Contos eróticos para ler inteiros.

Incesto

A Autoestima da Mamãe

wm_1015 min

Parte 1

Minha mãe Jennifer, mãe de três filhos, não era exatamente uma supermodelo aos 48 anos — ela não era gordinha, mas certamente carregava alguns quilos extras, seus cabelos escuros agora tinham fios grisalhos e sua pele começava a perder o viço da juventude. Mas ela também não era um zero — era alta, com um sorriso encantador e seios naturalmente volumosos. Embora claramente já tivesse passado do auge, ainda estava acima da média para a idade. Se eu fosse compará-la com as outras mães da escola, ela ainda era material para o Top 10, só não para o Top 3.

Eu nunca a tinha visto sob uma luz sexual, mesmo depois de completar 18 anos, mas achava que ela era uma mulher bonita e sempre a elogiava para fazê-la se sentir melhor; afinal, ela era minha mãe. Eu a amava mais do que qualquer outra pessoa, só não naquele sentido.

Ela não era insegura, mas compreensivelmente ficava encanada ultimamente por estar perdendo a aparência com a idade. Ela me teve aos 30, depois das minhas duas irmãs, então também era mais velha do que a maioria das outras mães dos meus colegas, o que só piorava as coisas. Seu jeito conservador de se vestir não ajudava, sempre usando roupas largas e folgadas.

Meus pais estavam casados há 28 anos, e nós éramos uma família suburbana bem típica. Minhas irmãs estavam ambas na faculdade fora, a mais velha fazendo pós-graduação e a segunda terminando a graduação este ano. Papai era um dentista muito bem-sucedido e nós três morávamos em uma casa grande, mas ele era workaholic, viajando muito para várias clínicas pelo país. Eu sabia que mamãe gostaria que ele estivesse mais em casa, então sempre fazia o possível para passar tempo com ela e lhe fazer companhia, não querendo que ela se sentisse sozinha. Nós tínhamos um relacionamento fantástico e eu sempre conseguia fazê-la rir. Frequentemente saíamos para caminhar e passear juntos.

Por sua vez, mamãe sempre me mimava, seu único filho. Embora não houvesse como provar, eu sempre suspeitei que eu era seu filho favorito. Ela frequentemente se gabava para as amigas de como estava orgulhosa de mim e de como sentiria minha falta quando eu fosse para a faculdade no ano seguinte. Por mais animado que eu estivesse por Harvard, não podia deixar de sentir o mesmo, que sentiria imensamente a falta da minha família, especialmente da mamãe. Meus amigos frequentemente brincavam que eu era um filhinho da mamãe, mas era tudo na esportiva. Além disso, ela era a mulher mais doce e gentil que eu conhecia, por que eu não iria querer ser um filhinho da mamãe?

----------------------------------------------

"Seis." Mamãe sorriu maliciosamente enquanto estávamos sentados juntos no banco do parque e um cara alto e loiro passou a certa distância.

"Fala sério, mãe, aquele cara parece musculoso! Você não está jogando direito!"

Ela me deu um tapa de brincadeira no braço, rindo. "Estética é uma questão de gosto pessoal, senhor!" ela apontou sutilmente para uma garota mais ou menos da minha idade correndo. "Sua vez."

A garota era bem gostosa, peito reto, mas muito elegante naquele estilo Kaia Gerber. Estava usando um top esportivo e calças de ioga, que mostravam sua barriga definida. "Uau, vou ter que dar um 9, essa é uma verdadeira gata!" suspirei, com o braço protetoramente em volta da cintura da mamãe.

"Tão alto assim?"

"Bem, alguém tem que começar a dar notas altas, você só dá seis ou menos para todo cara aqui."

"Eu me importo mais com personalidade e charme, não com a aparência." Ela disse com falsa arrogância, os olhos brilhando de humor. "Mulheres não vão só pela aparência, procuramos confiabilidade, cavalheirismo, leal..."

"Zzzzzzz que tédio!" interrompi, jogando a cabeça para trás e fingindo estar dormindo enquanto roncava alto. "ZZZZZZZ..."

Mamãe caiu na gargalhada e me empurrou "Kevin, você é demais!" e nós dois começamos a rir compulsivamente por um minuto.

"Estou falando sério, mãe, você é a única 10 aqui, então precisa começar a ser mais gentil com os caras." Eu disse, observando ela ficar um pouco séria de surpresa quando eu disse aquilo.

"Eu não sou um 10." Ela acenou com a mão desdenhosamente, mas eu percebi pelo leve rubor que ela estava lisonjeada.

Mesmo que minha apreciação pela aparência da mamãe fosse puramente platônica, eu adorava cobri-la de elogios porque sabia o quão empoderada isso a fazia se sentir, especialmente na idade dela. Frequentemente exagerava e até mentia descaradamente nos meus elogios, mas nada disso importava para mim desde que fizesse minha amada mãe se sentir maravilhosa. Objetivamente, eu lhe daria um sólido 7,5, o que era impressionante para uma senhora beirando os 50, mas não havia chance de eu jamais deixá-la saber que era menos do que 10.

"Mãe, claro que você é um 10 perfeito, por que você sempre é tão injusta consigo mesma?" perguntei, esfregando suas costas de forma reconfortante. "Com sua graça, sua elegância, sua beleza natural, nenhum homem são acharia que você é menos do que isso."

Ela mordeu o lábio. "Querido, você é tão doce, mas só eu sei como é ser eu. Uma mulher sabe quando está desvanecendo, não só pelo espelho, mas também pela forma como as outras pessoas a tratam."

Não pude deixar de me sentir um pouco triste. Não importava o quanto eu a elogiasse, ela obviamente conseguia ver a diferença entre como as pessoas a viam agora e como viam quando ela era mais jovem.

"É o papai que está fazendo você se sentir feia assim?"

Mamãe balançou a cabeça. "Não querido, seu pai e eu estamos bem. E eu não me sinto 'feia' por assim dizer. Mas há muito menos atenção agora onde quer que eu vá, é óbvio. Você é sempre tão gentil comigo, e nunca deixarei de ser grata por isso. Mas não sou cega, sei que perdi muito da minha beleza."

"E se pudéssemos mudar isso?" Eu passei a mão pelo meu cabelo.

Ela me olhou curiosa. "O que você quer dizer, querido?"

"Quero dizer, e se eu começasse a lhe dar mais atenção e ser um pouco mais... sabe, atrevido? Isso a faria se sentir melhor consigo mesma, certo?"

"Kevin... o que você está..."

"Caramba, mãe, nada inapropriado, obviamente, não sou um tarado. Mas talvez eu possa começar a ser um pouco brincalhão com você de vez em quando, só para fazê-la se sentir bonita. Se você não gostar, sempre pode me mandar parar."

Ficamos em silêncio no banco enquanto eu continuava a esfregar suas costas. Mamãe finalmente suspirou e recostou a cabeça no meu ombro. "Obrigada, Kevin." Ela disse depois de alguns minutos pensando. "Eu... eu adoraria mais atenção do meu bebê... mas... mas você precisa prometer não ultrapassar nenhum limite."

Eu concordei com a cabeça. "Claro, mãe, eu só quero garantir que você se sinta atraente. Não posso controlar como os outros agem, mas posso me controlar. E se eu puder ao menos fazê-la se sentir mais bonita, pelo menos saberei que estive lá para minha preciosa mãe quando ela precisou de mim."

Os olhos da mamãe se encheram de lágrimas. "Sou tão sortuda por ter um filho como você, não sei o que fiz para merecer meu menino." Até eu fiquei surpreso com a sinceridade do que ela disse e como aquilo era claramente emocionante para ela.

Beijei sua testa ternamente e limpei as lágrimas que se formavam nos cantos de sua boca. "Você merece porque sempre foi a melhor mãe do mundo." Eu a assegurei e então sorri. "Então vamos começar."

"Começar o quê?"

"Amamentação, obviamente." Eu sorri maliciosamente e fiz uma imitação boba de um bebê faminto por leite, fazendo barulhos de sucção. "Mããããe... buáááá... bebê está com fome..." E fiz uma cara de choro enquanto olhava para seus seios grandes.

"AI MEU DEUS, KEVIN, VOCÊ É O PIOR!" Mamãe me empurrou de novo e nós dois desatamos numa gargalhada.

----------------------------------------------

Naquele fim de semana, muitos parentes da mamãe, junto com nossa própria família, ficaram na casa da minha tia e do meu tio para o aniversário da minha tia. Alguns parentes tiveram que sair mais cedo, então no sábado de manhã, meu tio trouxe o bolo e os presentes logo após o café da manhã, a maioria de nós ainda de pijama. Mamãe estava usando um conjunto de moletom tipicamente folgado, a blusa larga cobrindo seus seios e bunda, parecendo o mais sem graça possível.

Enquanto todos se reuniam para cantar parabéns, eu me juntei à mamãe no fundo da multidão. Papai e minhas irmãs estavam na nossa frente com todo mundo, assistindo minha tia cortar o bolo enquanto batiam palmas. Enquanto estávamos juntos, sutilmente deixei minha mão repousar na bunda da mamãe. Eu vi seus olhos se arregalarem um pouco de surpresa quando ela se virou para mim e eu abaixei a voz, enquanto o resto continuava a cantar "Não se preocupe, mãe, você pode tirar quando quiser." Eu a assegurei e ela pareceu pensar por um tempo. Finalmente ela concordou com a cabeça, olhando para frente.

A família assistiu enquanto minha tia abria seus presentes um por um, todos aplaudindo enquanto ela desembrulhava cada caixa e agradecia à pessoa que deu. Eram a variedade usual de eletrodomésticos, joias, cartões-presente e assim por diante.

Eu não estava focado em nada disso. Apalpei a nádega esquerda da mamãe por um tempo, sem fazer nada estranho, só deixando a mão ali. Ela não tinha uma bunda de panicat, mas na idade e no corpo da mamãe, era um traseiro maduro e carnudo. Depois de alguns minutos, movi minha mão para a nádega direita, dando uma massageada amigável, mas novamente, não o suficiente para ser interpretado como esquisito. Mamãe não olhou para mim o tempo todo, apenas olhou para frente.

Então me aproximei um pouco mais e levantei levemente sua blusa de moletom que cobria toda a sua bunda. Ela ofegou e se virou para mim, mas eu sussurrei novamente "Não se preocupe, só por cima da calça.", enquanto apalpava sua nádega sobre a calça de moletom. Pelos próximos 20 minutos, conforme cada presente era desembrulhado, eu alternava entre cada nádega, massageando-as levemente. Eventualmente, mamãe relaxou, recostando a cabeça no meu ombro, respirando pesadamente.

Quando todos os presentes terminaram, meu tio sugeriu que ajudássemos os parentes que estavam indo embora com a bagagem, e todos se dispersaram em direções diferentes. Tirei minha mão da mamãe quando minhas irmãs se viraram. Mamãe girou rapidamente para que ninguém percebesse que ela estava vermelha como um pimentão. Minha irmã mais velha, Stephanie, sugeriu que nos juntássemos aos outros primos para ajudar a carregar as caixas nos carros estacionados lá fora.

"Até mais, mãe." Eu disse casualmente para minha mãe e beijei sua bochecha enquanto saía com minhas irmãs.

----------------------------------------------

Sobramos 8 naquela noite para o jantar. Cinco da minha família — papai, mamãe, minhas irmãs e eu; três da família da minha tia — minha tia, meu tio e o primo Jeremy.

Eu não tinha conseguido ficar com a mamãe o dia todo, já que estávamos ajudando os outros a irem embora e havia muito trabalho para fazer desmontando as decorações. Quando me sentei à mesa de jantar ao lado dela, mamãe sorriu para mim radiante e eu conversei sobre o dia com meus pais. Disse-lhes que Jeremy e eu íamos nadar no lago mais tarde e eles pediram para eu tomar cuidado.

Minha tia havia preparado um banquete enorme, todos os tipos de carne, frutos do mar e saladas. Logo, todo mundo estava se servindo e a mesa estava cheia de conversas separadas, o que me deu a chance de falar em sussurros baixos com a mamãe. "Então, como foi seu dia, lindona?" perguntei com uma piscadela.

Mamãe sorriu maliciosamente. "Foi um bom dia."

"O meu também, especialmente a manhã." Eu disse e ela tentou não rir, evitando chamar a atenção. Cheguei minha cadeira um pouco mais perto da dela, todos mergulhados demais em discussões diferentes para notar. "Você sabe que eu só estou começando com você, né?"

Seus olhos ficaram sérios e brilharam com preocupação por um momento. "Bebê, sou grata a você, mas temos que ter cuidado para não..."

"Eu sei, mãe, não vai ser nada para se preocupar. Eu me comportei hoje de manhã, não comportei? Mantive minha palavra."

Ela pareceu se lembrar dos eventos da manhã; pude vê-la corando levemente novamente. "V... você manteve... mas me pegou de surpresa."

"Isso fez você se sentir lisonjeada?"

Mamãe passou um minuto pensando sobre isso enquanto continuávamos a comer. Ela finalmente concordou com um grande suspiro "Sim, sim, fez." Um leve sorriso se formou em seu rosto novamente. "Obrigada, Kevin, estou pensando demais nisso, não estou?"

Eu dei de ombros. "É normal ser cautelosa, mas eu sou seu filho, tenho o direito de aumentar o ego da minha mãe."

"Sim... sim, você tem, obrigada, bebê. Significa muito para mim que você coloque minha autoconfiança como uma prioridade tão grande."

Eu não queria que parecesse que era só por pena, embora possivelmente fosse. Eu queria que mamãe realmente se sentisse ótima e pensasse que meus elogios exagerados eram totalmente genuínos. "Bem, a autoconfiança para você é um bônus adicional, mas estou fazendo isso porque acho você a mulher mais linda de todas." Eu dei um aperto suave em sua coxa debaixo da mesa.

A voz alta do meu tio me tirou dos meus pensamentos "Linda, posso te trazer uma sobremesa?" ele perguntou do outro lado da mesa, vendo o prato da mamãe vazio. Tirei minha mão discretamente.

"Sim, obrigada, Tim." Mamãe assentiu rapidamente, fingindo ajudar a limpar alguns pratos para esconder o fato de que estava corando novamente. Mas não antes de sorrir para mim.

----------------------------------------------

Perto da meia-noite, Jeremy e eu voltamos do nosso mergulho. Foi um ótimo momento e alguns amigos dele também ficaram com a gente. Um deles conseguiu entrar escondido com um engradado de cervejas e eu tinha aberto uma. Como eu tinha 18 anos, meus pais me permitiam beber hoje em dia, embora não fosse muito encorajado em casa. Felizmente, eu chupei muitas balas de menta no caminho, então não havia álcool no meu hálito caso alguém ainda estivesse acordado.

Acontece que todo mundo ainda estava acordado, assistindo a um filme na sala de estar. O filme estava chegando ao fim e todos estavam se preparando para dormir. Fiquei surpreso porque meus pais geralmente iam para a cama às 22h. No entanto, estávamos planejando voltar para casa apenas por volta das onze da manhã seguinte, então acho que todo mundo se permitiu uma noite tardia já que poderiam dormir até mais tarde.

Mamãe estava usando uma blusa tipicamente nada sexy, que era muito largada para destacar seu peito, mas pelo menos seus shorts eram um pouco mais finos. Eu podia distinguir o contorno de sua calcinha de vovó através do tecido. Podia ser porque eu estava alegre, mas suas pernas longas pareciam muito boas sob as luzes fracas. Nem eu tinha reparado como seus lábios eram carnudos; sempre achei que ela tinha um sorriso lindo, mas seu lábio inferior tinha uma exuberância natural.

"Ei, mãe, já estou com tudo arrumado para amanhã, você disse que me diria quais lembranças da vovó colocar na sua bolsa amarela." Eu disse, lembrando-a de algo que ela havia dito que faria. Stephanie me silenciou alto, já que todos ainda estavam assistindo ao filme. Mamãe se levantou imediatamente com um aceno, já que estava interessada em levar alguns itens da minha avó como lembrança.

Nossos quartos de hóspedes ficavam todos enfileirados, subindo as escadas e pelo corredor. Subimos rapidamente para onde meus pais estavam hospedados e mamãe me deu algumas coisas para enfiar na mala deles. Não demorou muito, já que havia apenas alguns itens e ela tinha montes de espaço na mala. Quando terminamos, mamãe sorriu. "Obrigada, querido, agora vá descansar bastante, você deve estar cansado." ela disse e se moveu para me abraçar e dar boa noite.

Era normal abraçar para dar boa noite e se despedir em nossa família. Era até normal trocar um selinho rápido na bochecha. Mas provavelmente graças ao álcool, eu me inclinei em direção à boca da minha mãe. Seus olhos se arregalaram de choque e ela tentou se afastar, mas eu a abracei firmemente. "Só um beijo de boa noite, mãe, nada estranho." Eu a assegurei e antes que ela pudesse protestar, pressionei meus lábios nos dela. Sem língua ou nada parecido. Apenas cobri sua boca com a minha e chupei seus lábios enquanto a segurava apertado. Ela soltou alguns ruídos abafados, mas eu a prendi firme. Depois de um minuto, ela relaxou.

O quarto se encheu com os sons baixos de nossos lábios se encontrando. Mamãe e eu tínhamos mais ou menos a mesma altura. Coloquei minha mão na parte de trás da cabeça dela para mantê-la no lugar e girei a minha. Seus seios grandes pressionaram contra meu peito enquanto nos beijávamos. Depois de um longo tempo, finalmente a soltei para tomar ar enquanto ela ofegava, corando profundamente.

"Boa noite, mãe." Eu sorri maliciosamente e saí, deixando minha mãe atordoada.

Que dia!

Fim da PARTE 1

Para ler em seguida