A Cereja de Hadley
— Aquela vadia idiota! — Jack praguejou baixinho, batendo o telefone no gancho. Se os números do segundo trimestre não estivessem tão bons, ele talvez já estivesse de péssimo humor, mas, por sorte, Henderson estava justamente atualizando-o sobre o mercado fervendo de Hong Kong quando o telefone tocou.
— Desculpe, Henderson — Jack murmurou enquanto recuperava um pouco da compostura. — Divórcio complicado, você entende.
Normalmente, ele não se deixava alterar tanto na frente de um funcionário, mas o drama com a futura ex-mulher parecia não ter fim. Primeiro, ela insistiu em ficar com a casa e que Jack se mudasse para um hotel, e agora, depois dessa última ligação com o advogado cachorro de guarda dela, parecia que ela queria deixá-lo na miséria em termos de pensão.
— Tudo bem, senhor, meu irmão acabou de passar por uma dessas... coisa feia. — Harvey Henderson sorriu com simpatia. Jack teve a impressão de que poderia cagar na mesa que Henderson ainda sorriria, compreensivo: o cara era um puxa-saco de primeira.
— Scarlet, você pode trazer um pouco de gelo, por favor? — Jack pediu à secretária pelo interfone.
— Sim, senhor, Sr. Cummings. Na hora.
— Quer tomar um drinque antes de continuarmos com os números de Hong Kong, Henderson? Depois dessa ligação, eu bem que preciso de um... — O rosto de Henderson caiu um pouco; ele estava ansioso para continuar a apresentação, mas queria mais a aprovação do chefe.
— Claro — ele disse. — Aceito um pequeno.
Na hora certa, Scarlet, a assistente de Jack, entrou com o balde de gelo cheio. Ela foi até onde Jack estava parado junto ao carrinho de bar e colocou o gelo na bandeja. Jack sentiu o cheiro do sabonete e do perfume doce dela, e só aquele aroma o deixou duro de pau, lembrando-o de todas as "sessões particulares de ditado" que teve com sua jovem assistente cheia de viço. Lembrou-se da primeira vez que chupou a boceta depilada dela, virou-a de costas e comeu o cuzinho arrebitado dela ali mesmo em sua mesa.
— Mais alguma coisa? — Scarlet perguntou, docemente. Ela ajeitou a franja atrás da orelha e mudou o peso de um pé para o outro sobre os saltos altos. Era uma pena que o caso com Scarlet (entre outros) tivesse lhe custado o casamento, mas, caralho, pensou ele, cobiçando o corpinho apertado dela naquela saia justa, provavelmente tinha valido a pena.
— Não, obrigado, querida — Jack sorriu para ela. — Te chamo se precisar. — Ele acompanhou com os olhos a bunda em formato de coração dela enquanto ela saía rebolando e fechava a porta atrás de si. Jack serviu dois uísques duplos com gelo e entregou um ao colega.
— Toma, Henderson, isso vai botar cabelo no peito — Jack disse, entregando-lhe a bebida. Virou o seu de uma vez e fez uma careta. — Estou te falando, essa vida de hotel está ficando insuportável.
Henderson estava aproveitando o repentino tom informal do chefe. Normalmente, ele não se confidenciava sobre assuntos pessoais, e Henderson queria tirar proveito da situação. Se não conseguisse aquela promoção logo, nunca mais ouviria o fim da história da mulher.
— Jack, o que você acha de vir jantar em casa hoje à noite? Uma comida caseira. Minha esposa, Trisha, vai fazer o bolo de carne especial dela. Deve ser melhor que o serviço de quarto, hein? — Henderson perguntou, esperançoso. Ele já se imaginava rindo e brindando com o chefe durante uma refeição caseira, a esposa e a filha sorrindo, e então Jack oferecendo o cargo de vice-presidente...
— Não, eu não poderia incomodá-los — Jack respondeu.
— Não é incômodo nenhum. A Trisha vive me pedindo para convidá-lo há meses. Você seria nosso convidado de honra: faço questão que venha jantar.
Jack pensou por um minuto. Estava claro que Henderson estava tentando ganhar o campeonato de puxa-saquismo, que aquilo era algum movimento tático para pedir uma promoção. Mas uma comida caseira soava incrível, e depois do mês que ele tinha tido, podia ser exatamente o que precisava. Ele assentiu e sorriu: — Claro, será uma honra.
— Maravilha! Vou garantir que a Scarlet lhe passe o endereço, você pode vir às 19h. A Trish vai ficar encantada. — Henderson não conseguia acreditar na própria sorte. Depois de conhecer sua charmosa esposa e filha, e comer uma das refeições deliciosas da Trisha, a promoção seria praticamente garantida.
O resto da reunião correu bem, e quando Henderson saiu do escritório, Jack estava de melhor humor. Pensou em chamar Scarlet para uma reuniãozinha de comemoração. Agora que a esposa o deixara, Jack estava mais insaciável do que nunca.
— Ei, Scarlet? Pode vir aqui, por favor? — Jack perguntou pelo interfone. Scarlet riu baixinho e pegou seu bloco de notas, mesmo sabendo que não precisaria dele. O chefe dela sempre tinha um certo tom de voz quando queria mais do que apenas ditar um memorando. Ela não se importava; na verdade, adorava a atenção do chefe bonito e sabia que o processo de divórcio em andamento devia ser estressante para ele.
— Chamou, senhor? — Scarlet disse e fechou a porta atrás de si. Embora nunca se vestisse de forma inadequada, o corpo curvilíneo tipo ampulheta de Scarlet tornava até a roupa de trabalho mais conservadora algo provocante. As saias pretas justas de lápis que usava, realçadas por saltos altos, sempre pareciam abraçar o bumbum redondo, e a blusa vermelha com babados que usava hoje tinha o decote baixo o suficiente para deixar entrever os melões de dar água na boca, os mamilos carnudos espetando o tecido sedoso.
Jack sorriu para a sexy assistente. Afastou-se da mesa e recostou-se na cadeira. Scarlet sorriu, largou o bloco e tirou os saltos altos, aproximando-se do chefe com um pequeno rebolado provocante e então se ajoelhou entre as pernas dele. Ela levou as mãos de unhas feitas à fivela do cinto dele e desabotoou a calça. Passou as unhas de leve sobre o volume crescente na cueca e olhou para cima, lambendo os lábios. Enfiou a mão na cueca e puxou o pau enorme do chefe, que ainda nem estava totalmente ereto. Jack recostou na cadeira e fechou os olhos sonhadoramente enquanto sua assistente de 24 anos enrolava os lábios carnudos pintados de vermelho na cabeça do pau dele e o sugava para dentro da boca quente e molhada.
Scarlet nunca tinha visto um pau tão grande antes de conhecer Jack, mas assim que o enfiou nos três buracos, ficou totalmente viciada. Ela sugava e chupava feliz o pau monstruoso dele enquanto ele crescia e endurecia até o tamanho máximo. Envolveu a base com o punho e ainda sobrava pau, que ela tentava levar o mais fundo possível na garganta. Jack observava a bela assistente dar prazer ao seu pau e suspirava satisfeito. Adorava ver sua grande pica entrando e saindo da boca dela, os lábios grossos se esticando com esforço ao redor da cabeça do tamanho de uma ameixa, enquanto ela babava e lambuzava aquela carne imensa.
Ela tirou o pau da boca com um estalo audível, e um longo fio de saliva molhada se esticou dos lábios cobertos de batom até a glande inchada, que vertia pré-gozo. Ela masturbou o pau escorregadio com uma mão, totalmente ensopado com sua saliva, baixou a cabeça e começou a besuntar as bolas pesadas de saliva. Chupou cada uma na boca, mamando-as. Gemeu enquanto enfiava o saco bem no fundo da boca, e Jack sentiu as vibrações por toda a virilha.
Depois de alguns minutos disso, ele estava pronto para gozar. — Abre bem — ele disse, levantando-se e apontando o pau para a boca bonita dela, enquanto punhetava o pau com força. Ela se inclinou para trás e olhou para ele, abrindo bem os lábios vermelhos e pondo a língua para fora em antecipação. Jack deu mais algumas punhetadas finais na pica enorme e gemeu enquanto o primeiro jato de gozo saía das bolas agitadas e caía sobre a língua que o esperava.
Jack não só tinha um pau particularmente grande, como também gozava litros, e hoje não foi exceção. Cordões grossos de porra leitosa esguicharam do pau e encheram a boca aberta dela. Ele deixou uns jatos espirrarem pela bochecha e nariz dela, para completar. Quando finalmente tirou a última gota de gozo do pau exausto para dentro da boca cheia de Scarlet, ela engoliu a carga cremosa inteira, lambendo o gozo dos lábios vermelhos.
— Obrigado, querida — ele disse, guardando o pau lambuzado de batom de volta nas calças e ajudando-a a se levantar. — Você foi de grande ajuda, como sempre. — Piscou para ela enquanto ela pegava o bloco de notas e os saltos. — Ah, e Scarlet, querida, pode comprar uma boa garrafa de vinho tinto e umas flores para a esposa do Henderson?
***
Às sete em ponto, Jack entrou de carro no tranquilo bairro suburbano dos Henderson e estacionou em frente à charmosa casa em estilo Tudor. Jack jogara um pouco de squash na academia, tomara banho, se barbeava e passara colônia fresca antes de dirigir até o jantar; ele se sentia relaxado e com o humor muito melhor. Pegou a garrafa boa de Cabernet Sauvignon e o buquê de tulipas roxas do banco do passageiro, subiu o caminho de pedras bem iluminado e tocou a campainha. Depois de alguns instantes, uma mulher loira na casa dos quarenta abriu a porta.
Jack tinha 44 anos, mas bem que podia passar por 34. Cuidava bem da forma, e os poucos fios grisalhos que começavam a aparecer nas têmporas o deixavam com um ar bonito e distinto. Entre a estrutura magra e musculosa de um metro e oitenta, o rosto bonito com olhos azuis profundos e cabelo castanho-escuro, e o pau mais do que avantajado, Jack era incrivelmente atraente para qualquer padrão. E foi exatamente isso que Trish pensou ao ver o chefe do marido na entrada de casa.
— Ah, olá, você deve ser o Jack! Sou a Trish, esposa do Harvey. Estamos tão empolgados em recebê-lo. — Ela deu as boas-vindas a Jack, e ele entrou no hall de entrada confortável e agradável. Ela o conduziu à sala de estar.
— São para você, claro — Jack disse com um de seus sorrisos irresistíveis, estendendo o vinho e as flores. Trish se derreteu com os presentes e bateu os cílios para Jack. Com o cabelo loiro platinado e as calças capri sob medida, ela lembrava aquelas mães suburbanas de jogador de futebol, que se arrumam com cardigãs cor-de-rosa e pérolas só para ir ao supermercado. Até que era atraente para a idade, mas algo no sorriso forçado dela o repeliu um pouco.
— Essas flores são as mais lindas, Jack! Você é tão atencioso! — ela exagerou. Henderson entrou na sala, radiante por o chefe estar finalmente em sua casa. — Olha, querido! — Trish falou, virando-se para o marido. — Jack nos trouxe uma garrafa de vinho! Isso vai combinar perfeitamente com o jantar. Por que vocês não se sentam enquanto sirvo as bebidas?
Jack sorriu para a anfitriã e se acomodou no sofá de camurça marrom. Ele e Henderson ficaram sentados em um silêncio constrangedor por alguns instantes antes de Trish voltar com uma bandeja de coquetéis. — Vi a receita no Pinterest — ela disse radiante. — É tipo uma versão moderna do old-fashioned. — Ela entregou um drinque a Jack e observou ansiosa enquanto ele o provava.
— Muito bom — Jack disse. Estava um pouco doce para o seu gosto, mas o álcool caía bem depois do treino pesado.
— Nossa filha já deve se juntar a nós, ela chega do treino a qualquer minuto — Henderson disse.
— Treino? — Jack perguntou. Ele esquecera que Henderson tinha uma filha. Quantos anos ela teria agora, quatorze? Quinze?
— Hadley é ginasta — Trish disse, orgulhosa. — Temos muito orgulho dela: ela ganhou uma bolsa de ginástica para a LSU no outono. — Ela segurou uma foto de uma menina pequena de 12 anos, de collant, apontando os dedos dos pés e saltitando na trave. — Isso é de anos atrás.
— Ela é muito bonita, Trish — Jack elogiou. — Vejo que a maçã não caiu longe da árvore... — Trish riu como uma colegial e deu um tapa brincalhão no braço de Jack.
Foi nesse momento que a porta se abriu e entrou a garota adolescente mais perfeita que Jack já havia posto os olhos: olhos verdes felinos, cabelo longo morango loiro preso em rabo de cavalo, narizinho arrebitado salpicado de sardas e lábios cor-de-rosa delicadamente curvados como os de um querubim italiano. Hadley acabara de completar 18 anos, mas com 1,57m de altura e 46 kg esguios, parecia muito mais nova. Jack não conseguia acreditar que o sem-graça do Henderson e sua esposa cafona pudessem ter criado aquele anjo à sua frente.
— Oi, mãe. Oi, pai. Desculpa o atraso, o treino se estendeu — Hadley disse, pendurando o casaco e largando a mochila. Ela vestia o uniforme de saia xadrez da escola local só para meninas, e a saia curta plissada mostrava as pernas suaves e torneadas, parando alguns centímetros abaixo da bunda arredondada. Jack ficou instantaneamente de pau duro.
— Hadley, venha conhecer o Sr. Cummings, chefe do seu pai — Trish disse e conduziu a pequenina deusa para dentro da sala.
— Prazer em conhecê-lo, Sr. Cummings — Hadley disse e apertou a mão de Jack. Jack sorriu calorosamente.
— Por favor, me chame de Jack — ele pediu. Ela franziu o nariz ao sorrir para ele.
Hadley foi ajudar a mãe na cozinha, e Jack a estudou enquanto ela se afastava: os tênis brancos pequenos, as meias soquetes brancas, a saia xadrez curta plissada, a camisa polo azul celeste, o longo rabo de cavalo morango loiro balançando nas costas enquanto caminhava. Meu Deus, pensou Jack, nunca vi algo tão perfeito.
— Ela é adorável — Jack comentou com Henderson, ainda se perguntando como aquele cara baixinho de óculos e cabelo combinado podia ter produzido uma cria tão milagrosa.
Henderson sorriu. — Temos muito orgulho dela — respondeu.
— Muito bem, rapazes, o jantar está servido! Escolham seus lugares à mesa! — Trish chamou da sala de jantar.
O jantar foi muito bom, ficando ainda melhor com o vinho tinto trazido pelo convidado. Contaram histórias do trabalho e Trish ria um pouco alto demais a cada coisa que Jack dizia. Algumas vezes, Jack ergueu os olhos do prato e pegou Hadley encarando-o com aqueles olhos de gata. Na primeira vez que a pegou, ela corou e desviou o olhar, mas depois, ele ficou satisfeito ao encontrá-la encarando-o de volta, os olhos verdes brilhando com malícia.
Hadley não conseguia deixar de pensar que Jack era o homem mais bonito que já havia conhecido. Aos 18 anos, nunca teve namorado, mas não por falta de pretendentes. Vários garotos do colégio só para garotos vizinho já a convidaram para sair, mas eles pareciam simplesmente meninos para ela. Algumas amigas saíam com garotos da idade delas, e, pelas histórias, eles pareciam uns animais. Ela achava que não estava perdendo nada. Sempre se imaginou com alguém mais velho e experiente, então se resignou a esperar a faculdade para começar a namorar. Além disso, a ginástica tomava muito do seu tempo para se importar com garotos de qualquer jeito.
Após o jantar, Henderson e Trish foram tirar os pratos e limpar, e Jack e Hadley foram para a sala.
— Então, sua mãe me disse que você é ginasta? — ele perguntou, desesperado para iniciar qualquer conversa com a adolescente encantadora.
— Sim — Hadley sorriu. — Fui campeã estadual elite no individual geral ano passado.
— Aposto que você é ótima — Jack disse, tentando imaginar o corpinho pequeno dela naqueles collants coladíssimos.
— Não sou má — ela riu e requebrou os quadris de um lado para o outro. Jack sentiu a calça ficar mais apertada. Ele se ajeitou no braço do sofá.
— Mostra alguns movimentos — ele pediu.
— Agora? — Hadley riu, envergonhada, e cobriu o rosto.
— Por favor? — Jack insistiu, sorrindo aquele sorriso lento e caloroso para ela.
— Tá bom — ela concordou. Ela ficou de pé no meio da sala e dobrou uma das pernas esguias, deslizando o pé direito pela parte interna da coxa. Estendeu a perna, agarrou o tênis delicado com a mão direita e puxou a perna até a orelha, fazendo um espacate de pé. Jack quase conseguiu ver por baixo da saia curta, mas não exatamente.
— Incrível — ele disse. — Mostra outro.
— Outro, é? — Hadley pensou, e soltou a perna de volta ao chão. — Ah, já sei. — A pequena loira plantou as palmas das mãos no chão e chutou os pés para cima, ficando de cabeça para baixo. A saia xadrez curta caiu sobre a cabeça, revelando uma calcinha de algodão branca. Lentamente, equilibrando-se nas mãos, Hadley abriu as pernas suaves e cremosas, escarranchando-se em um espacate. Através da calcinha de algodão branca, Jack viu a suave protuberância da boceta adolescente dela, o tecido fino pressionado na fenda dos lábios vaginais e delicadamente enfiado no sulco profundo das nádegas redondas. Jack foi tomado pela vontade de enfiar o rosto na virilha da ginasta e inspirar, lamber a boceta dela através do tecido úmido.
— Hadley Patricia Henderson! — Trish gritou, entrando na sala. — Eu consigo ver sua calcinha! Desça já daí.
A princesinha pequenina saiu da pose graciosamente e se levantou. — É só meu collant, mãe — Hadley deu de ombros.
— Não é decente, não na frente do nosso convidado. Sinto muito, Jack. — Trish colocou uma bandeja com cafés na mesa e voltou para a cozinha.
— Desculpe, Sr. Cummings, eu o ofendi? — Hadley perguntou inocentemente. A pele entre as sobrancelhas franziu de preocupação.
— Não, de jeito nenhum, Hadley, não seja ridícula. Fui eu que pedi, lembra? Achei você maravilhosa. — Jack piscou para Hadley, e ela sentiu um friozinho no estômago. De repente, sentiu-se um pouco audaciosa.
— Não era bem meu collant — ela disse, um sorriso levemente travesso curvando os lábios angelicais.
— Eu percebi — Jack sorriu. Será que essa deusa adolescente está flertando comigo?, pensou. Jack deu um passo mais perto dela. — Eu gostaria de ver sua calcinha de novo algum dia.
O coração de Hadley começou a bater forte. Será que esse homem bonito me quer desse jeito?, ela se perguntou...
— Hadley, está na hora de começar sua lição de casa. Dê boa noite para o Sr. Cummings e suba para o seu quarto. Os adultos querem conversar. — Henderson entrou carregando um prato de biscoitos, seguido por Trish.
— Sim, papai. Boa noite, Sr. Cummings — Hadley disse e bateu os cílios loiros para Jack. Então ela se virou lentamente e pegou sua mochila. Quando ela se abaixou, Jack teve um vislumbre rápido de sua calcinha branca novamente aparecendo por baixo da saia curta plissada. Ela olhou para Jack enquanto subia os degraus para o quarto. Jack a observou até que seus tênis brancos desaparecessem lá em cima.
O resto da noite é um borrão para Jack, ele nem fingiu prestar atenção nas histórias de Trish e Henderson sobre a viagem deles a Palm Springs. Ele não conseguia parar de pensar na pequena ginasta adolescente. Jack sentiu seu pau se mexer enquanto tentava imaginar como ela era por baixo da calcinha... Será que sua mata também é loira morango? Ou ela raspa aqueles lábios doces da boceta? Jack mal podia esperar para chegar em casa e bater uma punheta, tirar aquele tesãozinho doce do seu sistema.
Finalmente, ele se levantou e bocejou e educadamente se despediu. — Obrigado por tudo — ele disse, beijando Trish nas duas bochechas para seu grande prazer —, o jantar estava delicioso e sua família é encantadora.
— Você é bem-vindo a qualquer hora — Trish disse, deslumbrada. Ela tinha certeza de que a noite foi um sucesso.
— Vejo você no batente, Henderson — os dois homens apertaram as mãos e Jack saiu para o ar da noite. Enquanto caminhava pela passarela até o carro, ele olhou para cima e viu Hadley olhando para ele da janela. Ela estava usando uma camisola curta, com babados, branca. Ela sorriu e acenou para ele.
Ela é tão deliciosamente, refrescantemente inocente, Jack pensou, diferente de todas as outras mulheres com quem estive...
Quando estava no ensino médio, Jack parecia atrair apenas as garotas realmente experientes, e sendo honesto, ele nunca teve tempo para virgens. Elas sempre pareciam muito esforço para ele, e nunca valia a pena. Até sua ex-esposa teve muitas escapadas selvagens antes de se conhecerem, e ele estava totalmente bem com isso. Mas agora, algo na inexperiência e simplicidade de Hadley tocava seu coração. Ele estava dominado pelo desejo por ela...
Lá em cima no quarto, Hadley observou Jack acenar, depois entrar no carro e ir embora. Ela se sentia molhada e com cócegas entre as pernas desde a interação na sala de estar. Ela se deitou na cama e imaginou como seria beijá-lo e se viu deslizando uma das mãos por baixo do elástico da calcinha de algodão. Ela separou a carne molhada com os dedos e os deslizou para frente e para trás sobre seu clitóris inchado. Ela tentou imaginar como Jack era por baixo de todas as roupas.
Hadley abafou um gemido enquanto sua boceta latejava e formigava. Eu tenho que vê-lo de novo, ela pensou.
****
Scarlet teria muito trabalho no dia seguinte. Jack a chamou em seu escritório no instante em que chegou e não perdeu tempo com formalidades, colocando-a em sua mesa e tirando sua calcinha preta. Ele empurrou suas pernas bronzeadas para cima e para trás e começou a se banquetear em sua boceta raspada e seu cuzinho franzido. Scarlet adorava quando ele a chupava, e hoje ele lambeu e chupou seus buracos molhados como um homem possuído.
Depois de cerca de dez minutos lambendo ela, Jack puxou seu pau gigante e lentamente enfiou sua píton pulsante em sua boceta escorregadia. Scarlet gemeu enquanto ele a preenchia completamente, enquanto tentava se ajustar ao tamanho imenso da enorme vara de foder que abria sua boceta. Ele a fodeu forte e rápido, e a cada estocada suas bolas grandes e pesadas batiam contra seu cuzinho piscante como uma aldrava de bronze.
Jack olhou para sua assistente sexy, gemendo e se contorcendo embaixo dele. Ela era sexy pra caramba e apenas cinco anos mais velha que Hadley, mas algo em sua sensualidade parecia ensaiado de repente: o batom vermelho, os saltos altos, a calcinha de renda preta usada especialmente para ele... Ele fechou os olhos enquanto fodia, abrindo sua boceta apertada a cada estocada, tentando imaginar Hadley em vez disso: seu cabelo sedoso e lábios rosados e macios... mas os gemidos e sussurros roucos de sua secretária o trouxeram de volta à realidade. Jack pegou a calcinha de renda de Scarlet da mesa e a enfiou na boca dela para abafar seus gemidos enquanto sentia aquele formigamento familiar crescendo em suas bolas...
O chefe tinha acabado de gozar sua enorme quantidade de porra dentro de sua secretária se contorcendo quando o telefone tocou. Scarlet estava apertando alguns lenços contra sua boceta transbordante para conter o fluxo de esperma de Jack antes de correr para o banheiro para se limpar. Quando o telefone tocou, ela ficou ali, impotente, com sua calcinha preta nos joelhos.
— Tudo bem, querida, vá se limpar — ele disse para ela —, eu atendo.
Scarlet sorriu agradecida para Jack, puxando a calcinha e correndo rapidamente para o banheiro feminino antes que mais porra vazasse. Jack se inclinou e pegou o telefone.
— Jack Cummings — ele disse.
Houve uma pequena pausa do outro lado da linha e então uma vozinha doce disse: — ...Jack? Oi. É Hadley Henderson. — Mesmo tendo acabado de gozar uma quantidade enorme, o pau de Jack endureceu novamente quando ouviu a voz da jovem.
— Oi, Hadley. Como posso ajudá-la? Você não deveria estar na escola? — ele perguntou, acomodando-se na mesa.
— Hum... Desculpe. Talvez eu não devesse ter ligado para você — a adolescente disse —, é só... Eu realmente queria ver você de novo. — O coração de Jack parecia bater na garganta.
— Onde você precisa estar hoje à noite? — ele perguntou em voz baixa.
— Eu tenho treino até as 7 e ia dormir na casa da Mandy. Eu sempre posso mentir e dizer aos meus pais que estou lá... — ela disse, com um tom malicioso na voz.
— Sua menina má — Jack sorriu ao telefone. — Estou hospedado no Regency Marriott no centro — ele disse —, você sabe como chegar lá?
— Claro, acho que sim — Hadley disse, agora sorrindo —, já peguei o ônibus para o centro antes. Provavelmente posso estar aí às oito.
— Oito então — Jack disse —, quarto 1908.
— Ok, tenho que ir — a adolescente sussurrou e desligou o telefone. Jack se recostou na cadeira e sorriu. Ele não conseguia acreditar na sua sorte.
****
Às oito horas daquela noite, Jack tinha acabado de se acomodar na poltrona com um copo de uísque quando houve uma batidinha na porta. Jack foi atender.
Hadley estava do lado de fora do quarto com sua saia de uniforme e aqueles tênis brancos novamente. Foi necessário todo o autocontrole de Jack para não pegá-la no colo e jogá-la na cama naquele instante. Ele sabia que precisava ir devagar.
— Entre, Hadley — ele disse calorosamente. A deusa loira morango franziu o nariz sardento enquanto sorria para ele, e Jack sentiu o aperto já familiar em suas calças.
Ela colocou a mochila no chão da sala e então correu para a suíte, admirando a vista incrível do horizonte do centro da cidade da janela panorâmica. — Uau, que vista — ela exclamou sem fôlego, inclinando-se no parapeito e ficando na ponta dos pés de seus tênis brancos para ter uma visão melhor. Jack admirou suas pernas lisas e elegantes e sentiu seu coração acelerar ao vislumbrar sua calcinha de algodão branca aparecendo por baixo da saia do uniforme.
Hadley olhou para trás por cima do ombro e deu um sorriso enorme para Jack, e ele lutou contra a vontade insuportável de se curvar sobre a pequena adolescente, abaixar sua calcinha e possuí-la ali mesmo. — Você tem um quarto de hotel incrível — ela disse. Ela se virou e se empoleirou no parapeito da janela, mordendo o lábio inferior e sorrindo timidamente para o chefe bonito de seu pai. — Eu estava tão nervosa em ligar para você, e vir aqui esta noite... — ela confessou —, mas não podia suportar a ideia de não ver você de novo.
Jack sorriu e se recostou na poltrona. Ele adorava como ela era franca e honesta. — O que posso fazer por você, Hadley? — ele perguntou, um sorriso lento se espalhando pelo seu rosto bonito.
— Eu queria passar um tempo sozinha com você — a jovem respondeu, corando lindamente. — Acho você o homem mais bonito que já vi, e você me faz sentir... cócegas por todo o corpo. — Jack sentiu seu pau se mexer com sua confissão adorável e envergonhada. — E você mencionou que queria ver minha calcinha de novo algum dia então... aqui estou eu. — Hadley examinou seu rosto em busca de uma reação. Ela sabia que estava sendo muito direta e não tinha certeza se estava se fazendo de boba...
— Eu gostaria de ver muito mais do que isso, Hadley — Jack disse. De repente ele se perguntou o quão experiente ela realmente era... ela parece tão inocente, mas é preciso muita ousadia para simplesmente aparecer assim... ela é uma mulher de dezoito anos e uma linda ainda por cima. Será que ela ainda era virgem? Ela certamente estava corando como uma.
— Eu nunca fiz isso antes — Hadley confessou —, me diga o que fazer.
Jack não conseguia acreditar na sua sorte. Não só essa adolescente adorável o achava sexy, mas ele poderia potencialmente ser o primeiro dela! Jack nunca tinha tido uma virgem antes e queria que fosse perfeito.
— Tire suas roupas para mim, Hadley — ele disse, ainda observando a garota nervosa de sua poltrona. Ele não queria fazer movimentos bruscos que a assustassem ou a afugentassem.
Lentamente, deliberadamente, Hadley tirou sua camisa polo azul clara pela cabeça e a deixou cair na cadeira, revelando seu torso esbelto e leitoso e seus seios empinados apenas cobertos por um bralette rosa florido. Ela sabia que seus seios eram pequenos, e normalmente ficava feliz com isso porque seios menores eram ideais para ginastas. Mas agora, pela primeira vez, ela desejava ter seios maiores, para se sentir mais como uma mulher e menos como uma garota na frente desse homem mais velho e bonito.
Ela chutou os tênis brancos sem desamarrá-los. Hadley estudou o rosto de Jack enquanto desabotoava a saia curta xadrez do uniforme e a deslizava por seus quadris estreitos, deixando-a cair no chão. Ela saiu da saia e ficou ali diante dele apenas com seu sutiã rosa, calcinha de algodão branca e meias curtas. Hadley puxou o elástico do cabelo e soltou seu longo rabo de cavalo loiro morango, para que as mechas brilhantes caíssem soltas pelos ombros até o meio das costas. Ela viu sua inspiração e se perguntou se Jack gostava do que via.
Jack estava praticamente cego pela beleza da jovem diante dele, e isso sem nem ver o que havia por baixo do sutiã e da calcinha. — Tire seu sutiã para mim, Hadley — Jack sussurrou, mal conseguindo falar. Hadley alcançou as costas esbeltas e desenganchou o sutiã minúsculo, e as alças caíram dos ombros. Ela deixou o sutiã cair no chão e, timidamente, cobriu os seios do tamanho de xícaras com as mãos.
— Deixe-me ver você, agora — Jack disse gentilmente, praticamente prendendo a respiração.
Hadley superou os nervos e lentamente abaixou as mãos para os lados, expondo seu doce corpo adolescente à sua visão. Suas bochechas ficaram rosadas.
Nunca vi tamanha perfeição, Jack pensou consigo mesmo, bebendo da visão da deusa quase nua diante dele. Ele estudou seu rosto lindo com seus olhos verdes de gato, seu nariz arrebitado delicadamente sardento, a covinha na bochecha e os lábios rosados e querubins. Sua juba loira morango espessa e fluida caía pelos ombros delicados até os cotovelos. Ele estudou seus seios pequenos e perfeitos, os copinhos A levemente sardentos estavam corados de excitação e inchavam em dois pequenos pontos rosados no ar frio. Sua estrutura pequena se curvava ligeiramente na cintura, e Jack traçou a linha de sua barriga lisa até o elástico da calcinha de algodão, que abraçava seus quadris estreitos e pouco escondia o volume suave dos lábios de sua boceta. — Gire para mim, Hadley — ele disse.
A ginasta graciosa deu um giro lento para ele de calcinha, girando sobre suas pernas lisas e esbeltas e apontando seus pés pequenos nas meias brancas. Jack estudou sua bunda de dar água na boca, as duas nádegas como um pêssego perfeito. O algodão da calcinha estava subindo entre a fenda da bunda redonda e empinada, e ele notou duas pequenas covinhas na pele pálida e lisa acima da cintura baixa da calcinha. Ele foi dominado pela vontade de apalpar aquela bundinha fofa, de dar um tapa na carne macia e flexível, de chupar e lamber seu cuzinho fresco e deslizar seu pau entre as nádegas de sua bunda adolescente. Mas primeiro, ele ia fazer amor com ela. Ela girou completamente e olhou para ele expectante.
— Você é tão linda — Jack sorriu seu sorriso caloroso para ela e Hadley derreteu. Ele se levantou e caminhou em direção à garota nua lentamente. Com 1,57 m, sua cabeça mal chegava ao seu ombro. Ele levantou seu queixo até que seus olhos encontrassem seu olhar e então lentamente, ele se inclinou e pressionou sua boca contra seus lábios macios. Ele certamente sabe o que está fazendo, Hadley pensou. Jack aprofundou o beijo, roçando sua língua contra a dela. Hadley gemeu e envolveu os braços em seu pescoço. Ela nunca tinha sido beijada assim antes.
Jack ergueu sem esforço o corpo pequeno da ginasta em seus braços e a carregou para a cama king-size. Ele a deitou na beirada da cama e então se deitou ao lado dela, sua língua ainda girando em sua boca. Sua pele era como seda e seus lábios tinham gosto de gloss de canela. A ereção dura como pedra de Jack pressionava seu quadril através da roupa. Ele segurou um de seus pés delicados na mão e então puxou a meia, beijando seus dedos doces até ela rir. Ele deu ao outro pé a mesma atenção.
Ele olhou para seu rosto doce e afastou uma mecha sedosa de cabelo de sua testa. Ele traçou o dedo por seus lábios molhados, passando pelo pescoço, entre seus seios que despontavam, pela barriga lisa e sobre o tecido de algodão da calcinha. O monte de seu sexo se elevava em um volume suave, e seu dedo o traçou até alcançar a fenda dos lábios da boceta. — Um pêssego tão docinho — ele disse enquanto passava o dedo sobre sua boceta, o tecido de algodão entrando no sulco entre os lábios macios e salientes. Ele provocou seu sexo através da calcinha até sentir a umidade infiltrando pelo algodão da virilha, cheirar o aroma doce e ácido de sua excitação.
— Eu quero provar você, Hadley — Jack gemeu —, algum garoto já chupou sua boceta?
— Não... — Hadley disse sem fôlego —, nunca.
Jack abaixou a mão e deslizou os dedos por baixo do elástico da calcinha e sentiu Hadley se preparar e enrijecer de antecipação.
— Relaxe, querida, vou fazer você se sentir tão bem — ele disse ternamente, e lentamente despiu a calcinha de algodão por seus quadris finos, deixando-a cair no chão. Ele abriu suas pernas e posicionou seu corpo entre elas, dando-lhe o ponto de vista perfeito para se banquetear em seu sexo doce.
Jack olhou para a boceta mais perfeita e pequena que já tinha visto e sentiu sua boca salivar de antecipação. Os lábios tenros e protuberantes de sua bocetinha eram lisos e sem pelos, com apenas uma leve mancha de cabelos dourados bem acima da fenda profunda. Jack usou seus polegares para abrir os lábios inchados e viu as dobras molhadas, delicadas e rosadas que corriam da pequena pérola rosada de seu clitóris. Líquido transparente escorria da minúscula abertura vaginal e pingava, umedecendo a rachadura de sua bunda e o botão de rosa apertado entre suas nádegas.
Hadley suspirou enquanto Jack abaixava a cabeça para sua virilha e beijava ternamente suas coxas cremosas e então plantava um beijo em cada um de seus lábios sem pelos. Ele começou a lamber sua boceta, cutucando gentilmente seu clitóris com a língua, saboreando o gosto doce e ácido de seus sucos. Hadley começou a gemer, estrelas explodindo atrás de seus olhos de prazer. Ela nunca tinha tido nenhum homem a fazendo se sentir assim antes, e ela nunca queria que ele parasse de chupar sua boceta bonita.
Teria sido um desafio mesmo se ele tivesse um pau de tamanho normal, mas Jack sabia que Hadley precisaria de muita preparação se ele fosse conseguir enfiar seu pau gigante dentro de sua boceta virgem. Enquanto continuava a chupar sua pequena pérola, Jack enfiou seu dedo mindinho na entrada apertada de seu sexo, e Hadley gemeu em resposta.
— Isso dói, bebê? — Jack perguntou, observando seu rosto com preocupação.
— Não — Hadley respondeu, — está tão gostoso... Jack tirou o dedo mínimo do buraquinho molhado, lambeu o indicador e o enfiou dentro. Hadley ofegou enquanto se ajustava à invasão. Jack serrava o dedo devagar para dentro e para fora da boceta apertada e chupava o clitóris dela, mandando-a para outro mundo. A adolescente pequenina engasgou e se debateu contra a boca e o dedo dele, enquanto seu corpo tremia com o orgasmo poderoso. Jack puxou o dedo lentamente e olhou nos olhos dela. Afastou os fios de cabelo suados do rosto dela enquanto ela voltava à realidade, as bochechas vermelhas e arfando por fôlego. — Uau... — Hadley suspirou. Ela nunca tinha sentido nada tão maravilhoso.
— Quero que você me foda, Jack: tire minha virgindade, faça de mim uma mulher — disse ela, erguendo os olhos para o rosto bonito dele.
— Tem certeza? — Jack perguntou. Seu coração batia forte no peito, o pau latejando para escapar das restrições das calças.
— Nunca tive tanta certeza de nada na vida — Hadley suspirou.
— Vamos ter que ir devagar, meu bem, não quero te machucar — Jack falou, puxando a camisa. Hadley se sentou e viu ele desabotoar as calças e baixar calças e cueca num movimento só. Os olhos de Hadley se arregalaram quando a ereção grossa e comprida de Jack saltou livre. Ela ergueu os olhos para Jack e ele percebeu o medo nos olhos dela.
— Você é tão grande... — ela falou, — Vai caber?
— Vamos indo um passo de cada vez, tudo bem? Só quero te fazer sentir bem, Hadley. — Jack se abaixou e beijou os lábios doces com gosto de canela. Enquanto a beijava, enfiou o dedo dentro dela de novo e tentou abri-la um pouco como preparação para seu pau grosso. A abertura apertada estava escorregadia com o melzinho doce dela, facilitando o vaivém do dedo grosso como um pau pequeno. Ele puxou o dedo e o esfregou no botãozinho rosa e sensível, enquanto baixava o rosto e babava um pouco de cuspe na boceta dela.
Depois alinhou os dedos indicador e médio na entrada da vagina dela. — Respire fundo, Hadley — ele a instruiu. Ele viu os peitinhos dela subirem conforme ela inspirava. — Agora solte o ar — ele disse. Enquanto Hadley expirava devagar, Jack enfiou os dedos na bainha apertada. Hadley fez careta.
— Isso dói um pouco — ela disse, franzindo o nariz de desconforto. — É tão intenso...
— Respire com isso, bebê, logo passa — Jack falou, mantendo os dedos dentro dela e acariciando a barriguinha tensa com a outra mão. Hadley arfava enquanto se ajustava ao alongamento intenso do buraquinho. Jack olhou para os lábios sensíveis da boceta apertados em volta dos dedos invasores. Seu pau latejava, ansiando por estar dentro dela. Após alguns instantes, ele separou os dedos de leve, abrindo-a mais. Hadley gemeu.
— Traga os joelhos para o peito, Hadley — Jack pediu, e a adolescente ergueu os pés pontudos, dobrando as pernas finas contra o peito. Os grandes lábios se abriram um pouco, e ele conseguiu ver o botão rosado do cu dela aparecer entre as nádegas macias. Mantendo os dedos dentro dela, Jack levou a boca ao butico da pequena ginasta e começou a lamber a abertura rosinha e enrugada.
— Ohhhhhh... — ela gemeu. Ele estava lambendo o cu dela! Era tão gostoso e tão sujo... Jack sentiu a boceta de Hadley soltar o aperto de torno nos dedos dele, permitindo que serrasse os dedos para dentro e para fora do buraco apertado da garota que se contorcia, enquanto continuava a chupar o cuzinho saboroso dela. Hadley nunca esteve tão excitada na vida. O clitóris pulsava enquanto ela curtia a sensação do chefe lindo do pai lambendo a portinha traseira dela, os dedos dele fodendo sua boceta virgem.
— Se masturba, Hadley — Jack arfou, e a adolescente apoiou os pezinhos nos ombros dele e levou os dedos delicados ao botãozinho do sexo e começou a esfregar em círculos pequenos. — Isso, esfrega essa bucetinha doce pra mim... — ele gemeu. Um néctar doce e cristalino pingou do pêssego bonito dela, encharcando os dedos dele, e Jack sentiu o butico apertado desabrochar e contrair em volta da língua. Hadley se sentia tão viva, ela nunca sonhou que esse tipo de prazer fosse possível.
— Ah ah ah aaaahhhhhh — Hadley arfava e gemia enquanto gozava pela segunda vez, a boceta sensível latejando e soltando mel que nem louca. Jack tirou os dedos encharcados da xoxota apertada e pressionou a mão sobre o sexo todo dela, ancorando-a enquanto ela navegava pelo fim do orgasmo. As bochechas coradas e os mamilos pontudos deixavam-na ainda mais linda, pensou, se é que isso era possível. — Isso, isso, menina... — ele arrulhou, beijando e lambendo os mamilos rosados, — Você é tão linda quando goza, bebê.
Quando ela se acalmou, Jack se levantou, foi até o criado-mudo e puxou um vidro grande de lubrificante da gaveta. Hadley estudou o corpo atlético e durão dele enquanto andava: braços definidos e ombros fortes, bumbum musculoso e apertado, abdômen trincado e brilhante, e, abaixo, a ereção comprida e grossa balançando entre as pernas. Ele era o homem mais bonito que ela já viu, e ela se sentia segura com ele. Ele a tratava como uma mulher sexy e adulta, não como uma criancinha. Ela mal podia esperar pelo momento em que ele finalmente a faria mulher.
Quando Jack chegou ao pé da cama, Hadley se sentou e olhou para a virilidade inchada dele. Ela só tinha visto uma bem de perto uma ou duas vezes antes, mas essa era de longe a maior. Ela analisou o tronco grosso e comprido, a cabeça em forma de ameixa brilhando de pré-gozo, e os colhões pesados e cabeludos pendurados embaixo. Ela só chupou um pau uma vez antes, mas foi mais por curiosidade do que desejo. Mas agora o desejo de levar aquele caralho gigante para os recessos quentes da boca a dominava. Ela ergueu os olhos para Jack e envolveu o tronco grosso com a mãozinha. — Posso lamber? — ela perguntou, os olhos brilhando.
Jack não podia negar nada à sua princesa. Ele gemeu e afastou o cabelo de Hadley do caminho, enquanto a adolescente deslizava a língua rosinha pela cabeça inchada do pau. O punho mal cabia em volta do tronco onde ela o segurava. Começou a lamber o pré-gozo escorrendo do buraco, como uma gatinha lambendo uma tigela de leite. Devagar, tentou envolver os lábios delicadamente curvados em volta da cabeça e colocar na boca. Foi apertado e Hadley abriu mais a boca para acomodar a grossura. Puta merda, Jack pensou, meu pau poderia ser do tamanho da cabeça dela! Ele nunca sentiu algo tão requintado como Hadley começando a chupá-lo ruidosamente, friccionando a cabeça do pau com a boquinha molhada.
Por fim, quando Jack não aguentou mais, ele tirou o pau da boca aberta, e Hadley fez um biquinho adorável. Ele precisava recuperar a compostura. Pegou o vidro de lubrificante e derramou uma poça grande na palma da mão e besuntou o pau grosso de lubrificante. Hadley olhou para ele lentamente masturbando o pau brilhante, hipnotizada.
— Deite-se, Hadley — Jack pediu, e ela se deitou na cama. Jack puxou o traseiro dela para a beira da cama e depois apoiou os tornozelos delicados sobre os ombros ao se agachar, posicionando o membro grosso no nível da abertura do sexo miúdo. O pau escorregadio caiu na barriga dela com um ploft molhado e Jack gemeu, percebendo que mesmo com os colhões aninhados contra os lábios da boceta, a cabeça do pau carnudo passava do umbigo da garota. Ia ser apertado.
— Abra um pouco as pernas, bebê — ele disse, e Hadley afastou os joelhos um pouco mais para ele. Ele segurou o pau de cavalo e começou a esfregar a cabeça grossa e escorregadia para cima e para baixo entre os grandes lábios, do clitóris ao buraquinho, provocando o sexo dela, tentando tornar a invasão iminente mais fácil. Depois, quando ela pareceu bem melada, ele empurrou a ponta gorda do pau mais para dentro dos lábios e encostou bem na entrada molhada, então empurrou mais. Lentamente, começou a introduzir a cabeça do tamanho de uma ameixa dentro dela, ganhando entrada firme até a cabeça toda estar entalada na vagina dela.
Hadley puxou o ar rápido. Os olhos reviraram enquanto arfava, sentindo aquele caralho gigante prestes a abrir sua pobre boceta ao meio. — Você está bem, Hadley? — Jack estudou o rosto dela, imaginando se seria demais para ela.
Com os dentes cerrados, Hadley sussurrou: — Tira meu cabaço, Jack, vai.
— Você precisa respirar, bebê — ele falou. Hadley inspirou trêmula. Quando expirou, Jack estocou para a frente, empurrando e rompendo a resistência apertada com sua montaria grossa e rasgando o hímen de uma vez. Lágrimas quentes arderam nas bochechas dela, mas ela nunca estivera tão feliz. Doía pra caralho, mas também era incrível finalmente ser mulher, ter sua virgindade tirada por aquele homem, ela pensou.
Jack cerrou os dentes e tentou não se mover rápido demais. Ele queria que Hadley se ajustasse à sensação do pauzão dentro dela. A boceta recém-desvirginada parecia um inferno apertado e latejante ao redor do pau. Lentamente, ele começou a mexer os quadris em um oito, e Hadley gemeu em resposta. Ele pressionou o osso púbico contra o botãozinho de amor rosinha da garota e, enquanto continuava a se esfregar e balançar dentro de sua princesinha, sentiu a boceta apertada de adolescente se abrindo para ele.
Ele puxou o pau até a metade, a haste levemente listrada de lubrificante e sangue, e então enfiou de novo, Hadley grunhindo com o tamanho absoluto do membro invasor. — Estou te machucando, meu bem? — Jack pausou os movimentos e olhou para a ninfa nua abaixo dele, as bochechas sardentas coradas e os olhos verde-claros apertados.
— Não, é maravilhoso... — Hadley suspirou. Ela abriu os olhos e encarou o rosto bonito dele. — Ainda dói um pouco, mas eu amo a sensação de ter seu pauzão dentro de mim, me abrindo... Está gostoso para você?
Jack quase riu alto. Tá brincando?? ele pensou. — Hadley, minha doce menina, isso está melhor do que qualquer coisa que eu já senti na vida.
Os lábios bonitos se curvaram num sorriso satisfeito, e ela o puxou para baixo para beijá-la. Ele beijou os lábios doces e passou as mãos grandes pelos seios pequenos dela. Ele amava a sensação do corpo esbelto e ágil de ginasta e os peitinhos, ambos punhados leitosos encimados por um mamilo rosinha pontudo.
Jack se ergueu nas mãos e olhou para o anjo ruivo-acobreado abaixo dele, os olhos vidrados de luxúria, os joelhos junto às orelhas, os pezinhos apoiados nos ombros musculosos. — Me fode, Jack — ela respirou, — Por favor, me fode agora. — Lentamente, Jack começou a meter o pau para dentro e para fora da boceta apertada de Hadley de verdade, a lubrificação transparente dela tornando a passagem mais fácil para o pau metendo firme.
— Uuuuh uuuuh uuuuhhh... — a adolescente uivava enquanto Jack continuava a foder a boceta apertada, o bumbum musculoso flexionando ritmicamente ao empurrar para dentro do buraco que se alargava rapidamente, de novo e de novo. Lembrando-se de como era incrível se esfregar enquanto era preenchida ao mesmo tempo, Hadley enfiou a mão pequena entre as coxas finas e dedilhou o clitóris inchado enquanto o caralho monstruoso de Jack metia para dentro e para fora.
Pela terceira vez naquela noite, Hadley se debateu e tremeu em orgasmo, os dentes batendo enquanto a boceta latejava e apertava o pau inchado de Jack. — Aaahhhhhhhhh... — ela gritou, e agarrou os braços dele com os dedos pequenos.
Isso levou Jack ao limite: ele puxou o pau molhado da boceta em espasmos e jorrou a carga grossa toda na barriga da garota que se contorcia. — Unnnngghhh — Jack gemeu, parecia que os colhões revirando estavam se virando do avesso enquanto gozava. Porra branca e perolada acumulou no umbigo dela e pingou na moitinha loira, enquanto ele salpicava o corpo dela com sua carga enorme.
— Isso foi tão legal... — Hadley suspirou, ainda zonza com o orgasmo poderoso.
— Fica aí, meu bem — Jack pediu, e ele foi ao banheiro, abriu a torneira da pia e enxaguou a mistura de sangue de Hadley e sua porra do pau. Ele molhou uma das toalhinhas com água morna e levou para Hadley, que ainda estava exausta na cama, as pernas abertas, o tronco esbelto coberto de porra. Ele lavou o sexo desflorado dela com o pano molhado, limpando qualquer resquício do sexo da boceta sensível, e então limpou a porra da barriga trêmula.
— Eu sangre em você? — Hadley perguntou, preocupada ao ver a evidência do hímen rompido na toalhinha.
— Tudo bem, bebê — Jack sussurrou, — É perfeitamente normal sangrar na primeira vez que você se torna mulher. Como você está se sentindo? Dói muito?
— Me sinto incrível — Hadley disse, — dói só um pouco... podemos fazer de novo?
Jack riu. — Me dá uns momentos e tenho certeza que posso providenciar isso... — ele falou, sorrindo. Deus, de onde veio essa ninfetinha perfeita? ele se perguntou, agradecendo à sua sorte. Ele beijou as maçãs do rosto cobertas de sardas e a ponta do nariz arrebitado. Hadley riu em resposta.
Jack teve uma ideia. Ele se levantou, voltou para a poltrona e se sentou. Hadley se sentou, observando-o curiosa. — Vem cá, Hadley — ele disse, chamando-a com o dedo.
A ginasta nua caminhou até ele com graça, juntando os braços atrás das costas, nervosa. O que ele estava tramando? Ela olhou para ele, expectante.
— Acho que o que eu realmente gostaria, enquanto recarrego, é de um show — ele falou, sorrindo maliciosamente.
— Um show? — Hadley perguntou, franzindo a testa confusa.
— Sim, adorei o showzinho que você deu pra mim na sua sala ontem à noite. Gostaria de ver mais dos seus movimentos.
Hadley sorriu ao reconhecer. Ele quer um show? Posso fazer isso com certeza, ela pensou. — Tá — ela disse, avaliando o espaço que tinha para manobrar, — Que tal isso?
Hadley ergueu os braços e então os plantou no carpete, jogando as pernas para cima e sobre a cabeça com graça numa estrela. Conforme a perna direita descia do outro lado das mãos, ela a deslizou para frente entre as mãos plantadas, aterrissando no chão num espacate perfeito. — Tcharam! — Hadley disse triunfante, erguendo os braços sobre a cabeça com um floreio.
Jack analisou as costas flexíveis dela arqueadas, as pernas finas abertas, os quadris pressionando a moitinha loira no carpete. Ela era requintada. — Outro — ele implorou.
Hadley sorriu e pivotou os quadris, arrumando-se num espacate lateral perfeito. Jack viu os lábios nus e rosinhas da boceta se abrirem ao pressionar o carpete de novo, e sentiu o pau se mexer um pouco. Ela se inclinou para frente nos antebraços, pressionando a barriga para baixo, arqueando as costas e erguendo o traseiro, enquanto empurrava os quadris pelo espacate para que as pernas girassem para trás. Então, num movimento gracioso, Hadley jogou as pernas para cima sobre a cabeça e se equilibrou nos antebraços. Jack saboreou a visão do traseiro redondo quando ela esticou uma perna para trás e dobrou a outra, apontando os pés delicados.
Jack sentiu a respiração apertar um pouco enquanto ela abaixava os pés pontudos para o chão na frente do rosto, um por um. Ela se ergueu nas palmas das mãos, o corpo esbelto arqueado numa ponte perfeita. A pele cremosa da barriguinha lisa estava esticada enquanto a coluna arqueava para o teto, as costelas delicadas à mostra, os peitinhos achatados contra o peito. O cabelo comprido roçava o carpete. Hadley sabia que estava dando a Jack a visão perfeita da boceta exposta quando abriu os joelhos e pressionou os metatarsos dos pés delicados no chão.
— Fica assim mesmo — Jack sussurrou, e ele se ajoelhou na frente das pernas abertas e analisou os lábios nus e rosinhas da boceta entre elas. Ele passou os dedos sobre o tufo de penugem loira no topo do púbis, então se inclinou e começou a lamber a boceta corada da ginasta enquanto ela se equilibrava naquela posição incômoda.
Hadley tremeu e suspirou enquanto Jack chupava e sorvia o sexo miúdo. O corpo esbelto de ginasta de Hadley era um tesão tão grande para ele, e ele sentiu o pau endurecer no que devia ser sua quarta ereção do dia. Jack pegou cada panturrilha dela nas mãos e as ergueu do chão, empurrando Hadley de volta a uma parada de mãos. — Abre as pernas pra mim, como fez ontem à noite — ele pediu, e Hadley obedeceu, esticando as pernas retas e finas num espacate lateral perfeito no ar.
Toda a virilha dela estava agora aberta ao olhar faminto dele. Os grandes lábios lisos se separaram levemente, revelando a carne rosinha de dar água na boca lá dentro e o botão inchado espiando de seu capuz. Jack segurava a garotinha de cabeça para baixo, apoiando os quadris dela com as mãos fortes enquanto enterrava o rosto na bocetinha lisinha e doce como um homem faminto.
Os braços de Hadley tremiam enquanto ela tentava se sustentar durante o prazer provocante da língua de Jack. Quando ela achou que ia desmaiar, Jack se levantou e ergueu o corpo leve de Hadley, trazendo a parte de cima do corpo dela para encontrar a dele, e ela envolveu as pernas na cintura dele, a boceta molhada pressionada contra os pelos pubianos emaranhados de Jack, o pau agora ereto descansando entre as nádegas abertas dela. Jack beijou os lábios dela enquanto a carregava para a cadeira.
Ele a colocou gentilmente no chão à sua frente e depois se sentou na cadeira. "Vire-se", ele disse, e Hadley olhou por cima do ombro para ele enquanto se virava lentamente e lhe dava as costas.
Jack inspirou fundo, o rosto no nível da bundinha linda da ginasta. Hadley sentiu as mãos grandes dele deslizarem da parte inferior das costas até as nádegas redondas e arrebitadas, e ela estremeceu de prazer. Jack massageou e apertou a carne macia como dois pequenos melões, depois se inclinou e beijou uma das nádegas redondas, mordendo a pele leitosa. Hadley gemeu.
"Meu Deus, eu adoro essa bundinha", Jack gemeu, acariciando a pele de novo. Ele deu um tapa leve em uma das nádegas. Foi tão gostoso que ele bateu de novo, mais forte, fazendo um som de estalo bem satisfatório e deixando uma marca vermelha na pele delicada dela.
"Aiii..." Hadley reclamou e tocou onde ele tinha batido. Ela sorriu maliciosamente, olhando por cima do ombro para ele. "Por que você fez isso?" Jack sorriu sem jeito.
"Desculpa, bebê, me empolguei. Vem cá..." Jack puxou Hadley para o seu colo e a aninhou nos braços musculosos. "Não consegui evitar, sua bunda pediu por isso." Hadley deu uma risadinha e cutucou ele. Ele passou a mão e acariciou a bunda dolorida dela, aliviando a vermelhidão. "Está melhor?"
"Mmmmmm hmmm..." Hadley concordou e se aconchegou no peito quente dele. "Não levava umas palmadas desde os oito anos! Mas, na época, eu provavelmente mereci."
"Você estava sendo má?" Jack perguntou.
"Tenho certeza que eu estava sendo uma pirralha total", Hadley riu, "acho que eu estava me comportando mal e respondendo para a minha mãe na igreja, porque tudo que eu lembro é dela me levando para fora, me dobrando sobre o joelho dela, abaixando minhas calças e me dando palmadas ali mesmo no estacionamento da igreja." Hadley deu de ombros. "Foi tããão constrangedor."
"Por que de repente estou ansioso pela hora em que você me responder?" Jack sorriu maliciosamente, dando algumas batidinhas leves na bunda dela enquanto a puxava para si e a beijava. "Vou te colocar sobre o meu colo, e essa bundinha fofa vai ficar bem rosada antes de eu terminar."
"Isso é uma promessa?" Hadley flertou, passando os dedos pelos pelos do peito dele.
"Não me provoque, mocinha", Jack avisou, agarrando a mãozinha dela, "não se você quiser se sentar depois..." Hadley se afastou dele, se contorcendo. Ela sabia que estava brincando com fogo, e que provavelmente não deveria provocá-lo, mas tinha que admitir que, depois do choque inicial, ela meio que gostou quando Jack bateu na bunda dela...
"Eu quero ver você tentar", Hadley disse, mostrando a língua para ele.
"Já chega", Jack disse, levantando-se, "Venha aqui." Hadley andou até ele com cuidado e ele agarrou o braço dela. "Se incline e toque os dedos dos pés. Agora." Jack sussurrou no ouvido dela.
Lentamente, a garota se inclinou e tocou as mãos no chão, se preparando para o que viria. Jack andou ao redor dela e olhou com luxúria para a bundinha adorável e empinada, os lábios rosados da boceta aparecendo por entre as pernas. Ele passou a mão sobre as nádegas macias e então levantou a mão, acima do traseiro redondo.
Ele baixou a mão na bunda nua dela com um estalo retumbante! e Hadley mordeu o lábio e fez careta de dor. Jack estudou a bela marca vermelha na nádega trêmula, depois bateu na outra nádega, com força.
Ele a puxou pelo braço e a colocou sobre o joelho. Equilibrando-a no colo, Jack começou a desferir tapas ruidosos na bunda arrebitada de Hadley. Ela lutou contra as lágrimas enquanto ele batia na bunda sapeca dela repetidas vezes. Finalmente, depois de alguns minutos, quando ficou satisfeito com a boa surra que tinha dado, ele esfregou as nádegas avermelhadas, acalmando o traseiro dolorido. Acariciar a bunda dela se transformou em passar as mãos por toda a forma deitada dela, e logo Hadley estava choramingando, se movendo contra as mãos dele, ávida pelo toque.
Ele agarrou Hadley pela cintura com facilidade e a colocou na cama, direcionando-a para que ficasse de quatro. Ele pressionou a mão nas costas dela, forçando-a a arquear as costas e empinar a bunda, e sussurrou: "Fica bem assim."
Jack subiu na cama atrás dela, o pau dolorido agora duro como pedra de excitação. Ele abaixou o rosto até a bunda dela e começou a lamber o cu e a boceta por trás. Hadley começou a ronronar, saboreando a sensação da língua dele fazendo cócegas nos pequenos lábios da boceta e no botãozinho apertado. Jack pegou o frasco de lubrificante e começou a engraxar o pau inchado enquanto continuava a comer a bunda e a boceta se contorcendo de Hadley.
"Ai, Deus, me fode, Jack..." Hadley implorou, "Fode a minha boceta..."
"Sim, bebê", Jack arfou, "aí vem..." Ele apontou o pau escorregadio para o buraquinho apertado dela e começou a esfregar para cima e para baixo entre os lábios molhados até a cabeça conseguir uma pequena entrada. Assim que a cabeça entrou, Jack empurrou para dentro da boceta de Hadley por trás, a pequena ginasta grunhindo com a força bruta do pau gigantesco dele a abrindo mais uma vez. O pau grosso de Jack foi até o fundo dentro dela, a cabeça grossa batendo contra o colo do útero com um ou dois centímetros sobrando.
Jack apalpou as nádegas dela e começou a foder a adolescente de quatro, aproveitando para ver seu pau engraxado deslizando para dentro e para fora da boceta apertada de Hadley. A cada estocada, os lábios inchados da garota agarravam o eixo que pistava. Ele agarrou os quadris dela com mais força e começou a puxar a bunda dela para cima e para baixo no pau escorregadio. Hadley podia sentir a pressão crescendo dentro de sua boceta se contraindo e se deleitou no prazer intenso de ser o brinquedinho sexual de Jack, não mais virgem, mas sendo comida como uma puta de quatro.
"Uh uh uhhhh", Hadley grunhiu enquanto ele entrava nela repetidamente. Jack começou a bater na bundinha arrebitada enquanto a montava, fazendo o bumbum redondo dela quicar. Suas bolas pesadas começaram a balançar, batendo no clitóris e enviando pequenas ondas de prazer por toda a parte inferior do corpo dela. Jack olhou para baixo, entre as nádegas dela, enquanto a cavalgava, para o pau deslizando para dentro e para fora da bocetinha cremosa. Ele usou as mãos grandes para abrir mais as nádegas e ver o cuzinho apertado piscando para ele enquanto enfiava na sua princesinha pequena. Ele lambeu o dedo e começou a provocar o buraquinho do cu, e isso a levou ao limite.
"Gaaaaaahhhhhh!" Hadley se debateu e gozou, a boceta apertada espasmando ao redor do pau inchado. Jack aguentou firme, mas quando sentiu as paredes da boceta de Hadley abraçando e agarrando seu pau, sentiu as bolas fervendo.
"Bebê, eu vou gozar", Jack gemeu e, não querendo gozar dentro da boceta adolescente, ele puxou para fora do buraco agora escancarado com um som de sucção. Assim que o pau atingiu o ar livre, ele jorrou o que pareceu um galão de porra por toda a bunda empinada da pequena ginasta, banhando as nádegas macias e o cuzinho com sua gosma grossa. "Puta que pariu", ele gemeu, admirando o resultado do seu trabalho.
Jack pegou a toalhinha e limpou a rachadura do bumbum pegajoso do seu bebê, limpando o esperma da bunda macia. Enquanto o pano úmido roçava no cuzinho dela, Hadley estremeceu. Na próxima, esse cuzinho é meu, ele pensou. Mas, por enquanto, ele se sentia o homem mais sortudo do mundo. Hadley se aninhou no peito quente dele e ele beijou o topo da cabeça dela, segurando o corpo pequeno junto ao seu. Ele sorriu e riu baixinho, enquanto adormecia, com a pequena ginasta em seus braços...
"Hadley, minha querida", ele disse, "acho que devo uma promoção ao seu pai..."