seu mamilo direito enquanto sua mão apertava e beliscava suavemente o esquerdo.
Jo se contorceu para ficar mais confortável, e ele a empurrou mais para cima na mesa. Sua calcinha agora tinha descido e estava no meio das coxas. Ela não parecia ter notado, mas Andy sim. Ele abriu o cinto e desabotoou o botão de cima. Sua calça jeans escorregou até os tornozelos, junto com a cueca boxer. Ele se ergueu sobre a mesa e desceu suavemente sobre o corpo prostrado de minha esposa, retomando o trabalho com a língua em seus mamilos e agora sutilmente roçando a virilha na dela. A calcinha dela havia descido até os tornozelos. Eu a observei enquanto ela abria as pernas e a calcinha pendia de um tornozelo enquanto ela erguia os joelhos e cruzava os pés sobre as nádegas dele. Ele agora se esfregava nela e ela arfava: "Não pare! Não pare!" enquanto ele sugava com força seus seios.
Então veio o momento que acho que jamais esquecerei. Eu a vi levar a mão para baixo de si e seus dedos agarraram o pau dele. Ela posicionou o pau dele contra seus lábios vaginais e ele deslizou sobre eles em uma série de fricções. Ela adora esse movimento. É ainda melhor que a penetração para ela, especialmente quando seu clitóris está inchado, como fica quando ela está ovulando.
— Ai, meu Deus, não para. Não para. Estou quase gozando — Jo gemeu, e Andy continuou a se esfregar nela. Suas pernas apertaram a bunda dele, e então eu vi a cabeça dela balançar violentamente de um lado para o outro, e soube que ela estava tendo um orgasmo imenso.
Foi nesse momento que Andy aproveitou a chance. Ele reposicionou sutilmente o pau e o enfiou dentro dela. Só um centímetro no começo, mas, enquanto os olhos dela se vidravam no êxtase do orgasmo, ele foi empurrando o membro nu cada vez mais fundo.
— Estou te fodendo, Sra. Davis — ele disse. — Como está se sentindo?
— Está maravilhoso, Andy — respondeu Jo. — Só não goze dentro de mim.
— Você toma pílula?
— Não. Na verdade, estou ovulando. Não goze dentro de mim, mas também não para. Está incrível — disse Jo.
As bocas deles se travaram num beijo de paixão frenética. Andy começou a bombar nela cada vez mais forte, e Jo gemeu de novo enquanto outra onda enorme de orgasmos envolvia todo o seu corpo.
— Vou gozar, Sra. Davis — disse Andy. E então ele mergulhou mais fundo nela, soltando um grunhido gutural e primitivo enquanto seu sêmen jorrava dentro dela. Ele repetiu o grunhido doze vezes, enquanto doze jatos de sêmen branco saíam do pau dele e iam fundo na boceta da minha esposa. Os tornozelos dela estavam travados sobre a bunda dele, e ela gemia a cada jorro.
Eles se beijaram apaixonadamente por minutos depois, e então, exaustos, se afastaram rolando e se viraram para se encarar.
— Isso foi incrível, Sra. Davis. Podemos fazer isso de novo algum dia?
Jo balançou a cabeça. — Não, Andy. Isso foi estritamente uma vez só — ela disse. — Mas eu nunca vou esquecer.
Eles se beijaram de novo, e então Jo se levantou, vestiu a calcinha, desdobrou o vestido, o colocou de volta e pediu que ele fechasse o zíper. Ela pegou as £500 e as devolveu para Andy.
— Eu não sou prostituta, Andy — ela disse.
Ela calçou os sapatos de volta, pegou a chave que ele ofereceu e saiu.
Eu voltei para o ginásio por outro caminho e fingi que estivera lá o tempo todo.
— Jo, querida! — cumprimentei-a. — Vamos, vamos embora ou vamos nos atrasar para a nossa reserva.
Durante todo o jantar, imaginei a cena que eu tinha acabado de testemunhar. E quando, por volta da meia-noite, chegamos em casa, esperei na cama enquanto ela tomava banho, e então a possuí com uma paixão que nos surpreendeu a ambos.
Nós dois gozamos tumultuosamente naquela noite — e várias vezes. Mas tenho que confessar que, na terceira vez que gozei naquela noite, eu estava imaginando que a mulher em cima de mim, quicando no estilo cowgirl, não era Jo, mas Hannah.
E pelo menos uma vez eu a ouvi, sem querer, murmurar "Andy" no meu ouvido enquanto ela gozava sob meus movimentos.