Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

A Cura para a Depressão

iur.198816 min

Mindy entrou na sala e viu seu filho de 19 anos, Ted, sentado ali, deprimido. Carol, sua filha de 18 anos, estava sentada ao lado dele enquanto os dois assistiam TV.

Mindy era uma MILF e sabia disso. Ela frequentemente saía com uma variedade de homens e mulheres, embora nunca os trouxesse para casa porque não queria que seus filhos soubessem que ela era uma vagabunda em segredo. Ela tinha um cabelo castanho sexy e se mantinha em forma com corridas diárias com o filho e a filha. Carol era loira e tinha seios tão grandes quanto os da mãe, mesmo sendo mais baixa, o que fazia seus peitos parecerem muito maiores nela.

— O que foi, Ted? — Mindy perguntou ao se sentar entre os filhos no sofá.

— Nada. — Ted resmungou, visivelmente chateado com alguma coisa.

— Por favor, Ted — Carol disse, revirando os olhos para o irmão. — Qualquer um percebe que tem algo te incomodando. — Ela desligou a TV. — Vamos, Ted, você é meu irmão mais velho e eu te amo. Não quero que você fique triste. — Ela se inclinou sobre a mãe para apertar a perna de Ted, de forma reconfortante.

— Ah — Ted suspirou, corou e ficou óbvio para a mãe e a irmã que ele não queria contar. Mas ele continuou: — Ninguém quer ser minha namorada. Eu simplesmente não sei o que fazer.

— Tudo bem, querido — Mindy disse ao filho, passando um braço pelos ombros dele. — Tenho certeza de que você só não encontrou a garota certa ainda.

Ted suspirou de novo: — Talvez...

Carol mordeu o lábio e Mindy percebeu que ela tinha algo a dizer sobre o assunto: — Tem algo que você sabe e o Ted não, Caroline? — Ela perguntou severamente, esperando que fosse o suficiente para fazer a filha desembuchar.

— Bem... — Carol disse, mordendo o lábio de novo antes de continuar. — Na verdade, tem um boato rolando na escola.

Mindy ergueu uma sobrancelha: — Ah, o quê?

Carol respirou fundo e olhou para o irmão: — Eu não comecei isso...

— Só diz o que é! — Ted falou.

Carol corou e virou o rosto para longe da família antes de dizer: — Tá, é que você é pauzudo igual um alce e seria impossível enfiar seu pau na buceta de qualquer uma. Tão falando que você é uma aberração. — Ela se virou para o irmão. — Desculpa... — disse timidamente.

Mindy ficou surpresa com aquilo: — O quê? Como alguém saberia disso? — Ela viu o quanto o filho também estava envergonhado.

— Os caras têm que tomar banho juntos na academia... — Carol apontou.

— Bem, vamos ver isso. Tira suas calças, Ted. — Mindy disse. Na verdade, ela estava curiosa sobre o quão grande o filho era. — Tenho certeza de que não tem como você ser tão grande quanto dizem.

— O quê? Mãe, eu... — Ted começou a dizer.

— Filho — Mindy disse a Ted para calá-lo. — Se não vermos, não podemos saber se há uma maneira de ajudar. Talvez você seja tão grande que nenhuma buceta te aguente. — Ela sentiu sua boceta pulsar ao pensar em um pau tão grande. Ela era uma apreciadora de tamanho, embora tenha se convencido naquele momento de que aquilo era puramente para o bem do filho.

Ted gemeu, mas se levantou e deixou as calças caírem. Mindy arfou ao ver o pênis flácido do filho; mesmo mole, era maior do que o de qualquer homem com quem ela já esteve: — Que porra! — Ela exclamou e, antes que percebesse o que estava fazendo, estava acariciando o pau do filho com uma mão e as bolas com a outra. — Puta merda! Você é pauzudo igual um alce! — Enquanto ela dizia isso, o pau de Ted ficava mais duro em suas mãos.

Ted suspirou tristemente, mesmo com sua mãe MILF batendo uma pra ele: — Acho que nunca vou ter uma namorada...

— Não se preocupe, filho — Mindy disse enquanto se ajoelhava no chão na frente de Ted. — Nós vamos te ajudar, não é, Carol? — Ela olhou para a filha.

Carol estava encarando a mãe de boca aberta, em choque e excitada, enquanto o pênis enorme do irmão ficava totalmente duro. Carol já tinha ficado com alguns homens, mas nenhum com um pau tão grande quanto o do irmão. Mas ela tinha uma decisão a tomar e sua boceta decidiu por ela: — Sim, eu ajudo! O que você precisa que eu faça, Ted? — Ela perguntou animada, pronta para arrancar as roupas ali mesmo para foder a porra do próprio irmão.

— Hã, eu, hã... — Ted, sem nenhuma experiência sexual até aquele momento, não sabia bem o que estava acontecendo com ele. Tudo o que ele sabia era que a mãe estava fazendo seu pau se sentir melhor apenas com as mãos do que jamais tinha sentido antes. O prazer fluía por todo o seu corpo e ele estava amando.

— Venha para o chão comigo, querida — Mindy disse à sua filha adulta enquanto Carol se juntava à mãe no chão da sala de estar. As mãos de Carol se juntaram às da mãe no incrivelmente enorme pau de Ted.

— Jesus, não consigo fechar minhas mãos em volta — Carol disse enquanto sua boca e sua boceta salivavam.

— Mmm — Mindy gemeu. — Vamos chupá-lo juntas! — Ela disse animada.

Ted recostou-se no sofá enquanto a irmã e a mãe ficavam completamente nuas e se ajoelhavam sobre seus joelhos, começando a lamber e chupar seu pau dos dois lados. Carol passava a língua de uma ponta a outra do pau dele enquanto a mãe chupava e beijava o pau com um carinho maternal que ninguém mais conseguiria. Ela então abocanhou a cabeça do pau e começou a engoli-lo, centímetro por centímetro. Carol passou a chupar as bolas do irmão enquanto a mãe enfiava o pau dele garganta adentro.

Quando Mindy conseguiu colocar a boca até a pelve do filho, o pau parecia ter descido até seu estômago. Ela começou a deslizar obscenamente no pau dele, amando cada segundo da sensação do pau entrando e saindo de sua boca e garganta. Ela estava no paraíso do pau naquele instante e queria ser fodida em breve. Sua boceta estava gritando por isso.

— Eu quero dar pra ele! — Carol guinchou então, antes que a mãe pudesse tirar o pau do filho completamente da boca, como se tivesse lido os pensamentos da mãe. Ela praticamente empurrou a mãe para longe do pau do irmão e montou nele. Sua boceta já estava engolindo o pau do irmão antes que alguém pudesse dizer alguma coisa.

— PUTA MERDA, VOCÊ É MUITO APERTADA PRA CARALHO! — Ted gritou enquanto colocou as mãos no peito da irmã e apertou os peitos e os mamilos dela, enquanto Carol começava a quicar nele como uma vadia sem vergonha.

— NÃO, VOCÊ QUE É GRANDE DEMAIS PARA CARALHO! ESSE PAU É INCRÍVEL! OOOOOHHHHFFFFFUUUUUCCCCKKKK! — Carol gritou enquanto tinha um orgasmo enorme no pau incrível do irmão.

— Mmm — Mindy gemeu enquanto se masturbava no sofá ao lado do filho e da filha, vendo-os foder. — Isso parece incrível. Mal posso esperar até chegar a minha vez nesse pau!

Carol caiu do pau do irmão, razoavelmente saciada. O pau de Ted, no entanto, ainda estava duro como pedra: — Que tal agora, mãe? — Ela sugeriu. — Ted parece pronto de novo.

Ted assistiu, completamente perplexo, enquanto a mãe ficava sobre ele, sua boceta alinhada com o pau dele, e ela se abaixou sobre ele: — Porra! Você é um rapaz grande, não é, filho?! — Ela disse enquanto sentia o mastro duro do filho preenchê-la completamente de uma só vez.

— Ah é, mãe! — Ted disse animado enquanto sua mãe começava a cavalgar em seu pau duro. — Você é quase tão apertada quanto a Carol!

— Mmm — Mindy gemeu enquanto moía os quadris contra a pelve do filho, sentindo o pau dele em cada parte de sua boceta encharcada. — Você gosta da bocetinha da mamãe, filho? — Ela perguntou se sentindo perversamente safada por se chamar de "mamãe".

— É como o paraíso, mãe! — Ele gritou enquanto de repente agarrou os seios da mãe e eles mudaram de posição para que ele ficasse por cima agora. Ted começou a foder a mãe com força enquanto ela começava a gritar de prazer ao sentir o filho preenchê-la completamente repetidas vezes.

Carol se recuperou no sofá ao lado. — Porra, vocês dois me deixam tão excitada! — ela gemeu enquanto sentava no rosto da mãe. — Mmm, mãe, chupa minha boceta enquanto o Ted lambe meu cuzinho! — Ela gemeu enquanto parte da porra cremosa de Ted vazou para a boca de Mindy.

Mindy não sabia por que a boceta da filha tinha um gosto tão bom até se lembrar que estava cheia do esperma do irmão. Mindy amava o gosto de porra, fosse de homem ou de mulher, mas os dois misturados eram simplesmente os melhores em sua opinião. Ela lambeu e chupou toda a porra da boceta da filha enquanto o filho a fodia com força no sofá.

— Lamber seu cuzinho? — Ted disse de forma desajeitada enquanto fodia a boceta da mãe com seu pau enorme e olhava para o furico marrom enrugado da irmã. — Isso é normal?

Carol zombou enquanto olhava com raiva por cima do ombro para o irmão: — Você está fodendo sua irmã e sua mãe, Ted! Nada disso é normal! Agora cai de boca no cu da sua irmã, filho da puta! — Ela ordenou enquanto gozava no rosto e na boca da mãe.

Ted deu de ombros enquanto continuava a meter os quadris: — Tá bom! — ele disse animado. Tudo aquilo era novo para ele e ele estava disposto a fazer qualquer coisa naquele momento específico. Ele se inclinou para a frente, agarrando ambas as nádegas macias da irmã em cada mão e abrindo-as para que sua língua pudesse alcançar o furico enrugado dela. Ele lambeu; o gosto não era bom, mas também não era tão ruim, e tudo valia a pena pelos sons que a irmã começou a fazer enquanto ele fazia aquilo.

Ted sentiu sua mãe gozar, junto com os sons que ela fazia apesar de ainda estar com a boca cheia da boceta da filha, e a sensação da boceta dela apertando e pulsando enquanto gozava em volta de seu pau grosso foi demais para ele, e ele logo encheu a boceta dela de sua porra assim como tinha feito com a irmã momentos antes.

Depois que todos gozaram de novo, eles desabaram no sofá nos braços uns dos outros.

— Uau, filho — Mindy gemeu, contente. — Nunca tive um sexo assim antes. Ai, meu Deus, foi incrível! — Ela ronronou enquanto se aconchegava no peito do filho.

— Isso ajudou com sua depressão? — Carol perguntou, agindo como se essa fosse a razão de terem feito tudo aquilo.

— Mmm, sim. — Ted disse com a mãe nua e a irmã em cada um de seus braços. — Com certeza me sinto muito melhor agora.

— Bem, se você se sentir triste de novo, é só nos avisar. — Carol disse.

— É — Mindy concordou com a filha. — Se você precisar de animar, diga a mim ou à sua irmã e faremos o que pudermos para ajudá-lo a sair da sua tristeza. — Para enfatizar seu ponto, ela agarrou o pau de Ted com uma mão e as bolas com a outra, mas o pau dele estava mole e permaneceu assim depois de gozar tão seguido, para decepção de Mindy.

— Uau, a qualquer momento? — Ted perguntou, se sentindo o homem mais sortudo do mundo naquele instante.

— Absolutamente a qualquer momento — Mindy disse, dando um aperto rápido no pau dele antes de se levantar e juntar suas roupas no chão. — Agora vamos, precisamos nos limpar.

...

Ted se sentiu estranho depois de foder a mãe e a irmã num ménage, mas ainda assim, cerca de uma hora depois, começou a se sentir excitado de novo...

Ele encontrou a mãe lavando roupa no porão: — Mãe, estou excit... quer dizer, hã, estou triste. — Ele disse quando ela se virou para ele.

— Ah, é? — Mindy disse ao filho, erguendo uma sobrancelha. — Talvez devêssemos te levar a um terapeuta...

— Mas, mãe! — Ted choramingou enquanto já estava desabotoando as calças e seu enorme pau ereto saltou para fora quando ele as abaixou. — Achei que tínhamos combinado...

— Eu disse que te ajudaríamos quando você estivesse deprimido — Mindy disse severamente, embora seus olhos estivessem grudados no pau grosso do filho enquanto ela lambia os lábios. — Não disse que seríamos suas escravas sexuais pessoais sempre que você se sentisse um pouco pra baixo! — Ela estava se sentindo um pouco irritada por o filho a colocar contra a parede assim.

Ted abriu a boca, mas a fechou de novo; isso de fato o estava fazendo se sentir mal, e não era apenas uma mentira para conseguir mais sexo da mãe como quando ele chegou. — Desculpa, eu... — Ele começou a puxar as calças para cima de novo.

— Espera. — Mindy estendeu o braço e impediu o filho de puxar as calças ao agarrar o pau dele. — Te levamos ao terapeuta amanhã. Por enquanto, há uma solução temporária para aliviar sua, hã, 'tristeza'. — E então ela se ajoelhou na frente do filho e engoliu metade do pau dele garganta adentro.

— Ah, mãe, sua boca é um espetáculo! — Ele gemeu enquanto ela o chupava como uma vadia tarada.

Ela o cuspiu de novo: — Só estou me certificando de que você está duro como pedra antes de te deixar me foder de novo! — Ela explicou, e Mindy girou ao se levantar, apoiou os braços na máquina de lavar e empinou a bunda para o filho. — Fode sua mãe, Ted. — Ela disse simplesmente enquanto levantava a barra do robe.

Ted não precisou ouvir duas vezes, mas ficou super surpreso quando seu pau simplesmente deslizou para dentro da mãe: — Porra, mãe! Como você já está tão molhada para caralho?! — Ele perguntou com surpresa tarada.

— Ugh! — Mindy gemeu quando o filho entrou nela. — Porque tudo em que eu penso desde que você me fodeu no sofá é o quanto eu amo seu pau incrível! — Ela já estava gozando ao admitir isso para seu parente. — Você é meu filho e tem o pau mais fantástico do universo! Só fode sua mãe! Fode gostoso! — Ela teve que se apoiar na máquina de lavar quando Ted começou a foder com força e rápido, exatamente como ela pediu. — PUTA MERDA! VOCÊ É BRUTO! ME FODE! MAIS BRUTO! MAIS RÁPIDO! MAIS FORTE! VOCÊ É UM MONSTRO DE FODER DO CARALHOOOOO!!!! — Mindy estava gozando seu coraçãozinho todo no pau e nas bolas do filho e já estava sendo levada a outro orgasmo. — ME FODE EM QUALQUER LUGAR, FILHO! DESCULPA POR NÃO TER CEDIDO LOGO! SOU UMA MAMÃE MÁ! VOCÊ SABE COMO PUNIR MAMÃES MÁS, FILHO?! — Ela estava gozando pela terceira vez enquanto praticamente gritava tudo aquilo.

— Não, como? — Ted perguntou como um idiota, mas estava no meio de foder a boceta de sua mãe com tudo.

— FODENDO ELAS! FODE A BOCETA DA SUA MÃE SEMPRE QUE EU FOR MÁ! É O ÚNICO JEITO! É O ÚNICO JEITO DE CURAR SUA DEPRESSÃO! — Mindy gritou ainda mais alto enquanto seu quarto orgasmo seguido começava.

— Que porra, isso é tão quente! — Carol gemeu das escadas, e tanto a mãe quanto o filho olharam para trás para vê-la se masturbando com as duas mãos. Ela não tinha colocado roupa desde a última vez que foderam, na esperança de que Ted fosse procurá-la antes da mãe, mas não ficou desapontada por ele ter ido à mãe primeiro. — Goza no rosto dela, Ted! — Ela gritou.

— Posso?! — Ted perguntou animado, virando-se para a mãe.

— É melhor você me cobrir! — Mindy gritou enquanto saía do pau do filho e se ajoelhava na frente dele.

Ted bateu uma e começou a gozar litros, ao que parecia. Um fluxo interminável de esperma jorrou de sua vara esguichante e sufocou sua mãe vadia quando ela gozou pela quinta vez assim que a porra do filho tocou sua pele. Escorreu pelo queixo e subiu pelo rosto, deixando uma faixa pelos lábios e nariz. O próximo jato atingiu seu peito e colou seu robe transparente nos seios, criando uma poça de porra do filho em seu decote.

Ted continuou a pintar o rosto e o peito da mãe de branco com seu pau gozador até ficar exausto. Quando terminou, Mindy parecia ter acabado de participar de três bukkakes seguidas.

— Jesus Cristo, Ted! — Carol gritou das escadas. — De onde foi que saiu toda essa porra?! — Ela estava absolutamente animada com isso.

— Do meu pau, obviamente — Ted respondeu confiante.

— Bem — Mindy se levantou —, preciso de outro banho. — Ela se olhou. — E sem ser um banho de porra dessa vez.

— Eu vou com você — Ted disse animado enquanto ficava de pé.

— Eu também! — Carol disse ao também se levantar.

Mindy revirou os olhos: — Não sei...

— Mãe, se você não se comportar, vou ter que te punir. — Ted disse. — E só posso fazer isso te fodendo!

Mindy sorriu maliciosamente: — Bem, então corro com vocês dois até o chuveiro! — Ela correu escada acima rindo atrás da filha, deixando um rastro de esperma pingando de seu corpo enquanto corria.

Ted sorriu e perseguiu a mãe e a irmã. Ele nunca mais se sentiu deprimido com aquelas duas por perto depois disso.

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